. A insegurança de viver em...
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Porque o assunto é demasiado sério, fica o registo para memória futura.
Qasem Soleimani
AEra o general comandante dos Guardas da Revolução, a principal força do regime do Irão. E também das milícias Quds.
Foi o influente orientador do movimento militar Hezbollah. Este movimento está fortemente implantado no sul do Líbano. Conteve e derrotou Israel num ataque/invasão do sul do Líbano. O Hezbollah tornou-se um exército disciplinado, bem treinado, muito eficiente na guerra. Foi decisivo no combate contra os mercenários do Daesh contratados por toda a europa e médio oriente. O Hezbollah foi decisivo no terreno da Síria, na contensão do expansionismo sionista, e no apoio da política Persa/Xiita no Iraque. A coordenação dos vários grupos de combatentes Xiitas, dos seus resultados positivos em campo de batalha e de boa imagem das políticas xiitas foi obra de Qasem Soleimani.
Isto tornou-o no homem, mais temido e mais odiado dos Sunitas/Wahhabitas que reinam a Arábia Saudita e cuja política externa consiste na difusão do fundamentalismo wahhabita, na desestabilização dos países da região e no fomento do terrorismo. Qasem era odiado pelos sionistas de Israel que não conseguiram derrotar o Hezollah no sul do Líbano nem a sua estratégia na Síria. O Hezollah sendo movimento islâmico foi importante na derrota do fundamentalismo do Daesh e é hoje um elemento de estabilidade no sul do Líbano. Qasem Soleimani é odiado e temido pelos Estados Unidos por lhes ter anulado o derrube de Assad e revertido a guerra na Síria.
Qasem Soleimani foi o general da vitória na Síria, o comandante dos guardas da revolução iraniana, o orientador do Hazollah e actualmente o organizador de resistência à agressão americana no Iraque. Guerra iniciada com a mentira das armas que o Iraque não possuía.
Qasem Soleimani foi decisivo na derrota do terrorismo islâmico do Daesh. O Daesh era apoiado pela Arábia Saudita, Israel, Estados Unidos e Turkia. Qasem Soleimani simbolizava a derrota de todos eles.
A assassinato terrorista deste General vencedor, apresenta-se como vingança e acção não ponderada por representar escalada de acção de retaliação e propiciadora de guerra a mais larga escala. Os Estados Unidos saem do Iraque sem vitória, sem glória, sem moral. Arriscam a sair derrotados, anulados e humilhados. Por cada passo em falso, o império enfraquece.

O nível de desenvolvimento, de informação e de liberdade de expressão, não se pode aferir apenas pela situação das bibliotecas. Mas este indicador, é já por si significativo. Basta termos memória da ditadura portuguesa que anulou as bibliotecas, e que durante a ditadura foi uma iniciativa privada, a Fundação Calouste Gulbenkian, que fez a promoção do livro, da leitura e do conhecimento através de bibliotecas itinerantes.
O jornal turco, Daily Sabah, de Istambul, publicado a 29 de Set 2017, dá conta da situação das bibliotecas na Turquia.
Há apenas uma biblioteca pública por 70 mil pessoas na Turquia, de acordo com um relatório recente publicado pela Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecas (IFLA). Na União europeia o número é de uma bibliotecas por cada 62oo pessoas (cf. 2016 "Library Map of the World" 2016).
Segundo o relatório referido, há na europa: 5.021 bibliotecas públicas na Alemanha, 6.042 na Itália e 16.100 na França. A Turquia com maior população, tem apens 1 137 bibliotecas públicas.
A Turquia também sofre com um número baixo de funcionários por biblioteca de acordo com a IFLA. Por exemplo, enquanto a Alemanha emprega 11 mil funcionários em biblioteca pública, a Turquia emprega 3 490.
Em 2016, a Alemanha registrou 315 milhões de livros emprestados, enquanto a Turquia contou com 9 milhões.
Para igualar a média de bibliotecas per capita da UE, a Turquia precisaria multiplicar por dez, os seus recursos atuais.
O Goethe Institut na Turkia, confirma que há aproximadamente 1.100 bibliotecas públicas estaduais na Turquia, dependentes da Direção Geral de Bibliotecas e Publicações [KYGM .
Cada uma das 81 províncias da Turquia opera uma biblioteca provincial no centro [İl Halk Kütüphanesi] .
Existem várias bibliotecas distritais em cada distrito provincial [İlçe Halk Kütüphanesi].
As bibliotecas provinciais coordenam e controlam parcialmente as bibliotecas distritais, que pertencem à sua província.
As bibliotecas públicas são visitadas principalmente por crianças e jovens, ou seja, alunos e estudantes, já que a maioria das bibliotecas escolares não são atraentes ou tem acessibilidade limitada. As taxas de oferta e uso das bibliotecas públicas relacionadas à população são muito baixas - apenas 0,2 livros estão disponíveis por habitante e apenas 5% da população são membros da biblioteca pública.
Há, no momento, 43 bibliotecas móveis na Turquia e um total de 737 pontos de serviço.
Muitas bibliotecas públicas são acomodadas em edifícios históricos ou em edifícios de administração padrão. Apenas alguns têm edifícios, que foram projetados e construídos como edifícios de bibliotecas.
Todas as bibliotecas públicas são totalmente automatizadas com um software disponível de forma central chamado Milas. As explorações de todas as bibliotecas públicas podem ser pesquisadas on-line por uma superfície conjunta que também oferece a possibilidade de pesquisar no Catálogo Nacional-União TO-KAT. AsAs
As coleções de bibliotecas públicas são composts com 38% de livros de ficção e por 62%) de livros de não ficção. O número de material audiovisual digital oferecido é muito baixo.
A maioria das bibliotecas públicas tem locais de trabalho na Internet para usuários e todas as bibliotecas provinciais possuem sites próprios.
As bibliotecas públicas não têm pessoal formado em Ciência da Informação. Haverá apenas cerca de 300 bibliotecários com qualificações acadêmicas.
http://www.goethe.de/ins/tr/lp/prj/bpt/lds/oeb/oebs/enindex.htm
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