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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2022

Ciber crime

expressso.png  

O jornal Expresso foi alvo de um ciber ataque que lhes destruiu cinquenta anos de  arquivo histórico.

O ataque ao Expresso levanta pelo menos três problemas

  1. O crime que deve ser tratado como tal.

Este tipo de crimes são muito graves. É uma forma de criminalidade sofisticada, perigosa, que põem em causa diversos direitos fundamentais do nosso modelo civilizacional e do Estado de Direito. O roubo de dados económicos e principalmente os pessoais, para com eles chantagear e exigir resgates, pões em causa o direito à privacidade dos cidadãos, à protecção das suas informações pessoais, quer sejam fiscais, económicas, de saúde ou quaisquer outras.

O ataque ao Expresso, que aqui uso como exemplo e pretexto para reflexão, não é caso único. Sabemos que ocorrem ataques similares a este frequentemente a diversas instituições. Públicas, de soberania, de segurança, fiscais, de saúde, empresas, e muitas outras.  O ataque às instituições  é extensivo ás pessoas que dependem ou interagem com essas instituições. É portanto um ataque a todos. E um crime contra  toda a sociedade deve ser tratado como tal.

 

  1. A custódia de informação

Actualmente os arquivos da maior parte das instituições estão na “cloud”, que não e mais do que um servidor que armazena os dados de memória das instituições.  É fornecido por empresas privadas, com inconvenientes que pode acarretar.

O armazenamento  da produção digital de todo o tipo de informação para memória histórica deve merecer a maior confiança e não deve ser exclusivo.  Para esta questão, tal como existe para os  documentos  analógicos (livros, jornais, discos e outros) deve colocar-se com grande rigor o problema do Depósito Legal (Lei que obriga os editores a depositar numa instituição do estado uma cópia da sua produção informativa.

A Lei do depósito legal para os vários documentos analógicos sempre foi uma garantia de memória. 

A produção digital, deve merecer muita atenção quanto à sua preservação. Para além da questão de segurança coloca-se também a fragilidade do digital em manter, conservar e preservar a memória documental que produz.  Fica evidente a necessidade de um repositório público em condições de segurança para memória futura. Para que a História se possa fazer.

 

  1. A terceira questão é da confiança tecnológica

Toda a actividade social, económica, de saúde, segurança, académica está assente em plataformas digitais. É a plena sujeição ao risco de colapso por falha dos sistemas, por acção criminosa, ou terrorista,  ou ambiental. É um enorme risco estarmos dependentes  exclusivamente do suporte digital.   Risco por toda a nossa vida, em casa, no emprego, na segurança, na saúde, estar suportada em sistemas informáticos que quando menos se espera podem ter uma quebra, e em cadeia provocar um enorme blackout. 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:13
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Terça-feira, 23 de Março de 2021

Dificuldade e Superação

Ponte de Cordas.JPG

Em tempos, um seminário, curso, assembleia, ou mesmo uma reunião obrigavam a deslocação para presença física. Participar numa reunião podia implicar uma saída de madrugada, horas de condução, almoços e por vezes alojamento.   

A pandemia levou-nos a encontrar formas alternativas utilizando as tecnologias de que recentemente dispomos.

Demo-nos conta de que podemos reformular e fazer diferente muitas das tarefas que nos ocupavam muito tempo, muitos recursos e muito trabalho.

E o futuro não regredirá. Iremos aproveitar alguma prática passada, mas reformulada. Mas iremos essencialmente inovar e avançar muito nas experiências que iniciamos. Andaremos menos de avião e de carro  para ir por vários dias a destinos distantes para uma reunião quando ela se tornar viável, mais económica, mais cómoda e de igual vantagem se for realizada no registo das novas formas de comunicação.

Cada dificuldade promove uma superação

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:13
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

COMENTÁRIO A “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS”

O Post “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS” provocou um comentário  de uma técnica profissional. Ainda bem que o fez. E seria útil se desenvolve-se o seu raciocínio. Um dos objectivos deste blog é promover/provocar a discussão de problemas que se colocam contemporaneamente à profissão e à ciência da informação.

O meu post “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS” que aborda a questão da  qualificação dos recursos humanos nas bibliotecas assenta nos seguintes pressupostos:

Os últimos vinte anos são de grande mudança qualitativa e quantitativa nas bibliotecas e arquivos.

Verifica-se um significativo desenvolvimento do conhecimento científico neste domínio.

A elevação do nível de qualidade das bibliotecas e arquivos depende muito do investimento físico e tecnológico que for feito, mas depende essencialmente da elevação do nível de qualidade dos recursos humanos.

O melhor edifício, com o maior acervo, com o melhor equipamento de nada serve sem um corpo técnico de elevada competência.

É neste sentido que apresento como proposta a requalificação na totalidades dos recursos humanos que trabalham na área da ciência da informação e documentação.

E todos estamos de acordo que as competências tradicionais dos técnicos profissionais apresentam já limitações face às novas necessidades.

Até mesmo as pós-graduações, que mostram algumas fragilidades, têm de se reorientar.

A formação coerente e mínima nesta área de conhecimento deve ser, a meu ver, a licenciatura. E julgo que todos terão a ganhar se a orientação for nessa perspectiva. Os serviços ficam com melhor pessoal, os gestores de informação ficam mais habilitados, o público tem melhores respostas.

Na perspectiva da aprendizagem ao longo da vida, vejo toda a vantagem nos técnicos continuarem os seus estudos. Não apenas em formações de curta duração para aquisição de  competências específicas, mas também e essencialmente com formação que lhes confira grau académico. Ao longo do seu percurso profissional os técnicos-profissionais adquiriram  várias competências e deverão ter agora oportunidade de as fazer corresponder a grau académico. Só terão a ganhar se continuarem a estudar.

E deve ter-se em conta que actualmente há menores  constrangimentos para acesso  ao ensino superior. Para profissionais experientes, como é o caso dos técnicos profissionais desta área de conhecimento, mesmo não tendo concluído o ensino secundário  há a possibilidade do ingresso em curso superior  ser efectuado através do processo para maiores de 23 anos.

Portugal terá inevitavelmente de seguir a tendência dos outros países Europeus que é o de ter uma forte componente de licenciados a trabalhar nas bibliotecas e arquivos.

Como refiro no post  “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS”, seria vantajoso que  a maior parte das tarefas do circuito documental venha a ser  desempenhada por licenciados.

É meu convencimento que este é o caminho que transformará as bibliotecas de equipamentos em potência para equipamentos activos, dinâmicos e  imprescindíveis no quadro da sociedade da informação e do conhecimento.

 

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 01:19
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