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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2018

Não é fácil ser professor

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Não é fácil ser professor.  Acreditem, mesmo que nunca o tenham sido. 

O cartaz mostra isso mesmo.

Perante um sucesso escolar da minha filha, e quando lhe perguntei quem lhe tinha ensinado, a resposta dela foi: “ninguém me ensinou, fui eu que aprendi”.

Tomei consciência que ninguém ensina nada a ninguém. A aprendizagem depende da pessoa que quer aprender. A imposição não produz os melhores resultados.  

Conhecer, compreender quem está diante de nós. Agir no plano da confiança. A falta de confiança é um dos grande s obstáculos epistemológicos.

A motivação. Ninguém acredita num professor desanimado, triste. O entusiasmo do professor na acção de ensinar e na colocação de beleza daquilo que ensina é fundamental. 

O fazer algo não habitual não tem de ser tão estranho que desvie a atenção, mas eu costumava levar caixas com inscrições em cada um dos lados para que todos vissem diferente, objectos ligados aos conteúdos a explorar também resulta. Fica a imagem marcante e de referência ao assunto, como que uma tag.

Também não é preciso contar uma anedota, nem acho positivo. Mas uma metáfora é coisa que uso muitas vezes. O pensamento divergente facilita a memória.

Obviamente o respeito e a confiança estão associados à satisfação de ensinar e à beleza do  que se ensina.  Só o entusiamo pelo que se quer aprender motiva os estudantes na sua curiosidade de investigar com autonomia e prazer.  E é esse esforço pessoal do aluno que deve ser elogiado, incentivado, valorizado.

Dessa forma a avaliação deve ser entendida não como um juízo do professor, mas um reconhecimento e agradecimento do professor perante a aprendizagem do aluno. 

 

António  Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:43
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Domingo, 14 de Agosto de 2016

magister dixit vs diálogos permitidos

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São Tomás de Aquino: “Teme o homem de um só livro”.

Acabei há pouco de ler o livro: “A oficina dos livros proibidos: o conhecimento pode mudar o mundo” de Eduardo Roca,  cuja acção se desenvolve no século XV,  abordando, ainda que tangencialmente,  a relação professor aluno e o afastamento do modelo do “magister dixit”.  É dedicado “àqueles que sonham e tornam possíveis os sonhos de outros” e inicia com uma citação de São Tomás de Aquino: “Teme o homem de um só livro”. O trecho que considerei interessante, do ponto de vista do paradigma que uso no ensino,  aparece no livro da seguinte forma:  “Tu sabelo bem, Johann, que tens assistido a alguma das minhas aulas. A propósito, aparecei lá quando vos aprouver visitar-me, tu e esse tal Lorenz. Sim, no diálogo, não só aprende o aluno como o docente. As opiniões que surgem enriquecem a todos, e as perguntas e dúvidas do aluno obrigam o professor a aprofundar mais o seu conhecimento, e estruturar o pensamento, a prevenir-se de possíveis falhas que pode haver nas suas teorias e a ver  como resolvê-las.”p. 252. Roca, Eduardo – A oficina dos livros proibidos: o conhecimento pode mudar o mundo. Trad. Oscar Mascarenhas. Barcarena: Marcador Editora. 2013. Original  de 2011, Ed. Planeta Madrid

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:32
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Domingo, 3 de Janeiro de 2010

E se deixassem os professores SER PROFESSORES?

Mais um comentário. Este numa perspectiva diferente, mas interessante.

 

 

 

comentário:
De Cristina Mouta a 30 de Dezembro de 2009 às 02:30
Pergunto-me o que aconteceria se alguma vez se tivesse posto a questão do Médico-Bibliotecário por ser alguém que conhece bem as questões com que se debate a profissão, as suas necessidades e a burocracia própria ligada ao meio hospitalar...
Suponho que, no mínimo, havia bombas atiradas pela Ordem dos Médicos.

Com certeza vêem a similitude de situações. Eu não tenho dúvidas de que haverá professores que cumprem a missão de bibliotecário muito melhor do que alguns profissionais do sector. O que é pena é dar-me conta de que todas essas pessoas, provavelmente, erraram a profissão.

Os médicos tiveram a sorte de os deixarem fazer o que eles querem e gostam de fazer. O mesmo se passa noutros sectores de actividade.

E se deixassem os professores SER PROFESSORES?

Porque é que lhes atiram para cima com uma imensa série de tarefas e funções que não são leccionar, incluindo ser o bibliotecário da escola? E porque é que ninguém está contra esta realidade, que só os desmerece?

Para aprender quais são os problemas e como se mover nos meandros da Educação, há a partilha de informação. É assim que o bibliotecário de um hospital trabalha (isto para usar o exemplo acima).

Os professores são os primeiros interessados em ter um centro de I&D com aquilo que precisam em cada caso a funcionar decentemente. Tal como acontece com profissionais de outras áreas em cujo local de trabalho existe um centro de documentação, biblioteca, arquivo etc., gerido por um profissional de informação.

Eu até acho bem que se aproveitem as infraestruturas de redes de informação existentes e mal usadas. Mas isso não pode ser desculpa para se continuar a tercerizar os agentes de desenvolvimento das BE's dentre a população docente, numa espécie de "voluntariado à força".

Termino que o comentário já vai longo.
E, já agora, vou também postá-lo no meu blog, com a devida menção da sua natureza.

Obrigada por terem lido.
 
 
 
 
publicado por antonio.regedor às 19:41
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