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Quinta-feira, 15 de Março de 2018

Satisfação

MEU PERFIL.jpg

 

 

Claro que isto me enche de satisfação.  

Quase duas centenas de leitores  de artigos em que participei.  E trinta e sete  citações.

Afinal a minha produção científica  continua a ser útil.

 

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37 papers mention António Regedor

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publicado por antonio.regedor às 12:02
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Domingo, 28 de Janeiro de 2018

Produção científica

images.jpg

 

O trabalho científico, pode não ter resultados imediatos. Com o tempo a repercussão do trabalho vai chegando.  

 

Dear António Regedor,

 

38 papers recently uploaded to Academia.edu mention the name "António Regedor"

 

 

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António Regedor

publicado por antonio.regedor às 09:12
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

Financeirização do processo de produção científic

GAP.png

Geopolitics of Academic Production

http://knowledgegap.org/

 

 

 

 

O meu amigo Luís Borges Gouveia , traz-me ao conhecimento mais um artigo acerca da publicação científica e oriundo da Universidade de Toronto no Canadá.  Posada, Alejandro e Chen, George [2017]  “Publishers are increasingly in control of scholarly infrastructure and why we should care. A case study of Elsevier”. University of Toronto Scarborough.   Esta Universidade está a produzir trabalho de investigação sobre a edição científica, as empresas que a editam e o domínio que tendo sobre o mercado que se reflecte no controlo da infraestrutura académica.

Já escrevi sobre este tema, alertando para a mudança de paradigma da publicação, que enormes implicações produz no modo de produção científica. O último foi “Edição científica. Pirataria e Acesso Aberto” em 10 de Outubro de 2017 no http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/edicao-cientifica-pirataria-e-acesso-165716 anteriormente tinha referido os dois grandes gigantes da edição científica sendo um deles a Elsevier, objecto de estudo deste novo artigo de Posada e Chen.  Foi também em http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/crescimento-da-industria-de-edicao-158201 com o título: “Crescimento da indústria de edição científica” em 21 de Março de 2017.

Tudo começa quando as empresas de publicação científica ocupam o terreno deixado vago pels editoras institucionais. Imensas editoras foram sugindo no mercado. E o mercado tornou-se um negócio para empresas financeiras que foram efectuando aquisições e dominam hoje o mercado. Serão umas seis empresas, sendo a Elsevier que agora é objecto deste caso de estudo uma delas, com 16,4 % de toda a publicação  em Ciências Sociais e Humanas.

Essas financeiras que controlam as editoras estão investindo no segmento das ferramentas de análise de dados. Dessa forma passama controlar o conjunto do ciclo de produção científica. E também por isso passam a ter possibilidade de controlo sobre os investigadores e daí à determinação das frentes de pesquisa  será o último e pequeno salto.

Posada e Chen  [2017] alertam para duas possíveis consequências. O aumento da dependência dos investigadores e das instituições e o aumento da desigualdade global do conhecimento. 

E dessa forma o controlo de todo  processo de produção científica passa para a mão de empresas financeiras. Podemos estar a falar de financeirização do conhecimento.

O artigo refere ainda as questões do valor da investigação que as empresas de edição não pagam e o facto de lucrarem por esse valor não remunerado aos investigadores.

Concluem os autores  que  “a comunicação académica não deve ser apenas aberta, mas também deve ser sem fins lucrativos.” E que  “Existe uma necessidade urgente das comunidades de investigação e das agências públicas de colaborarem em  recuperar a infraestrutura em torno do processo de produção de conhecimento académico.” Posada e Chen. [2017]

Consideramos que é importante continuar a desenvolver a política de  Repositórios de Acesso Aberto e que as feramentas e serviços de análise de dados de citações e factores de impacto passem por instituições públicas de modo a garantir maior independência aos investigadores e maior transparência no acesso aos investimentos canalizados por via desses rankings. 

 

António  Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:05
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Domingo, 10 de Abril de 2016

O impacto da produção científica e a sua medida

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O modelo instituído de medição do impacto da produção científica é o da quantificação e nomeadamente da contagem  de artigos e de citações. Por esse  processo é feito o seu financiamento. Assim se determina o factor h, relativo ao autor e o factor de impacto das revisatas científicas.

No entanto, há uma nova realidade comunicacional  que potencia a visibilidade dos artigos publicados e dos seus autores.

A facilidade e rapidez do envio dos textos. Os meios em que são colocados.  A sua disponibilização em open access. Já não são apenas as citações em outros artigos científicos que dão a imagem do impacto das publicações, mas são também as visualizações, os downloads, as menções e os comentários em  blogs e  as partilhas, os likes e tweets nas redes sociais.

Esta nova realidade que existe  para além das citações exige novas métricas e novas ferramentas de quantificação e demonstração.  E começam a aparecer. O “The PlumX Suite” é uma dessas novas ferramentas.

https://www.ebsco.com/news-center/press-releases/plumx-suite-now-available-from-plum-analytics

publicado por antonio.regedor às 17:05
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016

PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TRANSVERSALIDADE DOS ESTUDOS MÉTRICOS

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Para quem pensa que ciência da informação é só bibliotecas e arquivos, aqui está uma notícia de um dos ramos da ciência da informação. A cienciometria.

 

“Vai realizar-se en Salvador de Bahia (14-16 sep. 2016) o seminário:

 PRODUCIÓN CIENTÍFICA Y TRANSVERSALIDAD DE LOS ESTUDIOS MÉTRICOS. É uma organização da Universidad Federal de Bahia (UFBA) e do  Instituto de Investigaciones Avanzadas sobre Evolución de la Ciencia y la Universidad, da Universidad Carlos III de Madrid (UC3M) e da Universidad Autónoma de Madrid (UNAM)(ES).

 

O programa e as condições de participação estão em:

                     www.seminariometrias.ici.ufba.br

publicado por antonio.regedor às 14:40
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015

Universo editorial científico

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Universo editorial científico

 

O Universo editorail é cada vez mais aberto.  A Net como meio, o digital como formato, possibilitam e potenciam a difusão da informação com um mínimo de bareiras. 

Mas esta facilidade de acesso à informação produzida, e especialmente à iprodução  científica coloca, para bem e para o mal, a questão da mudança de paradigma do controlo autoral sobre o que se produz a uma escala muito superior à que se verificava na publicação física.

 O problema não é novo, mas ganha uma nova dimensão e visibilidade.  Na produção física o autor tinha controlo sobre determinada quantidade de exemplares produzidos, mas não sobre o número de leitores. Os direitos autorais limitavam-se aos exemplares produzidos e vendidos. Não aos lidos.  No plano digital, o controlo do lido é ainda menor,  e menor é também o controlo do reproduzido.  Começa a ser usual o autor não esperar receber pela publicação do seu trabalho científico. A que se reduz então o direito autoral?  Quem remunera o autor científico? Como se alterou a cedeia de publicação? E outras mais questões que se colocam. 

publicado por antonio.regedor às 10:19
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