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Sexta-feira, 4 de Junho de 2021

O que não se deve fazer em trilhos pedestres.

Arcassó percurso.jpg

Legenda da imagem: A carta tem assinalado a vermelho o traçado da A24. E a azul o troço que acompanha paralelamente  o talude da auto-estrada. Não podiam ter escolhido pior paisagem e pior caminho. 

 

O que não se deve fazer em trilhos pedestres.

O trilho Vidago- Arcossó (PR2 CHV) é desinteressante, mal desenhado, de má qualidade e perigoso.  Exemplo do que não deve ser um trilho. Usa no percurso troços de estradas municipais onde obrigatoriamente  se tem de caminhar pela via de circulação automóvel. Tem dois troços  a ladear paralelamente uma auto-estrada, áridos e sem qualquer interesse paisagístico ou patrimonial.   E no entanto é um trilho com potencial e agradável, se  redesenhado utilizando a ecopista do Tâmega  até Vilarinho das Paranheiras e retorno utilizando uma parte da via romana até Vidago. Este mesmo percurso permitia ainda uma extensão até à praia de Vidago ou manter aí o início e fim do trilho.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:43
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2020

Qubba

qubba Maraquexe.jpg

Por vezes aparecem nos nossos roteiros sem que reparemos nelas. Algumas estão incrustadas em ermidas ou igrejas que aproveitando a sua estrutura primitiva e o local de implantação de desenvolveram para outras formas e utilizações. Aparecem também em fortificações. Em Portugal surgem por acção da arquitectura mudejar. São construções quadradas com cúpula semiesférica. O termo inicial traduz-se por cúpula. A sua finalidade era a de ser tumbas, eremtérios, mausuléos de mestres sufistas ou locais de peregrinação. Aparecem no Magreb e no al Andaluz. No Alentejo aparecem em Campo Maior (Qubba de Ouguela), em Vila Viçosa, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Estremoz, Elvas e outros locais.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 20:52
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Sexta-feira, 2 de Agosto de 2019

Roteiro por Terras do Nordeste Tranamontano

IMG_20190720_121504.jpg

 

O Nordeste de Portugal oferece vários ambientes, paisagens e muitas oportunidades de conhecer uma riqueza patrimonial que como nacionais deve ser do nosso orgulho e do nosso usufruto.

Para cima de Vila Real, há um roteiro de cidades começadas com a letra M e que constituem um roteiro de agradável interesse turístico.

Murça destaca-se na paisagem por ter todo o espaço do Concelho plantado a vinha, nos melhores terrenos. Alguns destes são terras de benefício. Ou seja, podem produzir vinho do Porto. Outros terrenos mais pequenos ou mais inclinados com oliveira. E ainda outros com amendoeira e outras árvores de fruto.

Mirandela continua a paisagem iniciada em Murça. É o centro da Terra Quente transmontana de grande riqueza agrícola. Mostra-se agradável. Preserva a ponte românica. O rio faz um grande espelho de água onde se desenvolvem várias actividades náuticas. Os espaços de jardins amenizam a intensidade do calor no verão e abrigam do vento em tempo de inverno. Os Távoras já aqui foram influentes. O seu Paço é agora a sede do Município, depois de já ter sido Quartel e Liceu.

Macedo de Cavaleiros tem posição privilegiada junto da albufeira do Azibo. Soube aproveitar muito bem este enorme potencial turístico. Conta já com duas praias que se repartem por pequenas enseadas que lhes dão dimensão humana, e tranquilidade. Mas muito mais potencial tem este grande lago resultante da barragem do Azibo. Há ainda muito a desenvolver.

Mogadouro fica já um pouco deslocado para o interior e isso sente-se no seu desenvolvimento. A terra natal de Trindade Coelho preserva ainda o castelo que foi doado a Pedro Lourenço de Távora em 1401 e o pelourinho símbolo de Concelho por Foral de D. Afonso III em 1272. A existência de arte rupestre na Boca da “Ribeira do Medal” conforma a ocupação desde território desde o Paleolítico Superior (42 000 anos), e em Penas Roias com vestígios de pinturas do Calcolítico (4 500 anos). Pena que o turismo local não tenha bons roteiros com estes lugares, estradas, caminhos e todas as indicações e condições necessárias à valorização detes lugares, com excepção da informação do castro de Vilarinho dos Galegos.

Miranda do Douro encostada a Espanha, beneficia turisticamente dessa posição. Impressiona pela sua fortificação. Conserva o que resta da explosão do castelo, e preserva e recupera o paço episcopal. Pertencia à Arquidiocese de Braga, até que em 1545 ganhou o estatuto de Diocese. É dividida em 1770 passando a existir uma outra em Bragança. Volta a unir-se em 1780 com sede em Bragança. Desde 1996 a designação é de Diocese de Bragança-Miranda.

publicado por antonio.regedor às 16:36
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