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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2020

Mercearia fina

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Chamavam-se cartuchos. Eram feitos de papel reciclado. Cinzentos porque pouco lixiviados. É a adição de cloro que faz o papel mais branco, mas também mais ácido e menos durável. Estes papeis resultavam de processos mais simples de fabrico. Praticamente só maceração extensão da pasta e secagem. Sem branqueamento, sem calandragem. Eram usados para diversos fins, entre os quais o embrulho. Eram vendidos vulgarmente em folhas de tamanho "A3". Em meados do século XX os cartuchos de papel eram usados para embalar mercearia. Arroz, e grãos diversos. Havia ainda uns mais finos, mais clareados e calandrados usados para o que se designava de mercearia fina. Café ou açúcar por exemplo. Havia ainda um toque de distinção de algumas casas que tinham uma imagem de marca que imprimiam nos cartuchos. A impressão era feita na casa que também fabricava os cartuchos através de uma com "zincogravura",. a marca do cliente. Dava origem a séries de cartuchos impressos e exclusivos de determinadas casas, normalmente de mercearia fina.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:53
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Livros e Filmes

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Bons livros dão bons filmes. Talvez não tenham sido feitos filmes de todos os bons livros. Nos últimos tempos o livro não tem que ser uma excepcional obra literária, mas é seguramente um best-seller que passado ao cinema ganha ainda maior dimensão.

Há uma questão que se coloca a quem leu o livro e depois viu o filme. A diferença. Diferença da leitura. Cada leitor lê de modo diferente. Depois de escrito cada leitor faz um livro diferente. Normal que o filme seja também produto de uma leitura diferente e naturalmente um livro diferente. Outra diferença é o da extensão. Obviamente uma narração de noventa minutos não poderá ser tão extensa, ter tanta informação, tantos pormenores como a leitura por trinta , sessenta ou noventa dias. Tenho esse exemplo com o “Nome da Rosa” de Umberto Eco. O livro contem muito mais informação da idade média, nomeadamente na diversidade de correntes monásticas e no disputado terreiro da correcção teológica e filosófica. Aqui reside o elemento estruturante do livro e do filme consequentemente. As mortes são provocadas por perspectivas teológicas diferentes na apreciação das expressões filosóficas. No caso, o Riso em Aristóteles, que trata o tema no seu volume II da “Poética”. O filme pode não dar visibilidade a esta questão, mas é a grande questão que no livro é a causa das mortes. Por isso ler um livro é bem diferente de ver um filme. Independentemente da abstrair do facto de mediação que o filme constitui em relação à ideia original.

Reconheço no entanto que ver um filme que resulte de adaptação é uma possibilidade interessante no contexto da enorme oferta de lazer para além da leitura. Que o cinema, e agora na visualização de cinema em casa, constitui um meio que na classificação de Marshall McLuhan e mais quente, o que significa de menor esforço para o consumidor dessa plataforma de fornecimento de lazer. E há imensa escolha em formato filme e série. Desde os clássicos, até aos best-seller tipo “guerra dos tronos”.

Os bons livros continuarão a dar bons filmes e não será isso que nos privará da nostalgia da leitura em papel, do cheiro a tinta fresca, do tacto das fibras vegetais compactadas mecanicamente à espessura de oitenta gramas o metro quadrado.

António Borges regedor

publicado por antonio.regedor às 20:00
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015

A Mão

 

 

Mão.JPG

 

 

A Mão

É a antiga unidade de medida de contagem de papel para impressão.

Uma mão tem 25 folhas.

Actualmente conhecemos como unidade de medidade de papel a resma. Esta unidade de medida de contagem de papel corresponde 20 mãos.

A medida da espessura do papel é determinada em gramas por metro quadrado.

Escrevemos habitualmente em papel com 80gr/m2

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publicado por antonio.regedor às 18:35
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015

Papel

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Os Árabes invadiram o Turquestão e aprisionaram alguns fabricantes de papel chineses, que ensinaram a arte aos captores. Estes introduziram a arte em Samarcanda em 751.

Samarcanda, onde se faziam excelentes culturas de cânhamo era um local ideal para o fabrico de papel.

Hárune-al-Ráxede trouxe fabricantes de papel chineses para Bagdad em 793. Pouco depois a arte chegou a Damasco que durante vários séculos foi a principal fonte de abastecimemto do mundo. (McMurtrie 1965)

McMurtrie, Douglas C. - O Livro: Impressão e fabrico. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. [1982 impressão]

publicado por antonio.regedor às 18:12
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

CIÊNCIA E ISLÃO


 

 

Bagdad foi o maior centro de investigação científica no sec. IX

Até ao sec. XII O Islão foi líder na investigação científica.

 

Em 2002 O Relatório da ONU indicava que em todo o Mundo Árabe foram traduzidos cerca de 330 livros num ano. Um quinto dos traduzidos na Grécia.

 

Enquanto a Europa esteve submetida ao pensamento unitário do Cristianismo e os apologetas cristãos diziam que “a Filosofia era a mãe de todas as heresias”, segundo Tertuliano, davam espaço para o mundo oriental,  Persa e Árabe, acolher, ler, traduzir a cultura e conhecimento helénico e a partir daí e de outras fontes desenvolver a filosofia, a ciência, a medicina. Foram os Árabes já Islamizados que fizeram chegar à Europa os algarismos e com eles o zero. Deram a conhecer e venderam em exclusivo durante muito tempo o papel que trouxeram do oriente( Bagdad chegou a ser o maior mercado mundial de papel)

O declínio só pode ser explicado com os mecanismos ditatoriais do pensamento único imposto pela religião.

A ciência explica a religião. A religião não explica a ciência.

A laicidade dá oportunidade ao conhecimento. A religião impõe a ignorância.

O conhecimento está na pluralidade dos livros. A ignorância no livro único.

publicado por antonio.regedor às 23:06
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