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Quinta-feira, 5 de Maio de 2022

Somos essencialmente água

na água.jpg A Náutica e especialmente a Vela, é algo que me agrada.  O som da água. A calma do navegar. As conversas a bordo. O vencer lento de grandes distâncias. O sol a queimar. O brilho da luminosidade.   O vento que afaga o corpo. E também o escurecer. As luzes como ponto conspícuo.  Os dias na água são excelentes. 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:57
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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2021

De volta às velas

veleiro cruzeiro.jpg

Não será certamente de resolução impossível a descarbonização do transporte marítimo.

A imagem deixa prever a retoma da solução eólica em barcos de passageiros e de grande envergadura que concomitantemente a outros sistemas produtores de energia poderá reduzir substancialmente ou mesmo anular a necessidade de consumo de combustíveis fósseis na marinha mercante e principalmente na de lazer. 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:37
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2021

XV Regata Cenário. Vela Ligeira.

cenário almejo.jpg

No passado sábado, dia 2 de Outubro, realizou-se mais uma regata da Cenário Associação Náutica da Ria de Ovar. Este ano fiz parte da tripulação do veleiro “almejo”.

O vento de sul tornou esta regata das mais trabalhosas em que participei. Foram necessários   muitos “bordos” para executar a “bolina” a que o vento nos obrigava.  Foi muito  fatigante.  Saímos da marina do Carregal e foi sempre assim em direcção à ponte da Varela.  A chuva acompanhou-nos logo desde a saída, o que dificultou ainda mais as manobras.  Vento desfavorável, chuva farta e persistente. Canal estreito e muito assoreado. Só quando voltamos para Norte, em direcção ao Cais do Puxadouro é que passamos a ter vento de “través”.  Apesar de levarmos um motor, fizemos questão de velejar a todo o tempo. O reconfortante  foi entrar no canal para o cais e depois o habitual convívio de fim de regata que este ano teve a presença do Vereador da Câmara de Ovar e o presidente da Junta de Freguesia de Válega.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:54
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2021

navegação

IMG_8348.JPG

Já fiz alguma navegação em embarcações à vela e construídas em madeira. E também algumas regatas. Em quase todas as situações há uma peça a afinar, uma outra que se danifica, um parafuso que salta. E em momentos de condições atmosféricas mais agrestes, já testemunhei um brandal a partir e mesmo mastros quebrados.  Tudo isto em ambiente de camaradagem e com várias embarcações e barcos de apoio, é fácil de resolver. Lançam-se uns cabos de reboque e ninguém fica para trás. Todos chegam a bom porto para nos dias seguintes se dedicarem a reparar os danos.

Estas pequenas experiências fazem-me imaginar, tanto quanto possível, a impressionante logística necessária para a navegação no tempo da expensão marítima portuguesa.

O pensar que no barco teria de ir tudo o que fosse necessário para as reparações.  Madeiras em tábua, em tronco para o caso de partir mastros. Ferramentas para isso. Martelos, laminas de serra cravos, estopa, tecidos, cabos  e diversas ferramentas e peças.

O mesmo para a alimentação das tripulações. O biscoito como alimento fundamental. Mas também farinha e diversos grãos secos onde o feijão seria rei. A carne seria de porco, vaca, carneiro toda salgada, mas também alguns animais vivos. Imagino galinhas para ter ovos frescos e alguma vaca para dar leite além da carne em algum momento. Talvez enchidos e queijos que era o habitual dos viajantes e peregrinos. Também pescando se comeria peixe fresco de modo a poupar ao máximo as provisões de secos e salgados. Os frutos seriam secos. Possivelmente figos, uvas, amêndoas, nozes, avelãs.  E claro que não faltaria vinho e água. Esta em barricas e a piorar a qualidade com o tempo. Mas que com algumas paragens para fazer as aguadas. Ou seja, o abastecimento de água, o bem mais precioso. A navegação exigiria toda o equipamento disponível à época, como as cartas de marear, compassos para traçar rotas, astrolábios, quadrantes.  Haveria equipamento de primeiros socorros em uso na época. E claro, as habituais bugigangas para trocar com os indígenas. Espelhos, sinos, facas, pentes, anéis e vidros coloridos, peças de roupa.  E com tanto valor a bordo e vidas a salvaguardar, não poderia faltar espadas, lanças, escudos, arcabuzes e balas, canhões e respectivas bolas de ferro. Capacetes e couraças. Tudo metido em embarcações que hoje nos fazem espantar de tão pequenas para tão grande aventuras e feitos.    

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:04
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2018

País de marinheiros

Regata Cenario 2015 015.JPG

 

Náutica
 
Um país que se diz de marinheiros devia prestar mais atenção à Náutica. Devia mesmo ter na actividade Náutica um dos seus objectivos nacionais. São muitas as actividades que um objectivo destes podia desenvolver. O ensino e a prática Náutica nas várias vertentes. Desde a laboral à lúdica. A construção naval. A economia não é só Náutica de transporte, ou de pesca, mas também a de lazer tem enorme potencial. A preservação da memória. Museologia, restauro de embarcações memória de lugares, actividades, métodos construtivos, desenhos. É ao que se dedica a associação “Cenário – Centro Náutico da Ria de Ovar “sediada em Válega - Ovar.
 
António regedor
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publicado por antonio.regedor às 18:56
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015

Os netos, os descobrimentos portuguesers, ao gosto pela náutica.

Nau 002.JPG

 

Os netos, os descobrimentos portugueses, o gosto pela náutica.
Sempre que posso estar com os meus netos, procuro proporcionar-lhes programas educativos, coerentes e agradáveis.
Numa das últimas vezes, o programa foi
subordinado à Náutica e à Expansão Marítima Portuguesa.
Visitamos o Museu das Descobertas em Miragaia, Porto. Está situado num local simbólico para a expansão marítima portuguesa. Miragaia. Local onde na idade média se localizava uma praia ribeirinha com inúmeros estaleiros navais a funcionar. Aqui se construiu a maior parte da Armada que zarpou à conquista de Ceuta. Daqui se deu início aos descobrimentos marítimos portugueses. O início da colossal aventura do domínio de meio mundo. O pequeno país em território mostrou-se grande em ciência e querer. Este museu fascina especialmente por conseguir a ambiência do porão de uma nau; Pelo exótico do jardim tropical; Pelos impactos sensoriais provocados com recurso a simulação de efeitos atmosféricos e ambientais ao longo do percurso. Um agradável museu .
Depois fomos visitar a Nau acostada em Vila do Conde. Aí foi o sentir dos espaços da embarcação, a utilização dada a cada um dos castelos, a coberta, o porão. O sentir como seria a navegação em tão aparentemente frágil embarcação.
Seguiu-se a visita ao farol da Boa Nova. Avistar o horizonte e saber como ser visto. Ter a noção da importância do farol para a boa navegação. Conhecer o número de relampagos e o tempo do ciclo luminoso. Com esse conhecimento, saber que a bordo e olhando os faróis ao longo da costa temos a indicação do local exacto onde estamos a passas.
Foi uma extraordinária aprendizagem sobre a navegação, os barcos, os sinais para a navegação.
E finalmente, já em casa, a construção de uma miniatura de nau com recurso a materiais tão simples como a casca de noz, palitos e pequenos pedaços de madeira.
Este programa demorou três dias a ser cumprido, sempre animado, com interesse, discutido, reflectido, com a informação a transformar-se em conhecimento.
Aprendemos imenso, todos nós

publicado por antonio.regedor às 22:16
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