.posts recentes

. Bacalhau

. ...

. Gestão da Informação em M...

.arquivos

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sexta-feira, 2 de Novembro de 2018

Bacalhau

IMG_20180811_181858.jpg

 

 


Em 1941 foi construído em Portugal, o primeiro navio de arrasto lateral. Construído nos estaleiros da Companhia União Fabril (CUF). Destinava-se à pesca do bacalhau. Mas logo em 1945 foi estabelecida a regulação dos recursos marinhos e controlo dos fundos do Atlântico, denominada Proclamação Truman. No ano seguinte realizou-se a Convenção Internacional de sobre pesca, em Londres. O primeiro organismo de gestão das pescarias do bacalhau do Atlântico, foi a Comissão Internacional das Pescarias do Noroeste Atlântico (ICNAF) criada em 1948. Nos dois anos seguintes era construído na Holanda o “Santo André” para a pesca do bacalhau nos bancos da Terra Nova.

Só em 1954 é que foi construído o primeiro navio de arrasto pela popa do mundo. Foi o “Fairtry” nos estaleiros de Aberdeen, na Escócia.

Mas o “Santo André” modernizava-se em 1961 com a instalação do parque de pesca coberto e de dois porões de congelados. Portugal estabelece uma Zona Económica Exclusiva de 200 Milhas em 1977 e a (ICNAF) dá lugar à North Atlantic Fisheries Organisations (NAFO).

Portugal adere em 1986 à CEE e passa a vigorar a Política comum de pesca. Bem depressa se chega à última campanha de arrastões laterais da frota portuguesa em 1991. Logo no ano seguinte o Canadá proíbe a pesca de bacalhau na Terra Nova e o “Santo André” é reconvertido em Navio-Museu.

Está hoje ancorado no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, Município de Ílhavo. Era um navio moderno, com 71,40 metros de comprimento e porão para vinte mil quintais de peixe (1200 toneladas). No convés principal, ao centro do navio, estão instalados o guincho de manobra de redes, o sistema de roldanas, as patescas, as portas de arrasto e a rede, componentes essenciais na pesca. O guincho era manobrado por dois operadores e tinha capacidade para 25 toneladas. A fábrica de transformação de pescado tinha capacidade de processar 12 toneladas por dia.

Para ter uma ideia da máquina que fazia mover este navio, é de referir que o motor atingia a potência máxima de 1700 cv. Abastecia com 450 mil litros de gasóleo e gastava 250 litros hora. Atingia a velocidade máxima de 11 nós (cerca de 20Km/h).

Mas não só. Tinha uma caldeira para aquecer a água necessária ao aquecimento no navio, geradores a gasóleo para produzir a energia eléctrica, e um dessalinizador com capacidade de produzir 1500 litros de água potável, por dia.

Cerca de 57 pessoas viviam neste

Barco durante o período da faina. Capitão, imediato, piloto, enfermeiro, telegrafista com camarotes próprios e próximos. Cozinheiro, dois ajudantes e contramestre de salga em camarotes junto à cozinha. Chefe de máquinas, mais dois maquinistas, electricista e quatro ajudantes de maquinista com camarotes junto das máquinas. E finalmente camaratas para 40 homens.

Mas o melhor, é entrar no barco e imaginar-se na faina, com todos os barulhos, balanços e tarefas, apenas com o mar por horizonte.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:38
link do post | comentar | favorito
Sábado, 9 de Abril de 2016

...

Regata Cenario 2015 020.JPG

Preservação e Promoção do Património Náutico

 

A CENÁRIO é uma associação que tem por objectivo a promoção da cultura náutica no território da Ria de Aveiro;  o fomento da navegação essencialmente  à vela em embarcações tradicionais; o desenvolvimento do estudo, preservação, restauro e construção de embarcações representativas a arte da Carpintaria Naval.

Está situada no Cais do Puxadouro, Válega, Ovar e constitui o Núcleo Museológico da Cenário instalado num antigo armazém de sal. Este cais foi em tempos muito movimentado, nomeadamente  no transporte de caulino para a fábrica da Vista Alegre em Ílhavo.

No  armazém  a associação proporciona as condições de espaço e equipamento para o desenvolvimento da prática da carpintaria naval, e este é também o ponto de apoio à pratica da nautica de recreio que a associação promove.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 20:18
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

Gestão da Informação em Museus

560210_10153071802858928_3401739662038092095_n.jpg

Acabei de ler o livro: “Gestão da Informação em Museus: Um contributo para o seu estudo”. Os autores são meus conhecidos de há vários anos. A Paula Moura foi minha aluna de pós-graduação na Universidade Portucalense, e o Luís Borges Gouveia meu colega de docência em Ciência da Informação na Universidade Fernando Pessoa.

Foi uma leitura rápida, que prende a atenção. Informação útil e estruturada sobre as várias questões da gestão da informação em Museus.

Não poderia deixar de prestar atenção especial às referências feitas ás normas ISO 2788: 1986 que era matéria de estudo das minhas aulas de linguagens documentais, no estudo da linhas de orientação para o desenvolvimento de thesauri monolingues, e também ao programa SERVQUAL e à norma ISO 11620:1988 que era a dor de cabeça das minhas aulas de Análise e avaliação de unidades de informação na Universidade Fernando Pessoa.

 

António Regedor

 

 

publicado por antonio.regedor às 14:21
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Novembro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds