.posts recentes

. sexta-feira 13

. PONTE DA MISARELA

. O tempo das bruxas

. Ecomuseo de Barroso Mont...

. Rápida passagem pelo Barr...

.arquivos

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017

sexta-feira 13

Costumo ser exigente com os eventos a que assisto. Até porque por motivos profissionais já produzi alguns e sei o que custa, e especialmente o que custa fazer bem.  Quem me conhece, ouve-me frequentemente apreciar os eventos com a expressão: - sim, foi interessante.  Não passar daí, mas simultâneamente ser condescendente por respeito ao trabalho que considerar esforçado. 

O sexta-feira 13 de Montalegre a mim, deixa-me a pensar se não será obra de bruxedo. Um evento que terá começado por simples bincadeira é dos mais significativos eventos temáticos do país. Sei que a ambiência ajuda. Afinal Montalegre tem vários pontos de paisagem que podem ainda ser testemunho dos carvalhais celtas por onde a fada Morgana e o mago Merlin  se passeariam. A autarquia que é exemplo de localidade onde melhor se produz a economia de eventos, responde positicamente ás necessidades de organização deste evento de qualidade única no país. Faz apenas a sua parte, e bem, porque o evento é de todo o Concelho.

O espaço muda de tempo.  A cidade passa de um dia para o outro a ser pedonal. Os largos empedrados enchem-se de barracas de artífices do ferro do couro e outros materiais, tendas de reconforto do estômago, cartomantes, bruxos e adivinhos do futuro,  abrigos de escudeiros, músicos e pantomineiros.  As gentes, locais e forasteiros, usam roupas de burel ou estopa  na falta do cânhamo de outros  tempos. Caras pintadas, chapéu em cone, longas capas pretas que tapam meias rotas e calças rasgadas e de onde realçam as botas bicudas.  É o traje da população  e de todos os que ai demandam no dia 13. Cruzamo-nos com gaiteiros e tocadores de tambor, com malabaristas e faroleiros, com bailarinas, e  escudeiros.  À noite por todas as ruas a queimada aquece o ar, o corpo e a alma. Ainda longe do castelo, já se ouvem as falas das bruxas, o piar dos mochos. Todos ao castelo onde há festa, teatro, música, dança, luz, som, sombras, figuras animadas e actores e cantores. O céu estrelado é aumentado com mais estralado do fogo de artifício. A noite não é escura e a festa perdura. Não há bruxo que não dance nem bruxa que não encante.  

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:40
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

PONTE DA MISARELA

IMG_20170923_143033.jpg

 

 

No Parque Nacional da Peneda-Gerês,  já do lado do Concelho de Montalegre,  há uma ponte que se  impõem  pela altura  a que se encontra em relação ao rio.  A visão que se tem dela é a de algo que aparenta estar a ser comprimida pelas margens do rio e aimultâneamente suportando a massa rochosa das duas encostas.  Chama-se Ponte da Misarela. Está construída sobre o Rio Rabagão à distância de um kilómetro da sua foz que é o Cávado.   

 É uma ponte de estilo românico,  portanto construída na Idade Média.   Sua reconstrução deu-se no século XIX.  Sendo certo que em 1809 foi atravessada pelas tropas de Napoleão comamdadas por Soult.  Numa placa colocad no local, há registo de enfrentamento com  elementos da população.

Volta a ser palco de contenda  em 1837  durante a guerra civil  que opôs liberais a absolutistas.

A ponte é mais conhecida por motivo da lenda que a ela se liga e que respeita  ao culto da maternidade.  As mulheres com dificuldades de maternidade, deveriam acompanhadas por mais dois homens aguardar o primeiro passante na ponte que lhes baptizaria a criança ainda na barriga. Os nascidos rapazes chamar-se-iam  Gervásios e as raparigas, Senhorinhas.   

  A ponte está classificada como Imóvel de Interesse Público desde de 30 de novembro de 1993.

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74387/

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:39
link do post | comentar | favorito

O tempo das bruxas

IMG_7337.JPG

 

Aí onde os duendes habitam, e a fada Morgana  e o mago Merlin reinam, tudo se harmoniza. Os fetos ficaram secos do verão,  ainda corre um fio de água que alimenta cascatas e poças para nos banharmos. O corgo é calmo e caldo, a águas agitada nas caldeiras das cascatas, e serena nas poças que as enormes pedras roladas represam. Não tarda que as pequenas chuvas e a humidade nocturna façam por magia surgir cogumelos. É o tempo dos passeios e últimas folias antes do rigor do inverno. O tempo de fazer voar as vassouras arremessando as folhas secas no bailar bem a meio da clareira ao luar. O tempo das bruxas.

 

António  Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:04
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017

Ecomuseo de Barroso Montalegre

IMG_20170923_174833.jpg

 

 

 

Durante muito tempo, demasiado, os Museus foram pouco aliciantes para o público. Muitos, infelizmente, ainda o são. O Ecomuseu de Barroso em Montalegre foge a esse esteriótipo. Nele pode encontar-se o aliciante  da dinâmica informativa que produz melhores resultados formativos.  Para além das várias ferramentas digitais de informação, há uma característica  a evidenciar.  É a sua componente sensorial global.  A visão, a que estamos acostumados mesmo nos museus mais estáticos. O Tacto, com a possibilidade de tocar nos vários objectos sem que ponha em causa a sua preservação.  Já há muito havia no ecomuseu uma caixa sensorial do tacto que serve a identificação de produtos através do tacto. Uma caixa onde se mete a mão e se procura identificar o que contém. Pode ser batata, centeio, castanha ou outro dos produtos da região. A audição resulta de muitas ferramentas digitais e multimédia.  O paladar fica para o final, após a visita à colecção, na loja do ecomuseu onde pode comprar diversos produtos locais, e deixando para o exterior para onde se prolonga o ecomuseu, nas lojas, cafés e restaurantes para saborear muito da gastronomia local.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:44
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 2 de Junho de 2015

Rápida passagem pelo Barroso

IMG_9432.JPG

 

No dia primeiro de Junho o Pavilhão Multiusos de Montalegre a colhe as gentes locais mais alguns forasteiros. A iniciativa é da Biblioteca do Município que organiza a XVI edição da feira do livro. Neste dia Fernando Calvão apresenta o seu livro “Notas sobre o Barroso dos séculos X-XIV – cartas abertas”. Nós fomos apresentar o plano de mais um evento de promoção da economia local. Já no dia seguinte ao tomar o pequeno almoço em Salto, uma das freguesias do Barroso, a dona do café reconhecendo tratar-se de gente de fora, convidou a visitar o ecomuseu “Casa do Capitão”. Mais uma vez, um local mostrou a identificação da população com o seu património cultural. Assim, de formas diversas, por diversas acções e pessoas, se valoriza o território.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:40
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12
13
14
15
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds