.posts recentes

. Faleceu Carlos Ruiz Zafón

. A qualidade do mercado li...

. Livros e Filmes

. Livro e Ética

. A mulher de cabelo ruivo

. Salomão em viagem

. O mercador de livros proi...

. Torrente Ballester

. O Bibliotecário

. O tempo entre costuras

.arquivos

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sexta-feira, 19 de Junho de 2020

Faleceu Carlos Ruiz Zafón

 

foto_bio.jpg

Morreu um dos meus autores preferidos. Carlos Ruiz Zafón.
Tal como diz em “A sombra do vento” Ruiz Zafón é o nosso guardião “Seguimos o guardião através daquele corredor palaciano e chegámos a uma grande sala circular onde uma autêntica basílica de trevas jazia sob uma cúpula retalhada por feixes de luz que pendiam lá do alto. Um labirinto de corredores e estantes repletas de livros subia da base até à cúspide, desenhando uma colmeia tecida de túneis, escadarias, plataformas e pontes que deixavam adivinhar uma gigantesca biblioteca de geometria impossível.”
Zafón, Carlos Ruiz - A sombra do vento. Lisboa: D. Quixote, 2004. ISBN 972-20-2709-3. p.13
Sobre ele tenho dez post no blog BIBVIRTUAL https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/search?q=Carlos+Ruiz+Zaf%C3%B3n&Submit=OK
Em Outubro de 2015 fiz um post em que referia “ A sombra do Vento”: “As vendas reduzem-se de ano para ano. Eu sou optimista e digo que o que sobe desce, e o que desce, um dia há-de subir. Bea diz que a arte de ler está a morrer muito lentamente, que é um ritual íntimo, que um livro é um espelho e que só podemos encontrar nele o que já temos dentro, que ao ler aplicamos a mente e a alma, e que estes são bens cada dia mais escassos.” Zafón, Carlos Ruiz - A sombra do vento. Lisboa: D. Quixote, 2004. ISBN 972-20-2709-3 p.397
Depois em Fevereiro de 2016 referi “O Jogo do Anjo” (2008) um livro sobre livros e escritores. Dos esquecidos e dos promovidos. Dos de folha de rosto e dos ghostwriter. E de livreiros por vocação e conhecimento e de editores que poderiam de igual forma ser açougueiros.
Fiz referência em Outubro de 2017 ao “O labirinto dos espíritos”, editado em Espanha pela Corelliana em 2016. Com a citação: “O que tem de começar a fazer, Fernandito, é evitar que sejam os outros a escrever-lhe o diálogo. Use a cabeça que Deus lhe plantou sobre as cervicais e faça você mesmo o libreto, que a vida está cheia de malandros hávidos de encher a cabeça do respeitável com as parvoíces que lhes convêm para continuarem montados no burro e de cenoura em riste” p . 575.
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 11:28
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 9 de Junho de 2020

A qualidade do mercado livreiro

 

 

dia do livro meus 001.JPG

 

 
Nem todos os livros publicados terão de figurar nos clássicos imprescindíveis. Nem todos os livros terão de ser bestsellers. Nem todos os escritores terão de receber prémios de todos os seus livros. Mas é bom que os recebem. E é bom que haja prémios para dar notoriedade a um livro e a um escritor. Os prémios fazem distinguir os autores e as suas obras. E dão-nos pistas para a compra.
Quando a Fundação Calouste Gulbenkian tinha a rede de bibliotecas, tinha também um painel de especialistas que lhe fornecia recomendações de compra. Agora temos de encontrar outras formas de recomendação. O critério das editoras não é viável, porque o livro já não é apenas um objecto de literatura. No tempo do Garrett o livro passava primeiro pelo crivo do folhetim em jornal. Aí era afinado, reformulado ou alterado de acordo com os comentários e a audiência. Só depois passava a livro. Hoje esse crivo funciona algumas vezes e pela acção das séries em televisão ou cinema. O livro actualmente é uma mercadoria como qualquer outra. Vende-se para ser consumido rapidamente e dar lugar a outra venda o mais rápido possível. Não basta ser bestseller porque há muita má qualidade que se vende. Não é suficiente aparecer nos mais vendidos porque essas listas são feitas por critério comercial e não de qualidade. Não é seguro decidir apenas pela exposição em montra ou lugar de destaque porque também aí o critério não é a qualidade. O melhor critério de escolha do que comprar para ler é do gosto pessoal e o conhecimento do autor e da obra, mas não podemos comprar tudo para escolher o que gostar de ler. Precisamos de referências. E os amigos e as suas recomendações são a melhor opção. E há também a tomada em consideração por muito criticável que seja é a das distinções. Há no mínimo um júri que leu e considerou distinguir. Ou então ter muito dinheiro e tempo para andar à descoberta.
 
António Borges Regedor
tags:
publicado por antonio.regedor às 13:02
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Livros e Filmes

bc-library-labyrinth-in-The-Name-of-the-Rose_zps6a

Bons livros dão bons filmes. Talvez não tenham sido feitos filmes de todos os bons livros. Nos últimos tempos o livro não tem que ser uma excepcional obra literária, mas é seguramente um best-seller que passado ao cinema ganha ainda maior dimensão.

Há uma questão que se coloca a quem leu o livro e depois viu o filme. A diferença. Diferença da leitura. Cada leitor lê de modo diferente. Depois de escrito cada leitor faz um livro diferente. Normal que o filme seja também produto de uma leitura diferente e naturalmente um livro diferente. Outra diferença é o da extensão. Obviamente uma narração de noventa minutos não poderá ser tão extensa, ter tanta informação, tantos pormenores como a leitura por trinta , sessenta ou noventa dias. Tenho esse exemplo com o “Nome da Rosa” de Umberto Eco. O livro contem muito mais informação da idade média, nomeadamente na diversidade de correntes monásticas e no disputado terreiro da correcção teológica e filosófica. Aqui reside o elemento estruturante do livro e do filme consequentemente. As mortes são provocadas por perspectivas teológicas diferentes na apreciação das expressões filosóficas. No caso, o Riso em Aristóteles, que trata o tema no seu volume II da “Poética”. O filme pode não dar visibilidade a esta questão, mas é a grande questão que no livro é a causa das mortes. Por isso ler um livro é bem diferente de ver um filme. Independentemente da abstrair do facto de mediação que o filme constitui em relação à ideia original.

Reconheço no entanto que ver um filme que resulte de adaptação é uma possibilidade interessante no contexto da enorme oferta de lazer para além da leitura. Que o cinema, e agora na visualização de cinema em casa, constitui um meio que na classificação de Marshall McLuhan e mais quente, o que significa de menor esforço para o consumidor dessa plataforma de fornecimento de lazer. E há imensa escolha em formato filme e série. Desde os clássicos, até aos best-seller tipo “guerra dos tronos”.

Os bons livros continuarão a dar bons filmes e não será isso que nos privará da nostalgia da leitura em papel, do cheiro a tinta fresca, do tacto das fibras vegetais compactadas mecanicamente à espessura de oitenta gramas o metro quadrado.

António Borges regedor

publicado por antonio.regedor às 20:00
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 23 de Abril de 2020

Livro e Ética

IMG_20200423_165051.jpg

Hoje Dia Mundial do Livro estou a iniciar a leitura do livro “Horizontes da Ética: Para uma cidadania responsável”  do meu amigo João Baptista Magalhães.  É uma edição da Afrontamento em 2010.  Justifica-se até pela proximidade com a data em que a ética venceu a barbárie. A comemoração do 25 de Abril de 1974. 

Também hoje iniciei com o meu neto um conto a quatro mãos inspirados no tempo presente de covid.   

publicado por antonio.regedor às 16:57
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 13 de Abril de 2020

A mulher de cabelo ruivo

350x.jpg

Orhan Pamuk foi Prémio Nobel da Literatura em 2006. O livro que acabei de ler, “A mulher de cabelo ruivo” o protagonista é dominado de principio ao fim pelos dramas do parricídio e do filicídio. Cruza a lenda do Rei Édipo com a de Shahnameh, o poema épico nacional Iraniano em que Rostam chora pelo filho Sohrab que acabou de matar . Cruza a mentalidade da sociedade conservadora com a laica e faz referências ao golpe militar. O cruzamento da mentalidade oriental e ocidental de Sófocles e de Freud. O cruzamento da cultura Otomana com a cultura Persa. Dá conta do enorme intrincado do mosaico cultural deste enorme território onde se cruzam Otomanos, Curdos, Persas, porque os Arménios sofreram genocídio. Quando visitei Istambul confrontei-me com a preservação de uma praça antigo hipódromo que conserva um obelisco romano. Uma das maiores mesquitas da Turquia, a mesquita azul em frente à igreja cristã de Santa Sofia. Bairros de ruas estreitas e bazar tipicamente oriental com a praça Taksim. O Hotel onde bebemos vinho com uma turca ocidentalizada mas que detestava os Curdos, em contraste com um guia turístico a debitar discurso religioso aos ocidentais. Um restaurante que se recusou a servir qualquer tipo de bebida alcoolica e a noite de ramadão com os seus excessos de comida, divertimento, folia. O livro dá conta de um tempo de crescimento da cidade de Istambul da cidade a devorar os antigos bairros periféricos com identidade onde agora os centros comerciais os tornam indistintos. Este aspecto torna-se mais interessante para quem já visitou a cidade. Estive em locais referidos no texto e isso é sempre agradável ao leitor e motivo extra de adesão ao livro.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 22:58
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2020

Salomão em viagem

IMG_20200129_145948 (1).jpg

José Saramago – A viagem do elefante.

  1. João III e D. Catarina da Áustria oferecem um presente ao primo Maximiliano. É o elefante Salomão que será acompanhado pelo cornaca.

O elefante será entregue em Valladoli ao arquiduque como regente de Espanha.

Forma-se uma caravana com o cornaca montado no elefante, homens para ajudar e um carro de bois com uma dorna de água e um carregamento de fardos de palha para alimento do Salomão. Um pelotão de cavalaria para segurança mais um carro da intendência das forças armadas.

A marcha segue a passo e capricho do elefante até à fronteira onde uma força austríaca os esperaria. Na Fronteira e perante a insistência de cada um dos destacamentos fazer questão de velar pela entrega do elefante, a caravana aumentou de figurantes.

E pelo caminho o elefante ainda fez um milagre amestrado pelo cornaca, que lhe valeu alguns dinheiros pela venda de pelo de elefante.

O elefante chega finalmente a Viena. Entretanto o arquiduque muda o nome do cornaca para Fritz e o elefante Solimão acaba aí os seus dias.

publicado por antonio.regedor às 12:27
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

O mercador de livros proibidos

350x.jpg

Simoni, Marcello – O mercador de livros proibidos. Lisboa: Clube do autor, 2011.
Prémio Bancarella
Prémio Literário Emilio Salgari
Um mercador de relíquias, amigo de um monge. Sociedades secretas que pretendem o conhecimento de um determinado livro que está disperso em fólios que o mercador tenta reunir. De Veneza a Santiago, uma estrada de aventuras em ambiente medieval.
“Apesar de o caminho de Santiago se tornar cada vez mais inacessível, o número de peregrinos aumentava de dia para dia.” “já falta pouco para o vinte e cinco de Julho, a festa de São Tiago.” “...do outro lado do rio uma longa fila de homens, em procissão, se dirigia para ocidente. Caminhavam todos, mesmo os que possuíam carros e cavalos. Tratava-se, sem dúvida, de um gesto de penitência, o último sacrifício dos peregrinos antes de acederem ao ambicionado objectivo de culto, a cidade santa.” “ Os peregrinos tinham-se retirado para as hospedarias, para as estalagens ou permaneciam, adormecidos, à beira das estradas, desconhecendo que na cidade santa, depois do pôr do sol, muita gente era assassinada e roubada.”
“...Ignazio pegou numa das extremidades do marcador de livros que pendia do códice. ... –Fascinante! –admitiu Asclépio.” ...”cub. VI arm. I plu. II - é como eu pensava! Prosseguiu, batendo com o punho na palma da mão. – Trata-se da localização de um livro. “
tags: ,
publicado por antonio.regedor às 00:05
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 9 de Setembro de 2019

Torrente Ballester

Balesteros.jpg

Durante o tempo em que estive em Salamanca, também o café Novelty me fascinava. Pelo agradável que é. Pela história que comporta, Pelas figuras que por lá passaram, e cujos espíritos parece ainda hoje aí permanecerem. Café centenário e o mais antigo de Salamanca. Situado na Plaza Mayor, por onde todos os dias passava, também por ser o caminho mais curto da minha casa à Faculdade.

Pelo Novelty passaram muitos intelectuais, escritores, artistas, políticos. O Novelty era o centro das tertúlias de Salamanca. O Reitor da Universidade, Miguel de Unamuno, gostava de o frequentar, mas um dos mais assíduos era Gonzalo Torrente Ballester. Nascido em Ferrol em 1910, foi em Salamanca que faleceu depois de deambular por Oviedo, Compostela, Madrid, Pontevedra e Estados Unidos. Foi em 1975 que regressou a Salamanca.

Lembrei-me disto, por ter lido agora “Doménica” que foi publicado postumamente em 1999, o ano da sua morte.

Na foto:  sentado no café Novelty ao lado da estátua de Ballester

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:32
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 5 de Setembro de 2019

O Bibliotecário

O-Bibliotecario.jpg

O Bibliotecário, é o primeiro romance de A. M. Dean um professor de culturas antigas. O romance parte da antiga biblioteca de Alexandria que pretende não ter sido destruída, mas escondida. Que terá sido preservada e alimentada durante o tempo, por bibliotecários que mesmo sem se conhecerem trabalharam em rede para a perpetuação dessa grande biblioteca repositório do conhecimento humano. A procura do lugar onde se encontra esse legado de conhecimento acumulado não nos leva a espaço físico, nem mesmo à tentativa de a retomar com a nova biblioteca de Alexandria. A primordial não se encontra em espaço físico, foi digitalizada. Ela está por todos os lados, em rede, acessível de qualquer computador. No romance, duas grandes forças mundiais e antagónicas conspiram entre si para dominar a informação. E o domínio da rede é o domínio global. O romance é, no essencial, uma alegoria à grande biblioteca da actualidade que é a internet.

Dean, A. M. – O Bibliotecário. Lisboa: Clube do Autor, 2012.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:36
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quarta-feira, 4 de Setembro de 2019

O tempo entre costuras

O-Tempo-Entre-Costuras.jpg

Num bairro modesto de Madrid uma jovem aprende costura. Estamos em tempos próximos da guerra civil. No seu universo social estão desde a amiga aderente do partido comunista, até a um namorado rejeitado que adere ao franquismo. Passa ao lado desse conflito por um casamento que a leva a Marrocos, onde a infelicidade do casamento a coloca na necessidade de recorrer à costura. A sua competência e sucesso profissional coloca-a em ambiente social privilegiado. A guerra e os contactos a que tem acesso lançam-na involuntariamente na espionagem. Sira muda de nome e adopta um campo de batalha.
O livro está também numa série televisiva. A autora, Professora Universitária, depois de vários trabalhos académicos, escreve este livro que nos encanta e agarra à leitura.
 
Maria Dueñas – O tempo entre costuras. Porto: Porto Editora, 2010.
 
António Borges Regedor
 
publicado por antonio.regedor às 14:12
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.favorito

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds