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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2018

Livreiro tradicional em extinção

a das artes sines.jpg

Por notícia de jornal, ficamos a saber que três livreiros (de Lisboa, Aveiro e Sines) pretendem unir-se em associação para responder ás dificuldades de continuar a ser livreiro independente.
O livro já se vendeu de diversas formas. Os livreiros eram inicialmente impressores. Tinham redes internacionais de escoamento das suas edições. A divisão de tarefas entre impressores, editores e livreiros foram o resultado do processo histórico. No século XVIII eram os próprios livreiros que criavam gabinetes de leitura, que quando não vendiam alugavam os seus livros para venda. O negócio do livro foi sempre de muito risco. E hoje ser livreiro é uma aventura de enorme coragem. O negócio inevitavelmente continuará a mudar. As experiências continuaram a procurar caminhos de fuga aos modelos que vão sendo ameaçados. Há experiências de associar o negócio do livro a outras actividades culturais e artísticas. Com espaços de cafetaria também se verifica.
Mas o cilindro compressor das grandes redes de livrarias, da venda em grandes superfícies e cada vez mais vendas online deixa pouca capacidade de resistência a um fim previsível tradicional livreiro.
Há dias entrei numa destas livrarias que agora tentam formar a associação. Num festival de música o programa incluía uma feira de livro. A livraria a que me refiro estava representada. Não me revi na oferta que fizeram na feira. Mas no dia seguinte fui à livraria. Pequena e por isso impossibilitada de ser livraria de fundos. Logo, sofrendo de um dos principais problemas dos livreiros independentes. O que encontrei foi essencialmente novidades. Os autores que pretendia não os tinha. É mais um dos factores que condena as pequenas livrarias. O que não se encontra não se compra. De positivo é o contacto muito mais pessoal que se estabelece com o livreiro. E desse diálogo decidi comprar um livro de que o livreiro se fez promotor.
E não adianta pedir que seja o Estado a financiar um negócio que terá, ele próprio a encontrar novos caminhos, como o fez ao longo da história
 
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António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 18:02
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017

Tudo é composto de mudança. No livro também.

sebo1.jpg

 

Há relativamente pouco tempo (4Fev 2017), dei  nota,  aqui no bibivirtual, de uma livraria alfarrabista a fechar de forma peculiar.  Fechava, mas oferecia todo o espólio existente.  Eram quinhentos mil livros.

Também no Porto, a Livraria Sousa & Almeida na Rua da Fábrica foi vendida após 61 anos de vida.   São mais 20 mil livros que não têm ainda para onde ir.   A Rua da Fábrica no Porto era nos anos 70 muito frequentada por estudantes que se repartiam pelos cafés estrela e e outros nas imediações. A proximidade de estudantes é sempre factor favorável a qualquer livraria. E esta era especializada em literatura galega e portuguesa da lusofonia.  O reconhecimento da sua especialização permitia vender para Harvard e Santiago, entre outros destinos.   Deixará de o fazer.

O terceiro caso, neste curto espaço de tempo é a venda da livraria Ferin de Lisboa, mas com um futuro mais optimista. O objectivo é modernizá-la ao mesmo tempo que se valoriza  a sua antiguidade, história e património.  Na génese desta livraria está o gosto burguês da leitura que contornava o custo dos livros através da organização de gabinetes de leitura comerciais.

Os gabinetes de leitura emprestavam livros a troco de um pagamento. Nos meios operários, organizações filantrópicas,  nomeadamente ligadas à promoção dos ideais republicanos,  criavam gabinetes de leitura em que o empréstimo de livros não era pago.  Não estavam ainda vulgarizadas as bibliotecas públicas.

As duas irmãs Ferin que estiveram na origem do gabinete de leitura, estiveram também na criação da livraria que foi simultaneamente  tipografia e encadernação.  Agora virá a ter novas valências  afirmando  que também no mercado livreiro o mundo é composto de mudança.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:35
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

A papelaria e nova forma de olhar o cliente

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A Papel & Ca. tem uma abordagem do cliente, diferente, original, interessante e criativa. É uma papelaria com outras valências, mas o seu conceito merecia receber a atenção de outros sectores, nomeadamente o do livro.

Seria bom que servisse de exemplo ao sector do livro que se tem mantido numa postura mais clássica. 

A livraria já não pode ser apenas livraria, da mesma forma que as biblioteca públicas há muito deixaram de ser apenas  depósitos patrimoniais.

Encontram-na em 

http://papers.online.pt/

e também no facebook

https://www.facebook.com/papelca/

 

Precisamos de mais iniciativas como esta

 

António Regedor

 

 

 

publicado por antonio.regedor às 18:09
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Sábado, 31 de Agosto de 2013

Livraria ambulante

E do nada surge uma nova ideia. Livraria ambulante

 

 

Livraria ambulante com final feliz

Livros de autores  portugueses, traduzidos em cinco línguas, à venda numa roulote.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/livraria-ambulante-com-final-feliz=f827604#ixzz2dXYE2Bo8

publicado por antonio.regedor às 11:08
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