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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2022

Serviço de Bibliotecas Itinerantes da FCG.

1.FCG itinerante.jpg 

Dois anos depois do início das emissões de televisão em Portugal, a 4 de Setembro de 1956, na Fundação Calouste Gulbenkian, iniciava-se um novo serviço de educação, de acordo com a vontade testamentária do seu fundador, Calouste Sarkis Gulbenkian.

Em 1958, da sede da fundação, em Lisboa, partiam as primeiras carrinhas com cerca de três mil (3.000) livros cada uma. Iniciava-se assim o Serviço de Bibliotecas Itinerantes da FCG.

Uma instituição privada arranca com um programa inovador. À época, o país mantinhase mergulhado no analfabetismo e sem bibliotecas na maioria do território. A taxa de analfabetismo era de 40,3%.

“A princípio, e face ao atraso cultural do País, apostou-se primacialmente na criação de uma rede de unidades móveis, suscetíveis de levar o livro a populações isoladas que com ele de outro modo não teriam contacto. E logo então pioneiramente se praticaram os princípios de livre acesso às estantes e de empréstimo domiciliário que na altura não vigoravam em quase nenhumas outras bibliotecas portuguesas.” (Gulbenkian, 1994)

 

Regedor, António Borges  - Bibliotecas, Informação, Cidadania. Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX. Tese de Doutoramento. Porto, 2014.

publicado por antonio.regedor às 19:22
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Domingo, 4 de Setembro de 2022

"Feira do Livro" Porto 2022

feira-do-livro-do-porto.jpg 

Fui à feira do livro do Porto, como é meu hábito. Não falto.

Mas não vi qualquer promoção institucional da feira. Não fosse estar atento, mais pelo que acontece na feira do livro de Lisboa, e a do Porto passava-me clandestinamente. Reparei também, ou não reparei em actividades de promoção do livro. Exposições, debates, conversas com escritores, apresentação de livros. Pouco ou nada se reparava nos tradicionais “livros do dia”. Também sei que os “livros do dia” são normalmente os destinados à guilhotina. Quanto aos descontos, tratando-se de editores, tudo o que não seja os 30% é caro. E os descontos não se sentem na “Feira”. Constatei que editoras não estavam presentes na “Feira”. Mas fiquei satisfeito por ter muitos alfarrabistas. E ainda bem, porque foi aí que comprei um livro que procurava há algum tempo. Talvez seja uma mudança no perfil da “Feira do Livro”. Cada vez mais feira de alfarrabistas. Nada contra.

Da “Feira” de Lisboa já a impressão com que fico é mais positiva. Tenho notícia de várias apresentações de livros. Sessões de autógrafos. Enfim, mais vida, mais livro. Tanto melhor. Pena é a “Feira do Livro” ser em Lisboa e não ter ainda o comboio que me leve em hora e meia para poder voltar a casa no mesmo dia.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:32
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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2022

O Antropoceno

antropoceno livro.jpg 

Foi um amigo que me alertou para este tema. Um seu amigo tinha feito um estudo sobre o assunto e publicava o resultado do seu estudo de Mestrado.  Acabei por conhecer o autor  numa reunião cívica. E o tema do livro é fascinante pela actualidade  e medonho pelo que imaginamos que possa vir a acontecer ao planete por acção humana.

Antropoceno é a designação cada vez mais consensual na comunidade científica para designar as evidências científicas  da acção da actividade humana  sobre o ecossistema da Terr nas últimas décadas, dois séculos ou mesmo para alguns mais tempo atrás. São mudanças resultantes da introdução de materiais não produzidos ela natureza como o plástico, betão, radionuclídeos artificiais, radiosótopos. São evidentes alterações nos ciclos do carbono, nitrogénio, fósforo. São as situações mais conhecidas da subida do nível do mar, as alterações climáticas com o aquecimento global traduzido no aumento da temperatura média da terra, a redução da biodiversidade. Ou ainda as alterações na camada de ozono, a utilização de sementes e plantas geneticamente modificadas. Tudo isto suscita  “o surgimento de um novo tempo geológico” que se expressa pelo neologismo Antropoceno.

E é disto que este livro de Rui Sousa Basto nos fala. Com o título “A Singularidade Humana do Antropoceno” o autor expressa o resultado do seu estudo  de Mestrado em Filosofia Política. O livro é deste ano de 2022 editado pela Humus.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:10
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2022

 O Ditador e a Cama de Rede

Pennac.jpg 

Daniel Pennac diverte-se a escrever  sobre sósias neste romance que tem por título: “  O Ditador e a Cama de Rede". Este livro é editado pela ASA já em 2006. Eu já conhecia o autor do livro “Como um Romance” e esse fascinou-me ainda mais. Francamente achei-o muito superior. Foi também publicado pela ASA e 2002.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:59
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2022

Livros , mas pouco.

MEU PERFIL.jpg 

Há dias li um post do amigo Gaspar Matos que dizia “Sendo bibliotecário de leitura pública, a posse do livro diz-me pouco.” Também partilho dessa perspectiva que valoriza a leitura e a partilha e que relega para segundo plano  a posse do livro de lazer.

E se bem reparar-mos na maior parte das situações à posse do livro corresponde  uma única leitura.

Desliguei-me da maior parte dos meus livros. Alguns dados a colectividades para partilha. Outros, bastantes, oferecidos depois de lidos.

Tenho no entanto um conjunto de livros de que não de desligo. São os autógrafos. Livros que me foram oferecidos e com dedicatória ou autógrafo do autor. Porque não são apenas livros. São partilhas. São amizades, cumplicidades subliminares nas palavras da dedicatória e do autógrafo. Esses constituem a minha biblioteca. A outra colecção é a dos livros  de ensaio. Esses são sublinhados, com palavras chave a indexar os assuntos que reputo pertinentes e me facilitam as sequentes leituras sintéticas.

Enfim, o que preservo, não são os livros, mas tão só o que humanamente representam ou a  informação que disponibilizam.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 22:18
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2022

Livros que falam de livros

livro.jpg 

Para o caso de quererem ler livros que falam de livros indico “Uma História da Leitura” de Alberto Manguel. “Sobre a Leitura” de Marcel Proust. “Burning The Books” de Richard Ovenden. Também existe em português com a  tradução “Queimar Livros”. E o “O Infinito Num Junco” de Irene Vallejo que rapidamente se tornou best-seller. 

 

António Borges Regedor

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publicado por antonio.regedor às 13:48
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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Leituras para Agosto  (4)

Modiano.jpg 

Mais alguns livros que me parecem apropriados para a leitura de Verão. Refiro “Os Loucos da Rua Mazur” de João Pinto Coelho. Um Português apesar de ter nascido  em Londres. O livro mereceu o prémio “Leya” de 2017.  “No café da juventude perdida” de Patrick Modiano. Magnifica história desenrolada no Quartier Latin em Paris. “O Balneário” de Farnoosh Moshiri.  Da autoria de uma Iraniana formada nos Estados Unidos da América. Um livro de uma protagonista em clima fundamentalista religioso.  “La Libreria” de Penelope Fitzgerald. Tenho-o em Castelhano, mas existe em português. É a história da insistência de uma mulher em manter uma livraria aberta.

 

António Borges Regedor  

publicado por antonio.regedor às 16:18
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2022

A Caverna

A CAVERNA.jpg 

Presumo estar certo ao considerar José Saramago um escritor essencialmente de alegorias.  É o que acontece em “ a Caverna” que acabei de ler recentemente apesar da primeira edição ser já do ano 2000.  Utilizando a alegoria da caverna, de Platão, vemos como José Saramago trata os centros comerciais como a caverna onde tudo é ilusão de felicidade, abundância. O que na realidade é como na caverna de Platão, uma ilusão, uma falsa imagem dada aos que aí dentro se movem.

Em Platão o homem  libertava-se da ilusão que vivia  na caverna saindo para a luz, a verdade, as ideias.  Em “A Caverna” de Saramago verifica-se a  saída do mundo real, para a entrada no mundo onírico, fantasioso da caverna. Um mundo que elimina a vida natural, destrói emprego e competências, anula pessoas e torna dependentes os que enreda na malha desse novo mundo.  

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:16
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2022

Leituras para Agosto  (3)

compostela.jpeg 

O mercado do livro de ficção é dominado pelos títulos estrangeiros, maioritariamente  americanos. É a sua grande capacidade de produzir e de impor a venda de direitos por efeito da quantidade que faz baixar o custo.

Os escaparates das livrarias inundam os potenciais leitores de autores fabricados para consumo light.  Apresentados em lombada, (menor visibilidade) ficam muitos dos autores portugueses de grande qualidade.  Já falamos no texto (2)  de   Carlos Vale Ferraz e de Ana Cristina Silva.

E além de muitos outros, quero referir Alberto Santos.  Deste autor comecei por ler “A Escrava de Córdova”. Um livro de 2008. O que me agradou imenso pelo meu gosto do Al-Andaluz. E posteriormente “O Segredo de Compostela”. Muito bom pela reposição da hipótese maiss provável das sepulturas que dão origem à Catedral de Santiago serem do cristão Prisciliano e não obviamente das inverosímeis fantasias da jangada ou barca de pedra de Tiago discípulo. E porque conheço lugares relacionados com o tempo e espaço cultural da época, como o Castro de Wamba e a forte presença do culto Helenístico-Alexandrino a Serapis que tem um dos seus santuários em Panóias, Vila real. Também à época a  forte disputa cristã entre a corrente arianista e a romana que imbrincada  no poder  pode considerar heresia o arianismo e com isso condenar o Bispo Prisciliano.

Como se vê são romances históricos com inúmeras referências histórico-culturais que tornam estes livros bem melhores que os cor de rosa que as máquins de propaganda nos impingem.   

António Borges Regedor  

publicado por antonio.regedor às 15:39
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2022

Leituras para Agosto  (2)

Vale ferraz.jpeg 

Agosto é tempo de leitura. Na esplanada à beira mar, até mesmo na areia. Também no jardim da casa ou à beira-rio. À tarde na sombra ou à noite rejeitando os programas de televisão para totós.

Um dos meus autores portugueses de preferência é Carlos Vale Ferraz. O  pseudónimo do escritor. Foi militar, e daí a facilidade com que trata, romanceando os temas dos conflitos armados e nomeadamente a África e não só.  “A Estrada dos Silêncios” remete para as invasões francesas e a narrativa decorre no pós revolução democrática de 25 de Abril de 74. “A Última Viúva tem o cenário na África colonial portuguesa e a realidade incapaz de bem distinguir quer as fronteiras quer os informadores da polícia política. “Nó Cego” é a narrativa mais exclusivamente militar do autor. Remete para uma das maiores movimentações de tropas na guerra colonial e cujo resultado é bem expresso no título do romance.   “Que fazer contigo, pá” é outro livro onde revemos várias figuras do pós- 25 de Abril. “Angoche” evoca a  nunca esclarecida perda de um navio que fazia cabotagem em Moçambique.

Ainda uma autora portuguesa da minha preferência é Ana Cristina Silva. O primeiro livro que li dela foi “A Segunda Morte de Anna Karénina”. Seguiu-se por razão do meu interesse por assuntos de filosofia, história, sociologia, ciência e literatura no período do Al-andaluz, a “Crónica do Rei-Poeta Al-Mutamid”. O protagonista nasceu em Beja, foi Rei da Taifa de Sevilha, acabou desterrado e  morreu em Marrocos. Tenho agora para ler, “Salvação” apesar de ser já de 2018.

 

António Borges Regedor  

publicado por antonio.regedor às 18:52
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