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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019

Biblioteca de Santa Maria da Feira

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Quis o comboio que me fizesse mais tempo apeado nessa terra de Santa Maria. Como sempre acontece, aproveito razoáveis  lapsos de tempo para visitar as bibiotecas dos Concelhos por onde passo. Por várias razões decidi visitar a de Santa Maria da Feira. Já não a via há bastante tempo, sou amigo da bibliotecária que conheço há cerca de três décadas e porque sempre gostei daquele espaço.

A revisitação leva-nos a pelos pormenores do balcão de atendimento, bar e sala de leitura. Reparei de imediato que a iluminação da recepção era nova. Criativa, de complexa concepção mas de simples realização.  A sala de leitura  tem a particularidade de beneficiar de um pé-direito que sustenta um mezanine. O peso dos livros e da sua história assentam firmes no piso da sala, enquanto a leveza digital é teclada nessa posição superior que a altura do mezanine confere.    

E mais uma vez com novo olhar, há aspectos e imagens ainda não experimentadas.E elas sempre lá estiveram. Chamou-me à atenção a entrada de luz pelas claraboias da sala de leitura. A claraboia oferece o desenho de uma cruz. Um símbolo bem adequado para as Terras de Santa Maria. Um pormenor simbólico. A Bibliotecária, Etelvina Araújo, que entretanto se aproximara deu nota da inovação introduzida na sala destinada à infância. O recanto da puericultura. Mães ainda em período de amamentação dos seus filhos têm cadeiras em espaço próprio e recatado com vista para a paisagem exterior.  A biblioteca pública sempre a inovar.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:59
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Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

O mercador de livros proibidos

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Simoni, Marcello – O mercador de livros proibidos. Lisboa: Clube do autor, 2011.
Prémio Bancarella
Prémio Literário Emilio Salgari
Um mercador de relíquias, amigo de um monge. Sociedades secretas que pretendem o conhecimento de um determinado livro que está disperso em fólios que o mercador tenta reunir. De Veneza a Santiago, uma estrada de aventuras em ambiente medieval.
“Apesar de o caminho de Santiago se tornar cada vez mais inacessível, o número de peregrinos aumentava de dia para dia.” “já falta pouco para o vinte e cinco de Julho, a festa de São Tiago.” “...do outro lado do rio uma longa fila de homens, em procissão, se dirigia para ocidente. Caminhavam todos, mesmo os que possuíam carros e cavalos. Tratava-se, sem dúvida, de um gesto de penitência, o último sacrifício dos peregrinos antes de acederem ao ambicionado objectivo de culto, a cidade santa.” “ Os peregrinos tinham-se retirado para as hospedarias, para as estalagens ou permaneciam, adormecidos, à beira das estradas, desconhecendo que na cidade santa, depois do pôr do sol, muita gente era assassinada e roubada.”
“...Ignazio pegou numa das extremidades do marcador de livros que pendia do códice. ... –Fascinante! –admitiu Asclépio.” ...”cub. VI arm. I plu. II - é como eu pensava! Prosseguiu, batendo com o punho na palma da mão. – Trata-se da localização de um livro. “
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publicado por antonio.regedor às 00:05
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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2019

Torrente Ballester

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Durante o tempo em que estive em Salamanca, também o café Novelty me fascinava. Pelo agradável que é. Pela história que comporta, Pelas figuras que por lá passaram, e cujos espíritos parece ainda hoje aí permanecerem. Café centenário e o mais antigo de Salamanca. Situado na Plaza Mayor, por onde todos os dias passava, também por ser o caminho mais curto da minha casa à Faculdade.

Pelo Novelty passaram muitos intelectuais, escritores, artistas, políticos. O Novelty era o centro das tertúlias de Salamanca. O Reitor da Universidade, Miguel de Unamuno, gostava de o frequentar, mas um dos mais assíduos era Gonzalo Torrente Ballester. Nascido em Ferrol em 1910, foi em Salamanca que faleceu depois de deambular por Oviedo, Compostela, Madrid, Pontevedra e Estados Unidos. Foi em 1975 que regressou a Salamanca.

Lembrei-me disto, por ter lido agora “Doménica” que foi publicado postumamente em 1999, o ano da sua morte.

Na foto:  sentado no café Novelty ao lado da estátua de Ballester

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:32
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Quinta-feira, 5 de Setembro de 2019

O Bibliotecário

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O Bibliotecário, é o primeiro romance de A. M. Dean um professor de culturas antigas. O romance parte da antiga biblioteca de Alexandria que pretende não ter sido destruída, mas escondida. Que terá sido preservada e alimentada durante o tempo, por bibliotecários que mesmo sem se conhecerem trabalharam em rede para a perpetuação dessa grande biblioteca repositório do conhecimento humano. A procura do lugar onde se encontra esse legado de conhecimento acumulado não nos leva a espaço físico, nem mesmo à tentativa de a retomar com a nova biblioteca de Alexandria. A primordial não se encontra em espaço físico, foi digitalizada. Ela está por todos os lados, em rede, acessível de qualquer computador. No romance, duas grandes forças mundiais e antagónicas conspiram entre si para dominar a informação. E o domínio da rede é o domínio global. O romance é, no essencial, uma alegoria à grande biblioteca da actualidade que é a internet.

Dean, A. M. – O Bibliotecário. Lisboa: Clube do Autor, 2012.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:36
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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2019

O tempo entre costuras

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Num bairro modesto de Madrid uma jovem aprende costura. Estamos em tempos próximos da guerra civil. No seu universo social estão desde a amiga aderente do partido comunista, até a um namorado rejeitado que adere ao franquismo. Passa ao lado desse conflito por um casamento que a leva a Marrocos, onde a infelicidade do casamento a coloca na necessidade de recorrer à costura. A sua competência e sucesso profissional coloca-a em ambiente social privilegiado. A guerra e os contactos a que tem acesso lançam-na involuntariamente na espionagem. Sira muda de nome e adopta um campo de batalha.
O livro está também numa série televisiva. A autora, Professora Universitária, depois de vários trabalhos académicos, escreve este livro que nos encanta e agarra à leitura.
 
Maria Dueñas – O tempo entre costuras. Porto: Porto Editora, 2010.
 
António Borges Regedor
 
publicado por antonio.regedor às 14:12
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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

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Bibliotecas Patrimoniais

AS bibliotecas públicas vieram revolucionar a imagem que tínhamos de biblioteca. No entanto as bibliotecas patrimoniais continuam a fascinar-nos. Elas conservam manuscritos, incunábulos, livro antigo, livros protegidos por capas e madeira, pele, com ferragens, alguns até com metais nobres e pedras preciosas, com mais ou menos rubricas, miniaturas, iluminuras. Em pele, pergaminho ou papel, daquele que quase sem acidez e que por isso se conserva por centenas de anos. Bibliotecas pensadas para o efeito. Maiores ou menores, mas com grandes pés-direito. Aproveitando a altura das paredes com mezanines, ou vários balcões, com balaustradas a que se acede por escadas em caracol, visíveis ou mesmo ocultadas. As madeiras trabalhadas, tectos pintados, lustres ou candeeiros de mesa. Bibliotecas que só de as ver nos encantam.

E naturalmente aparecem listas das mais belas. Algumas listas contêm também livrarias comerciais, porque algumas dessas bibliotecas particulares, mais íntimas, também tomas o nome de livraria, por tradução directa do termo em inglês. Nessas listas aparecem habitualmente bibliotecas portuguesas. É o caso da biblioteca Joanina, da Universidade de Coimbra e a do Convento de Mafra. Curiosamente uma das que aparece logo nos primeiros lugares é portuguesa mas situada no Rio de Janeiro. O Real Gabinete Português de Leitura. Eu acrescentaria também a do Conde de Óbidos, no edifício que hoje é a sede da Cruz Vermelha em Lisboa. Haverá muitas outras a merecer um levantamento e registo da sua beleza.

António Borges Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 18:18
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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019

Eva

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Depois de ter lido A Rainha do Sul, O Tango da Velha Guarda, Homens Bons, O Pintor de Batalhas, O Cemitério dos Barcos sem Nome, de cada vez que aparece mais um livro de Pérez-Reverte é um entusiasmo.

A rainha do Sul é uma mulher forte, que reconstrói a sua vida . A que lhe é possível construir. O ambiente é de mar, barcos e viagens. Só por isso já já seria profundamente agradável ler o livro. Foi o meu primeiro livro lido deste autor, o livro que me causou a simpatia inicial por Pérez-Reverte. O Tango da Velha Guarda foi talvez o que mais me marcou. É fabuloso. A procura da raís do tango. Nos lugares onde nasceu. Por gente que o conheceu já desenvolvido e adocicado pela sociedade Parisiense.

Eva é um romance que se desenvolve no contexto do conflito fratricida da guerra civil espanhola. Fora dos palcos das trincheiras, dos assaltos e fuzilamentos. É a história em palcos da inteligência, dos bastidores, da diplomacia e espionagem. Das rivalidade e cumplicidades. E da honra, valentia, palavra e amor.

 

Pérez-Reverte, Arturo - Eva. Alfragide: Edições ASA II, 2018

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:12
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Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

Aumento da Leitura Digital

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A Leitura Digital aumenta significativamente em Espanha.

Um mail de Enrique Navas Benito do grupo INFODOC que subscrevo levou-me a um artigo do El País assinado por Peio H. Riaño que dá conta de uma medida do governo espanhol de 2014 que com a “eBiblio” passou a emprestar livros digitais através das bibliotecas públicas.

O resultado foi o incremento de leitores todos os anos. Só no último ano foi registado o aumento foi de 101,4 %.

O serviço de empréstimo está acessível 24 horas por dia, 365 dias por ano e empresta livros, audiolivros, jornais e revistas. Apenas precisa de estar ligado à internet e ter um cartão de utilizador da biblioteca pública local.

A oferta de leitura digital é também entendida como uma forma de reduzir a pirataria e garantir direitos de autor. O que se compreende. Ninguém precisa de piratear se o produto estiver disponível de forma legal e de fácil acesso e gratuito.

É ainda interessante referir que a Federação do Grémio de Editores de Espanha regista uma maior venda de livros digitais em ensaio do que em ficção.

 

Fonte:  https://elpais.com/cultura/2019/07/15/actualidad/1563212282_704245.html

publicado por antonio.regedor às 12:47
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Terça-feira, 23 de Abril de 2019

DIA MUNDIAL DO LIVRO

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Hoje é dia de dizer muitos lugares comuns sobre o livro e a leitura.

É comum dizer-se que se devia ler mais, e melhor. Que em Portugal se lê menos, muito menos, que nos países com sucesso científico, económico e social.

Mas não se pode querer hoje o que o país nunca teve, nem mudar de um dia para o outro.

No início do século XX o analfabetismo era generalizado. 78,6% da população era analfabeta.

Na República o ensino primário era de oito anos, mas apenas três eram obrigatórios.

Na ditadura o ensino primário foi reduziu inicialmente para 3 anos. Já só nos anos setenta a quarta classe passou a ser obrigatória.

Mesmo assim, o limite de idade para a escolaridade obrigatória era os 14 anos de idade, e o analfabetismo, e o abandono escolar era muitíssimo alto ainda no 25 de Abril de 1974.

Não admira que a primeira biblioteca pública, ou seja, de acesso ao público, embora de característica patrimonial e erudita, tenha sido aberta apenas em 1833.

Mais significativo é que em 1958, quando as carrinhas da Gulbenkian começam a levar livros à população, a televisão já há um ano lhes conquistava a atenção pela novidade. A televisão chegou primeiro a casa dos portugueses.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:39
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Segunda-feira, 4 de Março de 2019

A Ilustre Casa de Ramires - Eça de Queirós, Biblioteca Ulisseia

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José Maria Eça de Queirós, o autor da Ilustre Casa de Ramires , nasceu em 1845 na Póvoa de Varzim. É já fruto da revolução liberal e de todas as suas consequências, políticas, sociais, religiosas, económicas. O Fontismo estava já em abrandamento e a degradação política era evidente com o rotativismo político do período liberal, contraposto à ascenção do movimento republicano que tem data marcante na revolta de 31 de Janeiro de 1891 que tenta a implantação da República.

Passou a infância em Aveiro e estudou num colégio dirigido pelo pai de Ramalho Ortigão. Na Universidade, em Coimbra onde estudou Direito, conheceu Antero de Quental, Teófilo Braga, Alberto Sampaio.

Uma visão aberta do mundo foi-lhe proporcionada pela visita ao Egipto e Palestina, por altura da inauguração do Canal de Suez e na companhia do Conde de Resende.

No ano da inauguração do canal de Suez,visitou o Egipto e a Palestina acompanhado com o Conde de Resende, vindo a casar com a filha deste em 1900.

Fez carreira diplomática, sendo embaixador em Cuba, Newcastle, Bristol e Paris.

Durante a sua vida assistiu à instabilidade nos Balcãs, à ameaça ao Império Otomano. Aos jogos de poder motivados pelas ambições coloniais e obviamente ao desenvolvimento científico, técnico e dos transportes. Esse tempo era influenciado por Baudelaire, Flaubert, Zola, Hegel, Marx, Proudhon, Conte.

Como era habitual à época, começou a escrever nos jornais, no caso, a “Gazeta de Portugal”, para depois reunir as crónicas em livro. O que faz com a edição em livro, “Prosas Bárbaras”. Passa pela direcção do “Distrito de Évora”.

Em “A Ilustre Casa de Ramires”, o protagonista, Gonçalo Mendes Ramirez, era conhecido como o Fidalgo da Torre. Vivia no Solar dos Ramires. Residência de uma antiga família cuja origem se conta anterior à nacionalidade de Portugal. A genealogia afirma a sua existência anterior à vinda das famílias francesas que ajudaram na reconquista e deram origem ao Condado e depois Reino de Portugal. Essa mesma genealogia que coloca os Ramires nos momentos e com os protagonistas da história de Portugal. A o lado de D. Afonso Henriques, na reconquista , Nos descobrimentos, nos bons e maus momentos, mas sempre ao lado do poder e no poder.

A Casa da Torre da Lagariça foi o local de visita e inspiração do escritor Eça de Queiroz para o romance, “A Ilustre Casa de Ramires”. é um Imóvel classificado de Interesse Público desde 1977.

A construção da Torre da Lagariça data da primeira metade do Séc. XII , por volta de 1112 e está ligada ao período da "Reconquista Cristã" e à "Fundação da Nacionalidade Portuguesa".

A Torre é um sólido torreão militar de linhas de planta quadrada, que serviu de ponto de vigia e prisão, sendo mais tarde construído o casario em volta da Torre e tornada em casa de habitação dos Fidalgos da Torre da Lagariça.

A Torre teria como objetivo a defesa da linha do Douro na época da reconquista Cristã, servindo de Torre da atalaia, mas a sua função militar perdeu o significado com o estabelecimento das fronteiras mais a norte.

No Séc. XVI foi adquirida pela Brasonada família Pinto, Senhores da Torre da Chá e do Paço de Covelas.

Situa-se na Freguesia de S. Cipriano, no Concelho de Resende - 41°03'37.1"N 7°59'57.3"W

Para além da “Ilustre Casa” a quinta tem campos de cultivo e árvores de fruto e . Uma Eira, e jardins de inspiração romântica.

publicado por antonio.regedor às 13:50
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