.posts recentes

. Mértola

. As Raízes do Wahhabismo

. Incompatibilidade do Islã...

. Vestuário no Islão. Signi...

. Edifícios e mudança de fu...

. CIÊNCIA E ISLÃO

.arquivos

. Setembro 2022

. Agosto 2022

. Julho 2022

. Junho 2022

. Maio 2022

. Abril 2022

. Março 2022

. Fevereiro 2022

. Janeiro 2022

. Dezembro 2021

. Novembro 2021

. Outubro 2021

. Setembro 2021

. Agosto 2021

. Julho 2021

. Junho 2021

. Maio 2021

. Abril 2021

. Março 2021

. Fevereiro 2021

. Janeiro 2021

. Dezembro 2020

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em destaque no SAPO Blogs
pub
Sexta-feira, 20 de Maio de 2022

Mértola

IMG_7990.JPG 

Tenho de Mértola boas memórias.

Desde logo porque sou interessado pela influência na Filosofia da cultura islâmica no período medieval (essencialmente no Al Andaluz durante os séculos VIII-XII). Época em que considero ter havido grande mudança cultural, científica e social causada pela influência islâmica do Al-Andaluz.  

De referir que é deste período Medieval Islâmico que Mértola foi uma importante cidade. Foi mesmo a capital de uma Taifa. O correspondente a um reino.

Mértola mantém ainda muito das características físicas da cidade islâmica. A mais significativa referência islâmica é a Mesquita, actualmente utilizada como Igreja cristã. No respeito pela sua identidade é visível o mihrab. O nicho indicador da orientação da oração (Meca).

Mértola é também repositório do seu passado histórico anterior. Na foto vemos representados vários momentos civilizacionais que se vão agregando como lâminas cronológicas.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:50
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 29 de Abril de 2022

As Raízes do Wahhabismo

wahhabismoo foto.png 

Ibn Abdul Wahhab é um islâmico do século XVIII seguidor de ibn Taymiyya  que viveu no século XII, que por sua vez foi beber na interpretação corânica de Amade Ibne Hambal nascido em 780. Sigamos então a diacronia.

Sigamos então a diacronia.

Amade ibne Maomé ibne Hambal abu Abdalá Chaibani, Nasceu  no século VIII,  em 780 em Bagdad e aí morreu em 855.  Filho de um soldado, foi teólogo Sunita continuador de escolas jurídicas ortodoxas. Viajou  pelo Iraque, Síria e Arábia recolhendo tradições do profeta. E esta é apenas a sua fundamentação para ser considerado fundador da escola Hambali de jurisprudência islâmica.  Nenhuma fundamentação teórica, apens a recolha de tradições locais. Fica-lhe apenas como fundamentação uma visão textual e tradicionalista do Islão.

A segunda personagem desta corrente Wahhaabita é Taqi al-Din ibn Taymiyya.   Foi  também teólogo, nascido já no século XIII. Nasceu em Harran em 1263 e morreu em damasco em 1328. A sua vida foi influenciada pela  queda do Califado Abássida que resultou na conquista de Bagdad pelos Mongóis. Explicava este infortúnio dos abássidas por castigo divino devido a práticas heréticas dos costumes. O habitual explicativo para teólogos que só conseguem fazer leituras literais do Corão.  Este teólogo até achava mal  a comemoração do aniversário de Maomé.  O seu ortodoxismo influenciou o Salafismo.  

Chegamos então ao século XVIII  e a  Muhammad Ibn Abdul Wahhab que nasceu no que é hoje a  Arábia Saudita em 1703. Também filho e neto de juristas islâmicos na tradição da escola Hambali  de ibn Hambal (século VIII). Andou por  Medina e Basra no Iraque. De regresso a Uuanya, sua terra natal,  onde tinha alguns seguidores escreveu a sua doutrina. O livro da unidade (de deus) “Kiãb al-tawhid”. Rejeita os intermediários e as interpretações  e práticas populares.  Afirma o retorno às origens, à lei islâmica tradicional.  

A controvérsia da sua pregação ortodoxa e tradicionalista levou À sua expulsão da sua terra de origem. Foi então para Al-Diriyyah  formar uma aliança com Muhammas ibn Saud o governante do Najd (actual Arábia Saudita) o pai da actual dinastia de Saud que domina hoje a Arábia Saudita.

A sua interpretação do islão deu corpo a um pacto religioso-político  que conduziu à campanha de conquista  e derrota das outras tribos que fazem hoje o Reino da Arábia Saudita.

Ainda hoje os herdeiros de  ibn Al-Wahhab dominam as instituições religiosas da Arábia Saudita numa parceria perfeita de religião de estado num estado religioso islâmico do tipo mais extremista ortodoxo que se conhece.

É esta corrente do sunismo radical que alimenta os fundamentalismos mais extremistas do islão. Entre eles os grupos como a Al Qaeda e o Estado Islâmico.

É também com o financiamento da Arábia Saudita que alastram as mesquitas radicais por todo o mundo. Fazendo alastrar dessa maneira o islamismo violento e o mais cruel tratamento e opressão sobre as mulheres.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:49
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2022

Incompatibilidade do Islão com os direitos da mulher

mulher islâmica.jfif 

Ao cidadão comum impressiona ver a mulher islâmica caminhar de véu, atrás do homem, carregando o estigma, a inferioridade, a submissão, a dependência  e segregação de género, por vezes acompanhada das outras três em igual condição.

Não é que nós, os mais velhos, não tenhamos visto alguns destes aspectos em tempos mais recuados da nossa vivência, ou seja,  até cerca dos anos sessenta do século passado.  Mas a laicização da sociedade, a afirmação dos direitos humanos e da igualdade de género tornaram, ainda que lentamente, a vida das mulheres mais digna.

O feminismo como movimento social, também contribuiu para a mudança de mentalidade, de costumes e de respeito pelas mulheres. Também alguma influência do feminismo ocidental se fez sentir no mundo islâmico.  Nomeadamente pela influência britânica no Egipto ainda no século XIX. A opressão da mulher islâmica é entendida no uso do véu, em ter de aceitar  a poligamia,  na reclusão da mulher, na submissão enquanto esposa e na diferenciação dos papeis de género.

As concepções feministas ocidentais tiveram a simpatia de Huda Sharawi,  que fundou a União Feminista do Egíto, e em  Duriyya Shafiq ,  que foi fundadora da União das Filhas do Nilo.  

Apesar de querer o acesso à profissão das mulheres islâmicas,   Huda Sharawi afirmava não pretender mudar a sharia.

Já Zainab al-Ghazali,  fazia parte da Irmandade Muçulmana, e  apesar de alguma influência ocidental, nunca admitiu contradizer a religião.  Entendia apenas  que a mulher também deveria ocupar espaço no plano público e político,  mas devia fazê-lo no contexto do corão e da sunnah dando prioridade ao seu papel de mãe e esposa.   Zaibab nunca colocou em questão a forma como o islão trata a mulher.

Zainab em 1917 fez inicialmente parte da  União Feminista do Egipto, para logo de seguida, e em ruptura,  criar a associação da Mulher Muçulmana.  A sua influência religiosa é a de um exegeta corânico e teórico do Islão político chamado   Said Qutb. Esta figura é também  ideólogo  da Irmandade Muçulmana do Egipto. Foi influenciador da Revolução Iraniana de 1979 e da Al-Qaeda. Politicamente Zainab foi activista da  Irmandade Muçulmana.

Para Zainab a mulher era fundamental para a criação de uma sociedade islâmica forte. Como mães e professoras deviam ser íntegras e religiosas. Deviam conhecer o corão, a sunnah, a política e a geografia mundial.

O feminismo hoje em dia é mais diversificado.  Há exemplos de protestos feministas em mesquitas dos EUA contra a divisão dos sexos na oração. Há também o movimento Musawah de acabar com a poligamia no islão.  

No fundamental as várias tentativas de melhor exprimir os pontos de vista da mulher no islão, estão sistematicamente inquinadas pelo  peso  do corão, da sharia e da sunnah  na estrutura cultural, da mulher muçulmana.

No  geral a consciência do respeito pela mulher, pela igualdade de direitos e contra os preceitos segregacionistas, de clausura da mulher e da sua  menorização é muito fraco no mundo islâmico.  

Ninguém espere que os homens islâmicos um dia acordem de boa consciência para estabelecer a igualdade e respeito entre homem e mulher. Os homens do islão serão sempre barreira, mas há ainda outra barreira. A das próprias mulheres incapazes de aspirar à sua identidade ontológica.  Essa é a principal barreira. A que está na cabeça das mulheres islâmicas.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:22
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Terça-feira, 10 de Novembro de 2020

Vestuário no Islão. Significativo mas não essencial. 

mulhers-afeganistão.jpg

O vestuário  é apenas a face visível de uma situação bem mais degradante da condição  da mulher. O essencial da questão é a condição ontológica da mulher. A sua consideração de "ser" ("ontos") inferior, dependente, subordinada a uma autoridade masculina (pai, irmão, marido, tio, cunhado, primo). Sem vontade própria. Sem direitos pessoais, familiares e sociais.  Sem direito a receber instrução e à escolha da profissão. Sujeita ao castigo arbitrário, psicológico e físico, que pode ser extremado até à morte. O seu estatuto social é inferiorizado aproximando-se do estatuto dos animais irracionais. (Ausência de direitos próprios. Só tem os direitos que lhe forem conferidos pelo homem de que depende (dono). E podendo ser castigada e morta como os animais). Esta questão da dignidade ontológica é que é fundamental. O resto são aspectos mais visíveis, importantes mas não essenciais. A crítica ao Islão não pode limitar-se ao aspecto folclórico do vestuário.

publicado por antonio.regedor às 13:11
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 29 de Julho de 2020

Edifícios e mudança de funcionalidade

5b9a77e1d3806c24a0d7e1d4.jpg

Ainda a Europa se encontrava numa época  obscura, já o Médio Oriente vivia grandes civilizações e produzia grande pensamento.  A civilização Persa. A riqueza cultural,  técnica, científica e civilizacional da Babilónia. A civilização Fenícia que nos legou a escrita. O trânsito civilizacional  que passou do Oriente através do Médio Oriente como a escrita numérica indiana que é conhecida por árabe, a pólvora ou o papel e até mesmo a impressão tabular. No Médio Oriente desenvolvem-se as religiões monoteístas ou expandem-se por essa região como aconteceu com o islão.  

O Cristianismo desloca-se do Médio Oriente para Ocidente pela Síria  e Turquia. Nestes países foram construídas e existem ainda algumas das igrejas mais antigas da cristandade. Uma dessas igrejas é a de Santa Sofia em Istambul, que já foi Constantinopla e antes Bizâncio. Sabemos que os edifícios de culto devem  geralmente a sua existência a locais desde sempre destinados a esse fim. E que ao longo do tempo foram servindo os vários cultos que se iam sucedendo.  Como também se iam sobrepondo os edifícios destinados a esses mesmos cultos.

São diversos os casos de lugares de culto que serviram já diferentes religiões. Igrejas transformadas em Mesquitas. Como foi o caso de Santa Sofia. Mesquitas transformadas em Igrejas com aconteceu em Sevilha, ou no nosso caso, como  bem conhecemos  em  Mértola.

A catedral de Hagia Sophia foi construída no século VI. Quando a região estava no domínio do Império Romano do Oriente. A cidade chamava-se Constantinopla e  era Cristã. A catedral situa-se à entrada do estreito de Bósforo. Foi convertida em mesquita no século XV e transformada em museu em 1934 por decisão do fundador da Turquia secular, Mustafa Kemal Ataturk.

 

Na idade contemporânea  as sociedades civilizadas tendem a considerar mais o património de compreensão histórica. Sejam escritos objectos ou edifícios. É nesse sentido que edifícios como os referidos, que serviram fins religiosos, valem não apenas pela sua funcionalidade, mas também e essencialmente pelo testemunho histórico e compreensão do diacronismo civilizacional.  É essa a razão porque se recuperam edifícios que serviram a função de antigas sinagogas, mesquitas e igrejas. E se preservam como museus. E porque não se destroem, não se deturpam nem usam para novas funcionalidades.   

Obviamente que há um limite de bom senso e de necessidade na determinação de imobilidade funcional de edifícios históricos. Não é útil nem sensato recusar novas funcionalidades. Não se pode tornar museu todos os edifícios que deixaram as suas funções iniciais, mas é importantes que alguns dos mais significativos sejam museus.

Conhecemos muitos edifícios que foram igrejas, mosteiros, castelos, palácios, armazéns, e que passaram a ser escolas , quartéis, hospitais, bibliotecas, hotéis.  Outros devem ser preservados na sua original funcionalidade para compreensão do contexto histórico, social, económico. A História também precisa de exemplos.  É o caso da Hagia  Sophia construída no século VI, ainda não existia o islão. Com tantas mesquitas em Istambul, e até mais importantes como é o caso da Mesquita Azul, a antiga igreja merecia a preservação que o regime laico do fundador da Turquia moderna,  Mustafa Kemal Ataturk,  lhes quis facultar em 1934.  Da mesma forma gostaria de ver a mesquita de Mértola no seu aspecto original, para melhor compreender e sentir toda a ambiência cultural que é a vila com mais representação dos vestígios da cultura islâmica em Portugal.   

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 22:42
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

CIÊNCIA E ISLÃO


 

 

Bagdad foi o maior centro de investigação científica no sec. IX

Até ao sec. XII O Islão foi líder na investigação científica.

 

Em 2002 O Relatório da ONU indicava que em todo o Mundo Árabe foram traduzidos cerca de 330 livros num ano. Um quinto dos traduzidos na Grécia.

 

Enquanto a Europa esteve submetida ao pensamento unitário do Cristianismo e os apologetas cristãos diziam que “a Filosofia era a mãe de todas as heresias”, segundo Tertuliano, davam espaço para o mundo oriental,  Persa e Árabe, acolher, ler, traduzir a cultura e conhecimento helénico e a partir daí e de outras fontes desenvolver a filosofia, a ciência, a medicina. Foram os Árabes já Islamizados que fizeram chegar à Europa os algarismos e com eles o zero. Deram a conhecer e venderam em exclusivo durante muito tempo o papel que trouxeram do oriente( Bagdad chegou a ser o maior mercado mundial de papel)

O declínio só pode ser explicado com os mecanismos ditatoriais do pensamento único imposto pela religião.

A ciência explica a religião. A religião não explica a ciência.

A laicidade dá oportunidade ao conhecimento. A religião impõe a ignorância.

O conhecimento está na pluralidade dos livros. A ignorância no livro único.

publicado por antonio.regedor às 23:06
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2022

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
22
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Livros que falam de livro...

. Uma compra  no supermerca...

. Dança

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds