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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2020

A luta contra os vírus do livro.

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Atenção: a foto é de um insecto e nada tem a ver com vírus. 

Atenção: o título é uma metáfora.

 

São vários os “vírus” que atacam o livro. Não se trata de um vírus como o que agora bem conhecemos que saltando do seu hospedeiro natural, procura o ser humano para a sua continuidade biológica. É doutros “vírus”, com aspas porque com outros significados.

Começamos pela condição química que limita os livros no tempo. E para esse "vírus " do tempo, os cuidados de preservação e restauro são necessários. Mas também a condição mecânica do livro o fragiliza. O manuseio, transporte e acondicionamento. A página dobrada ou rasgada, o caderno solto; a areia, ou a chuva. Sim porque o livro é de todo o terreno, e isso naturalmente degrada-o. Até há alguns livros que servem para colocar por baixo da perna da mesa para a estabilizar. Também pode servir para colocar por baixo do monitor do computador. Outros livros vão parar ao sótão ou à cave. E tudo isso enfraquece o livro e lhe limita a vida. Mas há também o ataque dos “vírus” biológicos. De vez em quando lá aparece entre outros, um lepisma saccharina (1) para fazer dos livros o seu restaurante. E contra esses o melhor remédio é os livros não ficarem esquecidos por muito tempo. Serem lidos, consultados, mudados de lugar, reordenados é a melhor solução contra os insectos. Outro perigo para os livros é o inovador “vírus" técnico. O que dá por nome de computador. O e-book, e toda a sorte de suportes digitais que concorrem com o livro clássico em papel. A predição do seu sucesso não tem sido tão grande como a anunciada. O anúncio do fim do livro continua em anúncio. É verdade que o suporte digital do livro ganhou espaço nos nossos formatos de leitura, especialmente na literatura técnica e científica. Mas a leitura de lazer continua a fazer-se essencialmente em papel. E sem receio o livro em suporte papel vai coexistir com os outros suportes, tal como foi durante toda a história do livro. Os suportes mudaram, o livro sempre existiu. A grande preocupação, aquela que realmente importa é que é dos maiores perigos para o livro são os "vírus" sociais. Um deles é o "vírus" educativo. O que desvaloriza o livro em favor de outras formas de entretenimento. O livro não deixa de ser um brinquedo, com que se constroem aventuras, como com qualquer outro brinquedo. O “vírus” cultural que desvaloriza as humanidades a favor das tecnicidades. A técnica sem ética não é progressiva, não é construtiva, não tem utilidade nem humanidade. O “vírus” político é dos mais perigosos por desvalorizar os sistemas e redes de informação, por desvalorizar as bibliotecas e arquivos que são os repositórios públicos do conhecimento. Por desvalorizar a função e competência específica desses profissionais da informação social. Porque os desvalorizam, os "olvidam" e dessa forma não têm os melhores a cuidar da informação social como res publica. E estes vírus sem política formada para as bibliotecas e arquivos, são os piores bibliófagos.



  • lepisma saccharina um insecto rastejante com cerca de 8 a 11 mm em adulto, prateado e com forma de peixe. Desenvolve-se em ambientes com humidade relativa superior a 50% e a temperaturas de 16 a 26 graus. Os ovos eclodem em seis meses.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:07
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Sábado, 18 de Julho de 2020

Entre a informação e o conhecimento

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A leitura da informação não resulta da notícia solta, mas de uma relação de diversas notícias e da interpretação que essa relação lógica possibilita. Na gíria popular é o ler nas entrelinhas. Na Filosofia é hermenêutica. A comunicação de um dado é apenas informação. A interpretação dos dados é que nos possibilita conhecimento.

Analisando o caso TAP verificamos melhor o que é ter informação e produzir conhecimento.

No tempo de privatização da TAP. A companhia portuguesa de aviação tinha um pré-contrato de compra de aviões A350. Neelman teve 70 Milhões de euros de prémio por trocar os A350 por A320 e A330. Era o que a Airbus queria e o Neelman fez. Feito o acordo com a Airbus, foi com esse dinheiro que Neelman comprou a TAP.

Mais recentemente sabia-se que Neelman andava a tentar vender a TAP. Tinha um contrato de venda com a Lufthansa. Tendo Portugal 50% da companhia e esta ir ser vendida a outra companhia estrangeira, Portugal ia perder a companhia para outro país e ainda ia capitalizar a nova empresa alemã com 50% do capital. Isto é: financiar os alemães.

Percebemos que a justeza da solução que Portugal adoptou. Para defender os interesses dos Portugueses tomar a decisão sobre a companhia de bandeira nacional era fundamental. Portugal teria necessariamente de recuperar a sua posição estratégica na TAP ( transporte, diáspora, ligação aos cidadãos em qualquer parte do mundo como aconteceu na crise covid).

Paralelamente na actual crise covid percebemos a guerra comercial e económica entre países. A British Airways é dona a 100% da Iberia. Claro que quer por os seus cidadãos a viajar nos seus aviões. Daí que tenha interdito as viagens para Portugal e tenha aberto a porta às duas companhias inglesas. Mais claro não pode ser. Nada tem a ver com covid, mas apenas com negócio.

E assim se faz a interpretação das notícias para produzir conhecimento.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:23
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Terça-feira, 3 de Março de 2020

A desinformação na era da informação

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A Era da informação naturalmente criou os seus contrários. A desinformação, e o fenómeno largamente conhecido por “fake news”.

Nada de novo. Desde Heraclito, o pai da dialéctica. (Cerca de 500 a.C. - 450 a.C.) que sabemos que a realidade não é mais que a alternância entre contrários.

Platão afirmava o dualismo ontológico, sendo que um deles era ilusão. Não correspondia á verdade.

Até a lógica aristotélica se apoiava em silogismos que podendo estar formalmente correctos podiam igualmente desviar-se da realidade.

O cristianismo medieval acentuou o maniqueismo. E no campo da ciência o conhecimento afirmava-se em disputas teóricas.

Mais modernamente Hegel enunciava a dialéctica para a compreensão do decurso e avanço histórico. Marx apoia-se nesses enunciados para os apresentar de forma positiva como processo civilizacional.

Mas se até aqui as várias interpretações dos contrários constantes da realidade eram tidos como aspectos positivos, eis que chegamos à era da informação em que é propositadamente que se recusa a verdade, se constrói uma pós-verdade e se propaga a falsidade intencionalmente. Eis as fake news e os seus sucedâneos ainda mais nefastos.



Uma nova realidade que preocupa a comunidade científica e que se constitui como objecto de estudo.

Os profissionais da informação têm este novo fenómeno em especial atenção.

A licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI) e, no âmbito do Centro de Estudos Organizacionais e Sociais do Politécnico do Porto (CEOS.PP), organiza um Encontro subordinado ao tema “A desinformação na era da informação: Novos Desafios para a Gestão da Informação”.

São vários temas em estudo:

a desinformação e o papel do profissional da informação;

as causas da desinformação nas organizações;

a sobrecarga informacional;

os efeitos da desinformação;

as formas de combater a desinformação; a informação enquanto recurso;

boas práticas no uso da informação e das tecnologias no combate à desinformação;

a inclusão digital;

a literacia e outras de interesse.

A iniciativa está marcada para o dia 23 de Abril de 2020 e realiza-se no ISCAP do Instituto Politécnico do Porto.



publicado por antonio.regedor às 00:53
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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2019

Dependência dos equipamentos

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Tenho pensado sobre o facto de as crianças e jovens se deixarem ser cada vez dependentes dos instrumentos de cálculo, perdendo as noções de quantidade, volume, espaço.

Uma falha de virgula numa máquina de calcular pode mudar o resultado sem que a pessoa menos competente dê por isso. Exemplo 5 X 0.5. A falta de noção da quantidade e proporção, pode incorrer num erro enorme para uma pessoa menos preparada.

O mesmo para equipamentos de orientação. Dou um exemplo: Agora todos os jovens se orientam por GPS. Antigamente ia-mos para o Gerês de bússola e de carta militar. Nos últimos anos têm vindo a ser batidos recordes de visitantes perdidos no Gerês. Basta acabar a bateria do telefone para deixarem de saber onde estão e para onde ir. Não conseguem orientar-se pelo sol, determinar pontos cardeais.

Ainda não há muito tempo uns estrangeiros perguntavam no Largo do Viriato, Porto, onde era o rio. Naquele ponto duas das três ruas descem. Não se entende que estando à procura do rio não tivessem optado de imediato pelas descidas. É lógico que se procuravam o rio, teriam de descer para o encontrar.

São casos como estes que não auguram nada de bom no caso de um enorme crash energético. Com os computadores, telefones e outros equipamentos a falhar, como sobreviverão as futuras gerações?

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:32
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Quinta-feira, 14 de Março de 2019

Notícias Falsas

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São cada vez mais as notícias falsas.
Algumas são de tal modo inverosímeis que facilmente se percebe que são mentira.
Outras aparecem como verdade, nalguns casos com falsas fotografias que são montagens.
E é por algumas serem difíceis de detectar, que o nosso cuidado deve ainda ser maior, e devemos ser ainda mais rigorosos nos nossos critérios de avaliação da informação.
Apresento algumas perguntas que ajudam a avaliar da verdade e qualidade da informação:
Qual a qualidade do autor da informação? Tem credibilidade? É conhecido?
Qual a formação e experiência do autor no assunto de que fala?
Onde foi publicada a informação? Num Jornal com critérios de isenção, honestidade e verdade? Ou foi nalgum site cuja assinatura até parece de um jornal, mas que na verdade não é, e usa esse nome muito parecido como disfarce.
Qual é a data da publicação? Não é desactualizada, não foi desmentida?
A informação está testemunhada ou é só opinião ou ideologia?
Sei que dá trabalho a ter todos estes cuidados, mas a credibilidade do meio de informação que usamos, depende do que quisermos fazer para reencaminhar apenas informação boa e de confiança.
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 18:53
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2018

Informação e Bibliotecários

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Desde quando há bibliotecários, ou arquivistas, ou documentalistas? Desde que há informação para armazenar, em diversos suportes, lugares. Talvez mesmo desde que há memória.
Bibliotecários ou arquivistas de informação escrita, talvez recuando às civilizações mais antigas berço da escrita. O Vale do Nilo ou a Mesopotâmia. Os palácios das classes dirigentes possuem locais onde guardam documentos e livros do seu interesse e que são um misto de arquivo e biblioteca. Como em Nippur onde havia um bairro dos escribas, Lagash com um arquivo económico, Ninive, Ur, Girsu, Uruk, Umma, Babilónia, e muitos outros na Mesopotâmia ou ainda Ebla e Ugarit na actual Síria. (1) E desta forma recuamos a quatro mil anos antes de Cristo. Mais próximo destas civilizações, bem mais longe que os dois mil e seiscentos anos de se conhecer a estrutura do arquivo de Ebla.
(1) Silva, Armando Malheiro et.al. – Arquivistica – Teoria e Prática de uma Ciência da Informação. Porto: Afrontamento. 1998.
 
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 13:56
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018

Respostas! Todas as respostas

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A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas produziu uma T-shirt com uma frase bem interessante no contexto actual, sobre a informação.
E os bibliotecários são na realidade, os únicos que estão preparados para dar todas as respostas. Todas, mesmo aquelas que não estão no google. E dá-las não como fonte única, mas diversa e organizada. Com lógica que parte da obra de referência, para a generalista e especializada. De forma compreensiva. Correcta, fiável. Com a responsabilidade expressa e assumida. Datada de modo a possibilitar a compreensão diacrónica. Elementos de informação que só no conjunto permitem obter conhecimento.
 
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 16:57
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016

El profesional de la información

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El periódico   “El profesional de la información”: se propone tratar el tema  : Públicos vulnerables y empoderamiento digital

 Análisis, reflexión y debate en torno al impacto social de las nuevas tecnologías en red. Colectivos susceptibles bien de padecer efectos negativos al acceder a contenidos y servicios del universo digital (públicos vulnerables), o de quedar excluidos de esta nueva esfera de relaciones (vulnerabilidad relacional).

Análisis sociológico de situaciones de vulnerabilidad o exclusión social generadas por las TIC.

Herramientas, prácticas, modelos y propuestas para reducir los riesgos, o a incrementar las opciones de participación y acceso para los colectivos vulnerables.

Además de niños y menores de edad, la atención de este número se dirige también a otros colectivos de riesgo en el ámbito de las TIC, tanto en términos de usos y gratificaciones, como de accesibilidad, integración y participación en las mismas.

El empoderamiento digital no se circunscribe exclusivamente a los grupos y colectivos de riesgo, sino que se extiende a toda la sociedad en general.

 La participación digital ha abierto nuevas fórmulas para la movilización social activa, para el denominado “clickactivismo” y, en definitiva, para dar a la ciudadanía nuevas herramientas que les permiten cambiar el rol tradicional de receptor pasivo, y convertirse en emisores de información.

Dar voz a las minorías, solidarizarse con situaciones de injusticia, llegar, de manera colaborativa mediante la comunicación social digital, a expresar sentimientos, ideologías, acciones que dan paso a nuevas formas de interacción.

 

http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

publicado por antonio.regedor às 09:54
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

Jornalismo. Comunicação e validação da Informação

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Stieg Larsson – A Rainha no Palácio das Correntes de Ar , é o terceiro livro de uma quadrilogia unidos pelo nome de série: Millennium. É um bestseller bem escrito e que nos agarra à leitura. Começamos volitivamente a leitura e acabamos compulsivamente. As aventuras decorrem  na forma de investigação  jornalística. E se o livro não tivesse qualquer outro motivo de interesse, ele seria sempre marcante por descrever da página 244 à pagina 249 a forma como se faz nos media a fuga de informação, a contra-informação, a intoxicação e manipulação da opinião pública, através do mau jornalismo onde até a figura do estagiário, precário, talentoso e ingénuo, incompetente por não respeitar as regras básicas da comunicação que é a verificação do grau de veracidade da informação.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:09
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Terça-feira, 1 de Março de 2016

O que fazem os profissionais de informação

Isto é o que fazem os profissionais de informação. Faz parte de nós

publicado por antonio.regedor às 18:47
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