.posts recentes

. A Sé pela Porta Nobre

. The Physician

. ...

.arquivos

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Terça-feira, 18 de Junho de 2019

A Sé pela Porta Nobre

SÉ DO PORTO.jpg

Vindos de Miragaia, dessa praia onde tantos estaleiros construíram os diversos tipos de embarçações  que formaram a maior parte da armada que conquistou Ceuta e deu início aos descobrimentos, entrava-se no Porto pela Porta Nobre.

Esta porta situava-se na muralha Fernandina, vindo como se disse do lado de Miragaia, passava uma ponte por cima do rio da vila. Este rio está hoje encanado e o seu curso final corresponde a actual Rua de Mouzinho da Silveira e Rua de S. João.  

A imagem da imponente Sé do Porto corresponde ao que veriam os que dela se aproximavam,  na Idade Média,  quando escolhiam por entrada a Porta Nobre das muralhas Fernandinas.  

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:06
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

The Physician

 

O Phísico (como na Idade Média se denominavam os  médicos)

No seculo XI o mundo islamico contribuíra, no fundamental, para o desenvolvimento científico, técnico e humanístico. Dessa acção resulta muito do nosso conhecimento da cultura clássica, tornada possível pelos centros de tradução localizados no espaço islâmico onde coabitavam Judeus, Cristãos e Islâmicos.  Era igualmente a porta do Oriente fonte de inovações. Nessa época Bagdad era o centro mundial do fabrico e exportação de papel. A referência do filme a Ibn Sina como médico, é limitadora já que este é também dos mais importantes  lógicos aristotélicos a par de Averróis, nascido no Al-Andaluz, na cidade de Córdova, já no sec XII. Ou ainda Al-Farabi, outro aristotélico que viveu em Bagdad e em Alepo na Síria. Morreu em Damasco no sec X.

O filme transporta-nos para o momento alto, tolerante e progressivo da cultura islâmica medieval.  Em tudo diferente à corrente que hoje enforma o islamismo mais sanguinário, o Wahhbismo que surgiu apenas em meados do século XVIII e que nesta altura contou com o apoio das tribos da família de Saud actual monarquia da Arábia Saudita.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:39
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

...

 

Este livro traça a evolução das estruturas políticas e sociais desde o Portugal medieval até aos alvores da Época Moderna, procurando explicar as raízes da formação política do Estado moderno, examinando os seus principais aspectos: a irradiação da Corte régia, a criação e a consolidação das instituições centrais, as lutas dinásticas, a emergência do poder local, a expansão territorial e o desenvolvimento da cultura política. Com base nos estudos mais actualizados procede-se a uma análise crítica da correlação de forças estabelecida entre o poder régio e a sociedade política de forma a comprovar que uma boa parte dos fenómenos relacionados com o aparecimento do Estado e a ideia política associada têm origem na Idade Média tardia.

 

Nota biográfica:

Judite A. Gonçalves de Freitas é professora catedrática na Universidade Fernando Pessoa. Licenciada em História (1987), Mestre em História Medieval (1991), Doutorada (1999) e Agregada (2007) em História pelo Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É membro do grupo de Estudos Medievais e do Renascimento do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (CEPESE-FCT) da Universidade do Porto. As principais áreas de incidência da sua actividade de investigação têm sido a História do Estado, as instituições centrais, as sociedades políticas e o poder régio, tendo publicado dois livros no âmbito destas temáticas: A Burocracia do «Eloquente» (1433-1438): os textos, as normas, as gentes (1996) e «Teemos por bem e mandamos». A Burocracia Régia e os seus oficiais em meados de Quatrocentos (1439-1460), 2 vols (2001), e ainda D. Branca de Vilhena: património e redes sociais de uma nobre senhora no século XV (2008). Tem publicado trabalhos sobre Chancelaria e Diplomática régias e divulgou no estrangeiro os principais balanços que efectuou sobre historiografia medieval portuguesa.

publicado por antonio.regedor às 01:17
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Novembro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
14
15
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds