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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2022

Propaganda da Fusão Nuclear

nuc.png 

Recentemente surgiu uma notícia de propaganda ao processo de produção de energia através da fusão nuclear.

A investigação científica tem sonhado com este processo que até agora consome mais energia do que a que consegue produzir.

Quer-se ter agora como novidade, ser a primeira vez que uma experiência terá produzido mais energia do que a que consumiu. No entanto não se disse quanto mais. Deduz-se que essa diferença nem sequer foi significativa, porque a ser, teria tido o maior dos relevos na notícia. Significa que simplesmente a notícia não passa de propaganda sem fundamento.

O que na realidade o programa nuclear quer é banalizar a expressão a abrir caminho à aceitação do nuclear clássico que todos já perceberam ser caro, ineficiente e principalmente perigoso como se torna cada vez mais evidente em clima de guerra.

É no entanto uma boa ocasião  para  colocar a questão, importante.

  1. Há energias que se esgotarão. As fósseis (carvão, petróleo, gás), mas isso sabe-se há muito tempo e é bom que deixem de ser usadas o mais rápido possível. (Elas e os seus lóbis são tóxicos). Passemos adiante.
  2. As energias renováveis (solares) não se esgotam (solar, fotovoltaico, eólico, ondas, marés, hídrica, biomassa).
  3. Os carros eléctricos já existiram no início do século, não são novidade. Tal como a iluminação a gás é anterior à iluminação pública a electricidade (o exemplo da cidade do Porto é claro).
  4. O nuclear só por acção dos mafiosos é que pode ser considerado verde. Tal como os países que teriam a "fusão", seriam os soberanos e os ouros os vassalos. Tal como hoje é interdito à generalidade de países produzirem combustível para as centrais nucleares.
  5. A fusão, a acontecer, seria o poder do controlo absoluto. O poder das financeiras dado os custos. O poder das Multinacionais produtoras centralizadoras.
  6. Convém introduzir o critério democracia. Na verdade o critério mais importante, e na realidade o único que mais importa porque o que importa são as pessoas e a sua vida.
  7. As energias renováveis permitem o auto consumo, a liberdade democrática de cada um poder produzir a energia de que necessita. E isto é que realmente importa. A ciência é perigosa sem ética. A gestão da Polis é perigosa sem a democracia (opinião avisada, sensata, ponderada dos cidadãos).

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:23
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2022

Energia para a fusão nuclear

fusão nuclear.jfif 

É  evidente o fracasso da energia nuclear por várias razões, desde a dependência financeira e de combustível, à questão de segurança das instalações e a gestão dos resíduos até ao elevado preço que se afasta muito da propaganda.

Para esconder esse fracasso, os inimigos das energias renováveis, acenam recorrentemente com a miragem da nuclear de fusão.

Mas deliberadamente não explicam que para produzir energia eléctrica precisam  de gastar muito mais energia a aquecer hidrogénio a mais de 100 milhões de graus celsius. Que precisam controlar e guardar o plasma produzido num campo magnético até que se faça a fusão com libertação de energia.

E os resultados são tão indigentes que os Chineses conseguiram há três anos conseguiram a estabilidade do plasma a 50 milhões de graus celsius. E só o ano passado conseguiram aquecer o plasma a 100 milhões de graus celsius durante 10 segundos. 

Está  bom de ver que como experiência científica  tem a sua importância. Mas para produção comercial de energia é claramente inútil.

Obviamente mais  facilmente se produz energia eléctrica  numa central hidroeléctrica ou eólica, ou fotovoltaica, ou até em equipamentos de maré ou ondas.

E cada vez mais há pequenos equipamentos adequados à autoprodução habitacional, em comunidade, condomínios e unidades industriais para maiores ou menores consumidores.  Cada vez mais os consumidores poderão ser os produtores da energia de que necessitam.  

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:07
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