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Terça-feira, 2 de Julho de 2019

Os países de Visegrado

Visegrado.jpg

Os países de Visegrado são uma organização com origem no século XIV. Surgiram por interesse em assegurar rotas comerciais. O mundo dá muitas voltas, e acabaram no século XX sob influência da URSS. Poderão ter muita queixa, e raiva, da URSS, mas esta já não existe. Passaram totalmente para uma outra influência mantendo a postura oportunista da sua génese. Desde 1991 fizeram lobby para entrar para a União Europeia, não por espírito de construção europeu, de solidariedade, de paz e de bem estar social, mas apenas para aproveitar a oportunidade de receber os euros com que a europa a mando dos estados unidos os quis comprar. Nem tinham espírito de construção europeia, nem democracias consolidadas, nem desenvolvimento económico e social para contribuir para o projecto europeu, seja lá qual for. Apenas os motivou os oportunismos de rapina. São hoje governados por partidos da extrema direita, partidos xenófobos, autoritários, socialmente agressivos e antieuropeistas. São hoje o elemento mais activo da destruição da europa.
publicado por antonio.regedor às 20:15
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Segunda-feira, 9 de Julho de 2018

Começa mal o programa europeu de Open Science.

Europe’s Future_open.png

 

As orientações académicas de publicação da informação científica são também, e naturalmente, influênciadas pelos paradigmas vigentes e consequentemente sujeitos ás ideologias que os suportam. É natural que assim seja. Os pensamentos dominantes formam tendências, corentes de opinião, e num determinado momento tudo parece natural, certo e bem encaminhado. Até que no novo paradigma surjam problemas que o tornem não capaz das melhores soluções e práticas.

Assim foi nas políticas de edição científica. Influênciadas por paradigmas assentes ideológicamente em correntes neoliberais, levaram à passagem da edição científica para a iniciativa privada.

Desde a fundação das Academias de Ciência, a legitimação da ciência é feita pela apresentação aos pares da produção científica. Modernamente e dada a dimensão e dispersão (globalização) da comunidade científica, a a apresentação e discussão da produção científica é feita pela publicação.

Aquilo que era prática das instituições académicas de produção científica, publicarem as investigações por si financiadas deixou de o ser. A publicação científica foi , por influência do paradigma neo-liberal, gradualmente passando para as mãos de editores privados.

E também, naturalmente em mercado neo-liberal, as pequenas editoras foram canibalizadas por grandes fundos de investimento que encontraram nesse segmento de mercado enorme vantagem económica. A publicação científica é essencial, todas as instituições académicas precisam dessa matérias prima para os seus investigadores. Ora aqui está um dos melhores negócios. O investigador tem de publicar. Mas também precisa de comprar a informação que se produz, so pena de ficar desactualizado. As instituições pagam aos seus nvestigadores, mas também pagam para comprar a informação de que eles necessitam. Ou seja, pagam duas vezes. E com a edição em regime privado e de monopólio quem faz os preços do custo da informação científica são os editores. Mas mais, é que a empresa editora que também tem os instrumentos de avaliação, determina quais os investigadores que têm mais citações, e quais as revistas que devem ser compradas pelo factor de impacto que são eles próprios a determinar.

Em resumo, tudo gira à volta de um império editorial global, monopolista , autoritário e sem controlo.

Assim se fez a a Elsevier, uma das maiores editoras de publicações científicas.

Neste novo paradigma de informação científica que tem de ser paga para ser acedida, é por si mesmo limitação à informação.

A resposta tem vindo a ser feita pela publicação aberta para . A Necessidade de informação aberta levou á criação de repositórios de acesso livre. As academias têm vindo a criar repositórios de acesso aberto, e os Estados têm vindo a criar repositórios nacionais. Hoje o movimento pela acesso livre à informação científica não se limita aos artigos, mas também ao dados científicos. Nesta nova linha de orientação a própria Comissão europeia tem por objectivo o Acesso Aberto de todas as publicações científicas até 2020. Para isso desenvolve a Plataforma Científica Open Cloud Europeia e Open Science Policy. De notar que o Comissário Europeu para Pesquisa, Inovação e Ciência, é o português Carlos Moedas que se diz adepto da Open Sicence. Para este objectivo a Comissão Europeia contratou um Monitor do Opena Science para lhe fornecer os dados de desenvolvimento do programa.

Até aqui tudo bem. Pretender desenvolver a Ciência Aberta, criar programas para o efeito e monitorizar esses mesmos programas. Mas eis que o Carlos Moedas decide escolher para monitorizar o programa, exactamente a entidade que assenta toda a sua política editorial contra o princípio da ciência aberta, que sempre se opôs ao princípio e á filosofia e que conspira contra ela. Carlos Moedas coloca a decidir da evolução da ciência aberta, a entidade que por definição é contra aquilo que vai opinar.  Jon Tennant num artigo no The Guardian diz mesmo que a Elsevier corrompe o opens science na europa https://www.theguardian.com/science/political-science/2018/jun/29/elsevier-are-corrupting-open-science-in-europe?CMP=share_btn_fb

São produtos e serviços da Elsevier, como como o Scopus, o Mendeley e o Plum Analytics. Que fornecem as métricas de citações e de factores de impacto das revistas científicas.

Em 2004, a Elsevier dirigiu-se ao Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Comuns do Reino Unido argumentando que viam riscos associados ao Acesso Aberto, como ameaças à integridade científica e à qualidade da pesquisa.

Em 2007, a Elsevier fazia parte de uma campanha de relações públicas procurando pressionar o Congresso dos EUA contra o acesso aberto. Nos EUA, a Elsevier apoiou uma série de projetos de lei incluindo o Research Works Act (RWA), para o qual fizeram inúmeras contribuições financeiras aos membros da Câmara dos Representantes.

Tudo isto para impedir o crescimento dos repositórios de Open Science.

Ao mesmo tempo a prática da Elsevier era de encarecimentos das edições e publicação. A Restrição do acesso, para ganhar o máximo com o fornecimento das suas revistas ás bibliotecas universitárias, agravado por se tratar de um mercado editorial onde praticamente eliminaram a concorrência.

O monitorizador, que deveria ser independente dos agentes em presença no mercado editorial, é afinal um interessado e vai monitorizar, opinar e propor desenvolvimentos em causa própria.

Todos nós que estudamos bibliometria sabemos que os factores de impacto, as contagens de citações e os índice “h”, resultam dos lotes de revistas que fazem parte das contagens. Que os indexadores sendo predominantemente do universo anglo-saxónico, revertem para este a prevalência e importância e liderança. Tomemos então o exemplo bem mais elementar: a Springer Nature, concorrente da Elsevier ficará muito provavelmente arredada dos mais significativos factores de impacto nas métricas da CiteScore que é propriedade da Elsevier.

É péssimo quando as coisas começam mal. Tarde ou nunca se endireitam.


publicado por antonio.regedor às 17:33
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

Após 60 anos . “sol de pouca dura”.

 

 

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Os diversos conflitos já vêm de tempos passados, mas a primeira metade do século XX é extremamente dolorosa par a Europa. Guerras em todo o território europeu com repercussões  fora do continente,  a revolução russa e a sua importância para a europa e o mundo, mais os efeitos da grande depressão, e ainda a sanguinária guerra civil espanhola, e as ditaduras nos estados do sul.  Uma geração pós 2º  guerra, pensa numa vivência diferente na europa.  Estão na geração que pensa na europa de forma pacífica, democrática, próspera,  os políticos Konrad Adenauer, Jean Monet, Robert Schuman, entre muitos outros. 

Três anos após o final da guerra O Tratado de Bruxelas abre caminho à formação da NATO.  Segue-se em 1952 a fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA).  Nesta altura ainda se falou da questão energética, nomeadamente do nuclear, mas a Comunidade Europeia da Energia Atómica (CEEA/ EURATOM) veio a ter organização própria.

O Tratado de Roma, em 1957, institui a Comunidade Económica Europeia (CEE) ou Mercado Comum. 

Fica claro verificar que a principal razão que une a Europa é a questão económica. Primeiro as necessidades energéticas no tempo do carvão e de transição para o petróleo. Neste tempo  o nuclear era ainda percebido  claramente como instrumento de guerra.  Era um tempo de  um grande mercado consumidor com dimensão  aproximada  do  norte americano.  E nesta época histórica de saída da guerra as necessidades energéticas  eram fundamentais para o desenvolvimento da indústria europeia.  O resto, as questões  sociais e  políticas foram uma necessidade de arranjo justificativo, como aliás, é hoje tão claro.  

As razões económicas mostraram-se acertadas à época. Abriu um longo período de crescimento em que a comunidade foi atractiva,  desejável e modelar.  E foi-se alargando, aumentando as estruturas e cristalizando poderes que se foram afastando dos povos  que a constituem.

Ao crescimento seguiu-se o Euro como moeda única, mas que não convenceu todos os pares. O Reino Unido nunca chegou a adoptar a nova moeda.   Com o EURO passou a haver duas comunidades e três europas.  Na sequência do fim da URSS e  da queda do muro de Berlim,  teve o maior aumento de sempre. Foi  em 2004, ano em que também se tentou  aprovar uma  Constituição Europeia,  que ficou bloqueada pela não aprovação em alguns referendos.

Mais uma vez, a política foi encravando, enquanto  a economia, por via do crescimento ia em rédia solta, e cada vez mais ao ritmo do neoliberalismo americano. 

Os alargamento foram-se sucedendo enquanto processo de crescimento enquanto a europa se mostrava ponto de atracção. Hoje é mais ponto de repulsão.

O fim do crescimento na europa, foi ditado pela  crise financeira provocada nos Estados Unidos pela falência do gigantesco  banco “ Lehman Brothers” que se propagou a todo o sistema financeiro e que tem vindo a ser paga com os orçamentos dos contribuintes de países mais pequenos do ponto de vista financeiro.  A política neoliberal  do crescimento alicerçada no endividamento e da emissão de moeda sem contrapartidas reais na economia, faliu.

 A europa, é hoje,  o resultado dessa falência desastrosa que incide mais , nos mais pequenos.  A europa neoliberal está em desagregação.  Portugal  está,   , neste momento , em recuperação, porque pratica uma política contrária à vontade da comissão europeia, contrária à vontade do banco central europeu e contrária ao querer do fundo monetário internacional. Apesar de todos eles já terem reconhecido a falência das suas políticas. 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:57
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