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Recorrentemente vão surgindo umas notícias da treta, e estas de agora são de uma hipotética obtenção se energia de fusão em que a energia que se obtém é pela primeira vez superior à que se consome. Isto para esconder que neste processo a manutenção do plasma consome mais energis do que a que teoricamente se conseguiria. E como em todos os casos o saldo é negativo continuam a rotular a maravilha do nuclear, porque na verdade o que estes lobistas querem é vender o nuclear de fissão com o rol de perigos que comporta e que são cada vez melhor conhecidos e percebidos.
É no entanto uma boa ocasião para colocar a questão, importante.
Nota final: O hidrogénio entrará na equação da discussão dos modos de mobilidade. É outra conversa.
António Borges Regedor

Estamos perante uma crise climática. A temperatura do planeta aumenta. O nível do mar sobe. Os fenómenos climáticos são cada vez mais extremos. É urgente a redução de emissão de gases de efeito de estufa. O aumento da temperatura da terra por acção do Homem iniciou-se com a revolução industrial e o enorme consumo de carvão e agravou-se nos tempos modernos com o brutal aumento do consumo de petróleo. Resulta a absoluta necessidade de reduzir o consumo de combustíveis fósseis. A manutenção dos padrões de qualidade de vida são altamente consumidores de energia e isso implica a necessidade de produzir energia, nomeadamente a eléctrica sob outras formas e métodos. Desde logo a produção de energia renovável. A que esta mais disponível na natureza. O sol, o vento, a água, o mar e as ondas. E as anergias renováveis são aquelas que mais se adaptam à produção em pequena escala. Ou seja, à escala local e doméstica. Painéis solares ou fotovoltaicos, eólicas helicoidais são fáceis de colocar em pequenos espaços ou telhados. São facilmente dimensionados a consumos domésticos, condomínios, fábricas eu comunidades. O mesmo para mini-hidricas em consumos industriais ou pequenos aglomerados. As energias renováveis aproximam-se da neutralidade carbónica e da descentralização da produção. Constituem factor de democratização da produção energética e independência face aos monopólios da energia. Desta forma será possível interferir no preço da energia. As multinacionais da energia deixarão de impor os preços quando cada um for livre de produzir a energia de que necessite.
António Borges Regedor
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