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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019

Autoprodução e autoconsumo de energia.

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É cada vez mais perceptível que o modelo de produção de energia centralizado, monopolista e de desperdício esgotou. Este modelo de grandes impactos ambientais, que necessita de grandes sistemas distribuidores, não corresponde de forma mais eficiente na produção e consumo. Há um enorme potencial de produção de energia eléctrica a uma escala doméstica ou de pequenas comunidades. Tem resposta com pequenos equipamentos, anula os grandes desperdícios do transporte e é consumido pelo próprio produtor com evidente vantagem económica. As fontes de energias renovável provam que são mais viáveis, mais úteis á escala doméstica.

Há a directiva (UE) 2018/2001 do Parlamento europeu que se refere à utilização de energia de fontes renováveis, que aponta para o autoconsumo de electricidade pelo autoconsumo de energia renovável.



O Conselho de Ministros de 27 de julho de 2019 aprovou um diploma que vai no sentido de possibilitar:

O autoconsumo por produtores consumidores;

o consumo por um conjunto de consumidores, organizados em condomínios de edifícios em regime de propriedade horizontal ou não, ou um grupo de autoconsumidores situados no mesmo edifício ou zona de apartamentos ou de moradias, em relação de vizinhança próxima;

ou ainda de unidades industriais ou comerciais e demais infraestruturas localizadas numa área delimitada, poderem, através de uma ou mais unidade unidades de produção para autoconsumo de electricidade, com fonte primária de energia renovável, poderem produzir, consumir, partilhar, armazenar e vender os excedentes de electricidade produzida.

Esta será a melhor forma de no futuro o consumidor produzir a energia eléctrica que necessita, sem depender em absoluto dos grandes sistemas monopolistas de produção e de beneficiar da vantagem económica daí resultante.

Cada um a produzir a energia de que necessita, é o caminho do futuro.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:24
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2019

Produção de electricidade e carbono zero

helicoidal.jpg

 

A procura de formas de produção de electricidade e a sua optimização vai continuar e vai generalizar-se. Os consumos de electricidade vão continuar a subir, e os processos e equipamentos terão tendência a ser mais pequenos, descentralizados e cada vez mais domésticos.

Estamos no fim de um modelo de sociedade iniciada com a revolução industrial alimentada a energia fóssil. Para trás ficou o consumo essencialmente de biomassa. A revolução industrial passou pelo carvão e petróleo, verificando a sua finitude. A procura de energias renováveis é o novo paradigma. E o futuro é de alguma forma voltar, agora com novas tecnologias e equipamentos, a produzir energia utilizando os rios e os mares, o vento e o sol.

E já todos se deram conta da mudança de paradigma. A energia elécrtica produzida em Portugal pelos grandes sistemas produtores, são já cerca de 70% de energias renováveis. E as fontes de energia são diversas. No caso da EDP, a empresa com maior mercado em Portugal,  das energias renováveis, a que tem maior significado, é a eólica com quase 47%.  A  hídrica já só é 13%. Há outras renovéveis com 6,3% e a cogeração renovável apenas 3,8%. Ainda se queima carvão na percentagem de 11,9%, a cogeração fóssil quase 8% e o gás natural com 5,8%. Infelizmente o nuclear ainda entra na conta com 2,5%. Mas a valorização energética de resíduos sólidos foi utilizada por esta empresa em 1,7% da sua produção.

O actual modelo ainda é o da produção centralizada, herdeira do monopólio da produção eléctrica, mas o caminho deverá ser cada vez mais a produção á escala da necessidade dos utilizadores.

Não haverá apenas grandes equipamentos produtores de electricidade, mas também já vemos, e veremos cada vez mais pequenas unidade de produção de electricidade.

A instalação desses equipamentos pode ser ou não um problema. Pode precisar de espaços e locais adequados. As coberturas dos edifícios são um dos espaços naturais. São já usados para painéis solares de aquecimento de água e fotovoltaico. Mas também o poderão ser para aerogeradores de dimensão doméstica. Já os há em telhados de hotéis. Como também já existem microgeradores instalados em parques. E não nos espantemos quando virmos pequenos aerogeradores helicoidais, muito parecidos com os extractores que nos são já muito familiares nos topos dos prédios.

O desejável será a diminuição dos equipamentos de produção eléctrica que se aproximem das necessidades dos consumidores. Que cada um possa aproximar a sua produção ao seu consumo e ao seu armazenamento. Do tipo de um gerador solar que durante a noite armazena no carro que se utilizará durante o dia e esse mesmo equipamento possa contribuir para a minimização dos consumos domésticos e industriais no pico de consumo que é durante o dia.

Actualmente, se houvesse produção doméstica a cerca de 30%, os grandes sistemas produtores, prescindiriam de consumo de combustiveis fósseis e nuclear, e geraraiam electricidade apenas com energias renováveis. Era a total descarbonização na produção de energia eléctrica.

Fonte dos dados: EDP

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:37
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