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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018

O Império repete-se. A morte é o seu destino.

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Os Estados Unidos impuseram na NATO a despesa aplicada aos parceiros de 2% do PIB. Como todos os estados aliados da Nato usam armamento essencialmente americano. Estamos mesmo a ver quem beneficia com este imposto. 

A propósito desta forma de cobrança de imposto a favor do império, refiro o livro “ A civilização Grega” de André Bonnard.

Na guerra contra a Pérsia, (Século V antes de cristo) as cidades gregas fizeram uma confederação com sede em Delos. No entanto, devido à maior força da sua frota de barcos, “Atenas gozava de privilégios particulares no seio da Confederação, devido à força única da sua frota. Tinha o comando das operações militares, donde resultava livre disposição das finanças”.  (Como hoje é tão parecido). “...algumas das cidades aliadas, cujos barcos não eram do tipo moderno” forneciam uma contribuição em dinheiro. Só três cidades pagavam em barcos, as  restantes pagavam em impostos.  O resultado natural dessa supremacia foi Péricles transferir o tesouro da confederação para Atenas.  E diz Bonnard “Em teoria,  todos os aliados são cidades autónomas e têm direitos iguais, De facto, existe um desiquilibrio entre o poder de Atenas, senhora das operações militares e das finanças, e a fraqueza relativa das cidades aliadas.” (Bonnard: 1980, p.190)  (mais uma vez o paralelismo com os dias de hoje). Quando se evidenciavam discórdias, as cidades discordantes eram subjugadas e tornadas súbditas. Atenas fixava o seu tributo anual. “Outras vêem os seus oligarcas expulsos e “democratizado” o governo”...”Instala em diversos lugares governos que lhe são dedicados.” (Bonnard: 1980, p.190) . ( sempre a repetição).     É pelos tribunais de Atenas que são julgadas as desavenças de Atenas com os seus súbditos...”. “A Confederação de Delos tornou-se Império de Atenas”  (Bonnard: 1980, p.191) .

Felizmente, tem mostrado a história ser ingrata aos impérios. Todos foram perecendo, como é já evidente com o actual império americano. Também este fenecerá, como é da história. Resta-nos a nós súbditos querer ou não erguer a cabeça. Para já, António Costa  disse que não seria 2%, mas apenas 1,98%, e não apenas com o novo Fundo Europeu de Defesa, mas também com o futuro Horizonte Europa, destinado à inovação e investigação. E quanto a este último fundo europeu, repete-se a história. Os súbditos não constroem barcos, pagam tributo de cabeça baixa.   

 

A civilização grega / André Bonnard. Lisboa : Edições 70. 1980.

publicado por antonio.regedor às 11:34
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2018

Ninguém perde um partido. Os partidos é que perdem os cidadãos.

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Um partido não é nem pode ser tratado como uma religião que nos inculcam e da qual não nos podemos desligar sob pena da orfandade. Também não é, nem pode ser tratado como clube de futebol, a que nos liga a irracionalidade. Um partido é um instrumento de construção de democracia, justiça, solidariedade social, qualidade devida. E quando essa ferramenta, notoriamente, está degradada, mal usada, viciada, o melhor é ser substituído. Por outro partido ou por acções independentes dos partidos e resultado da actividade que cada um dos cidadãos tem, pessoalmente ou como interveniente nos vários movimentos e organizações sociais (culturais, recreativas, científicas, lúdicas, de solidariedade social ou outras). Actualmente o descrédito e a crise partidária tem dado espaço ás candidaturas independentes.
Nos partidos temos visto os mais variados arranjos, tachos, oportunismos e populismos que cada vez mais emergem, até naqueles em que mais nos espanta a cedência à nova ideologia populista. Nos partidos da adesão espontânea e luta pela liberdade e democracia, da militância por uma sociedade melhor, resta actualmente a guerra de guerrilha e terrorismo entre grupos que se combatem pelo domínio dos aparelhos partidários. E matam politicamente quem mantém a ética cidadã, a defesa da causa pública e independência de consciência, pensamento e palavra.
Ninguém perde um partido. Os partidos é que perdem os cidadãos.
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 16:06
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Sábado, 2 de Junho de 2007

FEIRAS DO LIVRO





FEIRAS DO LIVRO

 

 

 

Com a atenção virada para os blogues e o encontro de CTDI até as Feiras do Livro passam esquecidas. Começaram a 24 do mês passado, em rigor começaram em Maio de 1930. A de Lisboa no Rossio, mas que este ano está como vem sendo habitual no Parque Eduardo VII. A do Porto teve a sua primeira edição na Praça da Liberdade. Foi subindo a cidade, passou pela Rotunda da Boavista (em 1974 ano do golpe de estado que derrubou a ditadura, no período da revolução dos cravos e início da democracia, as barracas foram todas pintadas, a spray vermelho, com frases revolucionárias. Sei quem as pintou. Foi um impulso de liberdade.) e finalmente escolheu e bem o Pavilhão Rosa Mota, para os tripeiros será sempre o Palácio.

Confesso que prefiro as feiras do Livro em espaço fechado. Mais intimo e menos dependente dos humores do tempo. Mais identidade e menos feira das farturas. Mais intencionalidade e menos dispersão.

  

publicado por antonio.regedor às 01:37
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