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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

COMENTÁRIO A “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS”

O Post “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS” provocou um comentário  de uma técnica profissional. Ainda bem que o fez. E seria útil se desenvolve-se o seu raciocínio. Um dos objectivos deste blog é promover/provocar a discussão de problemas que se colocam contemporaneamente à profissão e à ciência da informação.

O meu post “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS” que aborda a questão da  qualificação dos recursos humanos nas bibliotecas assenta nos seguintes pressupostos:

Os últimos vinte anos são de grande mudança qualitativa e quantitativa nas bibliotecas e arquivos.

Verifica-se um significativo desenvolvimento do conhecimento científico neste domínio.

A elevação do nível de qualidade das bibliotecas e arquivos depende muito do investimento físico e tecnológico que for feito, mas depende essencialmente da elevação do nível de qualidade dos recursos humanos.

O melhor edifício, com o maior acervo, com o melhor equipamento de nada serve sem um corpo técnico de elevada competência.

É neste sentido que apresento como proposta a requalificação na totalidades dos recursos humanos que trabalham na área da ciência da informação e documentação.

E todos estamos de acordo que as competências tradicionais dos técnicos profissionais apresentam já limitações face às novas necessidades.

Até mesmo as pós-graduações, que mostram algumas fragilidades, têm de se reorientar.

A formação coerente e mínima nesta área de conhecimento deve ser, a meu ver, a licenciatura. E julgo que todos terão a ganhar se a orientação for nessa perspectiva. Os serviços ficam com melhor pessoal, os gestores de informação ficam mais habilitados, o público tem melhores respostas.

Na perspectiva da aprendizagem ao longo da vida, vejo toda a vantagem nos técnicos continuarem os seus estudos. Não apenas em formações de curta duração para aquisição de  competências específicas, mas também e essencialmente com formação que lhes confira grau académico. Ao longo do seu percurso profissional os técnicos-profissionais adquiriram  várias competências e deverão ter agora oportunidade de as fazer corresponder a grau académico. Só terão a ganhar se continuarem a estudar.

E deve ter-se em conta que actualmente há menores  constrangimentos para acesso  ao ensino superior. Para profissionais experientes, como é o caso dos técnicos profissionais desta área de conhecimento, mesmo não tendo concluído o ensino secundário  há a possibilidade do ingresso em curso superior  ser efectuado através do processo para maiores de 23 anos.

Portugal terá inevitavelmente de seguir a tendência dos outros países Europeus que é o de ter uma forte componente de licenciados a trabalhar nas bibliotecas e arquivos.

Como refiro no post  “BIBLIOTECÁRIOS NAS BIBLIOTECAS”, seria vantajoso que  a maior parte das tarefas do circuito documental venha a ser  desempenhada por licenciados.

É meu convencimento que este é o caminho que transformará as bibliotecas de equipamentos em potência para equipamentos activos, dinâmicos e  imprescindíveis no quadro da sociedade da informação e do conhecimento.

 

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 01:19
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