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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2021

Uma imagem de que se gosta

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CINANIMA. O terceiro festival de animação mais antigo do Mundo.  Este ano (2021) conta já quarenta e cinco edições.  E sempre a renovar-se. De 8 a 14 deste mês de Novembro. Filmes, exposições, música, workshops, masterclasses, instalações artísticas. A decorrer em diversos espaços da cidade: Centro Multimeios, auditório do Casino Solverde, Junta de Freguesia de Espinho,  Biblioteca Municipal, Forum de Arte e Cultura, Piscina Solário Atlântico. E ainda outros espaços fora do Concelho como o jardim botânico do Porto e várias instituições de ensino superior em Matosinhos, Barcelos, Vila do Conde e Porto.

O CINANIMA deve ser entendido como  um dos melhores veículos de promoção da imagem de Espinho.  Uma imagem de que se gosta. 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:01
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2021

Where is Anne Frank

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O Cinanima teve em estreia o excelente filme Where is Anne Frank. A mensagem, se é que os filmes transportam alguma mensagem, é a de que a história de Anne Frank não se ficou pelos acontecimentos que bem conhecemos da guerra de 1939-1945.  Anne Frank continua por aí a escrever o seu diário. Da fuga aos conflitos armados. Dos refugiados de todas as guerras. Dos escondidos das repressões de todo o tipo. Dos deslocados, desalojados. Dos confinados a campos de refugiados. Dos sofredores das migrações forçadas pela guerra e pela fome. Dos perseguidos pela política, pela religião, pelo racismo. Anne Frank continua aí, a escrever o seu diário, no meio dos sofredores.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:04
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2020

FEST em Espinho

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Decorre simultaneamente em Espinho, Porto e Lisboa o FEST- Festival Novos Realizadores | Novo Cinema.

Fazer um festival de cinema é difícil. Muito mais nas actuais condições de confinamento, de limitação de mobilidade, de medidas adicionais de cautela em saúde pública e da retracção dos apoios, colaborações e parcerias.

E pelo que se sabe, o FEST tinha um festival preparado, e que devido à pandemia teve que reformular em pouco tempo, resultando num festival diferente.

A competição internacional, que este ano integra 10 obras de cineastas emergentes , vai decorrer, em simultâneo, em Espinho (Auditório da Junta de Freguesia de Espinho e Cinema Drive-in), no Porto (Cinema Trindade e Casa Comum/ Reitoria da Universidade do Porto) e em Lisboa (Cinema Ideal).

E os organizadores, o Director Filipe Pereira e a sua excelente equipa, tiveram a coragem de o fazer. Não se intimidaram com as dificuldades e imprevistos e tudo resolveram de modo a cumprir o FEST.

E se todas as dificuldades apontadas eram já suficientes para enorme preocupação com a organização em um local, o FEST, é ainda mais audaz e realiza em simultâneo o festival em três cidades.

O FEST nasceu em Espinho, pequeno, ainda me lembro, mas isso nunca o limitou. Desde sempre teve a preocupação de ultrapassar a barreira física do local onde nasceu para ganhar espaço mais amplo nacional e internacional. E sempre promoveu o Festival fora de Espinho, também me lembro porque assisti a algumas apresentações do FEST no Porto.

Do ponto de vista do programa é de uma cuidada escolha. Bons filmes, bons realizadores. Boas surpresas. Pessoalmente é nos festivais de cinema, com as ante-estreias ou ciclos ou trabalhos a competição que tenho visto dos melhores filmes que me recordo. E Espinho, terra de vários géneros de festivais de cinema tem-me dado essa oportunidade.

O que escrevo é resultado da observação da sessão de abertura, de uma sessão em sala e da experiência do drive-in.

Uma inovação e excelente forma de pensar o futuro de espectáculos em risco de pandemia é o drive-in. E esta inovação do FEST, devia servir para obtenção de conhecimento e competência para realizações futuras. A segurança sanitária é assegurada pelo distanciamento social. O modo de reservar o bilhete por contacto on-line com confirmação da reserva. É garantido o conforto. É possível a qualidade do visionamento do filme ou do espectáculo pelo posicionamento ordenado das viaturas de modo a que todas têm linha de visão. O som é fornecido pela sintonização de uma frequência no próprio carro. E tudo isto será ainda mais importante quando o tempo atmosférico não for tão favorável a espectáculos ao ar livre sem conforto.

E no caso concreto do drive-in do FEST, o controlo de entradas, a localização, a mobilidade das viaturas na entrada e saída tem sido feita de forma célere e eficaz e evoluindo com a experiência.

O FEST é um exemplo a seguir e arrisco a dizer que se formou uma equipa competente na organização deste tipo de evento. Parabéns a quem tem estado no terreno. O próprio director do festival afirma que “o sucesso se deve já ao grande número de colaboradores que dão corpo ao conjunto de tarefas necessárias à concretização do festival.”

O FEST tem enorme potencial de crescimento. É merecedor da nossa atenção e da nossa presença.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:10
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Livros e Filmes

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Bons livros dão bons filmes. Talvez não tenham sido feitos filmes de todos os bons livros. Nos últimos tempos o livro não tem que ser uma excepcional obra literária, mas é seguramente um best-seller que passado ao cinema ganha ainda maior dimensão.

Há uma questão que se coloca a quem leu o livro e depois viu o filme. A diferença. Diferença da leitura. Cada leitor lê de modo diferente. Depois de escrito cada leitor faz um livro diferente. Normal que o filme seja também produto de uma leitura diferente e naturalmente um livro diferente. Outra diferença é o da extensão. Obviamente uma narração de noventa minutos não poderá ser tão extensa, ter tanta informação, tantos pormenores como a leitura por trinta , sessenta ou noventa dias. Tenho esse exemplo com o “Nome da Rosa” de Umberto Eco. O livro contem muito mais informação da idade média, nomeadamente na diversidade de correntes monásticas e no disputado terreiro da correcção teológica e filosófica. Aqui reside o elemento estruturante do livro e do filme consequentemente. As mortes são provocadas por perspectivas teológicas diferentes na apreciação das expressões filosóficas. No caso, o Riso em Aristóteles, que trata o tema no seu volume II da “Poética”. O filme pode não dar visibilidade a esta questão, mas é a grande questão que no livro é a causa das mortes. Por isso ler um livro é bem diferente de ver um filme. Independentemente da abstrair do facto de mediação que o filme constitui em relação à ideia original.

Reconheço no entanto que ver um filme que resulte de adaptação é uma possibilidade interessante no contexto da enorme oferta de lazer para além da leitura. Que o cinema, e agora na visualização de cinema em casa, constitui um meio que na classificação de Marshall McLuhan e mais quente, o que significa de menor esforço para o consumidor dessa plataforma de fornecimento de lazer. E há imensa escolha em formato filme e série. Desde os clássicos, até aos best-seller tipo “guerra dos tronos”.

Os bons livros continuarão a dar bons filmes e não será isso que nos privará da nostalgia da leitura em papel, do cheiro a tinta fresca, do tacto das fibras vegetais compactadas mecanicamente à espessura de oitenta gramas o metro quadrado.

António Borges regedor

publicado por antonio.regedor às 20:00
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2020

“Dor e Glória”.

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Almodóvar e cinema em tempo de dor.

É tempo de pandemia, de confinamento, de trabalho em isolamento e principalmente de trabalho presente, activo, difícil, perigoso, extenuante, silencioso, dos agentes de saúde e protecção civil.

Paradoxalmente o tempo que não se pode ter, dá tempo para o lazer. Lazer do cinema como companhia ao isolamento. Não o cinema espaço físico social de grandes ou pequenas salas de ecrãs gigantes . O cinema do confinamento, dos pequenos ecrãs pessoais que as tecnologias consentem.

E neste momento a oportunidade de ver um filme recente. Filme de 2019 de Almodóvar com o título : “Dor e Glória”.

“Que quieres? – Vivir” é uma das falas do filme. Um filme que aborda a ruína da glória que a dor droga provoca. Um filme de afectos, de sentimentos. A criança que ensina o adulto a escrever, amigos que se ajudam, namorados que se reencontram. Mas também de sofrimento. A pobreza familiar, o recurso à caridade, o sofrimento da doença, a dependência da droga.

“Las noches que coincidem con várias dolores, essas noches creo en Dios e las rezo, nos dias em que se lo padezco en un tipo de dolor soy ateu.”

Como sempre Almodóvar dá-nos grandes filmes. Este, com Banderas e Penélope, é mais um dos seus excelentes filmes a não perder.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:48
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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019

Comunicação e Liberdade

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Muitos ainda ficam chocados quando, de forma cada vez mais evidente, fornadas de jornalistas escrevem jornais (não fazem jornalismo) de veiculação de interesses económicos e políticos. É evidente que o jornalismo é difusor dos poderes que o influenciam.

Não é de agora. É da sua génese. O primeiro periódico, o “Gazeta em que se relatam as novas todas, que houve nesta corte, e que vieram de várias partes no mês de Novembro de 1641.”, saía sob a vigilância da Inquisição, O Santo Ofício criado em 1515. E saiu porque que foram concedidas “todas as licenças necessárias e privilégio Real”. Assim se dizia na época.

Um século depois da publicação da Gazeta e por influência das correntes iluministas, e acção do próprio Marquês de Pombal, algumas acções foram sendo tomadas para enfraquecer a Inquisição. Uma delas foi a criação em 1769 da Real Mesa Censória. Quis o destino que a colecção de livros da Mesa Censória viessem mais tarde a integrar, a Real Biblioteca Publica, e que mais tarde deu lugar à Biblioteca Nacional.

Apesar disso, a Inquisição perdurou até 1821 por acção da revolução Liberal. Nesse ano as Cortes Constituintes discutiram a liberdade de imprensa. Aquilo que os Iluministas iniciaram, os Liberais conseguiram. A anulação do controlo ideológico, científico e literário que a igreja teimava em exercer sobre o pensamento, a ciência e a política. O anticlericalismo dos liberais ajudou a liberdade de imprensa.

Claro que também o Liberalismo marcou as suas balizas de influência ideológica. Ficavam proibidos os abusos contra a Igreja, o Estado e os Bons Costumes.

Este novo enquadramento de liberdade de imprensa levou a que em pouco mais de três décadas, surgissem jornais que viveram a editar duas centenas de anos. O “Jornal do Comércio” em 1853, O “Comércio do Porto” em 1854, O “Diário de Notícias” em 1864, O “Primeiro de Janeiro” em 1869, o “Século” em 1881 e o” Jornal de Notícias” em 1888. E daí sempre a crescer, de tal modo que em 1910 havia 543 publicações periódicas. Tinha-se percebido que os jornais eram bons veículos para formar opinião. E havia jornais para todas as correntes de opinião política. Os Jornais tomavam partido, mas afirmavam-no abertamente.

O século XX abre novas formas de comunicação. Logo no início, em 1918 surge o cinema. A novidade não ficava alheia à anterior forma de comunicar. As sessões de cinema começavam com a projecção de magazine informativo. O que foi muito bem aproveitado politicamente pelos poderes como instrumento ideológico e de propaganda. O tempo era propício. Final da primeira guerra, grandes confrontos ideológicos saídos da vitória bolchevique, inflexão da grande influência anarquista para cada vez maior organização dos partidos comunistas e gestação dos movimentos fascistas de vários matizes. Preparação para guerra seguinte.

Logo a seguir em 1924 começam as primeiras emissões de rádio. E rapidamente este meio de comunicação conquista a maioria do público. Torna-se o elemento de propaganda preferencial. É com a rádio que se difunde a propaganda de Hitler, Mussolini. É pela rádio que ficaram registados os mais carismáticos discursos de Salazar. Esses discursos são feitos sob o controlo da ditadura já que a censura foi instaurada com o golpe de estado de 1926 e durou até à Revolução de Abril de 1974. Em Portugal, ao Rádio Clube Português é de 1931, a Emissora Nacional de 1935 e a Rádio Renascença de 1936.

Segue-se na evolução comunicacional a Televisão, com a RTP a iniciar as transmissões em 1957. O último dos meios de comunicação do paradigma de informação de um para todos, e a que McLuhan  (1) designava de meio de comunicação frio. A imagem passou a estar em casa de todos e a propaganda também. A televisão moldou as gerações da segunda metade do século XX. Alterou modelos de comportamento, hábitos de consumo, modos de relacionamento, ideologias. Só foi superada pela internet.

Um novo paradigma de comunicação surge com as comunicações em linha, em tempo real, com a capacidade de escrever de um para todos, mas essencialmente de todos a escreverem para todos. O tempo de estar em rede, comunicar em rede e construir pensamento em rede. Com tudo de bom e de mau que isso representa.

Deixou de haver na comunicação, a responsabilidade do profissional, o compromisso ético, o objectivo de narrar a verdade verificada. O burburinho próprio do adro, invadiu todo o quotidiano. No caos comunicacional, faz-se sentir a necessidade de construir um novo cosmos comunicacional.



(1) Marshall McLuhan. Os meios de comunicação: como extensões do homem. Editora Cultrix; 1974.

 

António Borges Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 12:10
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

Cinema e literatura, as imagens em movimento

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Espinho prepara-se  para a    41ª Edição do CINANIMA – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho.

 

Será de  6 a 12 de novembro e vai exibir 104 filmes de 24 países. Entre eles estarão  4 Longas-metragens.

 

Na homenagam que  o  CINANIMA  prestará Artur Correia  (autor de alguns dos maiores momentos do cinema de animação português),  será  exibido  o primeiro episódio de “O Romance da Raposa”, série baseada no texto homónimo de 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:28
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017

Vanessa Redgrave

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Vanessa Redgrave actriz inglesa fez  no dia 30 de Janeiro 80 anos de idade.  Venceu o  Óscar  de actriz secundária no filme “julia” de 1977 contracenando com Jane Fonda e Meryl Streep.  https://www.youtube.com/watch?v=IAcOsK9gRLk  Participou em “Blowup up” 1966; “Camelot” 1967;  “Isadora” 1968; “Mission: Impossible” 1996;  “Murder on the Orient Express” 1974 adaptação de  um livro de Agatha Christie;  “A Month by the Lake” 1995 contracenando com Uma Thurman;  “The Trojan Women” 1971 contracenando com Katharine Hepburn; “Cradle Will Rock” com um elenco que inclui   John Cusack e Susan Sarandon;  “Yanks” contracenando com  Richard Gere;  “The House of the Spirits”, adaptação do romance de Isabel Allende; “The Pledge” 2001 contracenando  com Jack Nicholson; “The Charge of the Light Brigade”, 1968; “Mrs. Dalloway” 1999 adaptação do romance de  Virginia Woolf;   “Wilde” 1997 adaptação da biografia de Oscar Wilde.  

 

António Regedor

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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016

OS 40 ANOS NA ÓPTICA DE ANTÓNIO CAVACAS.

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Tivemos uma agradável conversa com António Cavacas , da comissão organizadora do cinanima. Falamos sobre os quarenta anos do cinanima, o seu crescimento, o seu passado e futuro.  O Festival era no passado essencialmente expressão da produção do cinema animado que se produzia na Europa. Fora deste espaço havia o Canadá, Japão e Brasil. Hoje é um festival de representação mais global. Recebe inscrições de setenta e dois países.  Ver o festival crescer é uma enorme satisfação. É a expressão do  reconhecimento nacional e internacional.  Mas é também angustiante. A solicitação para a exibição, passou largamente a capacidade de projectar. Neste ano foram feitas 1331 solicitações. Não é possível exibir mais, por não haver possibilidade material de tempo. Fica-se com pena de não poder contemplar a exibição de tantos filmes de tão boa qualidade. E este facto coloca problemas ao nível da selecção.  

Mas se o crescimento é excepcional nos filmes, realizadores e países de origem, é necessário  conquistar mais públicos, e até publico de outra natureza que não apenas os especialistas em cinema de animação.  

Uma das vertentes é o do surgir com cada vez mais presença o cinema português de escola. É muito importante dar relevo ao cinema de fim de curso. E neste segmento já se sente a produção nacional. 

O crescimento sente-se em todos os segmentos. A resposta ao crescimento poderia passar por criar novos espaços competitivos, como pode ser o de criar uma  nova secção para filmes de  fim de curso. Seria vantajoso para estes realizadores porque lhes daria maior visibilidade pessoal  e  também maior divulgação dos seus trabalhos. Estes filmes passariam a ter um espaço próprio e de qualidade. Seria uma  de uma enorme importância para os estudantes.  

Seria um caminho a trilhar, a exemplo do presente ano em que se verificou ter sido muito positivo a competição de uma nova categoria. Tratou-se da secção  de documentário de animação. Foi do agrado e teve muito boa aceitação por parte  do público em geral, e também dos especialistas.  

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:14
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

Evolução técnica no cinema de animação, vista pelo cinanima

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Ao prestar atenção às técnicas usadas nos filmes em competição no cinanima de 2016, reparei que na sua esmagadora maioria são feitos em computador a duas e três dimensões. É a tendência, actual e natural, de aproveitar de forma eficiente as ferramentas disponíveis. E tanto mais usadas quanto mais novos são os realizadores. Não será de estranhar o facto de  se tratar de nativos digitais. É a constatação dos sinais do tempo. A base do desenho continua, mas o recurso às novas ferramentas de realização, dão maior rapidez e aumentam a produção desta arte. A retrospectiva 40 anos, 40 filmes deu-me oportunidade de fazer a comparação com a diversidade de técnicas já vistas no cinanima ao longo desta já significativa vida de festival. De 1976 é mostrado um filme cuja técnica de produção de imagem é, curiosamente, ecrã de alfinetes. Naturalmente que aparecem muitos em desenho sobre papel. De 1981 um filme a lápis de cera e do ano seguinte em plasticina. De 1977 o filme “a sereia” do Russo  Alexander Petrov com a curiosa técnica de pintura à mão sobre vidro.  Já mais recentemente assisti a um outro filme de Petrov: a adaptação do livro de Ernest Hemingway produzido na técnica stop motion, com areia sobre vidro, se a memória não me falha. Entretanto são revistos vários filmes de desenho sobre acetato. Um deles é “os salteadores” de Abi Feijó que em 1993 adapta o conto de Jorge de Sena com o mesmo nome. De 2011 e 2015 viram-se dois filmes com técnica de marionetas e, curioso,  um outro filme que resulta de pintura em paredes públicas. Estas e outras técnicas já quase só as vemos em retrospectivas, como foi o caso desta feliz e agradável retrospectiva dos 40 anos do cinanima.   

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:46
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