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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018

Respostas! Todas as respostas

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A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas produziu uma T-shirt com uma frase bem interessante no contexto actual, sobre a informação.
E os bibliotecários são na realidade, os únicos que estão preparados para dar todas as respostas. Todas, mesmo aquelas que não estão no google. E dá-las não como fonte única, mas diversa e organizada. Com lógica que parte da obra de referência, para a generalista e especializada. De forma compreensiva. Correcta, fiável. Com a responsabilidade expressa e assumida. Datada de modo a possibilitar a compreensão diacrónica. Elementos de informação que só no conjunto permitem obter conhecimento.
 
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 16:57
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2018

XII Encontro de CTDI

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20 de Abril de 2018 no ISCAP.

 

O XII Encontro CTDI apresenta-se como um fórum de reflexão sobre o papel dos Big Datas enquanto novas fontes de informação e conhecimento a decorrer no dia 20 de Abril de 2018 no ISCAP.

Este ano o tema centra-se nos grandes conjuntos de dados que se encontram armazenados um pouco por todo o mundo – Big Data. Esta expressão (Big Data) associa-se aos 5 V: velocidade, volume, variedade, veracidade e valor. Efetivamente, a informação é, hoje o pilar da atual sociedade, no entanto, dado a quantidade de informação armazenada e disponível para posterior consulta, podemos identificar alguns dos desafios que se colocam atualmente e que se centram na análise, recolha, gestão e manutenção, pesquisa, partilha, armazenamento, transferência, visualização e, por fim, a privacidade dos dados. Facilmente se percebe que os desafios se centram ora nas questões físicas, ora nas questões virtuais associadas aos dados mas ainda nas questões legais e de privacidade de dados bem como na falta de profissionais com competências para lidar com a informação.

Comissão Científica:

Agostinho Sousa Pinto

Ana Isabel Azevedo

Ana Lúcia Terra

Ana Paula Camarinha

Anabela Serrano

António José Abreu

Luís Silva Rodrigues

Manuela Cardoso

Maria Inês Braga

Mariana Malta

Milena Carvalho

Paulo José Trigueiros

Rosalina Babo

Rui Humberto Pereira

Susana Martins

 

Temas 

Ciência da Informação
Business Process Management
Ensino e Investigação em Ciência da Informação

Ciência da Informação em saúde e da saúde digital
Gestão de Sistemas de Informação
Gestão do Conhecimento
Governação de Sistemas de Informação
Inovação e Modelos Abertos

Open Data

Open Science
Modelação de Dados e de Sistemas de Informação
Sistemas de Apoio à Decisão
Sistemas de Informação nas Organizações e na Sociedade

publicado por antonio.regedor às 20:24
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018

Satisfação

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Claro que isto me enche de satisfação.  

Quase duas centenas de leitores  de artigos em que participei.  E trinta e sete  citações.

Afinal a minha produção científica  continua a ser útil.

 

Academia

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Academia's mission is to make every scholarly and scientific paper available for free on the internet and to enhance academic discussion and collaboration.

 

37 papers mention António Regedor

2 were recently recommended

 

196 people recently read one of the papers that mentions the name "António Regedor"

 

37 Mentions

6 Expanded Analytics

publicado por antonio.regedor às 12:02
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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2018

Rede Nacional de Biblioteca Públicas

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No que diz respeito às políticas bibliotecárias, a alteração de regime político, em  Abril de 1974, não se fez sentir antes do ano de 1987, com o Decreto-lei 111/87 de 11 de Março.

Os antecedentes que conduzem à produção da política bibliotecária em Portugal pós revolução democrática de 25 de Abril foram: O clássico e tradicional Curso de Bibliotecário-Arquivista (1887), que vinha formando os técnicos desta área foi sucessivamente reformado, dando lugar em 1935 ao Curso de Bibliotecário-Arquivista sendo, finalmente, substituído pelo Curso de Especialização em Ciências Documentais (CECD), com a criação da pós-graduação na área nas Faculdades de Letras das Universidades de Lisboa e de Coimbra, em 1983, e na Universidade do Porto, em 1985.

A constituição da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (APBAD) aconteceu em 1973, depois de cerca de um ano de preparação.

Entre 31 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 1983, o Instituto Português do Livro (IPL) realizou em Lisboa, com a colaboração da APBAD, sessões de um seminário que contou com a presença de Jean Tabet, reputado bibliotecário francês. O seminário teve a faculdade de promover a sensibilização da opinião pública e advertir o governo e as autarquias para a inexistência de uma verdadeira prática de leitura pública no país. Deste seminário saiu o conhecido manifesto intitulado “A Leitura Pública em Portugal - Manifesto”, da responsabilidade de Cabral, Nunes e Portilheiro (1983).

O 1.º Congresso da APBAD em 1985 e a resolução da Secretária de Estado da Cultura  espelha-se no Despacho 23/86 de 11 de Março, que considera “desejável que, progressivamente todo o País venha a ser dotado de uma rede de bibliotecas públicas, funcionando em moldes adequados às exigências do mundo actual”. Com a publicação do Decreto-Lei 111/87 de 11 de Março, as bibliotecas são concebidas para servir o público em geral, respondendo às necessidades de informação, autoformação e ocupação dos tempos livres. A política de leitura pública insere-se, deste modo, no desígnio de desenvolvimento cultural, assentando numa rede de bibliotecas municipais que deve cobrir todo o país. Para a concretização desta política, uma vez mais na história da criação da rede de bibliotecas, o Estado atribui às autarquias a responsabilidade de instituir as bibliotecas e garantir o seu funcionamento. A administração central reserva-se à cooperação técnicofinanceira.

Para a execução deste objectivo de política de leitura pública, através da Rede de Bibliotecas Municipais, o modelo é o do estabelecimento de contratos-programa entre a administração central e as autarquias.

Constata-se que a opção adoptada para a constituição das bibliotecas de leitura pública em Portugal é decalcada do modelo francês, mas de menor dimensão nos vários parâmetros.

Passados 20 anos do início da Rede Nacional de Biblioteca Públicas (RNBP), Oleiro e Heitor (2010) começam por salientar o subdimensionamento das bibliotecas. Quanto às colecções, as autoras referem vários aspectos de incumprimento do programa, sendo que 60% das bibliotecas foram abertas sem atingirem os valores mínimos de acervo documental recomendado pelo programa de leitura pública.

Outra nota negativa apontada por Oleiro e Heitor (2010) é o incumprimento do recomendado pelo programa da rede para os recursos humanos. Constata-se que nos três tipos de bibliotecas, o número de trabalhadores é inferior ao recomendado. No caso dos bibliotecários, com a categoria de técnicos superiores de biblioteca e documentação, só 73% das Bibliotecas Municipais de tipo 1 (BM1) cumprem o programa.  Perante estas evidências, Oleiro e Heitor  (2010) são levadas a concluir que, completados 20 anos do Programa de Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, estas, na sua generalidade, não cumprem os parâmetros mínimos recomendados pela Direcção Geral da Leitura e das Bibliotecas (DGLB) para os recursos de informação, humanos e tecnológicos. Existem grandes disparidades em bibliotecas do mesmo tipo, quanto à dimensão dos recursos e ao número de empréstimos domiciliários. As bibliotecas mais pequenas são as que evidenciam as maiores dificuldades no cumprimento do programa. 

 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:55
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2018

Políticas culturais, de informação e sistemas bibliotecários

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Os diversos contextos políticos e sociais determinam as opções de política de informação e de organização das tipologias e sistemas de bibliotecas.

A política bibliotecária resulta de um ponto de convergência entre a política cultural e a de informação (Garcia Martínez, 2005).

As políticas culturais são reflexo dos avanços civilizacionais que se vão enunciando na filosofia das Luzes, na assunção do ideal de cidadania saído da Revolução Francesa (1789), no processo de consciência da liberdade do sujeito/indivíduo, em ordem à progressão dos movimentos liberais que se expressam claramente a partir do século XIX.

Os sistemas bibliotecários contam-se entre os principais instrumentos de concretização das políticas de informação, e estas devem determinar o modo como se articulam os diversos serviços de informação, os seus princípios orientadores, as questões normativas, os meios de financiamento, as responsabilidades de funcionamento e a distribuição de competências dos

diversos intervenientes no processo de informação.

Assim, López Yepes (1995) define a política de informação e documentação como o conjunto de medidas ou decisões exercidas pelos poderes públicos aos seus diferentes níveis.

Os diversos contextos sociais determinam as opções de política de informação e de organização das tipologias e sistemas de bibliotecas. Garcia Martínez (2005) afirma que o contexto da política bibliotecária encerra, por um lado, o ambiente social e político que condiciona o desenvolvimento dos sistemas bibliotecários e, por outro, influencia o desenho da organização bibliotecária.

Na mesma linha de pensamento, Campillo Garrigós (1998) defende a ideia de que a política de informação e a política cultural convergem na política bibliotecária.

Garcia Martínez (2005) entende que as políticas culturais se devem fundamentalmente à implantação do modelo de Estado de bem-estar social na Europa, e assim coloca-as em meados do século XX, no caso do continente europeu.

É aos poderes públicos que cabe a decisão de estabelecer planos de actuação e a afectação dos recursos (materiais, humanos e financeiros) necessários à concretização das políticas bibliotecárias.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:12
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

"webgrafia" ? não faz sentido

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A Produção científica e a sua condição que é ser publicada, resulta na produção bibliográfica.
Outra característica da produção científica é partir do conhecimento já existente para evoluir, produzir mais e novo conhecimento, inovar e melhorar, produzir novo e inovador “nova et nove”. Acrescentar implica fazer a revisão bibliográfica do já existente, ou como também se diz, mostrar o estado da arte.
O resultado é sempre apresentar a bibliografia das fontes utilizadas. E as fontes podem ser diversas: arquivos, livros, jornais, filmes, manuscritos, pautas musicais, imagens, e muitas outras. Vamos buscar estes documentos a lugares onde os agrupavam e mantinham. Arquivos, Bibliotecas, Centros de documentação, casas paroquiais, casas particulares, associações, e muitos outros lugares. Actualmente o recurso à web, onde estes e outros documentos estão acessíveis e são mantidos, porque foram digitalizados, ou daí já são nativos e muito vulgar. Para a Web já foram descarregados arquivos, livros, discos, filmes, imagens, jornais e muitos outros suportes físicos de informação. A Web não passa e um modo diferente de suporte de informação.
A pesquisa na Web tem hoje mais ocorrências, por ser mais cómoda. Bem mais do que ter de se deslocar fisicamente à fonte. Jornal, biblioteca ou arquivo. É mais rápida, mais versátil. Posso copiar, transferir, formatar e fazer umas tantas outras coisas que fisicamente tem mais trabalho e até custo. Mas os documentos são os mesmos do espaço físico, a web é apenas mais uma ferramenta. E comporta riscos acrescidos de erro e de validade, de verdade e credibilidade.
As regras de publicação, citação e referência de fonte, para a actividade académica ou escolar, para a investigação ou pesquisa destinada a trabalhos escolares com o fim de realizar aprendizagens, não mudaram. Nem o uso de uma ferramenta diferente muda o nome do trabalho.
O termo bibliografia é como já afirmamos, o termo usado para a descrição das fontes utilizadas na elaboração de uma nova pesquisa, reflexão e publicação. Não faz sentido alguém que apenas pesquisou em jornais, afirmasse que tinha feito uma "efémerografia", ou no caso de documentação legislativa dissesse que tinha feito uma "legisgrafia", ou até mais caricato de alguém que tivesse só consultado manuscritos, viesse a referir uma "manusgrafia".
Daqui se infere que o termo "webgrafia" não faz sentido. É inútil como neologismo. É errado como signo, ou seja, não corresponde ao seu significante. A web é apenas o local onde se depositam os recursos informativos. Livros, revistas, jornais, etc. Seria o mesmo que dizer "bibliotecografia". Ou também "arquivografia" só porque um determinado documento estaria num arquivo.
Ainda há dias no bibvirtual dava nota de como citar os vários tipos de documentos, e também os electrónicos. http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/172259.html e http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/citar-ou-nao-173071
Também tenho visto muita falta de rigor na aplicação da Norma Portuguesa NP 405-4 que trata da referência para documentos electrónicos. Aplica-se a livros electrónicos, bases de dados, programas, revistas, artigos e outras publicações electrónicas, a news groups, listas de discussão e mensagens. Enfim, a todos os que preferencialmente usam a web para pesquisar os seus estudos e trabalhos.
Há, no entanto, para estudos específicos de bibliometria, o estudo específico que visa apenas a produção científica publicada na web e que assume a designação de webmetria, ou o estudo quantificado do ponto de vista social da informação (âmbito específico da ciência da informação) veiculada apenas nesse meio específico e que se tem designado por infometria. Mas isso é outra coisa, e para isso se justifica um outro post.
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 17:30
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2016

Informação em Pauta

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Informação em Pauta é um periódico científico eletrônico do Departamento de Ciências da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Ceará (DECINF/PPGCI/UFC), disponível em Open Access no Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER).

A Informação em Pauta tem como objetivo divulgar trabalhos que contribuam para o desenvolvimento e fortalecimento da Ciência da Informação, Biblioteconomia e áreas afins, incentivando a produção de novos conhecimentos.

Com periodicidade semestral, o periódico publica contribuições inéditas em três idiomas: português, espanhol e inglês. As avaliações são realizadas às cegas, pelo Conselho Editorial e pelo Conselho Consultivo, e o fluxo de submissão é contínuo. Os artigos compreendem todas as modalidades dos estudos da área de Ciência da Informação, mas eventualmente algumas edições podem lançar edições especiais que tratem de temas mais específicos da área de estudo em questão.

 

publicado por antonio.regedor às 17:54
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Domingo, 19 de Junho de 2016

Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação

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A Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação A RICI é um periódico científico editado pela Faculdade de Ciência da Informação (FCI) da Universidade de Brasília (UnB) no Brasil por meio do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. No sistema de Periódicos Qualis da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está atualmente classificada como B1 na área de Ciências Sociais Aplicadas I (2015).

Nossa revista e seus artigos estão indexados, depositados e cadastrados em diversas fontes com o propósito de promocionar e dar uma maior visibilidade a seus conteúdos.

 

Entre outros  publica alguns artigos que considerei interessantes:

 

Por Uma Semântica Do Patrimônio Cultural

Ana Lúcia de Abreu Gomes

 

Preservação De Acervo Audiovisual

Angélica Gasparotto de Oliveira

 

História Do Papel: Panorama Evolutivo Das Técnicas De Produção E Implicações Para Sua Preservação

Clara Landim Fritoli, Eduardo Leite Krüger, Silmara Küster de Paula Carvalho

 

 

http://periodicos.unb.br/index.php/RICI

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:19
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Terça-feira, 14 de Junho de 2016

Para nada. É a resposta.

 

 

 

 

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Agradável Imagem e Texto apresentados pela "Livraria Manuel Ferreira"

Para que servem livros antigos? Por que, para que colecionar livros raros? Essas perguntas lembram-me uma história que se conta.

Dizem que um poeta francês foi uma vez apresentado a um riquíssimo banqueiro. O apatacado personagem perguntou ao poeta: 

- Para que serve a poesia?

E o poeta respondeu-lhe:

- Para o senhor, não serve para nada.

Tinha razão o poeta. Para muita gente, tudo na vida deve ter uma utilidade. Para essa gente pretensiosa não adianta explicar certas coisas, elas não chegaram ainda a um desenvolvimento cultural suficiente para apreciar as coisas sem utilidade aparente.

 Se nós examinarmos a evolução, o progresso do mundo, notaremos que só nos países mais adiantados se dá valor às coisas sem utilidade apreciável. É com o progresso material , com a riqueza, que surge a culura, o amor e o respeito pelas coisas tidas como inúteis. É nos países adiantados que se encontram as mais belas bibliotecas, os museus, as coleções particulares de arte. Não quero dizer com isso que só nesses países há gente capaz de apreciar devidamente essas coisas, mas quero notar que esse fato é um índice de progresso. Não é somente a produção per capita que indica o adiantamente de uma região.

Quando se estuda a história das grandes bibliotecas do mundo, das grandes bibliotecas nacionais que fazem o orgulho de muito povo, vê-se logo que elas se formaram, tendo como base uma coleção particular e foram se enriquecendo com a aquisição ou doação de outras coleções particulares. Foram os Mazarin, os Grenville, os Barbosa Machado que, legando ou vendendo seus livros à nação, enriqueceram o patrimônio nacional. 

Se não fossem os amadores americanos que reuniram coleções, alguns à custa de paciência, conhecimento e gosto, outros a poder de milhões, o que seria das famosas bibliotecas e museus dos Estados Unidos? Ninguém pode hoje estudar seriamente Shakespeare e seu tempo, sem frequentar a Folger Library, em Washington e não em Londres, na biblioteca formada por H. C. Folger, no prédio que ele mandou construir.

Seria um não acabar mais o querer mostrar que, graças a colecionadores particulares, muito tesouro é salvo. (...)

A bibliofilia não é somente um passatempo de homens cultos, um hobby inocente, um emprego de capital para alguns espertos, um negócio para milhares de pessoas no mundo. É uma obra de benemerência. 

Se depois de todos esses argumentos ainda houver quem lhe pergunte: "Para que serve colecionar livros raros?" - então voltaremos à velha história que acima contei. Para aqueles que lhe fizeram pergunta, responda: "Para você, não serve para nada".

 

Ruben Borba de Moraes, 'O bibliófilo Aprendiz". Casa da palavra produção editorial.4ª edição. Rio de Janeiro [2005]

 

http://us6.campaign-archive2.com/?u=51928d86ee7fd5e215898fb4b&id=4f8ebac4b0

 

publicado por antonio.regedor às 11:17
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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

O Jogo do Anjo de Carlos Ruiz Zafón

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Émais um livro sobre livros e escritores. Dos esquecidos e dos promovidos. Dos de folha de rosto e dos ghostwriter. E de livreiros por vocação e conheciento e de editores que poderiam de igual forma ser açougueiros.

Quem estuda Ciência da Informação na temática de edição e indústria editorial, tem neste livro temas para várias teses.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:34
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