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Quinta-feira, 24 de Março de 2022

Percursos nas escarpas do Rio Corgo

 

 

Em Vila Real abriram há pouco tempo os percursos naturais do Corgo. São percursos praticamente dentro da cidade, mas num excelente ambiente de ruralidade, beira-rio, entre escarpas e várias cascatas.  Vila Real já tinha um caminho pelas margens do rio Corgo que  designa por percurso geológico do Corgo. Estes dois percursos estão agora unidos. Há agora uma rede coerente de percursos que ligam a cidade, o rio Corgo e se pode prolongar pela ecopista do Corgo (canal de caminho de ferro desactivado).  Começando na   Vila Velha (o primeiro núcleo urbano da cidade), pode visitar-se o museu de arqueologia e a partir de vários pontos desse promontório ter vistas excelentes do território. Daí o percurso desce ao rio. Aproveita ao máximo os caminhos de terra batida existentes com passadiços que ajudam a vencer melhor as pendentes e a travessia do rio quando necessário. Daí também se ter a oportunidade de usufruir do espaço das duas margens. O percurso pode ainda derivar por caminhos de ligação a vários pontos da cidade. Liga ao Percurso Geológico do Parque Corgo com ligação ao Parque Florestal, às piscinas, parque de campismo e áreas fluviais com diversos caminhos e relvados muito bem tratados. Este percurso segue até Abambres com uma entrada junto à Ponte da Timpeira.  Aqui se quiser pode continuar pela ecopista do Corgo ( o canal de caminho de ferro até Chaves).  Para voltar à ”Bila” pode fazê-lo  brevemente pela ecopista até à estação de caminho de ferro (hoje desactivada).  No final merece provar os “covilhetes” de carne ou as “cristas” e os “pitos” da doçaria conventual que ainda hoje a “Bila” se orgulha de preservar.

 

Notas:

“Vila Velha” Núcleo primitivo da ocupação deste território até ao século XIII. Com a doação do Foral por D. Dinis em 1289, a vila desenvolve-se para Norte, expandindo-se para lá do promontório inicial. Para que é hoje  Vila Real sempre em crescimento.  

“Bila” a designação por que os locais tratam carinhosamente e com orgulho a sua cidade.

“Covilhetes”  é um produto tradicional local. É um pastel de forma redonda, com recheio de carne de vaca.

 “Cristas” e “Pitos” são alguns dos produtos da doçaria tradicional de Vila Real que terá origem conventual  (Convento de Santa Clara, também conhecido por Convento de Nossa Senhora do Amparo).

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:45
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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2021

Cerco e ataque a Cambedo

cambedo igreja.jpg  

Faz hoje 75 anos do cerco e ataque à aldeia portuguesa de Cambedo por forças policiais e militares de Portugal e Espanha.

Cambedo é uma pequena aldeia portuguesa na linha de fronteira com Espanha que se localiza na proximidade do marco de fronteira 229. Entre Montalegre e Chaves. Perto das ruinas de um castro e onde também foi território do rei Visigodo Wamba.   

No rescaldo da guerra civil espanhola grupos de republicanos mantiveram acções de guerrilha. Um dos grupos que fazia acções na Galiza tinha muito da sua movimentação por terras de  Oimbra(Galiza) e muito do apoio de rectaguarda em Portugal. Em várias aldeias onde se escondiam e alojavam republicanos ou guerrilheiros. Sendo uma delas Cambedo.

O que restava da guerrilha do final da guerra civil (1936-1939) tinha atravessado a segunda guerra mundial (1939-1945) e era já 1946 e estes republicanos ainda executaram algumas acções. Uma delas foi em Portugal, a última, na aldeia de Negrões.  Esta acção provavelmente  foi a que ditou a recolha de informação por parte da  polícia política portuguesa (PIDE), a  provocação, perseguição, cerco e ataque.   O fim da guerrilha anti-franquista na Galiza.

O cerco à aldeia de Cambedo começou a 20 de Dezembro. Na aldeia estava reunida a cúpula do movimento de guerrilha. O cerco foi montado pela Pide, GNR, Exército vindo de Chaves e  igualmente forças  espanholas.  Durou ainda o dia 21 e no dia seguinte, 22 bombardeada com morteiros pelo exército português. Foi ocupada nesse dia com dois soldados mortos, dois guerrilheiros mortos e um ferido enviado para o campo de concentração do Tarrafal. Uma parte da população foi presa. Alguns dos habitantes estiveram presos por vários anos. A aldeia entrou num limbo. De má fama ninguém para lá ia ou queria com ela identificar-se. As casas bombardeadas nunca mais foram recuperadas. Ainda hoje se encontram destruídas.

 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:00
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