.posts recentes

. ...

. Aumento da Leitura Digita...

. Humberto Ecco.

. Bibliotecas em altura

. Montagem de Bibliotecas

. Bibliotecas Públicas pode...

. Prémio “Exportador de Ciê...

. Bibliotecas e Recursos Hu...

. BIBLIOTECA-BARCO

. "Lego" na Biblioteca

.arquivos

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

...

Mafra.jpg

Bibliotecas Patrimoniais

AS bibliotecas públicas vieram revolucionar a imagem que tínhamos de biblioteca. No entanto as bibliotecas patrimoniais continuam a fascinar-nos. Elas conservam manuscritos, incunábulos, livro antigo, livros protegidos por capas e madeira, pele, com ferragens, alguns até com metais nobres e pedras preciosas, com mais ou menos rubricas, miniaturas, iluminuras. Em pele, pergaminho ou papel, daquele que quase sem acidez e que por isso se conserva por centenas de anos. Bibliotecas pensadas para o efeito. Maiores ou menores, mas com grandes pés-direito. Aproveitando a altura das paredes com mezanines, ou vários balcões, com balaustradas a que se acede por escadas em caracol, visíveis ou mesmo ocultadas. As madeiras trabalhadas, tectos pintados, lustres ou candeeiros de mesa. Bibliotecas que só de as ver nos encantam.

E naturalmente aparecem listas das mais belas. Algumas listas contêm também livrarias comerciais, porque algumas dessas bibliotecas particulares, mais íntimas, também tomas o nome de livraria, por tradução directa do termo em inglês. Nessas listas aparecem habitualmente bibliotecas portuguesas. É o caso da biblioteca Joanina, da Universidade de Coimbra e a do Convento de Mafra. Curiosamente uma das que aparece logo nos primeiros lugares é portuguesa mas situada no Rio de Janeiro. O Real Gabinete Português de Leitura. Eu acrescentaria também a do Conde de Óbidos, no edifício que hoje é a sede da Cruz Vermelha em Lisboa. Haverá muitas outras a merecer um levantamento e registo da sua beleza.

António Borges Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 18:18
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

Aumento da Leitura Digital

1563212282_704245_1564167329_noticia_normal_recort

A Leitura Digital aumenta significativamente em Espanha.

Um mail de Enrique Navas Benito do grupo INFODOC que subscrevo levou-me a um artigo do El País assinado por Peio H. Riaño que dá conta de uma medida do governo espanhol de 2014 que com a “eBiblio” passou a emprestar livros digitais através das bibliotecas públicas.

O resultado foi o incremento de leitores todos os anos. Só no último ano foi registado o aumento foi de 101,4 %.

O serviço de empréstimo está acessível 24 horas por dia, 365 dias por ano e empresta livros, audiolivros, jornais e revistas. Apenas precisa de estar ligado à internet e ter um cartão de utilizador da biblioteca pública local.

A oferta de leitura digital é também entendida como uma forma de reduzir a pirataria e garantir direitos de autor. O que se compreende. Ninguém precisa de piratear se o produto estiver disponível de forma legal e de fácil acesso e gratuito.

É ainda interessante referir que a Federação do Grémio de Editores de Espanha regista uma maior venda de livros digitais em ensaio do que em ficção.

 

Fonte:  https://elpais.com/cultura/2019/07/15/actualidad/1563212282_704245.html

publicado por antonio.regedor às 12:47
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Humberto Ecco.

350x.jpg

Hoje é dia de passar pela biblioteca e voltar a ler “O Nome da Rosa” de Humberto Ecco.

Faz hoje três anos que morreu Humberto Ecco. Volta-me à memória o livro de enorme riqueza informativa sobre a idade média, a vida monástica, as várias correntes do clero regular, as suas diversas visões do mundo e interpretação das escrituras e a sua relação com os  textos filosóficos da tradição Helenística. No final da Idade Média em que a ciência ainda oprimida se tenta libertar do pensamento religioso e afirmar o raciocínio lógico.  Não se trata do simplismo entre o bem e o mal, mas entre  logos e mito,  razão e fé, ciência e religião, teologismo e humanismo.  Tempo de lembrar o Ecco e voltar a lê-lo.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:58
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2019

Bibliotecas em altura

42505247_1412713198863330_2937289367359586304_n (1

Bibliotecas em altura como se fossem catedrais.

São belas estas bibliotecas em edifícios de enormes pé-direito. As estantes alinham-se paredes acima. Chega-se a elas por escadas. Normalmente em caracol que acedem aos varandins. Por vezes as escadas são ocultadas. Como acontece na escada da biblioteca do Conde de Óbidos em Lisboa, em que a escada se oculta numa porta relógio e tem a saída numa espécie de púlpito. Nunca deixamos de nos surpreender com as várias formas das bibliotecas.

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:46
link do post | comentar | favorito
Domingo, 27 de Janeiro de 2019

Montagem de Bibliotecas

IMG_7660.JPG

 

Uma biblioteca é por definição uma colecção de documentos ordenados de modo a permitir a maior e melhor informação nela contida.

Colecção porque resulta da vontade de alguém reunir uns documentos em detrimento de outros. Tem portanto um critério temático. Documentos por ser constituída por suportes de informação que tradicionalmente eram livros, mas que ao longo do tempo em que foram surgindo novos suportes, discos e fitas magnéticas, visuais, audios, electrónicos e digitais, os foi incorporando sempre pelo critério da informação contida. Ordenados por haver necessidade de recuperar informação, apenas conseguida através da sua descrição física e intelectual. Ou seja, descrever o formato e tipo de suporte físico e descrever o seu conteúdo informativo o mais exaustivo possível através de uma linguagem técnica, artificial que traduza a informação de forma a ser pesquisada e encontrada pela sua pertinência. Quer dizer pela importância que possa ter para o pesquisador.

Normalmente é usada uma notação de localização que resulta da simplificação de uma classificação decimal universal. Alguns, poucos elementos dessa classificação são usados para dar uma cota de localização do documento físico. O conteúdo intelectual pode ser pesquisado mais exaustivamente se tiver sido efectuada uma indexação que usando palavras da linguagem natural, constitua uma linguagem organizada por assuntos no sentido de traduzir o conteúdo dos documentos.

Não havendo qualquer regra que indique a ordem das classes de classificação na montagem da biblioteca, há o costume de as colocar por ordem numérica crescente. Mas não tem de ser assim sempre. Há diversas formas de organizar a montagem das bibliotecas. Uma delas é a organização por centros de interesse. E esta forma é compatível com as cotas das notações da classificação decimal universal, a mais generalizada no mundo ocidental.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:33
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 8 de Janeiro de 2019

Bibliotecas Públicas podem fazer melhor

49900092_2074143589307681_7383520236089114624_n.jp

Sempre disse aos meus alunos As Bibliotecas Públicas podem fazer melhor.
Sempre disse publicamente que as bibliotecas podiam abandonar a mentalidade retrógrada de repartição municipal e passar a apresentar-se como serviço público, útil, dinâmico, inovador.
Abram quando os cidadãos que trabalham tenham disponibilidade de horário.
Abram quando os estudantes têm as escolas fechadas e precisam delas.
Abram para promover novos espaços de socialização.
 
E nem precisam pensar muito, basta que copiem a Biblioteca de Oeiras.
publicado por antonio.regedor às 21:00
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2019

Prémio “Exportador de Ciência” para Repositório da UFP

IMG_0877.jpg

 

O Repositório Institucional da Universidade Fernando Pessoa foi distinguido com o prémio “Exportador de Ciência” pelo projecto RCAAP (Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal).

Parabéns a toda a equipa da Biblioteca da Universidade Fernando Pessoa

Formados no interior da Universidade, nos seus cursos de Pós-Graduação, Mestrado e Doutoramento. E que são hoje uma referência de disponibilização de produção científica e da sua exportação.

Profissionais bem formados, competentes, dedicados, e como é símbolo da Universidade, Inovadores, como bem mostra o resultado do seu trabalho.

Estão também de parabéns toda a equipa de professores desses cursos. Professores e profissionais especialistas competentes que produziram tão bons alunos e profissionais competentes.

Todos os alunos formados em Ciência da Informação na Universidade Fernando Pessoa devem sentir-se orgulhosos. Alunos da Licenciatura em Ciências da Informação e Documentação, da Pós-Graduação em Ciências da Informação e Documentação. Do Mestrado em Ciências da Informação e Documentação e do Doutoramento em Ciência da Informação.

 

O galardão foi atribuído às instituições com maior número de downloads a partir de origens externas, na cerimónia de celebração dos 10 anos do RCAAP, que decorreu no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra.

O evento, realizado em parceria entre a FCT/FCCN, a Universidade do Minho e a Universidade de Coimbra, teve como objectivo reunir a comunidade para partilhar e reflectir sobre o passado, presente e futuro do RCAAP.

No final, houve lugar à entrega de vários prémios pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas Instituições de Ensino Superior nos diferentes subsistemas que integram o projecto.

publicado por antonio.regedor às 15:55
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 23 de Outubro de 2018

Bibliotecas e Recursos Humanos

 

 

ESPINHO BIBLIOTECA.jpg

 


Como em tantos outros Concelhos do País, Espinho só começou a despertar para a responsabilidade municipal de promover o livro e a leitura depois da revolução social de 25 de Abril de 1974. No dealbar dos anos sessenta do século XX, o panorama dos consumos culturais, altura em que arranca a Rede de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), é particularmente escasso,haja em vista que a taxa de analfabetismo era de 40,3%, com um total de apenas oitenta e nove (89) bibliotecas no país (Barreto, 2000 in Regedor, 2014: 94).

Mesmo muito depois do 25 de Abril, aquando da publicação do Guia das Bibliotecas Municipais (1986), São claramente bibliotecas de reduzida dimensão e só existem em um quarto do número de Concelhos. Apenas dezassete (17) bibliotecas possuíam bibliotecário diplomado. Vinte e duas (22) bibliotecas existiam apenas com pessoal indiferenciado, e quarenta e quatro (44) bibliotecas funcionavam sem qualquer elemento com formação. (Regedor, 2014:141-142)

Até aos anos oitenta Espinho não foi excepção. A gradual preocupação com a cultura, foi lenta e deveu-se a acções de alguns autarcas. O Presidente de Câmara Sr. Bártolo adquiriu em bloco, a uma editora, um conjunto de bibliografia dos anos setenta. O Dr. Azevedo Brandão quando foi vereador da cultura encontrou um pequeno espaço para abrir uma biblioteca ao público. Foi o primeiro andar da escola nº3 de Espinho. Encontrou com disposição de aí trabalhar o Fernando Maia, que teve de ir fazer um curso de técnico de biblioteca. Foi posteriormente reforçada com a vinda da Alexandra Rodrigues que entrou já com formação técnica. A D. Elsa, que se seguiu ao Dr. Brandão na vereação da cultura, teve o meu contributo para organizar a equipa da biblioteca e para concorrer aos apoios que na altura a Secretaria de Estado disponibilizava para a construção de edifício para biblioteca. Por proposta da D. Elsa, ao Presidente de Câmara Dr. Lito de Almeida celebrou comigo um contrato de prestação de serviços para desenvolver os serviços culturais e concorrer aos apoios para a construção de uma nova biblioteca. A primeira equipa foi recrutada de forma muito heterogénea e com gente muito nova que se mostrou muito interessada e se entusiasmou com o desafio. A Fernanda que vinha da ocupação de tempos livres. A Josefina Resende do desemprego de longa duração. O Rui também dos tempos livres, e a Teresa que já tinha frequentado o ensino superior,mas preferiu trabalhar na biblioteca. Tínhamos assim dois técnicos, o Fernando Maia e a Alexandra Rodriques. Aos novos recrutados, eu e a D. Elsa quase os obrigamos a ir para Coimbra frequentar um curso de técnico de biblioteca. O Rui, a Fernanda Godinho, e a Josefina Resende, fizeram-no com esforço, mas entusiasmo e bom resultado. Mais tarde a Isabel Catarino veio integrar o grupo. A competência da Biblioteca de Espinho aumentou de forma notória até mesmo na Biblioteca Nacional de Lisboa que nos forneceu de forma pioneira o programa de informatização. Não havia ainda um novo edifício, mas a capacidade técnica era excelente apesar das instalações provisórias e exíguas. A aprovação do projecto para a construção de novo edifício para a biblioteca foi conseguido ainda no tempo da D. Elsa Tavares e do Presidente Sr. Romeu Vitó. Na realidade foram dois projectos muito discutidos e analisados, nos mais variados pormenores, que tive com o saudoso Arquitecto Rui Lacerda e a que mais tarde se juntou o Arquitecto Castelo. Foram muitos dias passados à frente do estirador a discutir com o Arquitecto Rui e com o Arquitecto Castelo a melhor forma de concretizar o programa de biblioteca de leitura pública. Até ao dia em que fomos a Lisboa discutir com os arquitectos e técnicos do então IPLB a aprovação do projecto.  Dos iniciais técnicos, O Fernando Maia que desde cedo se interessou por computadores, veio depois a Licenciar-se em Engenharia Informática. A Alexandra Rodrigues veio mais tarde a frequentar Ciência da Informação. Refiro isto, para que se tenha a noção de que na administração pública há pessoas com valor, que adquirem competências ao longo da vida, e que quando incentivadas e reconhecidas trabalham com gosto e eficiência. E é normal que recordem com orgulho os seus percursos pessoais e profissionais dedicados ao serviço público e à cultura.

Este ambiente de criação de equipas e formação técnica senti-o igualmente em muitas outras bibliotecas, do Norte e Centro do país, por onde fiz formação a técnicos de biblioteca. A qualificação dos recursos humanos das bibliotecas quase que partia do seu interior, e hoje infelizmente não tem qualquer incentivo dos responsáveis políticos. As actuais debilidades das bibliotecas públicas estão em parte nesta falta de sensibilidade dos autarcas para a necessidade da melhor qualidade dos recursos humanos. E que estes só se conseguem com incentivo e reconhecimento.

A reposição da carreira específica de Biblioteca e Arquivo é crucial para o futuro destes serviços equipamentos.


Nota: As referências pessoais foram citadas de memória. Os referidos terão a liberdade de corrigir qualquer  imprecisão que possa existir.

 

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 13:53
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

BIBLIOTECA-BARCO

DSC2080-kopier-1024x678.jpg

 

 

Imaginar a biblioteca-barco a percorrer a zona fronteiriça de Melgaço a Caminha e do lado Galego de Goyan a Creciente. Ou a subir o Douro navegável e visitar um sem número de localidade da beira rio afastadas das sedes de Concelho com bibliotecas.  Navegar o Mondego e o Tejo. Fazer a ligação interior do grande lago peninsular que é o Alqueva. Ou voltando a cursar o rio que várias civilizações transportou do Al-Gharb a Alcoutim e Mértola, partilhando também com Sanlucar ou Ayamonte.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:18
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 20 de Julho de 2018

"Lego" na Biblioteca

legopowellsbookstore.jpg

Era já adulto quando contactei com “Lego”, e fiquei entusiasmado.  Ofereci à minha filha vários “Legos”. No mercado havia para além das bases standart, carros, casas, muitas delas com grandes pormenores de jardins, flores, mobília e bonecos de várias profissões. Mas nunca encontrei nenhuma biblioteca ou bibliotecário ou bibliotecária. Talvez por isso tenha prestado maior atenção ao post de Julián Marquina que aqui vos deixo em link https://www.julianmarquina.es/12-bibliotecas-con-piezas-de-lego-que-te-encantaria-tener-en-casa/

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:14
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
15
17
18
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds