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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Humberto Ecco.

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Hoje é dia de passar pela biblioteca e voltar a ler “O Nome da Rosa” de Humberto Ecco.

Faz hoje três anos que morreu Humberto Ecco. Volta-me à memória o livro de enorme riqueza informativa sobre a idade média, a vida monástica, as várias correntes do clero regular, as suas diversas visões do mundo e interpretação das escrituras e a sua relação com os  textos filosóficos da tradição Helenística. No final da Idade Média em que a ciência ainda oprimida se tenta libertar do pensamento religioso e afirmar o raciocínio lógico.  Não se trata do simplismo entre o bem e o mal, mas entre  logos e mito,  razão e fé, ciência e religião, teologismo e humanismo.  Tempo de lembrar o Ecco e voltar a lê-lo.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:58
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2019

Bibliotecas em altura

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Bibliotecas em altura como se fossem catedrais.

São belas estas bibliotecas em edifícios de enormes pé-direito. As estantes alinham-se paredes acima. Chega-se a elas por escadas. Normalmente em caracol que acedem aos varandins. Por vezes as escadas são ocultadas. Como acontece na escada da biblioteca do Conde de Óbidos em Lisboa, em que a escada se oculta numa porta relógio e tem a saída numa espécie de púlpito. Nunca deixamos de nos surpreender com as várias formas das bibliotecas.

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:46
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Domingo, 27 de Janeiro de 2019

Montagem de Bibliotecas

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Uma biblioteca é por definição uma colecção de documentos ordenados de modo a permitir a maior e melhor informação nela contida.

Colecção porque resulta da vontade de alguém reunir uns documentos em detrimento de outros. Tem portanto um critério temático. Documentos por ser constituída por suportes de informação que tradicionalmente eram livros, mas que ao longo do tempo em que foram surgindo novos suportes, discos e fitas magnéticas, visuais, audios, electrónicos e digitais, os foi incorporando sempre pelo critério da informação contida. Ordenados por haver necessidade de recuperar informação, apenas conseguida através da sua descrição física e intelectual. Ou seja, descrever o formato e tipo de suporte físico e descrever o seu conteúdo informativo o mais exaustivo possível através de uma linguagem técnica, artificial que traduza a informação de forma a ser pesquisada e encontrada pela sua pertinência. Quer dizer pela importância que possa ter para o pesquisador.

Normalmente é usada uma notação de localização que resulta da simplificação de uma classificação decimal universal. Alguns, poucos elementos dessa classificação são usados para dar uma cota de localização do documento físico. O conteúdo intelectual pode ser pesquisado mais exaustivamente se tiver sido efectuada uma indexação que usando palavras da linguagem natural, constitua uma linguagem organizada por assuntos no sentido de traduzir o conteúdo dos documentos.

Não havendo qualquer regra que indique a ordem das classes de classificação na montagem da biblioteca, há o costume de as colocar por ordem numérica crescente. Mas não tem de ser assim sempre. Há diversas formas de organizar a montagem das bibliotecas. Uma delas é a organização por centros de interesse. E esta forma é compatível com as cotas das notações da classificação decimal universal, a mais generalizada no mundo ocidental.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:33
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2019

Bibliotecas Públicas podem fazer melhor

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Sempre disse aos meus alunos As Bibliotecas Públicas podem fazer melhor.
Sempre disse publicamente que as bibliotecas podiam abandonar a mentalidade retrógrada de repartição municipal e passar a apresentar-se como serviço público, útil, dinâmico, inovador.
Abram quando os cidadãos que trabalham tenham disponibilidade de horário.
Abram quando os estudantes têm as escolas fechadas e precisam delas.
Abram para promover novos espaços de socialização.
 
E nem precisam pensar muito, basta que copiem a Biblioteca de Oeiras.
publicado por antonio.regedor às 21:00
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2019

Prémio “Exportador de Ciência” para Repositório da UFP

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O Repositório Institucional da Universidade Fernando Pessoa foi distinguido com o prémio “Exportador de Ciência” pelo projecto RCAAP (Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal).

Parabéns a toda a equipa da Biblioteca da Universidade Fernando Pessoa

Formados no interior da Universidade, nos seus cursos de Pós-Graduação, Mestrado e Doutoramento. E que são hoje uma referência de disponibilização de produção científica e da sua exportação.

Profissionais bem formados, competentes, dedicados, e como é símbolo da Universidade, Inovadores, como bem mostra o resultado do seu trabalho.

Estão também de parabéns toda a equipa de professores desses cursos. Professores e profissionais especialistas competentes que produziram tão bons alunos e profissionais competentes.

Todos os alunos formados em Ciência da Informação na Universidade Fernando Pessoa devem sentir-se orgulhosos. Alunos da Licenciatura em Ciências da Informação e Documentação, da Pós-Graduação em Ciências da Informação e Documentação. Do Mestrado em Ciências da Informação e Documentação e do Doutoramento em Ciência da Informação.

 

O galardão foi atribuído às instituições com maior número de downloads a partir de origens externas, na cerimónia de celebração dos 10 anos do RCAAP, que decorreu no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra.

O evento, realizado em parceria entre a FCT/FCCN, a Universidade do Minho e a Universidade de Coimbra, teve como objectivo reunir a comunidade para partilhar e reflectir sobre o passado, presente e futuro do RCAAP.

No final, houve lugar à entrega de vários prémios pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas Instituições de Ensino Superior nos diferentes subsistemas que integram o projecto.

publicado por antonio.regedor às 15:55
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2018

Bibliotecas e Recursos Humanos

 

 

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Como em tantos outros Concelhos do País, Espinho só começou a despertar para a responsabilidade municipal de promover o livro e a leitura depois da revolução social de 25 de Abril de 1974. No dealbar dos anos sessenta do século XX, o panorama dos consumos culturais, altura em que arranca a Rede de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), é particularmente escasso,haja em vista que a taxa de analfabetismo era de 40,3%, com um total de apenas oitenta e nove (89) bibliotecas no país (Barreto, 2000 in Regedor, 2014: 94).

Mesmo muito depois do 25 de Abril, aquando da publicação do Guia das Bibliotecas Municipais (1986), São claramente bibliotecas de reduzida dimensão e só existem em um quarto do número de Concelhos. Apenas dezassete (17) bibliotecas possuíam bibliotecário diplomado. Vinte e duas (22) bibliotecas existiam apenas com pessoal indiferenciado, e quarenta e quatro (44) bibliotecas funcionavam sem qualquer elemento com formação. (Regedor, 2014:141-142)

Até aos anos oitenta Espinho não foi excepção. A gradual preocupação com a cultura, foi lenta e deveu-se a acções de alguns autarcas. O Presidente de Câmara Sr. Bártolo adquiriu em bloco, a uma editora, um conjunto de bibliografia dos anos setenta. O Dr. Azevedo Brandão quando foi vereador da cultura encontrou um pequeno espaço para abrir uma biblioteca ao público. Foi o primeiro andar da escola nº3 de Espinho. Encontrou com disposição de aí trabalhar o Fernando Maia, que teve de ir fazer um curso de técnico de biblioteca. Foi posteriormente reforçada com a vinda da Alexandra Rodrigues que entrou já com formação técnica. A D. Elsa, que se seguiu ao Dr. Brandão na vereação da cultura, teve o meu contributo para organizar a equipa da biblioteca e para concorrer aos apoios que na altura a Secretaria de Estado disponibilizava para a construção de edifício para biblioteca. Por proposta da D. Elsa, ao Presidente de Câmara Dr. Lito de Almeida celebrou comigo um contrato de prestação de serviços para desenvolver os serviços culturais e concorrer aos apoios para a construção de uma nova biblioteca. A primeira equipa foi recrutada de forma muito heterogénea e com gente muito nova que se mostrou muito interessada e se entusiasmou com o desafio. A Fernanda que vinha da ocupação de tempos livres. A Josefina Resende do desemprego de longa duração. O Rui também dos tempos livres, e a Teresa que já tinha frequentado o ensino superior,mas preferiu trabalhar na biblioteca. Tínhamos assim dois técnicos, o Fernando Maia e a Alexandra Rodriques. Aos novos recrutados, eu e a D. Elsa quase os obrigamos a ir para Coimbra frequentar um curso de técnico de biblioteca. O Rui, a Fernanda Godinho, e a Josefina Resende, fizeram-no com esforço, mas entusiasmo e bom resultado. Mais tarde a Isabel Catarino veio integrar o grupo. A competência da Biblioteca de Espinho aumentou de forma notória até mesmo na Biblioteca Nacional de Lisboa que nos forneceu de forma pioneira o programa de informatização. Não havia ainda um novo edifício, mas a capacidade técnica era excelente apesar das instalações provisórias e exíguas. A aprovação do projecto para a construção de novo edifício para a biblioteca foi conseguido ainda no tempo da D. Elsa Tavares e do Presidente Sr. Romeu Vitó. Na realidade foram dois projectos muito discutidos e analisados, nos mais variados pormenores, que tive com o saudoso Arquitecto Rui Lacerda e a que mais tarde se juntou o Arquitecto Castelo. Foram muitos dias passados à frente do estirador a discutir com o Arquitecto Rui e com o Arquitecto Castelo a melhor forma de concretizar o programa de biblioteca de leitura pública. Até ao dia em que fomos a Lisboa discutir com os arquitectos e técnicos do então IPLB a aprovação do projecto.  Dos iniciais técnicos, O Fernando Maia que desde cedo se interessou por computadores, veio depois a Licenciar-se em Engenharia Informática. A Alexandra Rodrigues veio mais tarde a frequentar Ciência da Informação. Refiro isto, para que se tenha a noção de que na administração pública há pessoas com valor, que adquirem competências ao longo da vida, e que quando incentivadas e reconhecidas trabalham com gosto e eficiência. E é normal que recordem com orgulho os seus percursos pessoais e profissionais dedicados ao serviço público e à cultura.

Este ambiente de criação de equipas e formação técnica senti-o igualmente em muitas outras bibliotecas, do Norte e Centro do país, por onde fiz formação a técnicos de biblioteca. A qualificação dos recursos humanos das bibliotecas quase que partia do seu interior, e hoje infelizmente não tem qualquer incentivo dos responsáveis políticos. As actuais debilidades das bibliotecas públicas estão em parte nesta falta de sensibilidade dos autarcas para a necessidade da melhor qualidade dos recursos humanos. E que estes só se conseguem com incentivo e reconhecimento.

A reposição da carreira específica de Biblioteca e Arquivo é crucial para o futuro destes serviços equipamentos.


Nota: As referências pessoais foram citadas de memória. Os referidos terão a liberdade de corrigir qualquer  imprecisão que possa existir.

 

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 13:53
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

BIBLIOTECA-BARCO

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Imaginar a biblioteca-barco a percorrer a zona fronteiriça de Melgaço a Caminha e do lado Galego de Goyan a Creciente. Ou a subir o Douro navegável e visitar um sem número de localidade da beira rio afastadas das sedes de Concelho com bibliotecas.  Navegar o Mondego e o Tejo. Fazer a ligação interior do grande lago peninsular que é o Alqueva. Ou voltando a cursar o rio que várias civilizações transportou do Al-Gharb a Alcoutim e Mértola, partilhando também com Sanlucar ou Ayamonte.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:18
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2018

"Lego" na Biblioteca

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Era já adulto quando contactei com “Lego”, e fiquei entusiasmado.  Ofereci à minha filha vários “Legos”. No mercado havia para além das bases standart, carros, casas, muitas delas com grandes pormenores de jardins, flores, mobília e bonecos de várias profissões. Mas nunca encontrei nenhuma biblioteca ou bibliotecário ou bibliotecária. Talvez por isso tenha prestado maior atenção ao post de Julián Marquina que aqui vos deixo em link https://www.julianmarquina.es/12-bibliotecas-con-piezas-de-lego-que-te-encantaria-tener-en-casa/

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:14
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Terça-feira, 5 de Junho de 2018

Bibliotecas na Turquia

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O nível de desenvolvimento, de informação e de liberdade de expressão, não se pode aferir apenas pela situação das bibliotecas. Mas este indicador, é já por si significativo.  Basta termos memória da ditadura portuguesa que anulou as bibliotecas, e que durante a ditadura foi uma iniciativa privada, a Fundação Calouste Gulbenkian, que fez a promoção do livro, da leitura e do conhecimento através de  bibliotecas itinerantes. 

O jornal turco,  Daily Sabah, de Istambul, publicado a 29 de Set 2017, dá conta da situação das bibliotecas na Turquia.

Há  apenas uma biblioteca pública por 70 mil pessoas na Turquia, de acordo com um relatório recente publicado pela Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecas (IFLA). Na União europeia o número é de uma bibliotecas por cada  62oo pessoas (cf.  2016 "Library Map of the World" 2016).

Segundo o relatório referido, há na europa:  5.021 bibliotecas públicas na Alemanha, 6.042 na Itália e 16.100 na França. A Turquia com maior população, tem apens 1 137 bibliotecas públicas.

A Turquia também sofre com um número baixo de funcionários por  biblioteca de acordo com a IFLA. Por exemplo, enquanto a Alemanha emprega 11 mil funcionários em  biblioteca pública, a Turquia emprega 3 490. 

Em 2016, a Alemanha registrou 315 milhões de livros emprestados, enquanto a Turquia contou com 9 milhões.

Para igualar a média de  bibliotecas  per capita da UE, a Turquia precisaria multiplicar por dez, os  seus recursos atuais.

O Goethe Institut na Turkia, confirma que há  aproximadamente  1.100 bibliotecas públicas estaduais na Turquia, dependentes da Direção Geral de Bibliotecas e Publicações [KYGM . 

Cada uma das 81 províncias da Turquia opera uma biblioteca provincial no centro [İl Halk Kütüphanesi] .

Existem várias bibliotecas distritais em cada distrito provincial [İlçe Halk Kütüphanesi]. 

As bibliotecas provinciais coordenam e controlam parcialmente as bibliotecas distritais, que pertencem à sua província.

As bibliotecas públicas são visitadas principalmente por crianças e jovens, ou seja, alunos e estudantes, já que a maioria das bibliotecas escolares não são atraentes ou tem acessibilidade limitada. As taxas de oferta e uso das bibliotecas públicas relacionadas à população são muito baixas - apenas 0,2 livros estão disponíveis por habitante e apenas 5% da população são membros da biblioteca pública. 

 Há, no momento, 43 bibliotecas móveis na Turquia e um total de 737 pontos de serviço.

Muitas bibliotecas públicas são acomodadas em edifícios históricos ou em edifícios de administração padrão. Apenas alguns têm edifícios, que foram projetados e construídos como edifícios de bibliotecas.

Todas as bibliotecas públicas são totalmente automatizadas com um software disponível de forma central chamado Milas. As explorações de todas as bibliotecas públicas podem ser pesquisadas on-line por uma superfície conjunta que também oferece a possibilidade de pesquisar no Catálogo Nacional-União TO-KAT. AsAs

As coleções de bibliotecas públicas são composts com 38% de  livros de ficção e por 62%)  de livros de não ficção.  O número de material audiovisual digital oferecido é muito baixo. 

A maioria das bibliotecas públicas tem locais de trabalho na Internet para usuários e todas as bibliotecas provinciais possuem sites próprios.

As bibliotecas públicas não têm pessoal formado em Ciência da Informação. Haverá apenas cerca de  300 bibliotecários com qualificações acadêmicas.

 

 

http://www.goethe.de/ins/tr/lp/prj/bpt/lds/oeb/oebs/enindex.htm

publicado por antonio.regedor às 12:02
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2018

Bibliotecas na Finlândia

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A Finlândia vai oferecer a si própria uma biblioteca no seu centésimo aniversário de independência. A notícia é de Adam Jezard, de 29 de Maio de 2018 no World Economic Forum.
 
 
 
Em 2016 a Finlândia ficou em segundo lugar no Network Readiness Index. É um dos países, do mundo, onde mais se lê. Ao mesmo tempo tem uma das maiores velocidades de banda larga do mundo e prevê-se que em 2021 quase 86% de sua população possua um smartphone.
 
E sendo um dos países mais tecnológicos do mundo , pretende marcar o 100º aniversário de sua independência abrindo uma nova biblioteca. Claro que o conceito que possuem de biblioteca, vai muito para além daquilo que nós atavicamente e sempre atrasados na inovação, pensamos. A Biblioteca com o novo conceito, terá cinema, estúdio de gravação.
 
Tem o apoio político unânime, e vai localizar-se frente ao Parlamento do país que tem alto nível de serviços públicos . Será comparticipada pela administração central e local. AS bibliotecas estão entre os serviços preferidos pelos Finlandeses. Para 5,5 milhões de habitantes o empréstimo de livros por ano é de mais de 68 milhões. Nas biblioteca há para além dos livros e das suas formas digitais, empréstimo do tipo mais variado ( Arte, bolas de futebol, jogos de jardim, máquinas de costura entre outros).
 
É tudo gratuito e a Lei das Bibliotecas assim o obriga. Desde 1928, sim, leram bem, 1928 têm lei para garantir para manter as bibliotecas actualizadas, modernas e relevantes para a sociedade em tempos de mudança. O acesso de todos os cidadãos à informação e cultura, à aprendizagem ao longo da vida, à cidadania activa e democracia.

 Fonte: https://www.weforum.org/agenda/2018/05/finland-has-just-given-itself-a-100th-birthday-present-a-library/

 

 

publicado por antonio.regedor às 14:26
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