.posts recentes

. Porto: ponto de encontro ...

. Nadir Afonso

. Arte

. Livro, Arte e Arqueologia...

.arquivos

. Setembro 2021

. Agosto 2021

. Julho 2021

. Junho 2021

. Maio 2021

. Abril 2021

. Março 2021

. Fevereiro 2021

. Janeiro 2021

. Dezembro 2020

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em destaque no SAPO Blogs
pub
Sexta-feira, 25 de Junho de 2021

Porto: ponto de encontro de história, arte e religião. Parte I – A Penaventosa. De Ernesto Vaz Ribeiro.

20210625_182329.jpg

O Porto tem mais um livro de divulgação. É da autoria de Ernesto Vaz Ribeiro e cobre uma área de conhecimento que não é habitual nos textos de divulgação da cidade.

Há várias publicações de história da cidade. Vários historiadores a ela se dedicaram. Nomes como Miguel Duarte, Oliveira ramos, Francisco Ribeiro da Silva  só para citar professores da universidade do Porto, mas há outros.

Ernesto Vaz Ribeiro, arrisca uma visão do Porto que não sendo muito comum.  Avança para além  da história com preciosa informação de arte e religião. A primeira surpresa é a apresentação do Porto a partir da informação geológica do local onde se iniciou o assentamento dos povos que vieram a dar início a este povoado e cidade. Faz referência aos vários povos que aqui se instalaram. Busca a origem do topónimo. E mais importante é o enquadramento social e cultural que à época proporciona o desenvolvimento da cidade e a íntima ligação com o despontar da importância do condado portucalense e a nacionalidade.

Ernesto Vaz Ribeiro coloca, e bem, a questão dos interesses religiosos de Braga contra Santiago.   A influência dos franceses de Borgonha, as suas ligações à poderosa abadia de Cluny. A colocação destes nas posições de liderança do Condado Portucalense.  O incómodo que será para a aristocracia portucalense, essencialmente a do norte do Douro.  A independência de Portugal resultado também da vontade da igreja local.

Colocado o enquadramento, o autor descreve de forma pormenorizada o povoado da Pena Ventosa, a evolução da cerca (ou cercas), a cividade e portas e espaços religiosos.  É nos espaços religiosos, e desde logo a Sé, que o livro nos concede enorme manancial de informação. Quer  do património construído, dos espaços de culto, da sua arquitectura, e pormenores artísticos.  Mas não se fica apenas por aí. É um excelente texto explicativo das várias ordens religiosas envolvidas nessas edificações religiosas e que fazem do livro tão singular na sua importância.

O livro de Ernesto Vaz Ribeiro dá razão ao título: “Porto: ponto de encontro de história, arte e religião. Parte I – A Penaventosa” A Editora é “Zéfiro” e a primeira edição é de Dezembro de 2010. Por comodidade o livro pode ser pedido  a zefiro@zefiro.pt. O meu chegou mais rápido que  pedido na livraria.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:21
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quinta-feira, 1 de Outubro de 2020

Nadir Afonso

NADIR.jpg

Nadir Afonso, Sirènes. [Acrílico s/ tela. 98,5 x 108,5 cm]. 2001

Nasceu em Chaves a 1920. Estudou Arquitecura na Escola de Belas-Artes do Porto. Em Paris estudou pintura na École des Beaux-Arts. Colaborou com Le Corbusier e no Brasil com Niemeyer. A sua pintura de composições geométricas passa pelos períodos egípcio, barrroco, e espacillimité. Passando para as cidades geométricas e actualmente também figuras humans geométricas.  Em Espinho podem ver esta diacronia da obra de Nadir Afonso. A Exposição está no Museu Municipal até ao próximo dia 10. A não peder.

publicado por antonio.regedor às 21:23
link do post | comentar | favorito
Domingo, 4 de Fevereiro de 2018

Arte

sevilhana.jpg

A Arte é superação.

Impõe fazer melhor, melhorar ainda mais, aperfeiçoar.

Ter consciência das limitações, imperfeições e querer, ter vontade de querer , superá-las.

Implica a persistência no esforço , superação da frustração, combate ao desalento.

Dá alegria da realização, satisfação da concretização, alacridade do desempenho.

Concede o júbilo de quando se faz bem, o melhor que sabemos, o mais perfeito que pudemos, esse júbilo é fermento para fazer ainda melhor.

 

António Regedor

tags: ,
publicado por antonio.regedor às 11:21
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012

Livro, Arte e Arqueologia na Biblioteca de Espinho

 

A Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, em Espinho numa das suas iniciativas de promoção do livro e da leitura, elaborou uma instalação que alia o livro com o património arqueológico local. No território que hoje é municipio de Espinho situa-se um povoado castrejo romanizado que datará de cerca de um século antes de cristo e um século depois de cristo. No átrio da biblioteca foi construída com livros uma reprodução de uma simulação de habitação dessa época. Feliz e interessante esta iniciativa onde no mesmo objecto se pode referir entre outros aspectos a arqueologia, a cultura castreja, a biblioteca, o livro e a arte.

publicado por antonio.regedor às 14:48
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
23
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Dança

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds