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Sexta-feira, 2 de Agosto de 2019

Roteiro por Terras do Nordeste Tranamontano

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O Nordeste de Portugal oferece vários ambientes, paisagens e muitas oportunidades de conhecer uma riqueza patrimonial que como nacionais deve ser do nosso orgulho e do nosso usufruto.

Para cima de Vila Real, há um roteiro de cidades começadas com a letra M e que constituem um roteiro de agradável interesse turístico.

Murça destaca-se na paisagem por ter todo o espaço do Concelho plantado a vinha, nos melhores terrenos. Alguns destes são terras de benefício. Ou seja, podem produzir vinho do Porto. Outros terrenos mais pequenos ou mais inclinados com oliveira. E ainda outros com amendoeira e outras árvores de fruto.

Mirandela continua a paisagem iniciada em Murça. É o centro da Terra Quente transmontana de grande riqueza agrícola. Mostra-se agradável. Preserva a ponte românica. O rio faz um grande espelho de água onde se desenvolvem várias actividades náuticas. Os espaços de jardins amenizam a intensidade do calor no verão e abrigam do vento em tempo de inverno. Os Távoras já aqui foram influentes. O seu Paço é agora a sede do Município, depois de já ter sido Quartel e Liceu.

Macedo de Cavaleiros tem posição privilegiada junto da albufeira do Azibo. Soube aproveitar muito bem este enorme potencial turístico. Conta já com duas praias que se repartem por pequenas enseadas que lhes dão dimensão humana, e tranquilidade. Mas muito mais potencial tem este grande lago resultante da barragem do Azibo. Há ainda muito a desenvolver.

Mogadouro fica já um pouco deslocado para o interior e isso sente-se no seu desenvolvimento. A terra natal de Trindade Coelho preserva ainda o castelo que foi doado a Pedro Lourenço de Távora em 1401 e o pelourinho símbolo de Concelho por Foral de D. Afonso III em 1272. A existência de arte rupestre na Boca da “Ribeira do Medal” conforma a ocupação desde território desde o Paleolítico Superior (42 000 anos), e em Penas Roias com vestígios de pinturas do Calcolítico (4 500 anos). Pena que o turismo local não tenha bons roteiros com estes lugares, estradas, caminhos e todas as indicações e condições necessárias à valorização detes lugares, com excepção da informação do castro de Vilarinho dos Galegos.

Miranda do Douro encostada a Espanha, beneficia turisticamente dessa posição. Impressiona pela sua fortificação. Conserva o que resta da explosão do castelo, e preserva e recupera o paço episcopal. Pertencia à Arquidiocese de Braga, até que em 1545 ganhou o estatuto de Diocese. É dividida em 1770 passando a existir uma outra em Bragança. Volta a unir-se em 1780 com sede em Bragança. Desde 1996 a designação é de Diocese de Bragança-Miranda.

publicado por antonio.regedor às 16:36
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

PASSADIÇO DO PAIVA

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É um dos que produz mais impacto ao visitante. A região é maravilhosa. Possui ainda grande diversidade biológica. O Rio é límpido, com muito peixe. Comporta várias práticas desportivas e de lazer.

Para chegar, tomando a direcção de Arouca, deve seguir a partir daí pela Estrada ER 326-1.

O percurso total do passadiço têm a extensão de 8 650 metros na sua maioria em madeira, e com pequenas ligações em caminho de terra. Tem uma parte fracamente mais difícil. A do Areinho até ao Vau por ser mais acidentada e menos protegida por vegetação. Pasado esse troço mais difícil, é sempre a descer, ao longo do rio, pela margem muito arborizada, o que lhe confere frescura e agradável sensação de passeio na natureza.

Recomendo começar pelo Areino. É uma pequena praia fluvial. Arborizada. O primeiro kilómetro é plano em terra batida até ao sopé da encosta que será subida em escadaria. Não se entusiasmem. Subam lentamente, aumentando o ritmo cardíaco lentamente. Aproveitem a paisagem, tirem fotografias, conversem. A subida será tanto mais agradável quanto mais lenta. No cimo sentirão uma sensação de vitória, satisfação pelo que já percorreram e domínio da paisagem. Aí verão a construção da ponte pedonal na zona da Cascata das Aguieiras. Tal como na subida, agora é outra escadaria a descer a encosta até uma cota próximo do leito de cheia desse maravilhoso rio Paiva. A partir daí, o percurso vai sempre a descer dando a sensação de plano. Acompanha o curso do rio. Sensivelmente a meio há outra praia fluvial. A do Vau. Com apoios para refeição ligeira, sanitários e muita frescura para os dias de calor. Recompostos à medida que se aproxima o fim do passadiço, na Espiunca, fica a vontade de fazer mais. Divirtam-se.



António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:04
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2017

ALMARAZ E OUTRAS COISAS MÁS

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É um livro sobre o nuclear, coordenado por António Eloy.

Tem mais de trinta colaborações que abordam de diversas formas as questões e as actividades contra a poderosa indústria da produção de plutónio agregada ao nuclear de produção energético. É todo um mundo político, financeiro e industrial e militar que tem alguns combatentes e que neste livro dão testemunho na priemira pessoa. 

A primeira apresentação do livro será em Cuenca no dia 24 de Novembro, onde estarão cerca de dez colaboradores.

No  dia 7 de Dezembro, entre as 19 e as 21 horas, será o lançamento nacional  será na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa.

 

São colaboradores:

 

António J.Regedor,

António M. Redol,

António Sá da Costa

Carla Graça

Carlos Laia,

Carlos Pimenta & Henri Baguenier,

(Chema)José Mazon,

Francisca(Paca)Blanco,

Francisco(Paco)Castejon,

Francisco Ferreira,

Isabel do carmo,

João Joanaz Melo

João Paulo Cotrim,

José Luiz A. Silva,

José Martins de Carvalho

José Ramon Barrueco,

Manuel Collares Pereira,

Luís Silva,

Miguel Manzanera,

Mila Simões Abreu,

Nuno Farinha,

Nuno Sequeira,

Paulo T, Santos,

Pedo T.da  Mota,

Raquel Montón,

Romão Ramos,

Susana Fonseca & Nuno Borge,

Viriato Soromenho Marques,

Yolanda Picaso.

 

publicado por antonio.regedor às 12:14
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015

Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes. Apresentação no Porto

4 Março.jpg

 

“Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes” de António Eloy

Apresentação no Porto

Dia 4 de Março ás 18h30m no R’Domus, Rua da Arménia. (Miragaia).

 

 

António Eloy, na primeira pessoa, faz uma viagem de 40 anos pelo ambiente em Portugal.

O livro em que faz essa viagem tem por título: “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes” com prefácio de Paulo Trigo Pereira, e foi editado pela Esfera do Caos.

Está lá o surgimento do movimento ecologista em Portugal, a Luta, ganha até agora, contra a nuclear e outras vitórias e derrotas na cidadania do ambiente e outras cidadanias.

O livro será apresentado no Porto, dia 4 de Março pelas 18h30m no R’Domus. O local é um bar simpático e acolhedor situado em Miragaia, na Rua da Arménia. (Frente ao edifício da Alfandega, hoje Museu dos Transportes).

A iniciativa tem o apoio de duas associações de ambiente:

FAPAS – Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens

e

CAMPO ABERTO

O autor estará, obviamente presente, para discussão, e a apresentação será feita por mim, António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:20
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015

40 anos de cidadania e ambientes

Capa 235 EdoC Grao Areia.jpg

Está em preparação o lançamento, no Porto, do livro: “Um grão de areia em 40 anos de cidadania e ambientes” da autoria de António Eloy.

A edição é da esfera do Caos, com prefácio de Paulo Trigo Pereira.

António Eloy é uma das várias figuras históricas do ecologismo português e que neste livro reflecte sobre estes 40 anos já de corridos na história do ambientalismo português.

 

publicado por antonio.regedor às 17:18
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

Ambiente Inteiro

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No próximo dia 26 de Novembro (4ª feira) pelas 21horas, no café Guarany (Av. dos Aliados-Porto), o meu amigo António Eloy apresenta o seu mais recente livro sobre ambiente.

Tem por título “Ambiente Inteiro” e segundo a associação ambientalista FAPAS, de que o António Eloy é sócio, “o livro aborda questões ambientais que são relevantes no momento actual em que a economia/ambiente se faz sentir de forma tão aguda.

Este livro conta ainda com colaborações de Carlos Aguiar e de Henrique Pereira dos Santos e o prefácio ficou a cargo de Fátima Matos Almeida da A.S.P.E.A. É uma Edição da Colibri.

Já foi lançado em Lisboa, onde a apresentação esteve a cargo de Carlos Pimenta, e agora no Porto essa tarefa será de Paulo Santos, Professor na Faculdade de Ciências da U.P.

Pode ser adquirido nos seguintes locais:

Lisboa Universidade nova de Lisboa ( Colibri ) Saldanha ( Almedina ) Gulbenkian  ( Almedina ) Lello (Baixa ) Livraria Ler  (Campo de Ourique) Faculdade de letras  ( Colibri ) Vila Literária – Óbidos  (vai seguir) Gaia Arrábida Shopping  ( Almedina) Coimbra Estádio  (Almedina) Lápis de memórias  ( em breve ) Évora Livraria Nazareth Feiras de Livros Gare do Oriente Almada (Abre a 18 de Novembro)  INTERNET Wook Site da Colibri Naturfunk    ( Em breve ) Brasil Livraria cultura

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:24
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014

...

 

Na plataforma celulose

 

Há dias, fui assistir à apresentação dos livros de educação ambiental, produzidos por António Eloy, na sede do FAPAS, no Porto. Quatro livros sobre os quatro elementos. São dirigidos a crianças e adolescentes, dado comportarem simultaneamente um agradável grafismo com o rigor científico. A apresentação foi feita com recurso à projecção de um e-book. O e-book tem naturalmente a vantagem da imagem em movimento e do som de várias espécies bem como das falas dos protagonistas. Mas achei particularmente interessante a expressão do António Eloy à produção do livro, também na “plataforma celulose”. Foi a primeira vez que ouvi a expressão, que achei interessante até por trazer à memória umas tantas alusões a outras tantas situações vividas e que têm a ver  com as celuloses.  Na sala estava o Serafim Riem que se amarrou a uma máquina de terraplanagem, se a memória já não me atraiçoa, na célebre luta dos agricultores de Valpaços contra a eucaliptização.  Ou de uma reunião  também com o António Eloy e com o Carlos Pimenta, no seu gabinete da secretaria de estado do ambiente, em que constatávamos ter ganho a luta contra o nuclear em Sayago, mas ter  perdido contra as celuloses. E agora, nesta sessão de apresentação dos quatro livros, a expressão “plataforma celulose” em substituição da forma usual de dizer “formato papel”,  teve criatividade expressiva e riqueza de memória. A par do e-book as crianças e adolescentes vão ter acesso ao tacto do papel, sentir o cheiro desse produto da celulose intentada., ver as cores quentes da imagem do sol, e do mar, e da floresta, vão imaginas os sons das ondas e dos cantos dos pássaros, e a voz dos protagonistas das histórias. Eu certamente terei oportunidade de usar mais vezes a expressão do meu amigo António Eloy, “plataforma celulose” quando me referir ao suporte papel.  

publicado por antonio.regedor às 17:04
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Clube Literário do Porto

 

Apresentação do livro “O AMBIENTE LETRA A LETRA”, de António Eloy
Edições Colibri
21:30, Auditório
 
 
 
Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt
BLOGUE: http//www.clubeliterariodoporto.blogspot.com
publicado por antonio.regedor às 00:13
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Apresentação do livro "AMBIENTE LETRA A LETRA"

 

 

 

 

 

 

Apresentação do livro “AMBIENTE LETRA A LETRA” 
no CLUBE LITERÁRIO DO PORTO (Rua Nova da Alfândega, 20 –PORTO)
http://www.clubeliterariodoporto.co.pt/
http://www.clubeliterariodoporto.blogspot.com/
 
Dia 6 de Dezembro pelas 21,30h.
A autoria do livro é de António Eloy e é uma edição da COLIBRI.
O prefácio é do escritor José Eduardo Agualusa e as fotografias de Rui Cunha.
A apresentação do autor será feita por Serafiem Riem (economista e ambientalista fundador do FAPAS).
Estará presente o editor da COLIBRI, Fernando Mão-de-Ferro.
Colabora na divulgação a Associação Campo Aberto
 
Os direitos de autor revertem integralmente para: Amnistia Internacional-Portugal.
 
 
“Este livro nasceu na busca, e da busca, da palavra e do seu significante, exercício que sempre me fascinou.”
“A vida é um permanente desafio e, como num livro mágico, todos os dias inventa novas palavras. E significados para essas.” António Eloy.
 
António Eloy, 50 anos. Pós graduado em Economia de Energia e Licenciado em História.
Colaborador da Eólica da Cabreira.
 Professor Auxiliar (convidado) na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (entre 1983 e 2003). Formador, ensaísta e colaborador da imprensa.
Tem 12 livros publicados.
Membro fundador e activista da Amnistia Internacional Portugal desde 1981.
Relator em conferências de ONG em Nairobi (1985) e Bergen (1990) sobre ambiente e desenvolvimento.
Presidente da Associação Portuguesa de Ecologistas/amigos da Terra entre 1982 e 1991.
Membro da Direcção do FAPAS (Fundo para a protecção dos Animais Selvagens) de 1997 a 2000.
Membro do executivo internacional dos Friend of the Earth (1982 a 1985)
Membro de várias organizações internacionais não governamentais.
Activista em várias associações de âmbito local (em Lisboa e Alentejo)
 
 
 
 
publicado por antonio.regedor às 15:35
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