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Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2022

SIDI

Sisi foto.jpg    

Mais um romance de Arturo Pérez-Reverte. Depois de se descobrir o autor, a vontade é ler mais. Ler tudo e ficar atento ás novidades.  Descobri Pérez-Reverte com “A Rainha do Sul”. O livro encantou-me. De seguida alguém me emprestou “O Hussardo” e logo depois li “O Pintor de Batalhas” e “O Cemitério dos barcos sem Nome”. Fascinou-me o belíssimo “O Tango da Velha Guarda”. Livro fabuloso. Uma história cativante, instrutiva, bela, dinâmica. Faz-nos sentir no ambiente da história, imaginamos os locais, coloca-nos nos acontecimentos. Partilhamos as acções, emoções, conversas. Dançamos também o tango da velha guarda. Seguiu-se no roteiro das minhas leituras “Falcó” e “Eva”. Chegou a novidade. “Sidi”. Não tem subtítulo, apesar de a capa ter uma legenda que indicia já um dos aspectos do romance.

O romance é inspirado  na figura do cavaleiro medieval  “El Cid”. Apresentando-o como um cavaleiro da aristocracia, “o pai tinha-o enviado para ser educado como pajem do Infante D. Sancho” irmão de Afonso VI de Castela.  No romance terá confrontado o Rei Afonso, pretendendo que jurasse nada ter a ver com a morte do irmão. E essa será a razão do seu desterro.  Eis como é apresentado o perfil de homem leal. E reforça na frase de El Cid “Afonso VI  desterrou-me…Mas ele continua a ser o meu rei…”. Mais uma característica de carácter que o define como  um homem de princípios medievais. O de vassalagem para além dos já referidos.

Assim se apresenta o homem que vai vender os seus serviços de guerra a soberanos que lhe paguem a si e ao grupo dos seus fiéis e mercenários. Sejam eles cristão ou muçulmanos

A lenda é consequência.

 

António Borges Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 17:48
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