.posts recentes

. Crime na linha

. Do caminho de ferro à eco...

. Gaia em ciclovia

. Só são vigarizados os gan...

. Dança

. Feira do Livro

. RATES

. TRESMINAS

. Castelo Roqueiro de Aguia...

. Ecovia Póvoa de Varzim – ...

.arquivos

. Setembro 2021

. Agosto 2021

. Julho 2021

. Junho 2021

. Maio 2021

. Abril 2021

. Março 2021

. Fevereiro 2021

. Janeiro 2021

. Dezembro 2020

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em destaque no SAPO Blogs
pub
Sábado, 24 de Julho de 2021

Produção de Energia para autoconsumo

Paineis solars smas.jpg

É evidente a constatação da enorme dependência de energia a que estamos sujeitos.

Estamos actualmente dependentes dos grandes produtores de energia.

Nem sempre foi assim. Até meados do século XX a maior parte da energia consumida era produzida localmente pelos próprios. Quer de forma doméstica quer industrial. A lenha e o carvão consumidos domesticamente ou industrialmente eram a o panorama maioritário.  A utilização da água foi também largamente utilizada. Mesmo em pequenas unidades de produção de energia eléctrica, como era o caso das fábricas do Vale do Ale que na sua maioria rinham mini-hídricas  próprias.

Até à actualidade verificou-se o processo de monopolização. Todo o poder está nas eléctricas. Tornaram-se políticas de Estado, como se viu no negócio Português da venda da maior produtora. E como se vê nas fabulosas vendas de infra-estruturas produtoras.

A redução da dependência face a estes monopólios dominadores, será a inversão dos modelos descentralizados de produção de energia. A energia eléctrica será cada vez mais presente nos diversos consumos. Doméstico, industrial e mobilidade. Reduzir a dependência dos grandes grupos produtores implica produzir energia à escala das necessidades. À escala doméstica,  e à escala de condomínio. à escala empresarial e de pequenas comunidades. Seja por iniciativa individual, em sociedade ou cooperativa.

Este caminho do autoconsumo já começou. Instituições e particulares já produzem a energia que consomem. Reduz a  dependência dos monopólios. Aumenta a democratização  da produção energética.  

Foto: Paineis fotovoltaicos no serviços de águas e energia do Porto.

 

António Borges Regedor 

tags:
publicado por antonio.regedor às 19:25
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Dança

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds