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Observo-os juntos e vê-se que os une um laço invisível que eu mal consigo começar a compreender. Basta-me sentir-me parte da sua ilha e saber-me afortunado. A livraria dá para viver sem luxos, mas sou incapaz de me imaginar a fazer outra coisa. As vendas reduzem-se de ano para ano. Eu sou optimista e digo que o que sobe desce, e o que desce, um dia há-de subir. Bea diz que a arte de ler está a morrer muito lentamente, que é um ritual íntimo, que um livro é um espelho e que só podemos encontrar nele o que já temos dentro, que ao ler aplicamos a mente e a alma, e que estes são bens cada dia mais escassos. Zafón, Carlos Ruiz - A sombra do vento. Lisboa: D. Quixote, 2004. ISBN 972-20-2709-3 p.397
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