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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018

Mobilidade eléctrica

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A cidade do Porto já teve os seus transporte colectivos assegurados, em boa parte, pela mobilidade eléctrica.
Em 1894 foi autorizada a tracção eléctrica para os transportes colectivos que até aí se faziam com tracção animal nos conhecidos “americanos”.
“Americano” era o nome por que ficaram conhecidas as carruagens sobre carris e puxadas por animais. Normalmente muares. Surgiram nos Estados Unidos da América, e daí o nome. Já em 1832 faziam a viagem de Nova Yorque ao Harlem. Durante o século XIX expandiu-se para a Europa e Rússia. Viam-se em Londres, Berlim, Paria, S. Petersburgo. Em Portugal, tiveram existência em Braga, Coimbra, Figueira da Foz, Funchal, Lisboa, Porto e Póvoa de Varzim/Vila do Conde.
A energia eléctrica necessária ao novo modo de tracção dos transportes no Porto, era produzida na Central Termoeléctrica da Arrábida, inaugurada em 1895. E assim, a primeira linha de Carros de Tracção Eléctrica na Península Ibérica, é inaugurada a 12 de Setembro com percurso entre o Carmo e Massarelos – Via Restauração.
Desde o início da circulação eléctrica, ainda no século XIX, até 1911, os eléctricos faziam a linha da marginal, e iam ao Carvalhido, a Paranhos, a Águas Santas, Campanhã.
A barreira constituída pelo rio Douro é ultrapassada pelo eléctrico em 1905 que passa a circular no tabuleiro superior da Ponte Luiz I.
O alargamento da rede leva a que para além da Central Termoeléctrica da Arrábida passe a funcionar em 1915 a Central Termoeléctrica de Massarelos.
A mobilidade eléctrica não se limita ao Porto. Em 1858 a linha 1 ia do centro do Porto, Praça da Liberdade a Leça. No sentido oposto, a linha 2 ia do Carmo até à Foz. Em eixos importantes como o da saída pelo Monte dos Burgos, pelo Amial, pela Areosa, havia segmentações indicadas com traços. O mesmo número, mas com um ou dois traços. A linha 7 ia até à Ponte da Pedra, mas o 7// (com dois traços) ficava em S. Mamede.
Mas não se fica pelo carro eléctrico a mobilidade no Porto. O autocarro com motorização eléctrica também tem nesta cidade um espaço destacado. O Troleicarro começa a circular em 1959 . Os primeiros troleicarros foram fabricados na Inglaterra. No ano de 1967 passam a circular os troleicarros de dois pisos. Os motores são italianos e os Chassis de desenho Lancia são fabricados na empresa Dalva do Porto. Em 1983 passa a circular o primeiro troleicarro de fabrico nacional. Chassis e carroçaria da Salvador Caetano e motor da Efacec. Foram construídos simples e alguns articulados. Em 1985 passam a circular os troleicarros articulados. Não fica dúvida que as viaturas de pneus, com maior mobilidade podem ser electrificadas e a independência dos combustíveis derivados do petróleo pode ser total. E Portugal tem competência para construir os seus próprios veículos eléctricos. Já o fez, pode voltar a fazer.
Bibliografia
Martins, Fernando Pinheiro – O carro eléctrico na cidade do Porto. Dissertação de Mestrado. 2007.
 
Guedes, Manuel Vaz (2006). “Tracção Eléctrica [em linha] ”. [Consult. 9/01/2018]. Disponível na WWW: http://paginas.fe.up.pt/tre/
 
Troleicarros do Porto. 1959.10.10-1997.12.27. Algumas datas da sua história. [consult. 2018.01.19] http://ehgarde.planetaclix.pt/trolleybus/ptdataspt.htm
publicado por antonio.regedor às 18:56
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