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Tenho pensado sobre o facto de as crianças e jovens se deixarem ser cada vez dependentes dos instrumentos de cálculo, perdendo as noções de quantidade, volume, espaço.
Uma falha de virgula numa máquina de calcular pode mudar o resultado sem que a pessoa menos competente dê por isso. Exemplo 5 X 0.5. A falta de noção da quantidade e proporção, pode incorrer num erro enorme para uma pessoa menos preparada.
O mesmo para equipamentos de orientação. Dou um exemplo: Agora todos os jovens se orientam por GPS. Antigamente ia-mos para o Gerês de bússola e de carta militar. Nos últimos anos têm vindo a ser batidos recordes de visitantes perdidos no Gerês. Basta acabar a bateria do telefone para deixarem de saber onde estão e para onde ir. Não conseguem orientar-se pelo sol, determinar pontos cardeais.
Ainda não há muito tempo uns estrangeiros perguntavam no Largo do Viriato, Porto, onde era o rio. Naquele ponto duas das três ruas descem. Não se entende que estando à procura do rio não tivessem optado de imediato pelas descidas. É lógico que se procuravam o rio, teriam de descer para o encontrar.
São casos como estes que não auguram nada de bom no caso de um enorme crash energético. Com os computadores, telefones e outros equipamentos a falhar, como sobreviverão as futuras gerações?
António Borges Regedor
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