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  <title>BIBVIRTUAL</title>
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  <description>BIBVIRTUAL - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Fri, 13 May 2022 17:26:01 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Fri, 13 May 2022 17:24:00 GMT</pubDate>
  <title>Troleicarro</title>
  <author>antonio.regedor</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;trolei.jpg&quot; height=&quot;547&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B34182eff/22298251_d62I6.jpeg&quot; style=&quot;width: 796px; padding: 10px 10px;&quot; width=&quot;796&quot; /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este transporte público já circulou no Porto e em outras cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tinha um motor eléctrico  da empresa  portuguesa “efacec”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria desejável  voltar a ver  circular autocarros eléctricos.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>troleicarro</category>
  <category>transporte público</category>
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  <pubDate>Tue, 15 Jan 2019 15:58:00 GMT</pubDate>
  <title>O Monstro ataca o caminho de ferro</title>
  <author>antonio.regedor</author>
  <link>https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/o-monstro-ataca-o-caminho-de-ferro-208009</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;slider_ap.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bf4173d6f/21317596_6QfIZ.jpeg&quot; alt=&quot;slider_ap.jpg&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;166&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu blog “bibvirtual” de 9 de Agosto de 2018, e com o título “Caminhos de Ferro a serem devorados”, dava conta da alemã Deutshe Bahn, ter comprado uma empresa que era inglesa, para começar a operar de forma privada a linha de Corunha ao Porto. Já todos sabemos que a partir deste ano uma normativa da União Europeia, que é comandada pela Alemanhã, obriga a liberalizar o sector ferroviário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cidadão comum só agora se terá dado conta que a União Europeia quer mesmo liberalizar o caminho de ferro. Mas isso é, de há muito, conhecimento dos alemães, das empresas ferroviárias, e portanto também dos políticos, e dos gestores da CP, como é bom de ver. E a operação de caça à CP está montada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Agosto do ano passado foi o ridículo argumento que os comboios no pico do verão aqueciam mais que o habitual. Nunca tinha sido problema desde que os pendulares e Intercidades existem, mas o ano passado foi. Depois a cozedura da CP em lume brando continuou com o bombardeamento de notícias sobre a falta de manutenção. Lembremos que a Sorefame foi vendida à concorrente Bombardier que a desmantelou. Mais bombardeamento de notícias sobre a falta de carruagens e de locomotivas. Ficou a saber-se que há locomotivas do tipo do intercidades, paradas e que as carruagens em falta são alugadas à empresa espanhola. Sai agora uma nova notícia de compra de carruagens. Será a reedição de uma outra tentativa de aquisição de material circulante que já esteve para marcada há dez anos atrás e não se efectuou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo estaria bem, se esta aquisição viesse com determinação de investir na CP pública, contribuindo para a melhoria do serviço público, do desenvolvimento social, da promoção do transporte colectivo, da redução da factura do carbono e melhoria da qualidade de vida e finanças do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo muito lindo, mas parece que não será bem assim. Sabemos por Francisco Fortunato em artigo assinado a 14 de Janeiro de 2019, que o negócio poderá não ser apenas o da aquisição de unidades para o serviço regional, mas poder envolver a RENFE e o longo curso. A RENFE faz logo saltar a campaínha dado ser a parceria de Vigo-Porto, a tal em que os alemães da Deutshe Bahn estão interessados. E o longo curso que é precisamente a linha apetecível por ser a que anda sempre cheia e dá lucro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2009 estavam proposta a aquisição de 25 automotoras para o serviço regional e 6 unidades para o longo curso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje fica-se apenas por 22 para o serviço regional e é avançado um instrumento empresarial internacional com a RENFE, leia-se uma empresa, para onde seriam transferidos os 10 pendulares, colocando a renfe cinco ou seis comboios também para esse eixo de negócio que é o longo curso. Tudo isto parece configurar a formação de uma empresa, que a pretexto da falta de capacidade de investimento e aliada ao interesse da exploração rentável pelos grandes grupos internacionais como a alemã Deutshe Bahn, aproveita a normativa da União Europeia, para efectuar a privatização. Coisa que não interessa aos Portugueses, ao Estado Português, à economia nacional. Talvez interesse aos alemães, aos chineses e a alguns gestores que a esta hora estarão a pensar no seu recrutamento para a futura empresa privada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma eventual privatização das linhas mais rentáveis da CP, iria deixá-la apenas com as linhas de necesssidade social que são obviamente as menos rentáveis. O que seria muito mau para a empresa pública e para o Estado. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;António Regedor&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: António Regedor bibvirtual https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/caminhos-de-ferro-a-serem-devorados-199704&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Fortunato. www.sindefer.pt&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/o-monstro-ataca-o-caminho-de-ferro-208009</comments>
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  <category>privatização</category>
  <category>caminho de ferro</category>
  <category>cp</category>
  <category>transporte público</category>
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