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Terça-feira, 21 de Agosto de 2018

BiblioSol – Rede Cooperativa de Leitores

academia senior diplomas 004.JPG

A propósito da iniciativa BiblioSol que prevê abrir as bibliotecas privadas ao usufruto público, algumas opiniões de bibliotecários, mostram alguma perplexidade. No fundamental, a ideia é criar uma grande colecção de empréstimo a partir de bibliotecas privadas em rede.

  1. A ideia tem alguma virtualidade

Nem toda a bibliografia tem de estar depositada nas bibliotecas públicas. Nem sequer haveria espaço para isso.

Aumenta a base de dados de livros disponíveis à leitura. Mais importante, como acontece já nacionalmente é ter uma base nacional bibliográfica de empréstimo, independentemente do lugar físico onde o livro se encontre.

As colecções privadas de grande importância, tendem a ser muito específicas, especializadas e muito anotadas reflectindo o perfil do proprietário da colecção (o que constitui elemento importantíssimo para estudos a vários níveis (bibliométricos, psicológicos, sociológicos ou outros) e isso implica não desmembrar fisicamente a colecçção. Uma biblioteca privada é uma colecção bibliográfica intencional. Corresponde a um perfil singular. Ao contrário de uma biblioteca pública cujo perfil corresponde à síntese dos diversos perfis do seu território de missão.

Por tudo isto a ideia tem interesse em ser explorada.

  1. Porque razão surgem ideias destas?

Podemos de alguma forma referir uma outra ideia parecida, a "efhemera" da iniciativa de Pacheco Pereira. (e este está bem informado sobre as biblioteca públicas). Ou o movimento que ainda não é sentido em portugal da "free libraries" que consistem na colocação em espaço público de mobiliário urbano destinado a colocar e retirar livros livremente.

Esta e outras ideias que poderão aparecer, talvez se deva a uma reduzida imagem das bibliotecas públicas, o reduzido reconhecimento de utilidade, a uma notória desactualização das colecções, nomeadamente no acesso às novidades editoriais em papel. E , muito importante, a sua inevitável incapacidade de possuir a universalidade da bibliografia publicada e nomeadamente especificidades e especialidades de algumas colecções particulares.

Por outro lado, alguma falta de iniciativa e criatividade das bibliotecas públicas em encontrar novas formas de gerir a informação disponível, e a necessária.

No essencial, é uma iniciativa complementar ao esforço de promoção da leitura da informação e do conhecimento. Não tem nada de concorrencial com as redes mais tradicionais, como as bibliotecas gulbenkian nunca foram concorrenciais com a rede nacional de bibliotecas públicas, apesar de em algum momento isso ter sido sentido por alguns bibliotecários responsáveis.

 

António Borges Regedor


https://www.publico.pt/2018/08/21/culturaipsilon/noticia/e-se-a-sua-biblioteca-privada-fosse-de-todos-nos-1841136

publicado por antonio.regedor às 18:38
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