.posts recentes

. Biblioteca de Santa Mari...

. INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ...

. Concentração dos media

. Dia Mundial da Língua Por...

. Dependência dos equipamen...

. Autoprodução e autoconsum...

. Liderança

. saposdoano

. Economia da bicicleta

. Vida do Grande D. Quixote...

.arquivos

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

As pontes no Porto

20190610_16h00_2_DJI_0014.jpg

 
Quando em 868 o conde Galego Vímara Perez faz a presúria do Porto, este era um ermo. Assim tinha ficado depois da invasão muçulmana que a destruiu e do posterior ataque em 750 por Afonso I das Astúrias. Nestas condições ninguém aí quereria viver. E assim ficou por pouco mais de um século.
Até aí a passagem do rio era feita por barco. E mesmo depois do crescimento da cidade e da sua expansão pela encosta em direcção ao rio na Idade Média, o barco continuava a ser o instrumento de travessia do Douro.
Só em 1806 se construiu uma travessia assente em barcas. Tinha um mecanismo de abrir a meio para deixar passar a navegação, que voltava a fechar. É esta a ponte das barcas que não suportou o peso dos habitantes em fuga das tropas de Napoleão que invadiram Portugal.
Para a substituir foi construída em 1841 uma ponte pênsil. Os pilares em granito de 18 metros de altura. O tabuleiro de 6 metros de largura estendia-se por 170 metros suportada por quatro cabos de fio de ferro em cada lado. Assim se atravessou o rio por 45 anos.
Foi substituída pela ponte Luiz I em 1886. Uma ponte em aço com um vão de 172 metros, 395 de comprimento e 62 de altura. A largura é de oito metros. O tabuleiro inferior está suspenso do tabuleiro superior.
Logo no ano seguinte a ponte Maria Pia, construída em ferro, para travessia do comboio. O vão tem 160 metros, 354 de comprimento e da mesma altura da de Luiz I. Construída pela casa “Eiffel & Cie”.
Assim se atravessou o Douro até 1963 com a inauguração da Ponte da Arrábida. O arrojado Engenheiro Edgar Cardoso construiu-a com um arco em betão de 270 metros de vão. Tem 72 metros de altura e 26 metros de largura.
Pelo caminho da história das travessias do Douro, ficou uma nunca construída. Era da autoria do Militar e Engenheiro Carlos Amarante. Em 1802 propôs uma ponte em alveraria de um só arco e que ligaria o fim da rua do Sol nas Fontainhas ao Mosteiro da Serra do Pilar.
A partir dos anos 90 deu-se uma sucessão de construções de pontes em betão. A de S. João em 1991 ainda da autoria de Edgar Cardoso para uso do caminho de ferro. A do Freixo em 1995 e a do Infante em 2003 para uso do automóvel. Esta a que tem maior vão (280 metros) e maior altura (72 metros).
Mas é a ponte da Arrábida que actualmente se pode escalar. A subida faz-se do lado do Porto, na base do arco do lado esquerdo. O arco no início, tem grande inclinação. Quase que cai a pique. Na realidade, a ponte tem dois arcos paralelos ligados por uma estrutura cruzada em x também de betão. Os arcos são ocos. A beleza e robustez da simplicidade. A ascensão é facilitada pela construção recente de uma escada. E há também a segurança de uma linha de vida ao longo da subida. Se a ponte já é de grande beleza e impacto vista de baixo, o impacto de a conhecer pelo seu interior, de se sentir nela e parte dela, é extraordinário. Subi-la e estar com os pés no arco e a cabeça no tabuleiro é fantástico. Beber um Porto aí é magnífico. Beber a satisfação da subida, beber a paisagem da cidade ribeirinha do Porto, beber a extensão do horizonte para além da Foz do Douro, e claro, beber o vinho do Porto que o rio encaminhava desde as vinhas até ao estágio nos armazéns, e daqui para o Mundo.
publicado por antonio.regedor às 18:53
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Dezembro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.favorito

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds