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A inutilidade dos testes massivos
São muitos os comentários favoráveis à execução de testes massivos de covid-19. Compreende-se a pretensão. Há um certo cansaço do confinamento em casa. Uma enorme incerteza por quanto tempo durará esta provação. Nalguns casos será mesmo manifestação de depressão por limitação da liberdade. No entanto, a sensação de segurança dada pelos testes são uma ilusão.
Os testes referem-se a um momento estático. O teste só prova que no momento em que é feito a pessoa pode não apresentar indicadores de doença. Mas nada diz do momento seguinte. Pode no limite sair-se de um local onde se tenha feito o teste e logo a seguir ser contaminado. E o que fazer se logo a seguir ao teste houvesse um espirro, ou outra qualquer forma de transmissão? Fariam novo teste? Isso seria um absurdo, inutilidade e desperdício. Impossível viver nessa situação angustiante. Logo desaconselhável.
Se a pessoa não apresenta qualquer sintoma ou outro indicador, não faz sentido fazer o teste sistemático. O necessário é cada um fazer a sua auto-defesa. Ter afastamento social de 2 metros e cuidados de higiene. Um teste negativo pode ser um risco de excesso de confiança. Dar uma falsa sensação de segurança, o que seria ainda pior.
Os testes sistemáticos podem justificar-se em grupos de risco específico (saúde, defesa, segurança ou protecção civil) não de forma generalizada e sem critério.
António Borges Regedor
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