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Informação em Pauta é um periódico científico eletrônico do Departamento de Ciências da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Ceará (DECINF/PPGCI/UFC), disponível em Open Access no Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER).
A Informação em Pauta tem como objetivo divulgar trabalhos que contribuam para o desenvolvimento e fortalecimento da Ciência da Informação, Biblioteconomia e áreas afins, incentivando a produção de novos conhecimentos.
Com periodicidade semestral, o periódico publica contribuições inéditas em três idiomas: português, espanhol e inglês. As avaliações são realizadas às cegas, pelo Conselho Editorial e pelo Conselho Consultivo, e o fluxo de submissão é contínuo. Os artigos compreendem todas as modalidades dos estudos da área de Ciência da Informação, mas eventualmente algumas edições podem lançar edições especiais que tratem de temas mais específicos da área de estudo em questão.
A Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação A RICI é um periódico científico editado pela Faculdade de Ciência da Informação (FCI) da Universidade de Brasília (UnB) no Brasil por meio do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. No sistema de Periódicos Qualis da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está atualmente classificada como B1 na área de Ciências Sociais Aplicadas I (2015).
Nossa revista e seus artigos estão indexados, depositados e cadastrados em diversas fontes com o propósito de promocionar e dar uma maior visibilidade a seus conteúdos.
Por Uma Semântica Do Patrimônio Cultural
Ana Lúcia de Abreu Gomes
Preservação De Acervo Audiovisual
Angélica Gasparotto de Oliveira
História Do Papel: Panorama Evolutivo Das Técnicas De Produção E Implicações Para Sua Preservação
Clara Landim Fritoli, Eduardo Leite Krüger, Silmara Küster de Paula Carvalho
http://periodicos.unb.br/index.php/RICI
António Regedor
Agradável Imagem e Texto apresentados pela "Livraria Manuel Ferreira"
Para que servem livros antigos? Por que, para que colecionar livros raros? Essas perguntas lembram-me uma história que se conta.
Dizem que um poeta francês foi uma vez apresentado a um riquíssimo banqueiro. O apatacado personagem perguntou ao poeta:
- Para que serve a poesia?
E o poeta respondeu-lhe:
- Para o senhor, não serve para nada.
Tinha razão o poeta. Para muita gente, tudo na vida deve ter uma utilidade. Para essa gente pretensiosa não adianta explicar certas coisas, elas não chegaram ainda a um desenvolvimento cultural suficiente para apreciar as coisas sem utilidade aparente.
Se nós examinarmos a evolução, o progresso do mundo, notaremos que só nos países mais adiantados se dá valor às coisas sem utilidade apreciável. É com o progresso material , com a riqueza, que surge a culura, o amor e o respeito pelas coisas tidas como inúteis. É nos países adiantados que se encontram as mais belas bibliotecas, os museus, as coleções particulares de arte. Não quero dizer com isso que só nesses países há gente capaz de apreciar devidamente essas coisas, mas quero notar que esse fato é um índice de progresso. Não é somente a produção per capita que indica o adiantamente de uma região.
Quando se estuda a história das grandes bibliotecas do mundo, das grandes bibliotecas nacionais que fazem o orgulho de muito povo, vê-se logo que elas se formaram, tendo como base uma coleção particular e foram se enriquecendo com a aquisição ou doação de outras coleções particulares. Foram os Mazarin, os Grenville, os Barbosa Machado que, legando ou vendendo seus livros à nação, enriqueceram o patrimônio nacional.
Se não fossem os amadores americanos que reuniram coleções, alguns à custa de paciência, conhecimento e gosto, outros a poder de milhões, o que seria das famosas bibliotecas e museus dos Estados Unidos? Ninguém pode hoje estudar seriamente Shakespeare e seu tempo, sem frequentar a Folger Library, em Washington e não em Londres, na biblioteca formada por H. C. Folger, no prédio que ele mandou construir.
Seria um não acabar mais o querer mostrar que, graças a colecionadores particulares, muito tesouro é salvo. (...)
A bibliofilia não é somente um passatempo de homens cultos, um hobby inocente, um emprego de capital para alguns espertos, um negócio para milhares de pessoas no mundo. É uma obra de benemerência.
Se depois de todos esses argumentos ainda houver quem lhe pergunte: "Para que serve colecionar livros raros?" - então voltaremos à velha história que acima contei. Para aqueles que lhe fizeram pergunta, responda: "Para você, não serve para nada".
Ruben Borba de Moraes, 'O bibliófilo Aprendiz". Casa da palavra produção editorial.4ª edição. Rio de Janeiro [2005]
http://us6.campaign-archive2.com/?u=51928d86ee7fd5e215898fb4b&id=4f8ebac4b0
Émais um livro sobre livros e escritores. Dos esquecidos e dos promovidos. Dos de folha de rosto e dos ghostwriter. E de livreiros por vocação e conheciento e de editores que poderiam de igual forma ser açougueiros.
Quem estuda Ciência da Informação na temática de edição e indústria editorial, tem neste livro temas para várias teses.
António Regedor
Para quem pensa que ciência da informação é só bibliotecas e arquivos, aqui está uma notícia de um dos ramos da ciência da informação. A cienciometria.
“Vai realizar-se en Salvador de Bahia (14-16 sep. 2016) o seminário:
PRODUCIÓN CIENTÍFICA Y TRANSVERSALIDAD DE LOS ESTUDIOS MÉTRICOS. É uma organização da Universidad Federal de Bahia (UFBA) e do Instituto de Investigaciones Avanzadas sobre Evolución de la Ciencia y la Universidad, da Universidad Carlos III de Madrid (UC3M) e da Universidad Autónoma de Madrid (UNAM)(ES).
O programa e as condições de participação estão em:
Nos últimos 30 dias o livro Ciência da Informação foi consultado, através do ‘academia’ em Maputo, no Brasil, além das inúmeras consultas em Portugal. Curiosamente duas consultas em Habana.
http://edicoes.ufp.pt/product/comunicacao/ciencia-da-informacao-contributos-para-o-seu-estudo
Os Repositórios científicos merecem cada vez mais atenção e estudo por parte da Ciência da Informação. A Revista “Ponto de Acesso” - Revista do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahía, dedica um número especial ao tema.
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Editorial | |
Lídia Maria Batista Brandão Toutain | 1-1 |
Apresentação | |
Flávia Rosa | 2-2 |
Clarisse do Ceu Pais, Paula Odete Fernandes, Jose António Sequeira Capela France | 3-17 |
Susane Barros, Flávia Rosa, Rodrigo França Meirelles | 18-34 |
O AUTOARQUIVAMENTO NOS REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS BRASILEIROS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO | |
Viviane Veiga, Luis Guilherme Macena | 35-47 |
RECURSOS DE INFORMAÇÃO NUMA IES: O REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL | |
Maria João Amante, Teresa Segurado, Bruno Marçal, Susana Lopes | 48-73 |
Rúbia Tatiana Gattelli, Maria Cristina de Carvalho Alves Ribeiro | 74-102 |
Caterina Groposo Pavão, Janise Borges da Costa, Manuela Klanovicz Ferreira, Zaida Horowitz | 103-116 |
Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti | 117-132 |
Fabrícia Pires Pimenta | 133-148 |
ACESSO ABERTO: UMA NOVA POSSIBILIDADE DE MONITORAR E AVALIAR O FLUXO E O IMPACTO DA CIÊNCIA | |
Paula Xavier dos Santos, Nísia Trindade Lima |
Encontrando pedaços do meu trabalho académico
Neste livro com o artigo em co-autoria com Judite Gonçalves de Freitas “a formação em Ciência da Informação: qualificação profissional e empregabilidade”. O caso da Universidade Fernando Pessoa – Porto pag. 487
Concentrate on one's main job, but what is the latter in the case of information professionals ? Global perspectives on the adequacy education-jobs-social needs: EN Formación, investigación y mercado laboral en información y documentación en España y Portugal = Formação, investigação e mercado de trabalho em informação e documentação em Espanha e Portugal
Ediciones Universidad de Salamanca, May 22, 2014 - 37 pages
https://books.google.pt/books?id=AKCdAwAAQBAJ&dq=Ant%C3%B3nio+Borges+Regedor&source=gbs_navlinks_s
António Regedor
Livros digitais de acesso livre das áreas de biblioteconomia e ciência da Informação do repositório institucional UNESP
http://compartilheleituras.com.br/livros-digitais-gratis-de-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao/
O Repositório da UNESP prmove os seus títulos. Dá a conhecer a produção científica da UNESP. Divulga e promove os seus investigadores.
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