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Terça-feira, 31 de Maio de 2022

Fogo de artifício

IMG_20170805_235748.jpg 

O que nos encanta no fogo de artifício? A cor? O movimento? O imaginar um “big bang”? As formas? A queda do fogo? Algo de mágico? Ou de divino? Centelhas divinas? Línguas de fogo purificadores? Castigadores? Ou o espírito santo? O que nos atrai? Porque nos sentimos atraídos? O que nos deslumbra? Extasia? A luz que se faz na noite escura? O dia que vence a noite? Ou a noite que se faz dia?  A vitória da luz sobre as trevas?

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:11
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Terça-feira, 24 de Maio de 2022

Maria Archer

Archer.jpg 

Tive há algum tempo oportunidade de participar em mais uma  iniciativa de  promoção da memória de mulheres que no início do século XX se notabilizaram,  e que de alguma forma são referência na luta feminista, no sufragismo e direitos humanos.  

Desse grupo de mulheres notáveis do início do século XX pode referir-se  Carolina Beatriz Ângelo, médica e primeira mulher a votar em Portugal;  Ana de Castro Osório, outra sufragista.; A feminista Adelaide Cabete;  Maria Lamas, também escritora e perseguida política entre outras mais.  Um movimento que não é exclusivo de Portugal, mas que percorreu boa parte do mundo que protagonizou o desenvolvimento social e político dos finais do século XIX e  início do século XX. Um movimento que mobilizou as mulheres pelos seus direitos na Europa, Canadá, América Latina, no Egipto, no Japão e alguns países asiáticos.

Mas refiro-me especificamente a Maria Emília Archer Eyrolles Baltasar, que foi objecto do debate e lançamento de livro que decorreu na Biblioteca Municipal de Espinho.  Uma feminista nascida em Lisboa em 1899, com vivência em Moçambique, Angola e  exilada no Brasil. Escritora e jornalista. Vê os seus livros “Volta numa caixa de Cigarros e “Casa Sem Pão” serem apreendidos pela Pide a mando da Censura.  Escreveu “Os últimos dias do fascismo Português” sobre o julgamento do Capitão Henrique Carlos Galvão.   Este militar português rompeu com o regime fascista por desacordo com a questão colonial e protagonizou o assalto ao paquete “Santa Maria” que ficou conhecida por uma das acções de referência contra a ditadura em Portugal.   

Mas voltando a Maria Archer, esta escritora deu ainda à  estampa   “Terras onde se fala Português”, “Africa sem Luz e Brasil” “Fronteira da África” escritos no Brasil.  Só regressará a Portugal em 1977 já com a saúde muito debilitada e onde morre em 1982.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:54
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2022

Mértola

IMG_7990.JPG 

Tenho de Mértola boas memórias.

Desde logo porque sou interessado pela influência na Filosofia da cultura islâmica no período medieval (essencialmente no Al Andaluz durante os séculos VIII-XII). Época em que considero ter havido grande mudança cultural, científica e social causada pela influência islâmica do Al-Andaluz.  

De referir que é deste período Medieval Islâmico que Mértola foi uma importante cidade. Foi mesmo a capital de uma Taifa. O correspondente a um reino.

Mértola mantém ainda muito das características físicas da cidade islâmica. A mais significativa referência islâmica é a Mesquita, actualmente utilizada como Igreja cristã. No respeito pela sua identidade é visível o mihrab. O nicho indicador da orientação da oração (Meca).

Mértola é também repositório do seu passado histórico anterior. Na foto vemos representados vários momentos civilizacionais que se vão agregando como lâminas cronológicas.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:50
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2022

Granizo

Granizo.jpg

E quando se está a jogar, o granizo cai, e chegas ao “green” e ele está cheio de bolas.

O Golfe joga-se todo o ano. Mas é habitual em Agosto jogar-se menos. Ou no caso português joga-se mais no Algarve. O meu primeiro clube de golfe fazia no início de agosto um torneio especialmente orientado para os emigrantes. Conterrâneos  emigrados no Canadá, Estados Unidos da América, ou Europa faziam o tradicional torneio de golfe em Vidago. Excelente oportunidade para rever amizades, conviver com amigos que durante todo o ano estavam afastados.

Mas por característica o golfe é um desporto de inverno. Joga-se sob as mais diversas condições de clima. Cheguei a ir jogar a Espanha e ter de esperar que o gelo no relvado dos "green" derretese.  Integra o equipamento os fatos impermeáveis e os característicos e enormes guarda-chuva.  Apenas o trovoada é impedimento do jogo.

António Borges Regedor

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publicado por antonio.regedor às 15:53
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2022

Biodiversidade e Campo de Golfe

Biodiversidade.jpg 

Um campo de Golfe é por natureza um espaço de biodiversidade.

O próprio espaço que se percorre em jogo não é uniforme, apesar de grandes áreas de relva. Mas até esta tem cortes diferentes. Está normalmente ladeado de zonas arbustivas e a arborização é significativa e variada. Do ponto de vista da fauna já vi em campos de golfe, esquilos (em Espanha),  Perdizes, coelhos, um ganso egípcio (muito raro) no Oporto de Espinho e provavelmente esqueço mais alguns.

Vem isto a propósito do trabalho de educação ambiental que também se faz no campo Municipal de Paredes, tal como a imagem ilustra.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:24
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2022

Troleicarro

trolei.jpg 

Este transporte público já circulou no Porto e em outras cidades.

Tinha um motor eléctrico  da empresa  portuguesa “efacec”.

Seria desejável  voltar a ver  circular autocarros eléctricos.

publicado por antonio.regedor às 18:24
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Quinta-feira, 12 de Maio de 2022

As turfeiras

027.JPG 

São formações vegetais muito particulares.  Constituem áreas protegidas. Encontram-se essencialmente a norte do Douro. O auge destas formações deu-se durante as últimas glaciações. Ao longo dos últimos dez mil anos têm vindo a regredir no território, em consequência das mudanças climáticas e do recuo dos glaciares.  

A imagem que apresento é da turfeira no planalto da Serra da Mourela no Concelho de Montalegre e já dentro do Parque da Peneda-Gerês na estrada para Pitões das Júnias.

publicado por antonio.regedor às 15:03
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2022

Poemas da Ilha do Porto Santo

20220507_165242.jpg 

O Centro  Estudos José Marmelo e Silva

 comemorou os 111 anos do nascimento do escritor que é patrono da Biblioteca Municipal de Espinho e onde possui uma sala-museu.

A efeméride foi assinalada com o lançamento e apresentação do livro “Sobre Poemas da Ilha do Porto Santo” da autoria de Fernando de Castro Branco.

Fernando de Castro Branco é Doutor em Literaturas e Culturas Românicas com a tese: "Adolfo Casais Monteiro e a Doutrina Estética da "Presença" . 

José Marmelo e Silva nasceu em Paul na Beira Baixa a 7 de Maio de 1911. Estudou na Universidade de  Coimbra e concluiu a Licenciatura na Universidade de Lisboa. Fixou residência em Espinho onde sempre foi professor e onde morreu a 11 de Outubro de 1991. Foi agraciado com a medalha de ouro da cidade e  com o grau de Comendador da Ordem de Mérito pela Presidência da República.

Na sua bibliografia refiro “Sedução” (1937); “O Sonho e a Aventura” (1943); “adolescente Agrilhoado”(1948); “O Ser e o Ter”( 1968); “anquilose”(1971); “Desnudez Uivante”(1983); “O Cabo Elísio” (1989).

José Marmelo e Silva escreve estes poemas numa semana, do Verão de 1946, que passa na Ilha de Porto Santo.  É o resultado do impacto que lhe provoca a ilha e as pessoas na sua condição.  “Marmelo e Silva parece equilibrar nestes poemas a tradicional dicotomia entre a utilidade ou não da arte, tanto mais que ele mesmo beirava os dois pólos representativos dassa problemática no  tempo, o Neo-Realismo, evidentemente, e também o Presencismo” como nos diz Fernando de Castro Branco (2022).

 

Branco, Fernando de Castro.  Sobre Poemas da Ilha do Porto Santo. [Paul]: Centro de Estudos José Marmelo e Silva, 2022. ISBN 978-989-33-2939-9

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:59
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2022

Somos essencialmente água

na água.jpg A Náutica e especialmente a Vela, é algo que me agrada.  O som da água. A calma do navegar. As conversas a bordo. O vencer lento de grandes distâncias. O sol a queimar. O brilho da luminosidade.   O vento que afaga o corpo. E também o escurecer. As luzes como ponto conspícuo.  Os dias na água são excelentes. 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:57
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2022

S. Pedro de Rates

Rates igreja.jpg O que foi um  Mosteiro na Idade Média, terá tido no local outras ocupações anteriores. No local e utilizado como material na construção foi encontrada uma estela romana. Segundo Real, Manuel L. (1982) os vestígios mais antigos remontam ao período romano.  E terá,  segundo Gomes e Carneiro (2003) havido um templo pré-românico.

A actual igreja terá sido iniciada a partir de finais do século IX segundo Real, Manuel L. (1982). Sendo o estilo românico propriamente dito do século XII.

É portanto uma construção que se inicia ainda antes da constituição da nacionalidade portuguesa. E a ela está ligada Bispo de Braga São Pedro de Rates segundo Gomes e Carneiro (2003).

O Conde D. Henrique esteve ligado à uma das renovações do templo nos finais do século XI. Uma das várias  renovações  onde se fizeram expressar influências estilísticas de Braga, Coimbra e da Borgonha, o que é notório na observação e espanto com que nos deparamos quando observamos a igreja.

GOMES, José Manuel Flores, CARNEIRO, Deolinda Maria Veloso. Escavações arqueológicas na área envolvente à Igreja de São Pedro de Rates. 1997-1998, 2003. Póvoa do Varzim: Boletim Cultural. Póvoa do Varzim, vol. XXXVIII.

Real, Manuel Luís  (1982) O Românico condal em S. Pedro de Rates e as transformações Beneditinas do séc. XII. Póvoa de varzim: Boletim Cultural da Póvoa do Varzim, vol. XXI, nº1. 1982.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:55
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