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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2022

Árvores autóctones de Portugal

 

medronheiro.jfif 

Por António Borges Regedor  *

Começamos pelas que de alguma forma têm estatuto de protegidas.

Teixo. Taxus baccata. Nativa em grande parte da europa. Tem o estatuto de protegida em Portugal.  Não é vista frequentemente.

Azevinho, zebro - Ilex aquifolium.  Frequente no noroeste e sudoeste montanhoso de Portugal. Tem também estatuto de protegida.  Forma frequentemente o estrato intermédio em bosques de faias e carvalhos. Pode ser facilmente  observada na mata de Albergaria no PNPG.  

Passamos agora a referir as que melhor reconhecemos como nativas nacionais.  As Fagaceae.  Família dos Carvalhos onde se incluem estes, e ainda, o sobreiro, castanheiro e Faia.     

Nos Carvalhos temos:

Carvalho Comum, Carvalho-roble ou carvalho-alvarinho - Quercus róbur. É o mais comum e o mais conhecido.

Carvalho-negral, carvalho-pardo-das-beiras ou carvalho-pardo-do-Minho.  - Quercus pyrenaica.

Carvalho-cerquinho, carvalho-português - Quercus faginea.  Típico da Península Ibérica

Azinheira ou azinho – Quercus ilex. Nativa do Mediterrâneo e que na Península Ibérica tem ainda duas subespécies.

Carrasco ou Carrasqueiro – Quercus coccifera. Também nativa do Mediterrâneo.

Sobreiro ou chaparro - Quercus suber.  Facilmente reconhecido pela casca. Com enorme valor económico. Daí poder ser encontrado em todo o território português apesar de ser caraterístico do clima mediterrânico. 

É protegido pela Resolução 15/2012 da Assembleia da República.

Castanheiro - Castanea Sativa   Árvore de grande porte e copa larga  muito frequente em Trás-os-Montes e de grande valor comercial.

Outras árvores com significativo valor económico são:

Alfarrobeira - Ceratonia síliqua.  Frequente no Algarve e também na Terra Quente Transmontana.

Aveleira,  avelãzeira ou  avelaneira - Corylus avellana. Mais frequente no Norte e Centro Oeste de Portugal.

Oliveira - Olea europaea. Distribui-se por todo o território português. De notar a sua rusticidade na capacidade de adaptação. Cresce em bosques abertos e matos de zonas secas e rochosas da região mediterrânica.

E ainda mais algumas:

Loureiro - Laurus nobilis . É uma planta nativa na região mediterrânica e muito comum em Portugal.

Azereiro - Prunus lusitânica. É nativa em Portugal. Apresenta-se em árvore ou arbusto e habitualmente junto das linhas de água.

Buxo - Buxus sempervirens. É arbusto ou árvore até 5 metros frequente em regiões montanhosas e secas.

 Medronheiro - Arbutus unedo.  Toma a forma de arbusto ou pequena árvore. A copa é densa e arredondada. Ocorre em todo o território português em bosques de sobreiros, azinheira e pinheiro bravo.

 Negrilho, ulmeiro ou  olmo) – Ulmus minor. Muito comum. Frequentemente associado a linhas de água ou solos húmidos e plantado como árvore de alinhamento em cidades e estradas.

Padreiro, plátano-bastardo ou acer-pseudoplatano) - Acer pseudoplatanus . Vulgarmente plantada como protecção ou ornamental.

 

Pilriteiro ou espinheiro-branco - Crataegus monogyna.  Tronco simples ou muito ramificado desde a base. Muito comum em sebes matagais e bosques. Usada como árvore de parques ou via pública. Árvore pequena ou arbusto.

 

Os Zimbros.

Zimbro-comum – Juniperus communis.  Que tem ainda duas subespécies. O Zimbro rasteiro que forma moitas baixas. Cresce nas zonas altas de Portugal acima dos 1000 metros do Gerês e da Serra da Estrela.  E ainda o Zimbro hemisphaerica de maior porte e ocorre em solos calcários da região mediterrânica.

E

Zimbro-galego,  Cedro-de-Espanha ou oxícedro - Juniperus oxycedrus. Ocorre em zonas montanhosas em lugares rochosas e também em zonas arenosas marítimas onde é espontânea em Portugal. Caso de Trás-os-Montes e Alentejo.  

 

E finalmente os Pinheiros

Pinheiro-bravo ou Pinheiro-marítimo - Pinus pinaster.  Nativo da Região Mediterrânica e comum em todo o território português.  

Pinheiro-silvestre, Pinheiro-de-casquinha ou Pinheiro-de-Riga – Pinus sylvestris. Em Portugal aparece espontâneo nos pontos mais altos do Gerês e é utilizado no povoamento dos baldios serranos.

Pinheiro-manso - Pinus pinea. Facilmente reconhecível pela copa semi-esférica. Nativo nos solos arenosos da europa Mediterrânica. Importante pelo valor económico dos frutos: os pinhões existentes nas pinhas.

 

 

* António Borges Regedor

Ambientalista. Fundador, dirigente e membro de várias associações de ambiente.

 

publicado por antonio.regedor às 18:11
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