.posts recentes

. Bibliotecas Itinerantes d...

. Navio-Museu Santo André

. PAB 2002

. Fest

. Sira

. Comboio fora da linha

. ...

. Crescente Fértil

. Vila Real no Dia Internac...

. A comemorar o Dia Mundial...

.arquivos

. Julho 2022

. Junho 2022

. Maio 2022

. Abril 2022

. Março 2022

. Fevereiro 2022

. Janeiro 2022

. Dezembro 2021

. Novembro 2021

. Outubro 2021

. Setembro 2021

. Agosto 2021

. Julho 2021

. Junho 2021

. Maio 2021

. Abril 2021

. Março 2021

. Fevereiro 2021

. Janeiro 2021

. Dezembro 2020

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em destaque no SAPO Blogs
pub
Segunda-feira, 29 de Novembro de 2021

Golfe desafiante

IMG-20211108-WA0003.jpg

Obviamente  que nos agrada um campo de golfe grande, com largos fairways onde, apesar dos desvios e dos efeitos,  a bola  acaba por cair em razoável posição de jogo  , relva bem aparada e poucos obstáculos naturais. 

Mas um campo de golfe ganha beleza quando também respeita os acidentes naturais. Pouco é necessário mudar num terreno para o transformar num agradável e desafiante campo de golfe. 

Os campos com várias dificuldades são bons para a aprendizagem. São também bons para a gestão de fustração. E isto é importante exercício para os vários aspectos da vida. Pessoal, familiar, profissional, desportiva, académica, social. 

Pode até inferir-se que um  campo de golfe  quanto mais natural, mais rural, melhor para o treino de vida social.  

 

(da série de golfe rurarl 3)

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:01
link do post | comentar | favorito
Domingo, 28 de Novembro de 2021

Golfe em terreno acidentado

2.jpg

Aspectos do Golfe (2)

Um campo de golfe não tem necessariamente de ser uma grande extensão de terreno completamente relvado.

Também pode ser acidentado, com rochas, fossos e outros obstáculos naturais. O golfe aqui torna-se mais técnico, mais difícil, mas também mais aliciante por ser mais desafiante.  

Pode parecer estranho por estarmos habituados a ver os campos de 18 buracos onde decorrrem as provas dos profissionais e de maior visibilidade internacional. Isso é uma parte da realidade do Golfe. Importante, mas o golfe não é apenas isso. O golfe é uma actividade  desportiva de exterior que pode ser praticado em campos mais pequenos, com menos buracos e mais "rústicos". No essencial o golfe não é mais que bater uma bola com o auxílio de um ferro, e levá-la de um ponto a outro onde se encontra uma bandeira que constitui o alvo a atingir. O desempenho do jogador é aferido pelo menor número de pancadas necessárias ao cumprimento desse objectivo. E o campo pode ter mais ou menos obstáculos.  O aliciante é que nos campos mais pequenos, com fairway mais estreito, mais acidentes naturais o jogo torna-se mais técnico, talvez mais difícil, mas até este aspecto é subjectivo.  Os campos menores e menos sofisticados tornam o golfe menos dispendioso, mais acessível, mais rápido, e  portanto mais democrático.  Por isso é que nos campos rurais também se pode usufruir de boa prática de golfe. e seria bom que houvesse mais para alargar a participação e baixar custos na sua prática.   No fundamental para o praticante amador  e lúdico, prevalece o andar pelo campo, usufruir o espaço verde, fazer o exercício de baixa intensidade próprio a qualquer idade, e conviver em ambiente cordial porque no golfe ninguém joga contra o outro mas tenta tão só fazer o seu melhor.   

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:15
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 25 de Novembro de 2021

Nem sempre o caminho é fácil

IMG-20211108-WA0001.jpg

Nem sempre o campo terá de possuir um “fairway” (1)  largo, bem tratado, com relva aparada a facilitar o andamento e a recuperação da bola. Pode até quase nem ter fairway. E o desafio  será o de colocar a bola no “green” (2) à primeira pancada.

Recordo que no campo de golfe rural do clube de Montalegre o primeiro buraco tinha o "tee" (3) junto do "clubhouse" (4) e jogava-se por cima do rio para a outra margem.  No campo de Porto Santo - Madeira, o buraco 13 é conhecido por ter a possibilidade de se jogar por cima do mar numa reentrância da falésia. Ou ainda no campo da Quinta da Barca - Esposende em que o fairway tem pouco mais de 2 metros e a linha descrita pela bola é quase por cima do rio. Estes são apenas exemplos de muitos outros que tornam esta actividade desportiva tão agradável e desafiante. 

(1) Fairway é a parte do campo por onde a bola deve ser jogada. O caminho da bola. É normalmente aparado de forma regular.

(2) Green é a parte do campo onde a relva está aparada muito curta e uniforme e onde se coloca a bandeira de final de cada buraco. 

(3) Tee  é o local de saída para o jogo e para cada buraco; marcação para a tacada.

(4) Clubhouse é a sede do clube e que comporta várias funcionalidades, como vestiários, chuveiros, roupeiros,  arrumos para o os sacos e ferros de golfe, loja de material de golfe, bar e restaurante entre outros espaços. 

publicado por antonio.regedor às 11:18
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 18 de Novembro de 2021

Poesia e Religião

ESC CANELAS EU 4.jpg

Porque hoje é dia de onda poética na biblioteca de espinho, deixo aqui o que pensava da poesia quem a escreveu com mestria. 

Persistência da poesia

Crónica de Manuel António Pina, na revista “Visão”, em 7 de Junho de  2007

 

 

A poesia é um mistério incompreensível. Porque escrevem as pessoas poesia? E porque a lêem ou ouvem outras pessoas? Eu sei que pode escrever-se poesia (o que quer que "poesia" signifique) por muitos motivos, nem todos respeitáveis.

Ao longo da História, a poesia tem servido um pouco para tudo, seja ut doceat, ut moveat aut delectet, que é como quem diz "para ensinar, comover ou deleitar" (a fórmula tem 500 anos e é de Rudolfo Agrícola) seja para enaltecer e louvar ou, se não para ganhar a vida, ao menos para fazer por ela.

Hoje, como provam os programas de Língua Portuguesa da dra. Maria de Lurdes Rodrigues, a poesia é coisa perfeitamente dispensável no ensino e qualquer telenovela comove e deleita mais gente que um poema de Cesário ou de Herberto; por outro lado, já ninguém encomenda um poema para eternizar os seus feitos (a verdade é que também faltam feitos que mereçam ser eternizados) nem nenhuma dama se deixa seduzir com protestos de amor decassilábicos e metáforas. Quanto a ganhar a vida estamos falados; com raras excepções, os livros de versos vendem umas poucas centenas de exemplares e só editores suicidas se metem em tal negócio. Há tempos, um editor punha a uma selecta audiência de poetas a seguinte pergunta: como se edita poesia e se tem uma pequena fortuna ao fim de uns anos? A resposta é: começando com uma grande fortuna. No entanto, continua a haver gente a escrever poesia e gente a editá-la. E gente a ler ou a ouvir poesia.

Na semana passada realizou-se em Maiorca o Festival de Poesia do Mediterrâneo (outro mistério: por todo o lado continuam a realizar-se festivais de poesia). Havia poetas catalães, castelhanos, asturianos, árabes, portugueses.

Na última noite, 500 ou 600 pessoas ouviram ler poemas em línguas que não conheciam. Muitas vezes (pelo menos no caso do árabe e do português) não faziam a mínima ideia do que falavam os poetas. Mas escutavam como se participassem numa celebração cujo significado estivesse além (ou aquém) das palavras.

Que procuravam ali aquelas pessoas? Só a "música das palavras"? Mas a poesia não é música, é um pouco menos e um pouco mais que música. É certo que também não é apenas sentido mas algo entre uma coisa e outra ou ambas ao mesmo tempo, "música do sentido", como diz Castoriadis, e talvez, quem sabe?, alguma forma de sentido que a música possa fazer. Como os outros, também eu escutava. Às vezes julgava reconhecer uma palavra e agarrava-me a ela como um náufrago até a perder algures fora e dentro de mim, ou percebia uma sonoridade dolorosa, uma inflexão irónica, uma invectiva (em árabe, meu Deus!, que mais podia eu perceber?), e isso me bastava para, por um momento, me sentir absurdamente feliz.

Talvez, quem sabe, a poesia seja alguma espécie obscura de religião, talvez ela própria seja uma língua estrangeira falada em regiões distantes e interiores, talvez escrevendo poesia e lendo e ouvindo poesia estejamos perto de algo maior do que nós ou do nosso exacto tamanho. Porque alguma razão há-de haver para a persistência da poesia mesmo em tempos tão pouco gloriosos como os nossos.

 

publicado por antonio.regedor às 13:59
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 16 de Novembro de 2021

khimar

niqab.jpg

khimar  no islão significa roupa para cobrir mulher

Recorrentemente surgem as discussões sobre o vestuário usado pelas islâmicas  e a sua relação com a religião.

Para início de discussão, os símbolos de vestuário feminino como  o hidjab, xador, niqab ou burca fazem nalguns casos de trajes tradicionais.  O domínio patriarcal no contexto islâmico é que considerou o “khimar” (roupa para cobrir as mulheres) uma obrigação e uma forma de submissão da mulher.

A Burca é a mais repulsiva forma de anulação e espezinhamento da identidade feminina. Começou por ser um traje elitista dos Pashtuns. Na revolução dos anos 70 as mulheres ricas deixaram de usar as burcas que passaram a ser usadas pelas classes populares como objecto de novo status social.  Os talibãs tornaram-na obrigatória no contexto do khimar.

O Niqab, muito parecido com a burca, dado só deixar uma pequena abertura na zona dos olhos, é o khimar dos wahhabitas. Estes são os mais detestáveis extremistas sunitas. São a religião oficial da mafiosa família saudita. A casa de Saud os reis da Arábia Saudita e financiadores das mesquitas radicais que se espalham por todo o mundo.

O Xador é o traje tradicional da Pérsia. Não sendo obrigatório, é profusamente usado no Irão.     

O Hidjab  (lenço) é o mais usado  na generalidade da corrente sunita, a maioritária.

Quando o uso de peças de vestuário são determinadas por lei,  nomeadamente a charia (lei islãmica) não é de liberdade que se trata. Quando uma mulher é espancada por não usar esses símbolos religiosos (hidjab, xador, niqab, burca para citar os principais) não é opção o seu uso. É imposição.

A identificação da condição de islâmico pelo hijab, chador ou burka é tão abominável como a obrigatoriedade dos judeus usarem a estrela de david.

O Hijab não é símbolo de identidade, mas de estigma. Não é símbolo de escolha, mas de imposição.  Não é um símbolo de liberdade, mas de opressão.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:54
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 12 de Novembro de 2021

Uma imagem de que se gosta

20211106_211312.jpg

CINANIMA. O terceiro festival de animação mais antigo do Mundo.  Este ano (2021) conta já quarenta e cinco edições.  E sempre a renovar-se. De 8 a 14 deste mês de Novembro. Filmes, exposições, música, workshops, masterclasses, instalações artísticas. A decorrer em diversos espaços da cidade: Centro Multimeios, auditório do Casino Solverde, Junta de Freguesia de Espinho,  Biblioteca Municipal, Forum de Arte e Cultura, Piscina Solário Atlântico. E ainda outros espaços fora do Concelho como o jardim botânico do Porto e várias instituições de ensino superior em Matosinhos, Barcelos, Vila do Conde e Porto.

O CINANIMA deve ser entendido como  um dos melhores veículos de promoção da imagem de Espinho.  Uma imagem de que se gosta. 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:01
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 11 de Novembro de 2021

Where is Anne Frank

cinanima.png

O Cinanima teve em estreia o excelente filme Where is Anne Frank. A mensagem, se é que os filmes transportam alguma mensagem, é a de que a história de Anne Frank não se ficou pelos acontecimentos que bem conhecemos da guerra de 1939-1945.  Anne Frank continua por aí a escrever o seu diário. Da fuga aos conflitos armados. Dos refugiados de todas as guerras. Dos escondidos das repressões de todo o tipo. Dos deslocados, desalojados. Dos confinados a campos de refugiados. Dos sofredores das migrações forçadas pela guerra e pela fome. Dos perseguidos pela política, pela religião, pelo racismo. Anne Frank continua aí, a escrever o seu diário, no meio dos sofredores.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:04
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 10 de Novembro de 2021

Anta capital do violino

violino.jpg

Na Freguesia de Anta- Espinho, desde  há muitos anos, a família Capela  dedica-se à construção de violinos. Os violinos Capela são reconhecidos em todo o mundo. A Junta de Freguesia tem liderado as iniciativas de visibilidade e valorização deste  património cultural.  Anta é Capital do Violino.   

E neste âmbito não podia haver melhor forma de expressão que a realização de um concerto para violino  em mi menor, op. 64 e a Sinfonia nº4 em lá maior, op. 90, de Mendelssohn (1809-1847). A direcção foi de Giovanni Guzzo, violinista que estudou na Royal academy of Music de Londres e na Escuela Superior de Musica Reina Sofia de Madrid. Trabalhou com alguns dos principais músicos da actualidade e numa das suas apresentações para a Rainha de Inglaterra  tocou com o famoso violino Stradivarius “Viotti ex-Bruce” propriedade da família real. 

A execução foi da Orquestra Clássica de Espinho criada em 2005 com origem académica, mas de projecto profissional.  

O compositor escolhido foi Felix Mendelssohn um pianista do romantismo e a obra escolhida é marcante do século XIX.

Foi uma enorme satisfação ter oportunidade de ver a actuação do violinista Giovanni Gusso  o desempenho da Orquestra Clássica de Espinho.

E é também uma enorme satisfação viver numa Freguesia onde o património cultural é preservado pelo interesse público que nele coloca a Junta de Freguesia e o os seus autarcas representados na pessoa do seu Presidente de Junta,  Nuno Almeida.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:12
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 2 de Novembro de 2021

Uma compra  no supermercado

R.jfif

Fui às compras apenas para repor alguma coisa que estava em falta e obviamente mantive o meu critério de escolher preferencialmente português.

Os lacticínios, ovos e iogurte, de empresas portuguesas. O café foi “Delta” uma empresa portuguesa que não me inibe de fazer publicidade, pela consideração que tenho por esta empresa que tem política social. Que nunca trocou a sua origem em localização periférica e paga impostos em Portugal. Chouriço de Barrancos. Um Concelho que conheço razoavelmente. Tem na sua fábrica de enchidos uma das empresas mais empregadoras e grande contributo para a economia do Concelho. Comprei mel de urze e castanheiro da Serra da Malcata. Uma região que importa apoiar contrariando a redução demográfica e económica.  Recuso por princípio mel de eucalipto ou de regiões e culturas que degradam o coberto vegetal do país e não respeitam as culturas autóctones com sustentabilidade ambiental.    As frutas foram banana da madeira e pera do “oeste”. Da pera a qualidade e a preferência de uma região que depende economicamente do nicho de produção de fruta em que se especializou. Da Madeira por preferir um fruto nacional, de uma região onde essa produção é significativa para muita mão de obra local e porque o fruto é muito, mas muito melhor que os “plátanos” da américa latina produzidos intensivamente. A garrafa de vinho foi do “Douro”. A escolha que recai na memória de infância,  na excepcional qualidade dos “vinhos do douro”, no querer o desenvolvimento económico da região,  e a justa remuneração aos viticultores locais.  Para todos estes produtos tinha opções estrangeiras, de importação, que significava saída de divisas do país. Sem dificuldade fiz uma compra de qualidade, promotora da defesa da  economia nacional e que me deixa orgulhoso de uma cidadania consciente.   

 

António Borges Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 19:18
link do post | comentar | favorito (2)

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2022

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.favorito

. Uma compra  no supermerca...

. Dança

. Elle foi à Pharmacia

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds