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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2020

Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga reconhecido em programa mundial de resposta à COVID-19

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A International Hospital Federation (IHF) lançou, aos hospitais e prestadores de saúde, um programa de reconhecimento de resposta à COVID-19 para “além do dever” que implementassem respostas ou acções inovadoras face à pandemia.

O Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) foi reconhecido através do Projecto "CADCOZ" (Centro de Acolhimento de Doentes em Convalescença OZANAM). Tratou-se de criar uma estrutura que pudesse acolher os doentes que, embora ainda Covid positivos, já tinham critérios de alta hospitalar e a quem faltava estrutura familiar ou social de rectaguarda que os acolhesse.

A iniciativa foi possível pela acção conjunta do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV), do Município de Santa Maria da Feira e o apoio da Segurança Social.

O Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) integra os Hospitais localizados em Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Oliveira de Azeméis e abrange ainda os territórios de Arouca e Castelo de Paiva para além de ter dado também resposta a Ovar nesta crise de pandemia.

”Um dos principais objectivos na criação deste programa de reconhecimento foi destacar a agilidade e diversidade das organizações de saúde em resposta à pandemia COVID-19” nas palavras do CEO da IHF, Ronald Lavater

O Centro CADCOZ teve como principais objectivos: proporcionar serviços de emergência, com carácter temporário e transitório a doentes portadores da Covid-19, adequados à problemática biopsicossocial dos utentes; assegurar a satisfação das necessidades básicas dos utentes; e prestar cuidados básicos de saúde, com seguimento clínico e acompanhados diariamente por profissionais de saúde.

O Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) está entre mais de Cem Hospitais de vinte e oito países que participaram neste programa. Sendo também de verificar com enorme orgulho que Portugal teve dezasseis instituições premiadas. Estão entre elas os principais Hospitais do País, Lisboa, Porto e Coimbra, mas também a Direcção Geral de Saúde, o INEM, a Santa Casa da Misericórdia de Riba D’Ave e a associação APDP-Diabetes Portugal.

O nosso país foi o que recebeu mais reconhecimentos, superando mesmo todos os países Europeus e os Estados Unidos da América.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:04
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2020

A Água como Bem Público

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Estudei num tempo em que o “ar e a “água” eram considerados bens livres.

Temos agora a notícia de que a água está a ser negociada, como recurso, em “contratos futuros” na Bolsa de Nova York. E isto é preocupante. E mais preocupante ainda é saber que na operação estão envolvidos os “edge funds”, os fundos abutres como são conhecidos.

Do “ar” já conhecemos negócio. O mercado internacional do carbono e de alguma forma o pagamento do oxigénio consumido pelos Estados. Mas isto é tema de outra conversa.

Também já tínhamos notícia dos interesses manifestados por alguns representantes de interesses na privatização da água. Nessa linha o tratamento e gestão do abastecimento já é negócio privado, e o mesmo para o tratamento dos efluentes.

Também algumas políticas em alguns territórios proíbem a utilização da água da chuva.

Ainda ouviremos muito sobre este tema.Mas o que verdadeiramente deveríamos discutir era a questão do melhor estatuto da água. A consideração de bem essencial à vida. O seu carácter de “bem público” de modo a afastar os conceitos nefastos de “bem livre” e do seu extremo oposto de “bem privado”.

É uma discussão necessária num contexto previsível de escassez de água potável para consumo doméstico bem como de água em geral para diversos usos agrícolas, industriais e energéticos.

publicado por antonio.regedor às 21:36
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2020

Memória de Cartago

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De Cartago, naturalmente,  já só pude ver as ruínas e através delas imaginar uma cidade construída pelos fragmentos de história que ouvi, dos livros que li,  das imagens que vi  e do espaço que senti. Nos empedrados que percorri, senti as avenidas dessa cidade.

Uma das Avenidas percorridas junta-se ao mar naquilo que outrora fora um porto de abrigo para os barcos de mercadorias e de passageiros, tendo em conta que na antiguidade os caminhos mais seguros, mais confortáveis e mais rápidos eram os caminhos por mar.  Ao longo do empedrado, de um lado e do outro restos de muros e  colunas  deixando adivinhar as casas e as suas divisões, pátios, claustros, peristilos, fontes.  Mas também o que seriam edifícios públicos como balneários com os vários banhos e latrinas. E os espaços de diversão festa e cultura como o anfiteatro. Sentar-me naquelas bancadas do anfiteatro e saber que ali mesmo, séculos antes, outros ali se sentaram para assistir a teatro, poesia, canto e música. 

Foi logo a seguir à sua fundação, uma República duradoura, anterior ainda à de Roma e  talvez das mais longas da História.

Aristóteles refere-se a Cartago como sendo uma República de povo culto e com numerosas bibliotecas. 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:25
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2020

INFODEMIC

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O termo é novo. É um conceito aplicável no âmbito da ciência da informação.
Resulta de uma situação em que se verifica superabundância de informação relativa a um assunto específico.
A produção de superabundância de informação decorre em um curto espaço de tempo.
A massa informativa é composta tanto por informação precisa, científica, verdadeira como outro tipo de informação de opinião, falsa, imprecisa, incompleta, incoerente ou qualquer outra forma de ruído. Tanto uma como outra circulam indistintamente o que dificulta a identificação das fontes e consequentemente a verificação, a veracidade, o rigor, a verdade e a confiança.
É isso que dá lugar à desinformação, aos rumores, a falsificação, à manipulação tanto mais quanto o publico consumidor tiver menos literacia informacional.
É uma realidade que vive e se amplia nas redes sociais e cuja característica de propagação se assemelha à dos vírus.
O fenómeno é preocupante pelo grande impacto que tem no tecido social. É um fenómeno que modela o pensamento dominante sem garantia de razão, rigor, verdade.
A situação é tão grave que nos Estados Unidos da América movimentos negacionistas, seitas e de teorias de conspiração são já dominantes nas redes sociais online.
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 13:23
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2020

Reunião científica sobre informação em tempo de desinformação.

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Há cerca de um ano atrás, fui convidado pelos meus colegas do ISCAP para integrar a comissão científica de mais um Encontro de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação. Fui professor na Licenciatura com esta designação ainda na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão desde o ano da sua criação. Tempo de Encontros, Seminários, sempre presenciais. Este XIV Encontro de CTDI, também o havia de ser. O vírus coronavírus SARS-CoV-2, motivaram a sua suspensão. Dada a imprevisibilidade do tempo de duração da doença Covid 19, entendeu a comissão organizadora, e muito bem, realizar o Encontro em plataforma online. A meu ver com um excelente resultado.

Para além de excelentes comunicações de grande especificidade na Ciência da Informação, vi com muita atenção a intervenção do Magistrado do Ministério Público Nuno Serdoura dos Santos. Colocou a questão da consideração ou não das fake news como crime e que tipo de crime, em que circunstâncias e respondendo a uma questão minha, a consideração de diferente responsabilidade pela intencionalidade dos que produzem a fake news e dos que a replicam por partilha. Abordou-se a questão do algoritmo que junta os mesmos interesses dos diversos grupos de utilizadores. As questões relativas á supressão por alguns Estados das liberdades e concretamente da liberdade de informação. O novo conceito de infodemic. Foi referida a estratégia da União Europeia face à desinformação e considerou-se a necessidade da produção de doutrina por parte dos cientistas e a necessidade de Literacia da Informação.



Na perspectiva do Jornalismo, o Professor Fernando Zamith abordou a questão da Pós-Verdade ou até do Pós-Jornalismo. O Ciberjornalismo foi também referido. Colocou uma interrogação sobre a consideração de fake news. E claro, abordou a crise do jornalismo nos seus vários aspectos. Aludiu nomeadamente às publicações descontextualizadas, ao copy/paste, à reprodução de press release, aos conteúdos patrocinados.



O Filósofo Pacheco Pereira recorre ao Helenismo para promover a compreensão do fenómeno comunicacional actual. Remete nomeadamente para a condição da democracia no espaço público grego. Refere o Logos (razão), o Ethos (virtude ou excelência) e o Pathos ( emoção). E actualmente lembra que a demagogia emergiu nomeadamente na política e que forma a base do populismo. Ao referir-se à literacia informacional, aponta o aumento da desigualdade no saber procurar na internet. Lembra que a democracia tem de resultar da nossa escolha racional. Ela não se impões de forma natural. É nossa opção. Daí ser tão importante a nossa escolha consciente, racional e ética. Não emocional.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:36
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2020

Confinamento

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Perante uma doença nova, a ciência vai construindo a resposta à medida que a doença se vai manifestando. Construindo conhecimento e aferindo, ajustando e reformulando as hipóteses, as metodologias, os procedimentos. Por isso já foram dadas várias orientações diferentes para o nosso comportamento social. As mudanças correspondem ao aumento do conhecimento adquirido.

A primeira vaga desta doença nova e desconhecida foi contida de forma robusta, mas com grandes reflexos negativos na economia, no ensino, nos comportamentos sociais e principalmente na exaustão dos profissionais de saúde. Sabia-se que o desconfinamento, a retoma da economia, uma certa regularização da vida social iria aumentar os contágios. Mas isso seria suportado pela adaptação dos serviços de saúde, pelo conhecimento da doença que vai aumentando á medida que ela se vai desenvolvendo.

A retoma da normalidade social, as férias, os contactos com pessoas de outros países, ou de outros pontos do país, e o início das aulas, o aumento da actividade económica elevou os números de contágio.

É a economia que gera as receitas necessárias para aplicar na saúde. E é a saúde que assegura a economia. Talvez nunca se tenha percebido tão claramente como a saúde e economia são tão importantes e intimamente ligados. Há outras implicação igualmente importantes, mas em tempos de pandemia a falha de uma desta é o colapso de todas as outras, e do todo social.

O confinamento, por si só, não é a solução. Só confinamento trava a economia. É necessário mais. Os recursos gerados na economia terão de ser prioritariamente encaminhados para a saúde. Sendo que esta tem apenas uma pequena margem de crescimento por muitos recursos que a economia lhe forneça. O seu limite de crescimento é desde logo a especificidade e especialização dos seus recursos humanos e o longo tempo necessário à sua formação. E em segundo o seu esgotamento físico.

Resta-nos um terceiro elemento para estabelecer o necessário equilíbrio. O comportamento social é fundamental. Deve ser um comportamento informado. E há muito défice de informação científica, fidedigna e esclarecedora. Faltam programas pedagógicos na comunicação de massas e também para circulação em redes sociais. Programas que deviam ser feitos pela televisão pública ouvindo as entidades de saúde, os especialistas, os cientistas. Em segundo, o comportamento social deve ser responsável, ético, cívico. A retracção a actividades que aumentem o risco, deve ser da iniciativa pessoal sem precisar de ordem de proibição. Cada um por si deve calcular o risco e actuar pela minimização do mesmo. Não adianta estar um fim de semana em casa, se até ás 13 horas se sujeitou a ser contaminado no meio da multidão. Um baptizado, casamento ou comunhão não justifica a contaminação de famílias inteiras. A empresa e os amigos não acabam por não se realizar o jantar de natal.

O principio da defesa da vida futura deve prevalecer aos costumes e hábitos das efemérides presentes.

Os incómodos presentes são o bem-estar futuro.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:07
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XIV Encontro de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação

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O XIV Encontro CTDI ( Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação) realiza-se hoje dia 3 de dezembro de forma virtual.

Apresenta-se como um fórum de reflexão sobre a Informação na era da desinformação.

Se as novas TIC vêm facilitar o acesso e produção mais generalizado e democratizado à informação também podem ser veículos facilitadores da propagação de qualquer tipo de informação, sem filtros de veracidade ou qualidade.

 

O Encontro Académico aborda uma temática sobre a qual tenho dedicado bastante interesse. A desinformação, associada às fake news, com o propósito de enganar deliberadamente os utilizadores e que representa uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.

 

Estarão no centro da atenção os profissionais da informação cujo papel é crucial no combate à desinformação

 

São  subtemas do XIV Encontro de CTDI:

  • a desinformação e o papel do profissional da informação;
  • as causas da desinformação nas organizações;
  • a sobrecarga informacional;
  • os efeitos da desinformação;
  • as formas de combater a desinformação;
  • a informação enquanto recurso;
  • boas práticas no uso da informação e das tecnologias no combate à desinformação;
  • a inclusão digital;
  • a literacia e outras de interesse.

Oradores Confirmados: 

Nuno Serdoura dos Santos

Magistrado do Ministério Público

 

 

Fernando Zamith

Docente de Jornalismo

na Universidade do Porto

 

José Pacheco Pereira

Presidente da Associação Cultural Ephemera

publicado por antonio.regedor às 00:09
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