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Terça-feira, 26 de Novembro de 2019

Concentração dos media

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Na história dos jornais, estes já tiveram muitos tipos de proprietários. Jornais de projectos de informação, jornais de projectos políticos, jornais de comissões de desenvolvimento local, jornais de projectos comerciais, jornais essencialmente literários. No século XX, jornais projectos editoriais, com componentes mais informativas ou mais comerciais ou culturais.

Os escritores do século XIX e XX utilizavam-nos para em folhetins divulgarem a sua escrita e o interesse pelo livro que no final resultaria desse mesmo folhetim publicado periodicamente. O negócio editorial foi no século XXI perdendo interesse, mas este transferiu-se para o sector financeiro. Os jornais actuais já não são entidades isoladas, mas fazem parte de grupos de media. E estes têm agora como proprietários, não empresas de comunicação, mas grande grupos financeiros. Esses grupos de media, agrupam vários orgãos de comunicação em Portugal.

A Media capital que agrega a TVI, TVI24, e as outras TVI temáticas. Ainda lhe pertence a Rádio comercial, M80, rádio cidade, Smooth, Vodafone, Mais futebol e o IOL. O grupo Prisa é o maior investidor e Miguel Pais do Amaral é um dos acionistas conhecido.

Por seu lado a IMPRESA é dona da SIC, e das outras sic temáticas, mais o jornal Expresso, e um conjunto diverso de outras publicações . É maioritariamente de Pinto Balsemão. Ha também investimento do BPI e vários outros investidores acionistas.

A Cofina possui o Correio da Manhã, a CMTV, Jornal de negócios, no desporto é dona do Record. Tem ainda a revista Sábado, o jornal grátis Destak e um outro conjunto de publicações. Tem a maioria do capital disperso em bolsa, vários acionistas de referência e ainda investimento de bancos.

Global Media é proprietária do Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Açoriano Ocidental, DN Madeira. Nos desportivos tem “O Jogo”, nos económicos tem o “Dinheiro Vivo”. Tens ainda outras publicações e também a TSF. Tem investimentos de bancos e do conhecido Joaquim Oliveira da Controlinvest entre outros.

Estes três grupos têm partes iguais da principal distribuidora de publicações, a Vasp. É praticamente o domínio dos media em Portugal.

 

António Regedor

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publicado por antonio.regedor às 16:23
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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2019

Dia Mundial da Língua Portuguesa

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Por decisão da UNESCO, o dia 5 de Maio passa a comemorar-se como Dia Mundial da Língua Portuguesa. É o reconhecimento da importância da língua que se fala um pouco por todo o mundo. É língua oficial em nove países e em quatro continentes. É também muito importante por ser a quinta língua mais utilizada na internet. E hoje sabemos como é importante esse meio de comunicação.   

publicado por antonio.regedor às 20:50
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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2019

Dependência dos equipamentos

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Tenho pensado sobre o facto de as crianças e jovens se deixarem ser cada vez dependentes dos instrumentos de cálculo, perdendo as noções de quantidade, volume, espaço.

Uma falha de virgula numa máquina de calcular pode mudar o resultado sem que a pessoa menos competente dê por isso. Exemplo 5 X 0.5. A falta de noção da quantidade e proporção, pode incorrer num erro enorme para uma pessoa menos preparada.

O mesmo para equipamentos de orientação. Dou um exemplo: Agora todos os jovens se orientam por GPS. Antigamente ia-mos para o Gerês de bússola e de carta militar. Nos últimos anos têm vindo a ser batidos recordes de visitantes perdidos no Gerês. Basta acabar a bateria do telefone para deixarem de saber onde estão e para onde ir. Não conseguem orientar-se pelo sol, determinar pontos cardeais.

Ainda não há muito tempo uns estrangeiros perguntavam no Largo do Viriato, Porto, onde era o rio. Naquele ponto duas das três ruas descem. Não se entende que estando à procura do rio não tivessem optado de imediato pelas descidas. É lógico que se procuravam o rio, teriam de descer para o encontrar.

São casos como estes que não auguram nada de bom no caso de um enorme crash energético. Com os computadores, telefones e outros equipamentos a falhar, como sobreviverão as futuras gerações?

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:32
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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019

Autoprodução e autoconsumo de energia.

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É cada vez mais perceptível que o modelo de produção de energia centralizado, monopolista e de desperdício esgotou. Este modelo de grandes impactos ambientais, que necessita de grandes sistemas distribuidores, não corresponde de forma mais eficiente na produção e consumo. Há um enorme potencial de produção de energia eléctrica a uma escala doméstica ou de pequenas comunidades. Tem resposta com pequenos equipamentos, anula os grandes desperdícios do transporte e é consumido pelo próprio produtor com evidente vantagem económica. As fontes de energias renovável provam que são mais viáveis, mais úteis á escala doméstica.

Há a directiva (UE) 2018/2001 do Parlamento europeu que se refere à utilização de energia de fontes renováveis, que aponta para o autoconsumo de electricidade pelo autoconsumo de energia renovável.



O Conselho de Ministros de 27 de julho de 2019 aprovou um diploma que vai no sentido de possibilitar:

O autoconsumo por produtores consumidores;

o consumo por um conjunto de consumidores, organizados em condomínios de edifícios em regime de propriedade horizontal ou não, ou um grupo de autoconsumidores situados no mesmo edifício ou zona de apartamentos ou de moradias, em relação de vizinhança próxima;

ou ainda de unidades industriais ou comerciais e demais infraestruturas localizadas numa área delimitada, poderem, através de uma ou mais unidade unidades de produção para autoconsumo de electricidade, com fonte primária de energia renovável, poderem produzir, consumir, partilhar, armazenar e vender os excedentes de electricidade produzida.

Esta será a melhor forma de no futuro o consumidor produzir a energia eléctrica que necessita, sem depender em absoluto dos grandes sistemas monopolistas de produção e de beneficiar da vantagem económica daí resultante.

Cada um a produzir a energia de que necessita, é o caminho do futuro.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:24
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

Liderança

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A questão da liderança, sendo muito estudada modernamente, é tema muito antigo. A propósito da formação dos líderes, afirmava na Grécia Antiga, o filósofo Platão: – “Sócrates: observe agora, Glauco, que não seremos injustos para com os filósofos que se formarem entre nós, e lhes diremos coisas justas ao obrigá-los a guardarem e cuidarem dos outros.” Procurando dizer o mesmo por outras palavras constatamos que na Grécia Clássica a liderança correspondia a defender e proteger os outros. Uma das formas de cuidar da cidade, do que é do interesse da cidade e dos cidadãos. Usando também um outro conceito muito caro aos homens da antiguidade, a arethé (excelência) para os gregos e a virtude para os romanos, podemos dizer que a excelência ou virtude do líder é não pensar em si, mas no interesse da cidade. Actualmente designamos esse pensamento e atitude por ética cidadã. Ou existe essa ética no líder, ou objectivamente não é líder.
Um outro filósofo grego, Sócrates, dizia ainda que uma habilidade vital de liderança é fazer boas perguntas. Não será dizer o que se quer, mas perguntar o que a Pólis quer. Fazer a boa pergunta, interpretar bem e agir, levando, o todo social, a polis a agir no seu próprio interesse. Isso é liderar.
A mesma preocupação e a mesma postura de concepção e comportamento também se verifica na Roma Antiga. Tácito, um cidadão romano que viveu entre 55 e 120, historiador, político e orador afirmava que “os chefes são líderes mais através do exemplo do que do poder.” Assim era vista a liderança no período clássico. A liderança como exemplo.
Situando-nos agora no na modernidade. As actuais noções de gestão são mais pragmáticas, mais operativas. No entanto mantêm ainda aspectos da sua génese filosófica. “A modernidade de gestão em tempos de cólera”, é escrita em 1992, por R. M. Fisher. Nesse artigo defende que são os líderes que detêm a capacidade de internalizar os valores da mudança, transformando-os em acções concretas. Encontramos nesta definição de Fisher, não uma vontade pessoal mas, a capacidade de compreender algo de externo, de o internalizar e de mobilizar a comunidade para a acção.
Ao passarmos para a aplicação da liderança ás empresas, temos na mesma linha de pensamento Porter, M. E. Este autor em 1996 afirma que a liderança, evita o desequilíbrio organizacional . Verificamos aqui o mesmo que os clássicos pretendiam para as suas comunidades. Tal como na antiguidade, actualmente é entendido que a liderança proporciona o equilíbrio nas organizações através da identificação que os líderes fazem do interesse comum, ou seja daquilo que interessa às organizações ou à sociedade.
Se tivermos em conta a reflexão destas citações e afirmações, estamos mais preparados para seguir o líder pela racionalidade, e não o populista pela emotividade. Quem se contém e trava a irracionalidade emotiva, calmamente reflecte no interesse do equilíbrio da organização social normalmente segue o verdadeiro líder.
 
Bibliografia
Fischer, R. M. (1992). A modernidade de gestão em tempos de cólera. Revista de Administração, 27(4), 58-64.
Platão. [c. 380 ac] República VII.
Porter, M. E. (1996). What is Strategy. Harvard Business Review.
 
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 22:16
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