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Sexta-feira, 28 de Junho de 2019

 ADSE

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Frequentemente se fala da ADSE, sem haver uma noção exacta do que se trata, e de quem financia este subsistema de saúde.

 

A "ADSE" é hoje  um subsistema de saúde inteiramente suportado pelos  funcionários públicos, tanto no ativo como aposentados.  É um instituto público de gestão participada, que tem dupla tutela nos ministérios das Finanças e da Saúde. Tem elementos indicados pelas tutelas e pelos beneficiários, e ainda pelos sindicatos mais representativos e associações dos reformados e aposentados da Administração Pública.

Surgiu em 1963. Em 1979 os feneficiários pasaram a descontar 0,5% do salário.  Dois anos depois o desconto aumentou para 1%. Em 2007, com o Governo de José Sócrates, a taxa de desconto sobe para 1,5% . Para os  aposentados, começam em 1% até aos  1,5%.

Durante a troika  em 2013 para os funcionários e os aposentados subiu para 2,25%, e no ano seguinte para os  3,5%, valor que está em vigor.

 

A ADSE tem com os prestadores de serviço com dois regimes.

No regime convencionado em que os beneficiários podem ir aos prestadores que têm acordos de convenção com a ADSE e pagam parte dos procedimentos. O restante é pago pela ADSE de acordo com uma tebela de preços.

No regime livre o beneficiário vai a qualquer prestador que não tenha convenção, paga a totalidade e posteriormente é reembolsado pela ADSE.

Cerca de dois terços dos beneficiários opta pelo sistema de convenção.  Os pretadores são mais de 1600.

A ADSE tem tido um saldo orçamental positivo, principalmente devido ao aumento das contribuições dos beneficiários. 

 

A ADSE pretende que os funcionários públicos com contrato individual se tornem também  beneficiários e para isso já fez proposta ao governo.  

 

Verificamos, assim, que a ADSE não recebe nada do Orçamento de Estado, não tem custos para os contribuintes, não recebe nada do Serviço Nacional de Saúde.

É financiada  integralmente pelos seus aderentes, e paga os custos de saúde dos seus sócios quer aos privados quer ao serviço nacional de saúde quando deles  necessita.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:31
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Quarta-feira, 26 de Junho de 2019

Lego e Braille

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O Jornal de Notícias deu a notícia. E é uma boa notícia. A “LEGO” terá no início do próximo ano peças com inscrições em braille (números e letras). Quem conhece a linguagem braille poderá jogar com elas. Quem não tem problemas de visão terá oportunidade de aprender braille e melhor interagir com as pessoas com essa dificuldade de visão. Já usei o lego para ensinar matemática. Será interessante , agora, aprender mais facilmente a forma como os invisuais lêem o mundo. Não é nada discriminatório. É até bem integrador. As peças conjugam-se com as outras do sistema lego.

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publicado por antonio.regedor às 12:51
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019

Bacalhau

Haverá como se diz, 1001 maneiras de fazer bacalhau. Mas a família dos Gadídeos, a que pertence o bacalhau, tem mais de duzentas espécies. Este habitante de águas frias que vive junto ao fundo do mar tem seis espécies principais na actividade da pesca. São o bacalhau-do-atlântico, o escamudo, o badejo, o badejo-preto, a pescada-branca e o bacalhau-do-pacífico. São ainda da família do bacalhau o bacalhau-da-gronelândia, a abrótea, a maruca, a juliana, o arinca, o zarbo e a faneca.  Enquanto os juvenis se encontram junto da costa entre 10 a 30 metros, os animais adultos, andam por águas mais frias e entre 100 a 200 metros de profundidade.  Reproduzem-se entre o Inverno e a Primavera escolhendo leitos de desova mais quentes. A fêmea pode produzir nove milhões de óvulos.

Imagem: Aquário de bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:02
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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

As pontes no Porto

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Quando em 868 o conde Galego Vímara Perez faz a presúria do Porto, este era um ermo. Assim tinha ficado depois da invasão muçulmana que a destruiu e do posterior ataque em 750 por Afonso I das Astúrias. Nestas condições ninguém aí quereria viver. E assim ficou por pouco mais de um século.
Até aí a passagem do rio era feita por barco. E mesmo depois do crescimento da cidade e da sua expansão pela encosta em direcção ao rio na Idade Média, o barco continuava a ser o instrumento de travessia do Douro.
Só em 1806 se construiu uma travessia assente em barcas. Tinha um mecanismo de abrir a meio para deixar passar a navegação, que voltava a fechar. É esta a ponte das barcas que não suportou o peso dos habitantes em fuga das tropas de Napoleão que invadiram Portugal.
Para a substituir foi construída em 1841 uma ponte pênsil. Os pilares em granito de 18 metros de altura. O tabuleiro de 6 metros de largura estendia-se por 170 metros suportada por quatro cabos de fio de ferro em cada lado. Assim se atravessou o rio por 45 anos.
Foi substituída pela ponte Luiz I em 1886. Uma ponte em aço com um vão de 172 metros, 395 de comprimento e 62 de altura. A largura é de oito metros. O tabuleiro inferior está suspenso do tabuleiro superior.
Logo no ano seguinte a ponte Maria Pia, construída em ferro, para travessia do comboio. O vão tem 160 metros, 354 de comprimento e da mesma altura da de Luiz I. Construída pela casa “Eiffel & Cie”.
Assim se atravessou o Douro até 1963 com a inauguração da Ponte da Arrábida. O arrojado Engenheiro Edgar Cardoso construiu-a com um arco em betão de 270 metros de vão. Tem 72 metros de altura e 26 metros de largura.
Pelo caminho da história das travessias do Douro, ficou uma nunca construída. Era da autoria do Militar e Engenheiro Carlos Amarante. Em 1802 propôs uma ponte em alveraria de um só arco e que ligaria o fim da rua do Sol nas Fontainhas ao Mosteiro da Serra do Pilar.
A partir dos anos 90 deu-se uma sucessão de construções de pontes em betão. A de S. João em 1991 ainda da autoria de Edgar Cardoso para uso do caminho de ferro. A do Freixo em 1995 e a do Infante em 2003 para uso do automóvel. Esta a que tem maior vão (280 metros) e maior altura (72 metros).
Mas é a ponte da Arrábida que actualmente se pode escalar. A subida faz-se do lado do Porto, na base do arco do lado esquerdo. O arco no início, tem grande inclinação. Quase que cai a pique. Na realidade, a ponte tem dois arcos paralelos ligados por uma estrutura cruzada em x também de betão. Os arcos são ocos. A beleza e robustez da simplicidade. A ascensão é facilitada pela construção recente de uma escada. E há também a segurança de uma linha de vida ao longo da subida. Se a ponte já é de grande beleza e impacto vista de baixo, o impacto de a conhecer pelo seu interior, de se sentir nela e parte dela, é extraordinário. Subi-la e estar com os pés no arco e a cabeça no tabuleiro é fantástico. Beber um Porto aí é magnífico. Beber a satisfação da subida, beber a paisagem da cidade ribeirinha do Porto, beber a extensão do horizonte para além da Foz do Douro, e claro, beber o vinho do Porto que o rio encaminhava desde as vinhas até ao estágio nos armazéns, e daqui para o Mundo.
publicado por antonio.regedor às 18:53
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Terça-feira, 18 de Junho de 2019

A Sé pela Porta Nobre

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Vindos de Miragaia, dessa praia onde tantos estaleiros construíram os diversos tipos de embarçações  que formaram a maior parte da armada que conquistou Ceuta e deu início aos descobrimentos, entrava-se no Porto pela Porta Nobre.

Esta porta situava-se na muralha Fernandina, vindo como se disse do lado de Miragaia, passava uma ponte por cima do rio da vila. Este rio está hoje encanado e o seu curso final corresponde a actual Rua de Mouzinho da Silveira e Rua de S. João.  

A imagem da imponente Sé do Porto corresponde ao que veriam os que dela se aproximavam,  na Idade Média,  quando escolhiam por entrada a Porta Nobre das muralhas Fernandinas.  

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:06
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Terça-feira, 11 de Junho de 2019

Casa de Mateus

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Da Casa de Mateus, fixei-me no espelho de água. É um dos ex-libris da casa. Uma das suas imagens de marca. Talvez o aspecto mais divulgado e conhecido da casa. É o que aparece em mais referências, mais ilustrações. O espelho de água foi desenhado por Ribeiro Teles nos anos sessenta do século XX. Por essa altura era eu criança que cumpria a tradição na procissão do Senhor do Calvário, vestido de Franciscano em honra da Ordem da minha Pia Baptismal. O Barroco de Nazoni teria menos impacto, seria menos perceptível sem o seu reflexo, por inteiro, enquadrado, nítido e simétrico na imagem produzida por Ribeiro Teles, no espelho de água.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:28
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

PASSADIÇO DO PAIVA

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É um dos que produz mais impacto ao visitante. A região é maravilhosa. Possui ainda grande diversidade biológica. O Rio é límpido, com muito peixe. Comporta várias práticas desportivas e de lazer.

Para chegar, tomando a direcção de Arouca, deve seguir a partir daí pela Estrada ER 326-1.

O percurso total do passadiço têm a extensão de 8 650 metros na sua maioria em madeira, e com pequenas ligações em caminho de terra. Tem uma parte fracamente mais difícil. A do Areinho até ao Vau por ser mais acidentada e menos protegida por vegetação. Pasado esse troço mais difícil, é sempre a descer, ao longo do rio, pela margem muito arborizada, o que lhe confere frescura e agradável sensação de passeio na natureza.

Recomendo começar pelo Areino. É uma pequena praia fluvial. Arborizada. O primeiro kilómetro é plano em terra batida até ao sopé da encosta que será subida em escadaria. Não se entusiasmem. Subam lentamente, aumentando o ritmo cardíaco lentamente. Aproveitem a paisagem, tirem fotografias, conversem. A subida será tanto mais agradável quanto mais lenta. No cimo sentirão uma sensação de vitória, satisfação pelo que já percorreram e domínio da paisagem. Aí verão a construção da ponte pedonal na zona da Cascata das Aguieiras. Tal como na subida, agora é outra escadaria a descer a encosta até uma cota próximo do leito de cheia desse maravilhoso rio Paiva. A partir daí, o percurso vai sempre a descer dando a sensação de plano. Acompanha o curso do rio. Sensivelmente a meio há outra praia fluvial. A do Vau. Com apoios para refeição ligeira, sanitários e muita frescura para os dias de calor. Recompostos à medida que se aproxima o fim do passadiço, na Espiunca, fica a vontade de fazer mais. Divirtam-se.



António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:04
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Terça-feira, 4 de Junho de 2019

PASSADIÇOS

PASSD PAIVA.jpg

 
Começamos por nos habituar a ver passadiços no litoral. São equipamentos importantes na protecção das zonas dunares, limitando o pisoteios e ordenando os acessos ás praias. Contribuem para a retenção de areias, reforçando os sistemas dunares. Para além disto os passadiços têm enorme adesão como equipamentos lúdicos e de promoção da saúde. Possibilitam agradáveis caminhadas pela beira mar.
Agora surgem cada vez mais passadiços também por espaços rurais, normalmente associados a cursos de água. Grandes percursos de grande sucesso como os do Paiva e de Sistelo, e também mais pequenos, agradáveis, mais fáceis de fazer e por essa via mais acessíveis a todas as idades e condição física. É o caso do passadiços do Uima e de Arcozelo.
Criou-se actualmente uma nova forma de passear e visitar lugares. É a construção de uma nova actividade económica ligada ao lazer. Saudável, ambientalmente sustentável.
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 09:55
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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

Agustina Bessa-Luís

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É dia 3 de Junho de 2019. Morreu Agustina.  

Cruzei-me com a sua escrita indirectamente. Foi através da adaptação,  ao cinema,  que Manoel de Oliveira fez do seu romance  Vele Abraão.  O romance e a sua adaptação ao cinema  são o retomar do tema de Gustave Flaubert, “Madame Bovary”. Com  o realista Flaubert, o tema  do adultério levo-o ao tribunal, pelo arrojo. Com Agustina as coisas foram mais pacíficas. Eram outros tempos. Emma de Flaubert, é Ema em Vale Abraão.  E o filme de Manuel de Oliveira destaca o romance de Agustina, enobrece o Douro e faz  brilhar Leonor Silveira no papel de Ema.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:11
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