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Terça-feira, 22 de Maio de 2018

Eloy Rodrigues na Presidência da Confederação Mundial de Repositórios de Acesso Aberto

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Desde as Academias de Ciências que a legitimação da produção científica se faz pela apresentação aos pares. Hoje a produção científica implica a publicação. As revistas próprias dos vários centros de investigação e produção de conhecimento, impôs-se o modelo neoliberal da indústria editorial científica que fez da condição de dar a conhecer e de conhecer a ciência um novo tipo de negócio. Esse negócio lucra com as taxas de publicação que os investigadores têm de pagar para publicar, e com os custos de acesso por compra ou assinatura do que foi publicado e têm necessidade de conhecer. Este modelo asfixiante e de restrição à informação científica tende a dar lugar e tem vindo a ser substituído pelo acesso aberto a produção científica, quer de artigos e mais recentemente de dados. A resposta tem sido a de publicar em repositórios institucionais de acesso aberto. Um modelo simples e em rede que permite a qualquer investigador ter acesso gratuito e a texto integral da produção científica. No caso português, existe o RCAAP ( Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal) . Os vários repositórios em qualquer centro de investigação, em qualquer localização, mesmo em formatos diferentes, podem ser acedidos através do OAI (Open Archives Initiative) que possibilita um código partilhado para tags de metadados.
Tudo isto facilita o acesso à informação científica e dá mais visibilidade a quem a produz.
O Eloy Rodrigues está desde há muito no centro desta preocupação em melhorar o acesso à informação científica. Tem desenvolvido o seu trabalho nos serviços de documentação da Universidade do Minho. Tem um pensamento muito coerente sobre a necessidade de melhorar o acesso aberto à informação e aos dados de investigação. O reconhecimento do seu trabalho é expresso na Presidência da Confederação Mundial de Repositórios para a qual foi recentemente reeleito. O seu trabalho pioneiro, a equipa que já formou e a visibilidade de Portugal como vanguarda neste domínio da ciência é de enorme contentamento. Portugal tem uma muito boa equipa de técnicos de ciência da informação espalhados pelas mais diversas instituições de investigação em todo o País e a comunidade científica portuguesa beneficia de um bom instrumento de trabalho como é o RCAAP.
 
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 16:45
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