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Quarta-feira, 28 de Março de 2018

Feira Internacional do Livro de Guadalajara.

 

 

feira livro mexico.jpg

 

Portugal convidado de honra no México

 

 

Portugal é em novembro 2018 o Convidado de Honra na Feira Internacional do Livro de Guadalajara, o maior evento literário do mundo hispano-falante e que levará ao Estado mexicano de Jalisco as letras portuguesas.

Serão apoiados  editores de todo o espaço latino-americano,  que vão produzir  um total de 56 publicações que formam a seguinte lista:

 

  • Almadía - Uma menina está perdida no seu século à procura do pai, de Gonçalo M. Tavares
  • Arlequín - Cemitério de PianosLivro, ambos de José Luís Peixoto
  • Cuadrivio - Caminho imperfeito, de José Luís Peixoto
  • El Naranjo - Mary John, de Ana Pessoa, com ilustração de Bernardo P. Carvalho
  • Elefanta - Os memoráveis, de Lídia Jorge e Jaime Bunda e a morte do americano, de Pepetela
  • Endira - Um homem escandaloso, de Tiago Rebelo
  • Eternos Malabares - Éter, de Sandra Santos
  • La Cifra - A Rainha do Norte, de Joana Estrela
  • Librosampleados - Antologia - 4 escritoras portuguesas contemporâneas, de Ana Teresa Pereira, Rita Pea, Luísa Monteiro e Luísa Demétrio Raposo
  • Matadero - Atlas do corpo e da imaginaçãoEnciclopédia II. Breves notas sobre literatura-Blomm. Breves notas sobre música, ambos de Gonçalo M. Tavares
  • Paraíso Perdido - The empire, de João Valente
  • Tabaquería Libros - Tabacaria; Marinheiro, de Fernando Pessoa
  • Trilce - Aqui há gato!, de Rui Lopes, com ilustração de Renata Bueno; Obscénica, de Hilda Hilst, com ilustração de André da Loba; Eu quero a minha cabeça!, de António Jorge Gonçalves; Antologia, de Nuno Júdice, edição de Ricardo Marques; Antologia de poemas de amor, de Manuel Alegre; A moeda do tempo, de Gastão Cruz; Transporte no Tempo, de Ruy Belo; Lisboa? Guia para desorientar-se na cidade, de Sherley Freudenrecih, Mariana Zanetti e Andrea Meneghetti, com ilustração de André da Loba e Catarina Sobral; e Street Arte em Lisboa
  • Universidade Veracruzana - História Trágico-marítima, de Bernardo Gomes de Brito e Antologia de contos, de Manuel Rui.

 

Esta dinâmica é possível através do  programa   especial de apoio à tradução, edição e reedição de obras de autores de língua portuguesa, promovido pela DGLAB (Ministério da Cultura) e pelo Camões, I.P.

 

http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/noticiasEventos/Paginas/PORTUGAL-%e2%80%93-GUADALAJARA-2018.aspx

 

publicado por antonio.regedor às 11:33
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Terça-feira, 27 de Março de 2018

Bibliotecas de Livro Livre

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O Livro em papel tem, ao longo do tempo, vindo a perder valor patrimonial. Vários factores contribuem para que isso aconteça. Entre eles o facto de, o livro hoje, ser um bem generalizado e de baixo custo. O livro digital veio decisivamente retirar espaço ocupado pelo livro em papel. E hoje uma boa parte da leitura, mesmo a de livros, é feita em digital. As casas deixaram de ter espaços dedicados aos livros em papel. Acabaram as divisões das casas que serviam de bibliotecas. Já não se fazem os armários com prateleiras para guardar os livros nas salas e quartos. O próprio valor simbólico dos livros acantonou-os aos sótãos e garagens. E mesmo destes espaços, eles tendem a ser banidos. Passou a ser frequente vender a alfarrabistas, já com excesso de livro em papel, e que por isso mesmo, mais o desvalorizam. Mais fácil tem sido entregar a bibliotecas que também já sofrem em gerir estas colecções por desactualizadas, não organizadas, desequilibradas e por vezes em desadequados níveis de conservação. Tudo a tender à sua ainda maior desvalorização.
E assim sendo, porque o seu valor patrimonial é já nulo, resta o seu valor informativo, cultural ou lúdico. A sua reutilização começa a passar por colocar os livros de modo a que qualquer pessoas lhes possa livremente pegar e deles usufruir sem qualquer restrição. Nesse sentido surgiu o BookCrossing que consiste em deixar um livro num local público para que outros o encontrem e leiam. E deste movimento passou a ver-se cabines telefónicas, caixas de correio, estantes em parques públicos e paragens de autocarros com livros disponívies para pegar e para deixar os que já não queremos, mas que poderão interessar a outros. As próprias bibliotecas públicas passaram a ter estantes em espaços próprios para colocar esses livros fora de colecção e que podem ser usados livremente e sem qualquer controlo.
Nesta linha de evolução chegamos à constituição de bibliotecas constituídas apenas com estes livros livres, em que se pousa um e se leva outro. Sem qualquer registo. São as” bibliotecas livres” ou de livros livres.
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 16:55
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Segunda-feira, 26 de Março de 2018

Grávida?

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O que sabemos de bibliotecas públicas, é resultado do uso que lhes damos.  Isto fica claro numa graça publicada no blog  blog: I work at a public library de July 29, 2015 que aqui reproduzo, e que tem imensa piada.

Occurrence, Rare

A fourth grade boy approached me at the reference desk. I was 36 weeks pregnant at the time.

Boy: “Are you pregnant?”

Me: “Yep.”

Boy: “Well, that’s something you don’t see every day. A librarian getting pregnant.”

 

http://iworkatapubliclibrary.com/tagged/611-Human-Anatomy

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:01
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Sexta-feira, 23 de Março de 2018

Puro Latino no Casino Espinho

puro latino.jpg

 

 23 e 24 de Março,  o Casino Espinho recebe em estreia o espectáculo Puro Latino.

A companhia de dança  “Sabor Latino” já nos habituou a excelentes espectáculos nos jantares de fim de semana no Casino de Espinho e também no de Chaves.  Ainda temos memória  da viagem ao “Rincon”.  O seu primeiro espectáculo que iniciou esta série nos Casinos Solverde.    Recordamos o “Olé”, o espectáculo, de enorme qualidade,  que se apresentou durante o ano de 2017,  que entusiasmou o público  e obteve grande suceso.  Olé de alegria, incentivo, aplauso a um espectáculo com calor, côr e movimento próprio da hispanidade e da sua influência na América Latina. No ambiente do “Olé” conjugava-se a expressividade das “sevilhanas”, a doçura da “bachata”, a dinâmica da “salsa” e o vigor do “son”.

O novo espectáculo, é inspirado no movimento de um “Puro Latino”.  As emoções nascem a cada movimento, e os corpos aquecidos pelo bater dos tambores libertam-se e dançam África, atravessam o oceano e fundem-se numa simbiose de ritmos, trazendo uma nova inspiração, uma nova cor, uma nova dança, uma nova alma, em fusão com o cheiro de um “Puro Cubano”.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:11
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Bibliotecas Públicas em regressão

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De 2012 a 2016 parece ter sido o período em que os efeitos da crise se fizeram sentir nas bibliotecas de leitura pública.
A DGLAB disponibiliza dados estatísticos de 1993 a 2016 referentes á rede nacional de bibliotecas públicas.
Em 2016 estavam na RNBP 213 bibliotecas. Vinte e nove anos depois de iniciada a rede que tinha inicialmente previsto estar concluída em cinco anos, estavam ainda de fora da rede 83 bibliotecas municipais. Ou seja, 37,8% dos Municípios continuavam fora da rede.
Nesse último ano em que a DGLAB apresenta dados, enviou 213 questionários às bibliotecas da rede financiada pelo programa de construção de bibliotecas públicas. Destas , quatro bibliotecas não responderam ao organismo que as tutela tecnicamente. Podemos inferir, que não existem, que não cumprem o estabelecido e para o qual foram financiadas. Privam os munícipes de um direito que se deveria considerar elementar. O direito de cidadania. O de saber o que fizeram ao dinheiro dos impostos que lhes foi confiado.
As unidades documentais, sem contar com o número de periódicos, tem vindo sempre a aumentar, e em 2016 somavam 7 764 506 unidades. O pessoal técnico tem vindo a diminuir desde 2013. No mesmo espaço de tempo o pessoal não técnico tem vindo a aumentar. Fica claro que a competência técnica das bibliotecas públicas se tem vindo a degradar. E não havendo legislação que salvaguarde um padrão mínimo de qualidade. Nestas circunstâncias, sem uma boa lei de bibliotecas públicas, a situação tenderá a piorar.
Os recursos financeiros aumentam na despesa com documentos e diminuem na despesa com pessoal desde 2014.
Em 2008 registou-se o pico de pedidos de empréstimo de documentos. E desde 2012 tem vindo sempre a baixar. Em 2008 o número de pedidos de empréstimo domiciliário foi de 1 477 971 para em 2016 baixar a 651 166. Menos de metade. Os documentos emprestados, no total não desceu tanto porque em 2008 emprestava-se 1,5 documentos por pedido e em 2016 passou para 3 documentos emprestados por pedido.
Há uma correspondência entre o período de crise económica e a degradação visível dos serviços de biblioteca. Os valores são ainda mais evidentes no período de desinvestimento na cultura, na informação e nas bibliotecas. E claramente na desqualificação e perda de competências específicas dos recursos humanos.
Esperemos que os próximos dados possam confirmar a esperança que temos quanto a uma melhoria dos serviços prestados pelas bibliotecas públicas.
 
António Borges Regedor
publicado por antonio.regedor às 17:46
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Quarta-feira, 21 de Março de 2018

Ficha Técnica nos Periódicos

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A ficha técnica dos periódicos garante a identificação, o histórico, os responsáveis, o estatuto redactorial das revistas e jornais.  Sempre foi a prática dos jornais e revistas em papel. Sobre eles sempre houve controlo.  O controlo era em rigor assegurado pelo Depósito Legal.  Não quer dizer que não fossem editada e circulassem periódicos com este tipo de lacunas, mas seriam residuais face ao universo editado.

Com a facilidade de publicação na internet, desapareceu esse controlo. A legislação sobre depósito legal, que garante a preservação da produção editorial nacional não anda tão rápido como a evolução tecnológica, e em alguns aspectos a comunidade da ciência da informação não acompanha a velocidade da comunidade das tecnologias de informação.  O que também é natural.

Assim, nos jornais e revistas publicadas on-line o mais comum é não encontrar os elementos essenciais à identificação, às responsabilidades, à credibilidade a conceder ao que algoritmos cegos nos fornecem.

Inevitável reflectir sobre esta questão.   

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:45
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Terça-feira, 20 de Março de 2018

Bibliotecas Privadas

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Bibliotecas Privadas  produzem Boas Sensações

 

A minha primeira relação com os livros não foi consumada numa biblioteca pública, mas em casa.  Nesse tempo  a biblioteca pública era coisa rara,  e mais raro era frequentar uma qulaquer que existisse. Pela mão de uma prima, chegavam-me regularmente os livros da colecção “falcão”.  Uma parte da minha vida profissional foi a desenvolver as bibliotecas públicas. No início a combater o conceito de biblioteca patrimonial como modelo para as bibliotecas associativas , para as escolares e também como modelo a afastar das municipais. 

Hoje as antigas bibliotecas patrimoniais privadas encantam-me.  Alegra-me o simbólico da biblioteca na habitação familiar. Ocupa um lugar de recepção na casa. Perto da porta e com acesso directo pelo hall de entrada.  A estantaria ocupa todo o pé-direito das paredes tal como as tradicionais bibliotecas anglo-saxónicas. O mobiliário com  predomínio nas madeiras é nobre,  robusto  e confortável.   Os objectos decorativos dão dignidade e utilidade.  Os livros são aí acomodados com critério, respeito e cuidado.

A sensação de ter sentido a Biblioteca do Palácio dos Condes de Óbidos, foi muito superior à capacidade da sua descrição.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:55
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Domingo, 18 de Março de 2018

Eis o Homem

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A criação, maravilhosa e tenebrosa, resultado da conversa, lógica e demente, entre deus e o diabo. Com a lua por testemunha. A mulher veio de seguida para foder a criação. 

António  Borges Regedor

 

 

PS. Foto de um momento da peça de teatro "Eis o Homem!" do grupo "Teatro da Palmilha Dentada". 

Eles próprios confessam na sua cosmogonia: Primeiro era o silêncio. Depois fez-se luz. Mais tarde o mar abriu-se e Roma ardeu. As coisas precipitaram-se quando alguém inventou o clip. Mataram o pacifista e o próprio rei morreu. Um pouco mais tarde aparece o Teatro da Palmilha Dentada. (Eu digo que foi, uma coisa de verão,  em 2001, mas eles confirmarão ou não).

Fui ontem ver a peça e fiquei agradavelmente surpreendido. Bem recebido, com muito boa interacção entre o público e os actores, mesmo antes da peça começar. 

Não sei se Pilatos gostou de que pegassem na deixa, mas Nietzsche gosta, certamente. Afinal, ele próprio, filósofo dionisíaco,  que afirma não pretender melhorar a humanidade, mas apenas desmascarar os esconderijos do ideal e gostar mais da realidade, gostar da vida para superar toda a negatividade da história.

 

 

 

 

 

publicado por antonio.regedor às 13:56
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Sexta-feira, 16 de Março de 2018

Pensar de pernas para o ar

Onda 20 Anos 010.JPG

 

Poema que li, ontem, na comemoração dos 20 anos da "Onda Poética". 

Grupo  de leitura de poesia que o faz  ininterruptamente há 20 anos. 

O poema é do saudoso amigo  Manuel António Pina.  Com ele  partilhei actividade na associação "Gambosinos". Este poema foi cantado, apresentado em vários espectáculos pelos miúdos desta associação de educação musical  e gravado em  disco. 

 

 

Pensar de pernas para o ar
é uma grande maneira de pensar
com toda a gente a pensar como toda a gente
ninguém pensava nada diferente

 Que bom é pensar em outras coisas
e olhar para as coisas noutra posição
as coisas sérias que cómicas que são
com o céu para baixo e para cima o chão

publicado por antonio.regedor às 11:54
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018

Satisfação

MEU PERFIL.jpg

 

 

Claro que isto me enche de satisfação.  

Quase duas centenas de leitores  de artigos em que participei.  E trinta e sete  citações.

Afinal a minha produção científica  continua a ser útil.

 

Academia

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Academia's mission is to make every scholarly and scientific paper available for free on the internet and to enhance academic discussion and collaboration.

 

37 papers mention António Regedor

2 were recently recommended

 

196 people recently read one of the papers that mentions the name "António Regedor"

 

37 Mentions

6 Expanded Analytics

publicado por antonio.regedor às 12:02
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