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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018

Balanço do Ano 2017

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A mudança de ano é tempo de projectos futuros assentes no balanço do ano findo. É  o tempo da prestação de contas.  No balanço do país podemos, e  bem, falar de expansão.  Um balanço político e social positivo de grande evidência.  Estabilidade social. Aumento dos rendimentos e direitos  dos cidadãos. Reposições de salários e pensões que tinham sido abusivamente retiradas aos seus legítimos proprietários. Crescimento económico em dois anos consecutivos. Mais emprego e consequentemente menos encargos de segurança social. Crescimento  do PIB com a consequente diminuição  da percentagem da dívida. Os  juros da dívida do Estado passaram dos juros incomportáveis do FMI, para  se tornarem em juros negativos. A troca de dívida com juros altos, por dívida com juros baixos é um sucesso e resulta no pagamento antecipado  ao FMI.  Também tem vindo a diminuir o montante da dívida das empresas e das famílias. Todos os indicadores se mostram positivos. O do crescimento económico e o do défice estrutural. Valores que se registam melhores que a média europeia. O Ministro da Finanças de Portugal vence a eleição para presidente do eurogrupo.

Todo este clima é positivo.  Sim, é. Mas é necessário fazer mais. Desde logo os resultados positivos da economia, são absorvidos pelos juros da dívida. A reestruturação da dívida tem vindo a ser feita pela troca a juros mais baixos, mas isso pode não ser suficiente e ser uma vulnerabilidade na próxima crise. A reestruturação dos montantes continua a ser necessária. Resta saber como o fazer de modo a ser aceite pelas partes interessadas.  Indispensável será garantir a robustez da caixa geral de depósitos, para assegurar a defesa do estado, perante o sistema financeiro. Será prudente não abandonar como objectivo a retoma  para o sector público,  dos sectores estratégicos que garantem a   independência nacional. Reforçar a autoridade do Estado na regulação financeira e económica. Retomar o curso de melhoria dos recursos humanos, especialmente os de forte componente científica e especializada, que entretanto emigraram e é preciso voltar a recuperar para a economia nacional.

No horizonte deve estar também  a alteração do paradigma energético, passando a ser  favorável à descarbonização, redução dos encargos com a importação de hidrocarbonetos que não possuímos, e utilização dos recursos energéticos renováveis. Melhorar a competência agrícola para o país deixar de ser de monocultura barata de eucalipto.

Inverteu-se o ciclo de empobrecimento, de desemprego e de emigração.

O modelo governativo e a maioria parlamentar de apoio, continua sólida, contradizendo os sectores que gostariam que não se entendessem, e maliciosamente encontram em cada diferença uma ruptura. Os portugueses, quando sondados continuam a  afirmar que  querem  a continuidade da solução governativa que lhes tem trazido o desenvolvimento económico o emprego e os rendimentos. E tudo indica que assim continuará o actual modelo governativo. 

A maior fragilidade da democracia portuguesa, tem sido a descredibilização dos partidos. Situação que deve mudar. É de todo conveniente que os partidos se  voltem  a credibilizar. Não será fácil, mas é absolutamente necessário para  o reforço da cidadania e qualidade da democracia.  

António Regedor

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publicado por antonio.regedor às 17:08
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018

Mobilidade eléctrica

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A cidade do Porto já teve os seus transporte colectivos assegurados, em boa parte, pela mobilidade eléctrica.
Em 1894 foi autorizada a tracção eléctrica para os transportes colectivos que até aí se faziam com tracção animal nos conhecidos “americanos”.
“Americano” era o nome por que ficaram conhecidas as carruagens sobre carris e puxadas por animais. Normalmente muares. Surgiram nos Estados Unidos da América, e daí o nome. Já em 1832 faziam a viagem de Nova Yorque ao Harlem. Durante o século XIX expandiu-se para a Europa e Rússia. Viam-se em Londres, Berlim, Paria, S. Petersburgo. Em Portugal, tiveram existência em Braga, Coimbra, Figueira da Foz, Funchal, Lisboa, Porto e Póvoa de Varzim/Vila do Conde.
A energia eléctrica necessária ao novo modo de tracção dos transportes no Porto, era produzida na Central Termoeléctrica da Arrábida, inaugurada em 1895. E assim, a primeira linha de Carros de Tracção Eléctrica na Península Ibérica, é inaugurada a 12 de Setembro com percurso entre o Carmo e Massarelos – Via Restauração.
Desde o início da circulação eléctrica, ainda no século XIX, até 1911, os eléctricos faziam a linha da marginal, e iam ao Carvalhido, a Paranhos, a Águas Santas, Campanhã.
A barreira constituída pelo rio Douro é ultrapassada pelo eléctrico em 1905 que passa a circular no tabuleiro superior da Ponte Luiz I.
O alargamento da rede leva a que para além da Central Termoeléctrica da Arrábida passe a funcionar em 1915 a Central Termoeléctrica de Massarelos.
A mobilidade eléctrica não se limita ao Porto. Em 1858 a linha 1 ia do centro do Porto, Praça da Liberdade a Leça. No sentido oposto, a linha 2 ia do Carmo até à Foz. Em eixos importantes como o da saída pelo Monte dos Burgos, pelo Amial, pela Areosa, havia segmentações indicadas com traços. O mesmo número, mas com um ou dois traços. A linha 7 ia até à Ponte da Pedra, mas o 7// (com dois traços) ficava em S. Mamede.
Mas não se fica pelo carro eléctrico a mobilidade no Porto. O autocarro com motorização eléctrica também tem nesta cidade um espaço destacado. O Troleicarro começa a circular em 1959 . Os primeiros troleicarros foram fabricados na Inglaterra. No ano de 1967 passam a circular os troleicarros de dois pisos. Os motores são italianos e os Chassis de desenho Lancia são fabricados na empresa Dalva do Porto. Em 1983 passa a circular o primeiro troleicarro de fabrico nacional. Chassis e carroçaria da Salvador Caetano e motor da Efacec. Foram construídos simples e alguns articulados. Em 1985 passam a circular os troleicarros articulados. Não fica dúvida que as viaturas de pneus, com maior mobilidade podem ser electrificadas e a independência dos combustíveis derivados do petróleo pode ser total. E Portugal tem competência para construir os seus próprios veículos eléctricos. Já o fez, pode voltar a fazer.
Bibliografia
Martins, Fernando Pinheiro – O carro eléctrico na cidade do Porto. Dissertação de Mestrado. 2007.
 
Guedes, Manuel Vaz (2006). “Tracção Eléctrica [em linha] ”. [Consult. 9/01/2018]. Disponível na WWW: http://paginas.fe.up.pt/tre/
 
Troleicarros do Porto. 1959.10.10-1997.12.27. Algumas datas da sua história. [consult. 2018.01.19] http://ehgarde.planetaclix.pt/trolleybus/ptdataspt.htm
publicado por antonio.regedor às 18:56
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018

Fake news

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Hoje é corrente o fenómeno das notícias falsas no meio digital. Até o presidente dos estados unidos da américa já as colocou a circular. O fenómeno começou com a criação de páginas de piadas, anedotas, notícias non sense. Pretendiam ser de humor, mas que por falta de qualidade humorística ficaram-se pela falsa história. A criação imaginativa rapidamente foi reciclada para a mentira propositada e intencional. E rapidamente passou a actividade lucrativa.
 
Hoje são inúmeros as páginas de notícias falsas, que se camuflam de títulos muito idênticos aos títulos de páginas, sítios e jornais respeitáveis. E depois há os troll, os interessados ou os ignorantes que replicam essas mentiras. A seguir, os ingénuos ou distraídos que por não as verificarem, por não terem o cuidado de ver, e avaliar a fonte, as replicam misturando-as com a verdade.
 
O fenómeno das notícias falsas não é de agora. Parece já terem sido utilizadas em Bizâncio no século VI, por Procopius contra o imperador Justiniano e a sua corte. Pietro Aretino, em 1522, contra os candidatos a uma eleição Papal. No século XVII surgiu o “canard” muito popular em Paris. Eram impressas notícias falsas, por vezes com imagem para as tornar mais credíveis. No tempo de Marie-Antoinette o canard imprimia propaganda política intencionalmente falsa. Pelo que se vê, actualmente não se faz melhor que copiar. No século XVIII, em Londres,com o desenvolvimento da imprensa, acontecia o mesmo com a circulação de jornais onde eram inseridos parágrafos de notícias falsas contra figuras públicas, ou actividades artísticas. O próprio Morning Post as publicava regularmente, e nisso teve o rival Morning Herald. Perante isto, Murdoch não nos espanta.
 
Agora, com maior facilidade, no meio digital estes fenómenos da fake news para manipular generalizou-se, e de forma aguda em períodos de campanha eleitoral ou de grande casos de justiça mediatizada.
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publicado por antonio.regedor às 14:46
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018

Troll

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Nas sociedades tradicionais havia uma tipologia de indivíduos  detestáveis. Os arruaceiros. Encontravam-se normalmente no adro da igreja no meio da multidão. Nas feiras vaguenado por entre gente e gado. Nas festas a arraiais incomodando e fazendo desacatos. Os detestáveis, na sociedade moderna também se  encontram na rede digital.  São o que em português se pode traduzir por provocadores.

O espaço digital transportou-os do espaço físico tradicional, para a nova maneira de comunicar. O espaço nobre  do lugar do saber, do debate construtivo, da discussão esclarecedora, da pergunta pertinente, da dúvida como caminho para o conhecimento é agora invadido de forma arruaceira lugar da opinião, do dito incerto, da asneira incosnciente, da mentira compulsiva  e do boato intencional.

A boa e a má discussão perdeu o espaço delimitado.

Não é fácil numa discussão, apresentar argumentos que antes tenham sido verificados e autovalidados, com método e síntese, focando-se no assunto e delimitando a discussão ao objecto. Reflectindo sobre argumentos alheios e considerando a sua validade. 

O que mais se vê é passar o boato, o dizer sem certeza, o confundir opinião com verdade e utilizar o meio para enganar, propagandear, até insultar. E há quem o faço acobardado pela facilidade de invadir e desrespeitar o espaço público e alheio. Há mesmo quem apenas use o meio digital para ripostar, imiscuir-se, caluniar, destruir discussões, enfim, ser  mal educado e ofensivo em espaço público e até privado.

Há mesmo, estudos de psicologia, que aponta para considerar  tratar-se de traço de personalidade. E investigadores a apontar para traços particulares de psicopatia e sadismo.

Está associado a cobardia de uma boa parte que se esconde atrás de  perfis falsos.

Há nas redes sociais uma tarefa antiga, mas que se renova. O de afastar os arruaceiros, embriegados pela opinião, e arruaceiros de profissão. Os troll.

 

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publicado por antonio.regedor às 18:31
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018

Origem da palavra “anedota”.

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De acordo com o blog Origem da palavra – site de etimologia, a palavra é de origem grega. É formada por “an” que significa ‘não’, mais a junção de “ek” que é ‘fora’ com uma forma do verbo “dinodai” que significa ‘dar’. Tem o sentido de “o que não é publicado, ou o que não é do conhecimento geral”. Anekdotos etimologicamente é “uma história não publicada”

Diz-se que no século VI em Bizâncio, um indivíduo chamado Procópio escreveu um livro que teve o cuidado de só vir a ser conhecido depois da sua morte, tal era o assunto nele contido. Eram histórias acerca do Imperador Justiniano, da imperatriz Teodora, bem como de outras figuras da corte. Foi a partir do conhecimento desse livro e do que até aí não tinha sido tornado público, que a palavra passou a ser usada com o conceito de “pequena narrativa de fatos interessantes de um personagem conhecido”. È este sentido que se mantém em Francês, Inglês  e Espanhol. Em Português designa pequena história  divertida com piada.

https://origemdapalavra.com.br/site/palavras/anedota/

 

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publicado por antonio.regedor às 12:11
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018

Pasquim

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Origem do termo “pasquim”

Conta-se que em 1501 um cardeal chamado Caraffa, instalou em frente do seu palácio, em Roma, perto da Piazza Navona,  uma estátua antiga e mutilada. Os vizinhos passaram a designar a estátua por “Paschino”/ Pasquino, por encontrarem nela semelhança com um vizinho com esse nome. 

A estátua situada em local de grande passagem era utilizada para afixar papeis. Os escritos eram normalmente satíricos, caluniosos ou debochados.  

Dis-se que numa tentativa de maniplação de uma eleiçºao papal em 1522, Pietro Aretino afixou no busto conhecido por paschino/pasquino, sonetos perversos sobre todos os candidatos, menos o seu apoiado. 

O termo pasquinade passou a ser a designação de notícias falsas, caluniosas, desagradáveis.

Ainda hoje usamos o termo para desqualificar uma publicação.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:55
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