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Quinta-feira, 30 de Novembro de 2017

A referência bibliográfica

images.jpg

Imagem: onomastikos. Do Grego. Acto de nomear, dar nome, estudo dos nomes próprios, ciência dos nomes. Onomástico é também em biblioteconomia o catálogo pincipal, catálogo de   autores e obras anónimas. 

 

 

 

 

Sabemos da existência de normas ISO para oa mais diversos produtos.

Também para as referências bibliográficas  há normas ISO. Estão  traduzidas para utilização nos vários países,  e também para Portugal nas Norma Portuguesas.  A NP 405-1 para documentos impressos ; NP 405-2  para material não livro; NP 405-3  para documentos não publicados;  e NP 405-4 para documentos electrónicos. 

De acordo com a NP 405-1 e de modo muito simples, as referências bibliográficas devem ter: APELIDO, Nome – Título. Local de Edição: Editor, data de edição. ISBN.  

Sim, desta forma, e com a pontuação indicada.

Há outra forma de referência, prevista também na NP-405, para corresponder aos textos científicos com citação denominada Autor (data) ou Autor (data: pag.).   Neste caso a referência será:

APELIDO, Nome (data) Título.  Local de edição: Editor. ISBN . Apesar deste último elemento (ISBN), por ser mais recente na tradição da referência, quase nunca aparecer. 

No caso de ser uma contribuição  numa outra publicação apresenta-se da seguinte forma:   APELIDO, Nome – Título. In APELIDO, Nome – Título. Local de Edição: Editor, data de edição. ISBN. 

Um artigo numa revista: Autor – Título. Revista. Local. ISSN. Vol. : nº (data) p. páginas.

No caso de artigos de jornais assinados: Autor - título. Jornal (data)

Artigo de jornal não assinado: Título. Título do periódico, data. Pagina.

Tese, dissertações, trabalhos académicos: Autor – Título. Local de edição: Editor, data.  Tese, disertação, ou outra.

A  NP 405-2  é destinada a material icónico (cartazes, gravuras, postais) filmes, microfilmes e microfichas multimédia, discos e cassetes, diapositivos, transparências,  brinquedos e modelos.  Segue o mesmo princípio e acrescenta a descrição física do documento referido.  Autors – Título [tipo de documento]. Local:Editor, ano, Descrição física.

Alguns Exemplos:

Gravura

GUIMARÃES, José de  - La tentation. [Documento icónico]. [Balaia: Club Méditerranée], 1987. 1 gravura: serigrafia, color. ; 70x100cm. Assin. E data a lápis preto no canto inf. Direito. Prova não comercial de uma tiragem de 99.

Postal

“Lord Byron”[Documento icónico]: “1788-1824”. Litografiade LopesJúnior. [Lisboa]: Biblioteca Nacional, 1989. 1 postal: p&b; 15x10 cm.

Filme

As pinturas do meu irmão Júlio [Filme]. Realização, fotografia, montagem e produção Manoelde Oliveira; poemas e comentários José Régio. Lisboa: ICALP, 1965. 1 filme em bobona (15 min): color., son. ; 16 mm.  Som: Abreu de Oliveira. Música: Carlos Paredes.

CD

DEBUSSY, Claud – Prélude à l’après-midi d’un faune; Nocturne; La mer. Orchestre de la Suisse Romande; Armin Jordan, dir. [S.l.]: Erato, f. 1991. 1 disco (CD).

Objecto

“Bébé Eunuco”. [Objecto]. Alicante: Famosa, [1988]. 1 boneca (pijama, babete, vestido, touca e biberão): borracha e tecido, color. ; 30x12x9 cm. Famosa: 81591

Para os documentos não publicados é indicada  a NP 405-3 e aplica-se a cartas, ofícios, circulares, manuscritos, música manuscrita. Deve aplicar-se as normas gerais das NP 405-1  e NP 405-2  e ainda dar nota de que tipo de documento se trata e qual a sua acessibilidade (onde se encontra).

Alguns Exemplos:

Cartas

VISEU. Câmara Municipal. Ofício nº 2362. 1988-02-22. Acessívelna AssociaçãoPortuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, Coimbra, Portugal

Manuscrito

PIMENTA, Belisário – Os Batalhões Académicos de Coimbra[manuscrito]. [1925]. Acessível na Biblioteca Geral da universidade, Coimbra, Portugal. Ms. 3058.

Material Cartográfico

PLANTA Geral do Hospital de Lamego. Escala 1:2000. [1892?]. 1 planta. Acessível na Biblioteca Central da Fauldade de Medicina. Coimbra. Portugal. APH-3-1.

 

 

 

Finalmente a NP 405-4 trata da referência para documentos electrónicos. Aplica-se a livros electrónicos, bases de dados, programas, revistas, artigos e outras publicações electrónicas, a news groups, lists de discussão e mensagens. O formato é idêntico ao usado para os documentos impressos, acrencentando a seguir  ao título a menção [em linha]. A seguir aos elementos de  publicação é colocada a data de actualização quando ela se verificar. Sege-se a data de consulta e no final a disponibilidade e acesso.  Para um livro em linha a referência pode ser:

Autor – título [em linha] Local de publicação: Editor, data. [daat da consulta] a disponibilidade com a menção: disponível em WWW: URL: http://www................

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 21:36
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Quarta-feira, 29 de Novembro de 2017

Novas normas para bibliotecas escolares

aasl_standards_300.jpg

National School Library Standards for Learners, School Librarians and School Libraries.  American Association of School Librarians (AASL) 2017 

ISBN-13: 9780838915790 

 

A Associação Americana de Bibliotecários Escolares (AASL) publicou um novo conjunto de normas para bibliotecas escolares em 2017. 

Aí são estebelecidos critérios paramedir o desempenho dos bibliotecários escolares.

São indicadas cinco funções para  o bibliotecário escolar: Lider, Companheiro de instrução, especialista em informação, professor e administrador de programa.

 

 

 

Table of Contents

Part I: Introduction and Overview


Chapter 1: Meet Your New Standards

  • How Did We Get Here? A Brief History of School Library Standards
  • Your Voice, Your Standards
  • Structure and Purpose of Your New Standards
  • Your Language of Growth and Competency
  • Connecting with Stakeholders: Personas Bring the Standards to Life
  • Getting Started with Your Standards: Scenarios for Professional Learning
  • Growing with Your Standards: Evaluation and Assessment
  • Questions for Reflective Practitioners
  • Appendices and Other Resources

Chapter 2: Introduction to the Learner Standards

  • Conceptual Overview of the Learner Standards
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • AASL Standards Framework for Learners

Chapter 3: Introduction to the School Librarian Standards

  • Conceptual Overview of the School Librarian Standards
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • Recommended Appendices
  • AASL Standards Framework for School Librarians

Chapter 4: Introduction to the School Library Standards

  • Conceptual Overview of the School Library Standards
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • Recommended Appendices
  • AASL Standards Framework for School Libraries

 

Part II: Standards Integrated Frameworks


Chapter 5: Inquire

  • Inquire Learner Competencies in Depth
  • Inquire School Librarian Competencies in Depth
  • Inquire School Library Alignments in Depth
  • Inquire Best Practices
  • Recommended Appendices

Chapter 6: Include

  • Include Learner Competencies in Depth
  • Include School Librarian Competencies in Depth
  • Include School Library Alignments in Depth
  • Include Best Practices
  • Recommended Appendices

Chapter 7: Collaborate

  • Collaborate Learner Competencies in Depth
  • Collaborate School Librarian Competencies in Depth
  • Collaborate School Library Alignments in Depth
  • Collaborate Best Practices
  • Recommended Appendices

Chapter 8: Curate

  • Curate Learner Competencies in Depth
  • Curate School Librarian Competencies in Depth
  • Curate School Library Alignments in Depth
  • Curate Best Practices
  • Recommended Appendices

Chapter 9: Explore

  • Explore Learner Competencies in Depth
  • Explore School Librarian Competencies in Depth
  • Explore School Library Alignments in Depth
  • Explore Best Practices
  • Recommended Appendices

Chapter 10: Engage

  • Engage Learner Competencies in Depth
  • Engage School Librarian Competencies in Depth
  • Engage School Library Alignments in Depth
  • Engage Best Practices
  • Recommended Appendices

 

Part III: Assessment and Evaluation


Chapter 11: Meeting the AASL Standards: Measuring Success

  • Overview
  • Competency-Based Learning
  • Evaluation of a Responsive School Library
  • Recommended Appendices

Chapter 12: Measuring Learner Growth

  • Assessment in a Competency-Based Environment
  • Pre-Assessment
  • Creating a Formative Assessment Task
  • Rating Schemes and Scales for Formative Assessments
  • Applying the Assessment
  • Creating a Summative Assessment Task
  • Conclusion
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • Recommended Appendices

Chapter 13: Measuring School Librarian Growth

  • Dimensions of Professional Activity
  • Domains of Professional Competence
  • Formative Assessment
  • Summative Evaluation
  • Using AASL Standards Framework for School Librarians to Conduct Professional Evaluation
  • Crosswalking Educator Evaluation Forms to School Librarian Standards
  • Conclusion
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • Recommended Appendices

Chapter 14: Evaluating School Libraries

  • Planning for an Effective School Library
  • School Library Responsibilities at the Building Level
  • School Library Responsibilities at the District Level
  • School Library Responsibilities at the State Level
  • Evaluating the School Library Using the Key Commitments
  • Outcomes-Based Evaluation
  • Questions for the Reflective Practitioner
  • Recommended Appendices

 

Part IV: Scenarios for Professional Learning


Chapter 15: Getting Started with the Standards: Scenarios for Professional Learning

  • Recommended Appendices
  • District School Library Director
  • Elementary School Librarian
  • Middle School Librarian
  • High School Librarian
  • Pre-Service Educator and Researcher
  • Library Assistant/Paraprofessional


Appendixes

  • Appendix A. Implementation Plan Overview
  • Appendix B. History of School Library Standards and Guidelines
  • Appendix C. Annotated List of AASL Position Statements
    • C1. Definition of an Effective School Library Program
    • C2. Appropriate Staffing for School Libraries
    • C3. Instructional Role of the School Librarian
    • C4. Preparation of School Librarians
    • C5. Role of the School Library Program
  • Appendix D. Library Bill of Rights
  • Appendix E. Interpretations of the Library Bill of Rights
    • E1. Access for Children and Young Adults to Nonprint Materials
    • E2. Access to Resources and Services in the School Library Program
    • E3. Advocating for Intellectual Freedom
    • E4. Challenged Resources
    • E5. Diversity in Collection Development
    • E6. Internet Filtering
    • E7. Privacy
  • Appendix F. LLAMA’s 14 Foundational Competencies
  • Appendix G. Code of Ethics of the American Library Association
  • Appendix H. Evidence of Accomplishment
  • Appendix I. Useful Verbs

 

publicado por antonio.regedor às 11:52
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Domingo, 26 de Novembro de 2017

Rede Ibero Americana de Inovação e Conhecimento Científico

REDIB-300x126.jpg

 

 

 

REDIB

 Rede Ibero Americana de Inovação e Conhecimento Científico

 

 

 

Universidade do Porto realizou no passado dia 21 um seminário da REDIB, a Rede Ibero Americana de Inovação e Conhecimento Científico (http://redib.org). O objectivo foi apresentar as oportunidades que a REDIB oferece no sentido de promover a qualidade editorial das publicações científicas portuguesas e de gerar indicadores que ajudem a avaliar a sua qualidade e impacto.

Recentemente foi efectuado um acordo com a Clarivate (ex ISI e ex Thomson Reuters) que permite à REBID proporcionar indicadores de impacto baseados em citações tanto ao nível do Artigo como da Revista, e gerar um Ranking de Publicações REDIB. A Clarivate tem a responsabilidade de elaborar a metodologia deste ranking.


As intervenções foram de Eloy Rodrigues da Universidade do Minho e Presidente da Confederation of Open Access Repositories(COAR). Referiu que actualmente o serviço RCAAP centraliza 51 repositórios institucionais, 74 revistas, um repositório de dados e ainda um portal brasileiro. Isto totaliza 127 recursos e 1 465 517 documentos indexados até à data de 21 de Novembro de 2017.

O Acesso Aberto vem ganhando terreno com 41 títulos de revistas activas na SCIelo portugal, e 88 revistas na Directory of Open Access Journals (DOAJ). Eloy referiu ainda o muito que se terá de discutir e encontrar caminho para as métricas do futuro. Ou seja, passar “das métricas dos contentores às métricas de conteúdo”, Como ele próprio refere. Parece-me ser um trabalho paralelo, mas ainda mais atrasado que os grandes passos dados no Open Access.


Em contraste com esta vontade de encontrar novas métricas, esteve a intervenção de Miguel Garcia da Clarivate Analytics que incidiu sobre o actual paradigma bibliométrico. A contagem de citações, quer para avaliar o factor de impacto da revista, quer para avaliar o factor de impacto do investigador. (h-index que combina a produtividade com as citações do autor. Mesmo com todas as limitações que este modelo implica.)


Finalmente a REDIB é uma plataforma para o desenvolvimento do espaço Ibero Americano de conhecimento. Remonta a 2005. No seu plano estratégico esteve o incentivo à edição de publicações científicas e à criação de um repositório de publicações electrónicas, associado a um sistema de índices indicadores de impacto dos artigos publicados. Nos seus objectivos está a criação de um sistema aberto com ênfase nas Humanidades e nas Ciências Sociais. Contribuindo dessa forma para a criação de um grande repositório Ibero Americano de publicações de investigação. Neste projecto estão já reunidas 817 instituições, 2059 revistas e 655 072 documentos.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:41
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Sábado, 25 de Novembro de 2017

Biblioteca de Santa Maria da Feira

biblioteca_feira_2000.jpg

Modernização em tempos difíceis
 
Apesarde se viverem tempos difíceis e desfavoráveis ao investimento em equipamentos de cultura, saber, literacia e informação, nas bibliotecas, ainda há as que fogem a este desinteresse pelo que mais forma e promove a cidadania.
A biblioteca de leitura pública de Santa Maria da Feira, actualiza-se, moderniza-se e renova-se na forma de interagir com o seu público. Utiliza equipamento de empréstimo e devolução automático de bibliografia. Estes equipamentos permitem melhorar a capacidade técnica da biblioteca, retirando os técnicos de actividades rotineiras e de menor valor acrescentado, e afectando-os a tarefas que permitem melhor eficiência do serviço prestado e melhor desempenho individual e colectivo dos recursos humanos. Também desta forma lhes permite alargar o horário de prestação de serviços sem sobrecarga do esforço dos recursos humanos.
Alarga a sua oferta a objectos tridimensionais, neste caso,instrumentos musicais. Desta forma inova, alarga os serviços e aumenta os potenciais utilizadores.
É bom saber que há bibliotecas que fogem à regra do desinvestimento cultural e não se escudam nas dificuldades orçamentais. Prova-se que há dinheiro, mas que é mal aplicado pela generalidade das autarquias. A biblioteca de leitura pública de Santa Maria da Feira é referência de bom exemplo. Claro, que conhecendo eu, a excelente qualidade técnica e humana da Bibliotecária e Gestora de Informação, Etelvina Araújo, nada disto me espanta. 
 
António Regedor
 
publicado por antonio.regedor às 18:38
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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

Ensino Superior. Ranking

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Avaliação de Instituições de Ensino Superior  no ranking  “SIR IBER 2017”

A Revista Internacional de Información y comunicación publica um  “Ranking Iberoamericano de Instituciones de Educación Superior 2017”.  É o “SIR IBER 2017 SCImago Institutions Rankings”.  O  “El SCImago Institutions Rankings de Iberoamérica (SIR IBER)” é uma classificação, entre outras, das Instituições de Ensino Superior, baseada na sua produção científica  durante os  cinco anos anteriores.

Dados da Unesco de 2015 referem que o conhecimento científico mundial produz cerca de dois milhões de trabalhos científicos.

A avaliação da actividade científica apoiada em métodos bibliométricos  tem sido considerada e aceite até ao momento pela comunidade científica. 

Tem sido este modelo de avaliação da produção científica a base para a tomada de decisões e de financiamento.

A detecção de algumas limitações a este paradigma,  fruto da transferência da visibilidade  também da actividade científica para o espaço da WEB,   tem originado a sua ruptura no sentido de se terem vindo a adicionar outros tipos de medições.  Não se produziu ainda uma ruptura Popperiana , mas não se  tendo abandonado ainda o anterior paradigma estamos em nítida mudança. O paradigma anterior não comporta todas as alterações que a WEB pressiona.   

As próprias bases de dados  dão-se  conta disso, e simultâneamente são agentes de mudança.

No caso da SCImago Research Group, desde 2009 desenvolve a SCImago Institutions Rankings (SIR) como ferramenta de análise da avaliação de instituições de produção científica.  Este Ranking SIR publica dois grupos. O SIR World para a actividade científicamundial, e o SIR IBER para a actividade científica de Espanha, Portugal e países da América latina. Este ranking classifica as instituições de ensino superior  do mundo iberoamericano que tenham publicado pelo menos um trabalho em revistas científicas indexadas na Scopus durante os cinco anos anteriores.

Factores de medição:

Investigación – indicador obtido a partir das publicações na  Scopus.  Constitui 50% para o indicador do ranking.

Innovación – capacidade da instituição  desenvolver patentesa fonte deste indicdor é Patstat3. Constitui 30% para o indicador do ranking.

Impacto Social  - Examina os esquemas de publicação na WEB. As  fontes são  o Google e  a Ahrefs4.  Constitui 20% para o cálculo do ranking. 

Em 2017 havia um total de 1 607 organizações quepublicaram em revistas indexadas na Scopus. O mundo iberoamericano representa 21,7% deste universo.

Enquanto que 65% das instituições se concentram em cinco países, : Brasil (28%), México (18%); Colombia (9%), Argentina (6%) y Perú (4%), a produção científica concentra-se em Espanha(37%) e no  Brasil (27%).

Bibliografia

Bornmann, Lutz (2017). Measuring impact in research evaluations: a thorough discussion of methods for, effects of and problems with impact measurements.

Moed, Henk F. (2009). New developments in the use of citation analysis in research evaluation. Archivum Immunologiae et Therapiae Experimentalis, 57, 13. https://doi.org/10.1007/s00005-009-0001-5

UNESCO. (2015). Research Evaluation Metrics. http://unesdoc.unesco.org/Ulis/cgibin/ulis.pl?catno=232210&set=00580A04D3_0_61&gp=0&lin=1&ll=1 Van Raan, Anthony F. (2004). Measuring Science.

Waltman, Ludo (2016). A review of the literature on citation impact indicators. Journal of Informetrics, 10(2), 365-391.

Wilsdon, James; Allen, Liz; Belfiore, Eleonora; Campbell, Philip; Curry, Stephen; Hill, Steven; Johnson, Ben (July, 8th 2015). Metric Tide - Higher Education Funding Council for England. The Metric Tide: Report of the Independent Review of the Role of Metrics in Research Assessment and Management: https://doi.org/10.13140/RG.2.1.4929.1363 http://www.hefce.ac.uk/pubs/rereports/year/2015/metrictide

 

http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

 

Lista das Instituições de ensino superior portuguesas do ranking  SIR IBER 2017

1 Universidade de Sao Paulo

2  Em Portugal 1 Universidade de Lisboa

6 Em Portugal 2 Universidade do Porto

23 Em Portugal 3 Universidade de Coimbra

26 Em Portugal 4 Universidade de Aveiro

27 Em Portugal 5 Universidade do Minho

30 Em Portugal 6 Universidade Nova de Lisboa

99 Em Portugal 7 Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro

101 Em Portugal 8 Universidade da Beira Interior

103 Em Portugal 9 Universidade do Algarve

116 Em Portugal 10 Instituto Politecnico do Porto

128 Em Portugal 11 Universidade de Evora

131 Em Portugal 12 ISCTE Instituto Universitario de Lisboa

155 Em Portugal 13 Instituto Politecnico de Lisboa

165 Em Portugal 14 Universidade Catolica Portuguesa

177 Em Portugal 15 Instituto Politecnico de Coimbra

193 Em Portugal 16 Instituto Politecnico de Braganca

197 Em Portugal 17 Universidade dos Acores

204 Em Portugal 18 Instituto Politecnico de Leiria

212 Em Portugal 19 Universidade da Madeira

232 Em Portugal 20 Instituto Politecnico de Setubal

233 Em Portugal 21 Universidade Lusofona de Humanidades e Tecnologias

247 Em Portugal 22 Universidade Fernando Pessoa

272 Em Portugal 23 Cooperativa de Ensino Superior, Politecnico e Universitario

277 Em Portugal 24 Instituto Politecnico de Viseu

288 Em Portugal 25 Instituto Superior de Psicologia Aplicada

289 Em Portugal 26 Universidade Aberta

321 Em Portugal 27 Instituto Politecnico de Viana do Castelo

328 Em Portugal 28 Instituto Politecnico do Cavado e do Ave

332 Em Porrtugal 29 Instituto Politecnico de Castelo Branco

381 Em Portugal 30 Instituto Superior da Maia

394 Em  Portugal  31 Nova School of Business and Economics

397 Em Portugal 32 Instituto Politecnico de Tomar

415 Em Portugal 33 Egas Moniz Cooperativa de Ensino Superior

430 Em Portugal 34 Universidade Lusiada

433 Em Portugal 35 Instituto Politecnico de Santarem

446 Em Portugal 36 Instituto Piaget - Cooperativa para o Desenvolvimento Humano, Integral e Ecológico, CRL P

450 Em Portugal 37 Instituto Politecnico da Guarda

459 Em Portugal 38 Instituto Politecnico de Beja

463 Em Portugal 39 Universidade Europeia

474 Em Portugal 40 Instituto Politecnico de Portalegre

501 Em Portugal 41 Universidade Portucalense Infante D. Henrique

513 Em Portugal 42 Escola Universitaria Vasco da Gama

513 Em Portugal 42 Universidade Lusofona do Porto

529 Em Portugal 44 Escola superior de Enfermagem do Porto

530 Em Portugal 45 Academia Militar PRT

533 Em Portugal 46 Universidade Autonoma de Lisboa

540 Em Portugal 47 Universidade Atlantica

553 Em Portugal 48 Instituto Superior Dom Afonso III

553 Em Portugal 48 Instituto Superior Miguel Torga

556 Em Portugal 49 Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

566 Em Portugal 52 Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril

567 Em Portugal 53 Instituto Superior de Ciencias Educativas

577 Em Portugal 55 Escola Superior de Saude de

577 Em Portugal 55 Escola Universitaria das Artes de Coimbra

578 Em Portugal 56 Escola Superior de Educacao Joao de Deus

579 Em Portugal 57 Escola Superior de Artes e Design

579 Em Portugal 57 Instituto Superior de Gestao

579 Em Portugal 57 Instituto Superior de Linguas e Administracao, Leiria

579 Em Portugal 57 Instituto Superior de Saude do Alto Ave

580 Em Portugal 58 Escola Superior Artistica do Porto

580 Em Portugal 58 Escola Superior de Educacao de Paula Frassinetti

580 Em Portugal 58 Instituto de Estudos Superiores de Fafe

580 Em Portugal 58 Instituto Superior Politecnico Gaya

582 Em Portugal 59 Instituto Portugues de Administracao e Marketing, Lisboa

 582 Em Portugal 59 Instituto Superior Bissaya Barreto

http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

 

publicado por antonio.regedor às 17:50
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2017

ALMARAZ E OUTRAS COISAS MÁS

CAPA Livro MIA v1_1.jpg

 

 

É um livro sobre o nuclear, coordenado por António Eloy.

Tem mais de trinta colaborações que abordam de diversas formas as questões e as actividades contra a poderosa indústria da produção de plutónio agregada ao nuclear de produção energético. É todo um mundo político, financeiro e industrial e militar que tem alguns combatentes e que neste livro dão testemunho na priemira pessoa. 

A primeira apresentação do livro será em Cuenca no dia 24 de Novembro, onde estarão cerca de dez colaboradores.

No  dia 7 de Dezembro, entre as 19 e as 21 horas, será o lançamento nacional  será na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa.

 

São colaboradores:

 

António J.Regedor,

António M. Redol,

António Sá da Costa

Carla Graça

Carlos Laia,

Carlos Pimenta & Henri Baguenier,

(Chema)José Mazon,

Francisca(Paca)Blanco,

Francisco(Paco)Castejon,

Francisco Ferreira,

Isabel do carmo,

João Joanaz Melo

João Paulo Cotrim,

José Luiz A. Silva,

José Martins de Carvalho

José Ramon Barrueco,

Manuel Collares Pereira,

Luís Silva,

Miguel Manzanera,

Mila Simões Abreu,

Nuno Farinha,

Nuno Sequeira,

Paulo T, Santos,

Pedo T.da  Mota,

Raquel Montón,

Romão Ramos,

Susana Fonseca & Nuno Borge,

Viriato Soromenho Marques,

Yolanda Picaso.

 

publicado por antonio.regedor às 12:14
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Domingo, 5 de Novembro de 2017

DÍVIDA E SOMBRA

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O site http://www.visualcapitalist.com/ publica um gráfico com a dívida mundial (63 Triliões de dólates).  Relaciono esta informação com uma nova preocupação.  A da banca sombra que vai para além destes números e não é, neste gráfico contabilizada.

Há, mundialmente,  uma dívida, pública e privada,  que é visível e contabilizada. Mas há também a par desta uma outra dívida que está na sombra e não se lhe conheçe a real dimensão.

De acordo com  Eric Toussaint, durante os anos 70 a 90 verificou-se a desregulação  que veio a dar na política de subprime e no  desastre da falência do Lehman Brothers e doutros bancos.

Com isso emergiu a crise financeira que “desde 2007, nenhuma das falências bancárias foi causada por essa falta de pagamento. Nenhum dos resgates bancários levados a cabo pelos Estados teve como causa a suspensão de pagamentos por parte de Estados sobreendividados”.(Toussaint).

Essa crise, essa desregulação, essas falências de bancos geridos por imprudência, ganaância e crime, está a ser paga pelos contribuintes.

Mas mal resolvido um problema, logo surge outro. Agora é a dívida sombra, a que resulta de empréstimos feitos por entidades que estão fora de qualquer mecanismo de regulação.

Esta dívida sombra é já uma enorme preocupação.

O Shadow Banking, ou actividade bancária sombra, é já um enorme problema. É algo de que se fala pouco e apenas é atendida por poucos economistas mais atentos e menos “teologizados”  pela religião do mercado ultraliberal e desregulado.  A este novo perigo se referem  Francisco Louçã e  Michael Ash no livro “Sombras.  A  desordem financeira na era da globalização” acabado de editar pela Bertrand.

O problema é já muito grave nos Estados Unidos e China. Calcula-se que nestes países, perto de   40% do total do crédito seja sombra. ( Bloomberg    https://www.bloomberg.com/view/articles/2017-03-28/shadow-banking-is-getting-bigger-without-getting-better  ).

Para estes autores uma nova crise é dada como certa.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:40
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