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Quinta-feira, 29 de Abril de 2021

Dia Mundial da Dança

galerias.jpg

A dança pode ser entendida em várias dimensões.  É expressão artística de enorme beleza e complexidade na sua forma mais elaborada. É expressão popular na forma mais simples de sentir. É social permitindo o convívio, a partilha de expressões musicais, o encontro de amigos. Mas é também a actividade física, o exercício do conhecimento do corpo, a forma e postura corporal. No caso caso homens que têm a responsabilidade de liderar e conduzir as coreografias pretendidas, é o exercício da memória que mais se exercita.  Enquanto que ás mulheres se impõe a rapidez da percepção dos movimentos a fazer e a execução dos adornos que torna a dança bela. 

publicado por antonio.regedor às 12:08
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2021

No dia Mundial do Livro a ler livros sobre livros.

20210423_151736.jpg

Um amigo ofereceu-me o “Burning The Books: a History on Knowledge Under Attack” de Richard Ovenden. Editado em Londres por John Murrray em 2020. O autor estudou na University of Durham e na University College London e  foi bibliotecário. Começa com os acontecimentos do 10 de Maio de 1933 em Berlim. Vai às origens dos arquivos e posteriormente bibliotecas. Tem capítulos sobre as bibliotecas incendiadas e  as bibliotecas medievais. O capítulo 10 é sobre Sarajevo. Dá grande importância aos arquivos e aborda o digital.

O outro que tenho em mãos é “O infinito num junco: A invenção do livro na Antiguidade e o nascer da sede de leitura” da Irene Vallejo. Editado pela Bertrand em 2020 traduzindo o original de 2019. É também uma história sobre os livros com anotações de histórias pessoais da autora e da sua relação com os livros. Tem recomendações de Mario Vargas Llosa, de Juan José Milás e de Alberto Menguel.

E ainda estou a reler do meu professor e amigo Henrique Barreto Nunes um conjunto de textos autografados que me ofereceu. Entre eles está o texto que o Henrique em co-autoria com o Joaquim Portilheiro e o Luís Cabral apresentaram ao 1º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas em 1985 cujas actas foram editadas em 1986.  Este texto que agora possuo com o autógrafo do Henrique tinha-o já citado na minha Tese de Doutoramento.

Como se sabe já quase  só guardo livros autografados, sendo que os restantes os ofereço aos amigos pelo estima que deposito nos livros e naqueles a quem proponho a leitura. 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:47
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2021

O Golfe como escola de ética

 

Esta  prática  desportiva é envolvida de cordialidade própria. Os jogadores previamente conhecidos ou não, saúdam-se desejando “bom jogo” reciprocamente. Marcam a bola e indicam com que bola vão jogar. Têm um cartão onde marcam as suas pancadas e a dos adversários que no final conferem e assinam. Esse cartão regista o seu nível de jogo. É normal fazerem elogio quando alguém do grupo executa uma pancada de assinalável qualidade. Ajudam-se mutuamente a procurar uma bola perdida. Literalmente não deixam ninguém para trás. Quem for mais atrasado joga primeiro.

O Golfe tem respeito pela natureza e pelo campo. Devem deixar o campo como o encontraram. Os jogadores reparam os pedaços de relva que levantam ao bater uma bola. Quando no “green” (zona do campo mais suave e onde a relva é cortada muito curta) a bola causa maior impacto, há uma peça (pitch repair) que cada um dos  jogadores possui para reparar o green.

E finalmente leva a regras de indumentária simples mas de consideração para com o outro.  Habitualmente usa-se polo que pode ser acompanhado de pullover. Tapa vento ou impermeável.  A calça de fazenda e sapato de golfe ou sapatilha.

O gurda-chuva é admitido. O que não é aceitável é a tshirt e as calaças de ganga. 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:10
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Terça-feira, 20 de Abril de 2021

À boleia no avião

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Fiquei a saber pela revista sábado de  15 de Abril de 2021, num artigo assinado por Maria Henrique Espada como se anda à boleia de avião.  Miguel Relvas foi ministro no governo do Passos Coelho. Estes e outros que tais deram, a Alfredo Casimiro dono da “Urbanos”, a privatização da “Groundforce”. Deram. Casimiro não pagou. Apenas entregou uma garantia bancária. Deram, e ainda deram, mais 7,6 Milhões de comissões entre 2012 e 2018. E só depois é que o Casimiro pagou a maioria da “Groundforce” por apenas 3,7 Milhões.  O Casimiro é dono da Gesapa que tem arrendado uns escritórios de luxo na Estação do Rossio em Lisboa.  Só que desde 2019 não tem pago a renda. E é nestes  escritórios do caloteiro que o Relvas também usa como escritório.  Mas também o Relvas não paga nada porque diz que é por amizade do Casimiro. Grandes amizades se fazem ao dar boleias em aviões.

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 21:42
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2021

Golfe e confinamento

O Golfe pode ser encarado como desporto, é jogado em torneios com formações de quatro jogadores por cada buraco de campo. E é conhecido  pelas grande competições televisionadas da PGA (Profissional  Golfers´ Association)

Mas é muito mais uma prática desportiva. É um exercício físico individual que pode ser feito com outros, mas onde não há contacto físico nem partilha de qualquer objecto de jogo. 

Quando é jogado em conjunto as “formações” são constituídas no máximo com quatro jogadores. Podem ser todos membros da mesma família. O afastamento  físico é essencial até pelas característica do jogo. Como se joga com um ferro que tem cerce de um a dois metros de comprimento. E como o batimento implica movimento que em vários casos desenvolve um arco de mais de 360º, bem se vê que o afastamento facilmente passa os cinco metros.  

Cada jogador é obrigado a escolher o seu “set” de jogo o que pode variar de jogador para jogador. Nada que se utiliza no jogo é partilhado. Nem ferros, nem bolas que habitualmente estão marcadas com identificadores de cada jogador, nem “tee de saída” (pequenos pinos utilizados para elevar a bola da posição de saída), e muito menos os sacos com que cada jogador transporta tudo isso.

O jogo desenvolve-se por um percurso normalmente arborizado, com zonas relvadas e que pode ir aos dezoito buracos afastados entre si entre cerca de cem a quinhentos metros, isto numa extensão à volta dos sete kilómetros. Só por si  o jogo é um passeio em natureza percorrendo espaços arborizados tendo mais ou menos obstáculos como sejam lagos.

Desta forma é incompreensível que o golfe não tenha sido excepção em tempo de pandemia. Há poucas práticas tão seguras e saudáveis  como o golfe. Apenas me lembro da equitação e das caminhadas individuais. Confundir o golfe com desportos colectivos ou práticas em ambientes fechados é desonesto. A não ser que haja outros interesses.

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:59
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Sexta-feira, 2 de Abril de 2021

Dia Internacional do Livro Infantil 

17capa.jpg

Em casa não tinha livros. Mas na casa da minha madrinha  havia sempre “O Falcão” quer a publicação em série, quer a monográfica. Da série não me recordo. O modelo de contar histórias em fascículos não parece favorecer fixar enredos, lembrar heróis, ligar contextos e cenários. Já de “O Falcão”  monográfico recordo as aventuras do “major Alvega” herói da propaganda inglesa contra os nazis.   O major Alvega era um piloto da RAF que ganhava todas as batalhas aéreas em que participava. Mas havia também heróis do western tipo Texas Kid  que faziam a apologia do europeu contra os índios. Os colonos atravessavas as pradarias a caminho das terras do oeste na busca de ouro ou apenas terra fértil. O General Custer e o 7º de cavalaria  vingavam os ataques dos índios e empurravam-nos para reservas.  Assim se faziam as histórias da minha infância. Antes tinha havido “O Mosquito”, mas já não sou desse tempo. Depois foi tempo de ler os livros de Enid Blyton. Os cinco e os sete. Mas também as biografias muito difundidas no final dos anos 60.  David Crockett, Marie Curie,  Robinson Crusoe e muitos outros em voga.

A primeira diversidade de livros chegou-me através da carrinha da biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian. No primeiro momento foi o deslumbramento. E nenhum dos miúdos queria deixar de escolher e de ter livros da carrinha. Corriam para os livros como uma brincadeira. Como corriam para a bola ou rebuçados.

A literatura só chegou com as leituras escolares obrigatórias. Mas aí já não era literatura para a infância.  

António Borges regedor

publicado por antonio.regedor às 19:38
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Terça-feira, 30 de Março de 2021

Prado em meio urbano

Prado.jpg

Em meio urbano o prado é mais bonito

A plantação de relvado uniforme, é mais monótono e mais difícil de manter sem a interferência de outras espécies. A sua manutenção fica mais cara.

O prado não é um relvado monótono e admite relva com mistura e diversidade de  espécies florais.   

Um jardim ou um parque não tem de ser um relvado uniforme.

Nos parques e jardins urbanos, bem como em espaços de condomínios, cada vez mais gosto de ver prado e não apenas relvado.

O prado na floração é mais colorido, favorece a polinização, alimenta as abelhas após o período de carência invernal.

 

antónio Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:46
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Quarta-feira, 24 de Março de 2021

Doações de livros e Bibliotecas.

LIVROS  ESTANTE FOTO.jpg

  1. Cada vez mais o livro em papel é substituído por suportes digitais. Com tudo de bom e de maus que isso comporta.
  2. Neste novo contexto digital, é cada vez maior a pressão para o descarte dos livros que jazem nos sótãos, arrumos, estantes e prateleiras de salas  para onde se pretendem outras funcionalidades.
  3. Assim, as doações de livros já lidos e antigos, desactualizados e agastados, de enciclopédias e outros monos de papel, são despejadas nas bibliotecas públicas como forma mais simples de expurgo doméstico.
  4. Afinal, no senso comum e moldado durante décadas de bibliotecas patrimoniais, o lugar dos livros antigos e desactualizados é a biblioteca. O sítio onde há livros que abandonados morrem. Só que isso era dantes, no tempo da outra senhora. As bibliotecas públicas não são esse necrotério, nem esse aterro sanitário das letras gastas.
  5. As Bibliotecas Públicas podem dar ideias para recolocar alguns destes livros em circulação, sendo certo que haverá sempre alguém aquém alguma antiguidade interessará. ( O principio do negócio do alfarrabista).  Ideias de bibliotecas livres. Que são peças de mobiliário urbano onde se colocam livros para quem os quiser usar. Antigas cabines telefónicas, armários, caixas idênticas ás do correio, nichos por exemplo. Podem ser colocadas em jardins, paragens de transportes, esplanadas, praias. Até mesmo em locais de atendimento e espera.
  6. As Bibliotecas Públicas podem mesmo criar no seu espaço em ponto de troca e distribuição destes livros que rejeitam da doação.
  7. As Bibliotecas Públicas podem em parcerias com colectividades e associações encaminhar para elas as doações. O resto do resto, o mais rejeitado poderá sempre ser reciclado e dar lugar a nova literatura. (Lembrando  Lavoisier) 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:43
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Terça-feira, 23 de Março de 2021

Dificuldade e Superação

Ponte de Cordas.JPG

Em tempos, um seminário, curso, assembleia, ou mesmo uma reunião obrigavam a deslocação para presença física. Participar numa reunião podia implicar uma saída de madrugada, horas de condução, almoços e por vezes alojamento.   

A pandemia levou-nos a encontrar formas alternativas utilizando as tecnologias de que recentemente dispomos.

Demo-nos conta de que podemos reformular e fazer diferente muitas das tarefas que nos ocupavam muito tempo, muitos recursos e muito trabalho.

E o futuro não regredirá. Iremos aproveitar alguma prática passada, mas reformulada. Mas iremos essencialmente inovar e avançar muito nas experiências que iniciamos. Andaremos menos de avião e de carro  para ir por vários dias a destinos distantes para uma reunião quando ela se tornar viável, mais económica, mais cómoda e de igual vantagem se for realizada no registo das novas formas de comunicação.

Cada dificuldade promove uma superação

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:13
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Sexta-feira, 19 de Março de 2021

Portugal na 1ª Guerra. Mau caminho.   

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No início do século XX os Republicanos Portugueses alinhavam pela ideia dominante europeia do colonialismo. Na realidade, o colonialismo do século  XIX e XX era a consequência lógica do processo de industrialização europeia e da necessidade de matérias primas que se obtinham essencialmente fora do continente europeu e nomeadamente na África ainda virgem das madeiras e carvão, dos minérios e culturas agrícolas.

Mas ao contrário de outros países europeus já na fileira industrial, Portugal tinha perdido muitos anos na guerra civil entre os monárquicos. Os liberais, que queriam o progresso da indústria, da ciência e a ascensão da burguesia urbana contra os conservadores, ligados ao rentismo da terra, à exploração dos “caseiros” e ao domínio da religião.

Dentro dos liberais ganhou a grande burguesia, ligada ao comércio internacional, aos monopólios  à finança e cambismo e dependente dos ingleses. E a “Regeneração” e o “Fontismo” acentuaram a dependência à finança inglesa. 

No início do século XX o Portugal permanecia, numa agricultura de subsistência,  numa ruralidade demográfica, numa ignorância escolar, numa dominação religiosa. E na já referida  dependência financeira do exterior e especialmente da Inglaterra. 

A permanência na ruralidade e o atraso na industrialização não deixaram de colocar Portugal na repartição das colónias africanas  feita na conferência de Berlim. E a dependência financeira à Inglaterra juntamente com a antiga aliança entre os dois países não deixaria de influenciar os acontecimentos da segunda década do século XX.

Não admira que na primeira guerra a opção portuguesa fosse apoiar os ingleses. Logo em 1914, no mês de Setembro foram enviadas tropas para Angola e Moçambique para defender as fronteiras contra os alemães. No ano seguinte, 1915, o Partido Democrático ganha a  maioria absoluta para a Câmara dos Deputados e para o Senado. E a 6 de Agosto Bernardino Machado é eleito  Presidente da República.   

1916 é o ano em que os acontecimentos se precipitam para a guerra. Instigados pelos ingleses, Portugal, a 23 de Fevereiro, aprisiona os barcos Alemães atracados em portos nacionais, aprovando o  Decreto 2229 de 24 Fevereiro com as assinaturas de Bernardino Machado, Afonso Costa e Norton de Matos.

Portugal quebra declaradamente a neutralidade. Manda regressar de Berlim o embaixador  Sidónio Pais.  Permitiu o trânsito de tropas inglesas por Moçambique,  autorizou a utilização da Madeira como base inglesa e vendeu-lhe material de guerra.

Obviamente deu todos os argumentos para a Alemanha declarar guerra, o que aconteceu a 9 de Março de 1916.

A partir daí a consequência foi a participação com tropas.

A Julho, em Tancos foram formados trinta mil militares comandados por Norton de Matos. A França é autorizada a utilizar vinte e cinco baterias de artilharia portuguesas. E a 30 de Janeiro de 1917 embarcaram em três navios ingleses o Corpo Expedicionário Português comandado por Gomes da Costa, mas que ficou às ordens do comando inglês.

Portugal a quem a Alemanha declarou guerra directamente, não teve sequer capacidade de projecção de tropas e limitou-se a mandar canhões e homens para ser comandados por ingleses.

O desfecho é conhecido a par de internamente haver muita fome e muito descontentamento como o que ficou conhecido  pela “revolta da batata”, e ser necessário  a 12 de Julho colocar Lisboa em Estado de Sítio  em resposta ao movimento grevista.

Pelo meio ainda aconteceu o  milagre de Fátima.

 

António Borges Regedor

 

 

publicado por antonio.regedor às 12:32
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