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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

Citação de publicações online

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A citação de documento online, obedece à mesma lógica do documento papel, mas com a indicação a seguir ao título do documento do tipo de suporte entre parênteses rectos [em linha], podendo também precisar o tipo de documento [base de dados em linha, jornal em linha, mensagem em linha] Não é explícito na norma internacional ISO 690-2 nem na sua tradução portuguesa NP 405-4, mas na mesma lógica digo que será possível e útil indicar se é documento em pdf, blog, mensagem em rede social, etc.. Local de Edição:Editor, data, data de actualização ou revisão. [data da consulta]e acesso url:http://....

Os exemplos seriam então assim:

Monografia online

Regedor, António Borges - Bibliotecas, Informação, Cidadania. Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX. 2014. [em linha]. Porto: Universidade Fernando Pessoa, Repositório Institucional, 2014. [consultado em 19 Mar. 2019]. Pode ser pesquisado nos Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP). Disponível em: https://bdigital.ufp.pt/handle/10284/4291

Publicação em Série

Jornal ou Revista online

Sociological Research Online [Em linha]. Manchester: SRO, 1996- . [consult. 19 Mar. 1997]. Disponível em WWW: URL:http://www.socresonline.org.uk/socresonline .

Artigo online

JORGE, V.O.; ALMEIDA, C.A.F.; SANCHES,M.J. – Gravuras rupestres de Mazouco. Arqueologia [em linha]. 3. (1981) 3-12, actual. 1Jul.1996. [consult. 6 Jul. 1996]. Disponível em WWW: «URL: http//www.uc.p/foz-coa/arqugrav.html»

Do mesmo modo, arrisco a dar um exemplo para blog, apesar de não estar exemplificado nas normas ISO e NP.

REGEDOR, António – Citação. In Bibvirtual [Blog em linha] Porto, 15 Mar. 2019. [Consultado em 19 Mar.2019]. Disponível em https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/citacao-213228

 

publicado por antonio.regedor às 11:09
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Sexta-feira, 15 de Março de 2019

 Citação

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Uma citação dá nota de um livro, revista, artigo, página na internet, ou outro documento para poder identificar o seu autor.

Devo citar para

Dar mais valor e credibilidade ao que escrevo.

Demonstrar a originalidade, qualidade e actualidade do meu trabalho

Dar nota do desenvolvimento da ideia que apresento.

Dar a possibilidade ao meu leitor de fazer leituras e estudos mais tarde.

Ter testemunhas do que afirmo.

Não cometer o crime de plágio.

Devo citar, indicando no meu texto, o apelido (último nome) do autor, e a data da fonte que estou a citar. Se for uma citação textual, devo colocar as palavras do autor citado entre comas “ “ e indicar a página onde essa citação literal se encontra.

Em pé de página, ou em bibliografia no final do meu trabalho, devo indicar para referência bibliográfica os seguintes elementos na ordem e pontuação que se segue:

Apelido (último nome do autor) e nome (primeiro nome do autor. Título do trabalho. Local onde foi editado: Editor, data da edição. O número ISBN identifica o documento. É uma grande ajuda para editores e livreiros no caso de o querer comprar.

Lembre-se que as citações dão mais credibilidade e mais suporte científico ao que escreve.

 

António Regedor

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publicado por antonio.regedor às 12:55
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Quinta-feira, 14 de Março de 2019

Notícias Falsas

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São cada vez mais as notícias falsas.
Algumas são de tal modo inverosímeis que facilmente se percebe que são mentira.
Outras aparecem como verdade, nalguns casos com falsas fotografias que são montagens.
E é por algumas serem difíceis de detectar, que o nosso cuidado deve ainda ser maior, e devemos ser ainda mais rigorosos nos nossos critérios de avaliação da informação.
Apresento algumas perguntas que ajudam a avaliar da verdade e qualidade da informação:
Qual a qualidade do autor da informação? Tem credibilidade? É conhecido?
Qual a formação e experiência do autor no assunto de que fala?
Onde foi publicada a informação? Num Jornal com critérios de isenção, honestidade e verdade? Ou foi nalgum site cuja assinatura até parece de um jornal, mas que na verdade não é, e usa esse nome muito parecido como disfarce.
Qual é a data da publicação? Não é desactualizada, não foi desmentida?
A informação está testemunhada ou é só opinião ou ideologia?
Sei que dá trabalho a ter todos estes cuidados, mas a credibilidade do meio de informação que usamos, depende do que quisermos fazer para reencaminhar apenas informação boa e de confiança.
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 18:53
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Segunda-feira, 4 de Março de 2019

A Ilustre Casa de Ramires - Eça de Queirós, Biblioteca Ulisseia

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José Maria Eça de Queirós, o autor da Ilustre Casa de Ramires , nasceu em 1845 na Póvoa de Varzim. É já fruto da revolução liberal e de todas as suas consequências, políticas, sociais, religiosas, económicas. O Fontismo estava já em abrandamento e a degradação política era evidente com o rotativismo político do período liberal, contraposto à ascenção do movimento republicano que tem data marcante na revolta de 31 de Janeiro de 1891 que tenta a implantação da República.

Passou a infância em Aveiro e estudou num colégio dirigido pelo pai de Ramalho Ortigão. Na Universidade, em Coimbra onde estudou Direito, conheceu Antero de Quental, Teófilo Braga, Alberto Sampaio.

Uma visão aberta do mundo foi-lhe proporcionada pela visita ao Egipto e Palestina, por altura da inauguração do Canal de Suez e na companhia do Conde de Resende.

No ano da inauguração do canal de Suez,visitou o Egipto e a Palestina acompanhado com o Conde de Resende, vindo a casar com a filha deste em 1900.

Fez carreira diplomática, sendo embaixador em Cuba, Newcastle, Bristol e Paris.

Durante a sua vida assistiu à instabilidade nos Balcãs, à ameaça ao Império Otomano. Aos jogos de poder motivados pelas ambições coloniais e obviamente ao desenvolvimento científico, técnico e dos transportes. Esse tempo era influenciado por Baudelaire, Flaubert, Zola, Hegel, Marx, Proudhon, Conte.

Como era habitual à época, começou a escrever nos jornais, no caso, a “Gazeta de Portugal”, para depois reunir as crónicas em livro. O que faz com a edição em livro, “Prosas Bárbaras”. Passa pela direcção do “Distrito de Évora”.

Em “A Ilustre Casa de Ramires”, o protagonista, Gonçalo Mendes Ramirez, era conhecido como o Fidalgo da Torre. Vivia no Solar dos Ramires. Residência de uma antiga família cuja origem se conta anterior à nacionalidade de Portugal. A genealogia afirma a sua existência anterior à vinda das famílias francesas que ajudaram na reconquista e deram origem ao Condado e depois Reino de Portugal. Essa mesma genealogia que coloca os Ramires nos momentos e com os protagonistas da história de Portugal. A o lado de D. Afonso Henriques, na reconquista , Nos descobrimentos, nos bons e maus momentos, mas sempre ao lado do poder e no poder.

A Casa da Torre da Lagariça foi o local de visita e inspiração do escritor Eça de Queiroz para o romance, “A Ilustre Casa de Ramires”. é um Imóvel classificado de Interesse Público desde 1977.

A construção da Torre da Lagariça data da primeira metade do Séc. XII , por volta de 1112 e está ligada ao período da "Reconquista Cristã" e à "Fundação da Nacionalidade Portuguesa".

A Torre é um sólido torreão militar de linhas de planta quadrada, que serviu de ponto de vigia e prisão, sendo mais tarde construído o casario em volta da Torre e tornada em casa de habitação dos Fidalgos da Torre da Lagariça.

A Torre teria como objetivo a defesa da linha do Douro na época da reconquista Cristã, servindo de Torre da atalaia, mas a sua função militar perdeu o significado com o estabelecimento das fronteiras mais a norte.

No Séc. XVI foi adquirida pela Brasonada família Pinto, Senhores da Torre da Chá e do Paço de Covelas.

Situa-se na Freguesia de S. Cipriano, no Concelho de Resende - 41°03'37.1"N 7°59'57.3"W

Para além da “Ilustre Casa” a quinta tem campos de cultivo e árvores de fruto e . Uma Eira, e jardins de inspiração romântica.

publicado por antonio.regedor às 13:50
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019

Tenho de saber

Livro Tenho de saber.JPG

 

Analista da CIA na intrincada teia da infiltração, que tem por missão identificar infiltrados.  “Podem chamar-me paranóica, ou apenas uma analista de contra-espionagemda CIA” p. 17  A descoberta de partes  do caminho do labirinto. “Dedos de gelo apertam-me o coração e nos meus ouvidos o sangue pulsa num turbilhão”  p. 24.  “ Por que razão senti a necessidade de o esconder?” p. 25.  E quando a verdade é insuportável, “”Gostaria que tudo desaparecesse” p76.  Pode der apenas uma parte do labirinto.

 

Karen Cleveland - Tenho de saber. Lisboa: Planeta. 2018.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:39
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2019

Plano Estratégico para as Bibliotecas Espanholas

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Bibliotecas Espanholas têm novo plano estratégico para cinco anos (2019-2023)

Dia 20 3 21 de Fevereiro deste ano (2019) reuniu o Conselho de Cooperação Bibliotecária.  

A reunião é organizada pela Dirección General del Libro y Fomento de la Lectura del Ministerio de Cultura y Deporte

Este conselho reune o organismo de coordenação bibliotecária do Ministério da Cultura e Desporto, Comunidades Autónomas, Federação Espanhola de Municípios e Províncias, e Conferência de Reitores das Universidades Espanholas através da Rede de Bibliotecas Universitárias,

Fuente: http://www.culturaydeporte.gob.es/prensa/convocatorias-prensa/2019/02/20190219-consejo-bibliotecas.html

 

Antónuio Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:47
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

Artigo 11º e 13º e a internet do futuro

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Em Julho do ano passado abordei este assunto aqui no meu blogue bibvirtual https://bibvirtual.blogs.sapo.pt/

O comité do Parlamento Europeu para os Assuntos Europeus aprovou alterações à legislação dos direitos do autor. A intenção é que a legislação venha a obrigar a que empresas como a Google ou a Microsoft sejam obrigadas a instalar filtros para prevenir que os utilizadores consigam usar material que está protegido pelos direitos de autor.

O pretexto de se querer regular os direitos de autor num espaço publico como é a internet, o que pretende é efectivamente que as grandes empresas coloquem filtros de conteúdos que vai permitir o controlo e a censura do que se publica.

A internet é hoje o espaço público, livre, onde está colocada muita informação geral, boa ou má, com mais ou menos ruído, mas também muita da informação científica, bibliográfica, histórica, e muita outra a que os cientistas, investigadores, académicos, estudantes, estudiosos recorrem livremente.

A incidência da directiva é obviamente a internet que actualmente é o meio que nos permite a maior informação possível. Permite aceder às mais diversas fontes de informação, estabelecer contactos pessoais e profissionais, aceder a música, imagens e outros grafismos. Trabalhar em linha e muita outra coisa.

O que a Comissão Europeia propões é permitir que as grandes empresas controlem o que fazemos na internet. Controlar o nosso acesso à diversidade de informação por razões mercantilistas é inaceitável.

Mesmo com o argumento do mau uso ou da sonegação dos direitos de autor, não é a internet a causa disso. Mau uso e abuso de direitos acontecem em todo o espaço público, não apenas na internet.

Esta preocupação foi agora objecto de comunicado da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD).

A BAD refere-se ao artigo 11º que taxa as hiperligações de jornais digitais. E o artigo 13º que se refere à partilha de conteúdos, e à consequente instalação de filtros pelas grandes empresas de servidores.

Quanto a mim, este assunto é muitíssimo grave. Desde logo é uma matéria muito sensível para a investigação, produção científica e académica. Parece apresentar incompatibilidade com a citação e referência bibliográfica. Há que possibilitar a citação e o acesso ao conteúdo referindo a fonte e indicando o link para posterior confronto ou pesquisa complementar. A partilha de conteúdos é também uma outra barreira à investigação e trabalho científico e académico.

Numa altura em que a linha de orientação da ciência é a de colocar em acesso aberto quer os resultados de investigação, quer os próprios dados, esta medidas de limitação do espaço aberto da internet são um profundo retrocesso que só pode ser explicado pela ganância de montar mais um negócio cavalgando a internet como espaço público gratuito e universal.

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:56
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Humberto Ecco.

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Hoje é dia de passar pela biblioteca e voltar a ler “O Nome da Rosa” de Humberto Ecco.

Faz hoje três anos que morreu Humberto Ecco. Volta-me à memória o livro de enorme riqueza informativa sobre a idade média, a vida monástica, as várias correntes do clero regular, as suas diversas visões do mundo e interpretação das escrituras e a sua relação com os  textos filosóficos da tradição Helenística. No final da Idade Média em que a ciência ainda oprimida se tenta libertar do pensamento religioso e afirmar o raciocínio lógico.  Não se trata do simplismo entre o bem e o mal, mas entre  logos e mito,  razão e fé, ciência e religião, teologismo e humanismo.  Tempo de lembrar o Ecco e voltar a lê-lo.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:58
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2019

Bicos de pássaros

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Interessante colecção de bicos de diversos tipos de aves. Não são, no entanto, os únicos.

Durante um  período da minha vida estudei e observei avifauna que de alguma forma estava relacionada com as “wetlands”, ou seja as “zonas húmidas” protegidas pela concensão de Ramsar (1975). E também outras convenções como a de Berna (1979) para a conservação da vida silvestre, ou ainda a de Bona(1979) para a conservação das espécies migratórias.

Dentro de cada um dos grupos de bicos representados no cartaz, há ainda uma mior diversidade. No caso do bico que se apresenta como servindo para retirar invertebrados do lodo, corresponde à espécie recurvirostra avosetta, conhecido por alfaiate. Mas em pernaltas como esta e que se alimenta no mesmo habitat, há um bico também lonfo e direito. O do himantopus himantopus. O conhecido perna-longa que foi adoptado como o símbolo da reserva natural da Ria Formosa, e que é naturalmente visto por muita gente no algarve. Ou ainda com o bico virado para baixo no caso do numenius arquata, ou seja maçarico-real.

Tudo isto é fascinante.  

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:56
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2019

TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

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A Organização das Nações Unidas declarou o ano de 2019 como o Ano Internacional da Tabela Periódica.

A tabela periódica é uma forma de organizar e apresentar algumas informações sobre todos elementos químicos que existem.

É organizada com base na ordem crescente do número atómico (número de protons no átomo); Na configuração electrónica dos átomos dos elementos; E facilita o entendimento de propriedades químicas semelhantes.

É designada de periódica porque mostra a repetição de algumas propriedades que alguns elementos tem em comum.

O aspecto com que se apresenta resulta da padronização feita pela IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada).

As linhas da tabela são denominadas períodos; as colunas são denominadas grupos

Em geral, dentro de uma linha (período) os elementos são metálicos na esquerda e não-metálicos na direita.

Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de 33 elementos químicos

Em 1829, Johann Wolfgang Döbereiner observou que muitos dos elementos poderiam ser agrupados em tríades (grupos de três) com base nas suas propriedades químicas.

Em 1869, o químico alemão Julius Lothar Meyer publicou uma tabela com os 49 elementos conhecidos organizados pela valência, conceito desenvolvido por August Kekulé seis anos antes.

A primeira versão da tabela foi publicada em 1869 por Dmitri Mendeleiev

Tanto Juius Lothar Meyer como Dmitri Ivanovivich Mendeleiev publicaram de forma independente as suas tabelas periódicas.

O sucesso da tabela de Mendeleiev surgiu a partir de duas decisões que ele tomou: a primeira foi a de deixar lacunas na tabela quando parecia que o elemento correspondente ainda não tinha sido descoberto.

Desde então a tabela de Mendeleev tem sido expandida e refinada com a descoberta ou sínteses de novos elementos e o desenvolvimento de modelos teóricos para explicar o comportamento químico.

Com o desenvolvimento das teorias de estrutura atómica, tornou-se aparente que Mendeleiev tinha, inadvertidamente, listado os elementos por ordem crescente de número atómico.

Os primeiros 94 elementos existem naturalmente, embora alguns sejam encontrados somente em quantidades de tracções e foram sintetizados em laboratório antes de serem encontrados na natureza

Os Elementos com o número atómico de 95 ao 118 foram somente sintetizados em laboratório ou reactores nucleares.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:44
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