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Sexta-feira, 24 de Maio de 2019

Combater as notícias falsas

falsa.png

Se a notícia é de grande manchete e não tem uma explicação racional é de desconfiar.
Se é muito chamativa toda em maiúsculas, desconfie.
Não acredite no título, leia o texto e veja se corresponde ao título.
Se não conhece a fonte de informação, desconfie. Verifique o endereço do site. Confirme que é credível.
Confirme as datas e confronte as fotos com outras da mesma data.
Desconfie que a pessoa que publica, também pode estar a ser enganada.
Se depois de tudo isto, conhecer a fonte, a pagina que o divulga e a pessoa que o envia, só então poderá colocar a hipótese de o reencaminhar.
 
publicado por antonio.regedor às 08:41
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Quarta-feira, 22 de Maio de 2019

No coração da Prelada

_PRELADA TORRE.JPG

O Porto mantém ainda alguns espaços verdes de assinalável dimensão.  Para além dos mais conhecidos e abertos ao usufruto lúdico como o Parque da Cidade,  S. Roque e Serralves,   ou ainda alguns mais pequenos como as Virtudes, Palácio de Cristal ou Covêlo. Mas há ainda quintas que não estando abertas ao público, são significativas do ponto de vista da área de espaço verde. Uma delas é a Quinta da Prelada. Já não tem hoje a utilização como  parque de campismo que já foi. Mas para além da arborização que permanece, mantém, quase em segredo as construções à boa maneira de jardim inglês romântico. Um Portão liga o Jardim à mata centenária. Um lago circular com uma ilha onde se ergue uma torre de dois pisos. Há ainda uma gruta e uma fonte.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:45
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Terça-feira, 21 de Maio de 2019

Escrever um artigo de investigação.

QUADRO DE INVESTIGAÇÃO.png

Investigação é isto. Essencialmente método.

Todo o trabalho começa com um abstract. Que se traduz por Resumo, e não, como alguns erradamente colocam em, sumário. Sumário é a descrição das partes e capítulos que constituem o trabalho indicando os títulos dessas partes. E claro que vem logo no início do trabalho, para que se saiba em que paginas começa. Já os índices, que são documentos secundários, são colocados no final do texto. Ainda do ponto de vista formal, logo a seguir ao sumário deve figurar o glossário, colocando a sigla ou acrónimo e entre parêntesis a sua tradução por extenso.

Mas vamos ao importante na elaboração de um artigo de investigação.

O Abstact ou resumo começa por colocar o problema, indica a metodologia, apresenta as principais descobertas e a conclusão principal.

O corpo do trabalho, propriamente dito, tem uma introdução. Estabelece o território de investigação. Delimita a sua centralidade, faz generalizações dos diversos tópicos, e refere pontos já estudados em anteriores investigações. Estabelece o seu território de investigação, indicando lacunas, questionando o já dado como adquirido e continuando e estendendo a linha de investigação. Revê a literatura. Indica a metodologia do processo de recolha, tratamento e análise dos dados. Apresenta resultados.

A discussão dos resultados implica uma introdução que os apresente, discuta os reivindique. A avaliação dos resultados implica analisar, dar explicações, referir a literatura que os suporta e as implicações que promovem. A conclusão tem de referir igualmente as limitações à investigação efectuada, bem como perspectivas de desenvolvimento do estudo e recomendações.

Há lugar finalmente à conclusão.

A terminar é dada indicação das referências bibliográficas.

Do ponto de vista formal antes das referências é colocado o índice ou índices se os houver.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:22
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Sábado, 18 de Maio de 2019

Viela dos abraços de Ramalde

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O Porto ainda mantém muito da sua primitiva ruralidade. Ramalde é um exemplo. Grandes quintas que a cidade foi integrando. Dos caminhos entre quintas, nem todos resultaram em ruas e travessas. Alguns permanecem no tempo. Caminhos estreitos como a viela dos abraços que percorri muitas vezes.
 
António Regedor
 
publicado por antonio.regedor às 14:27
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2019

REVISTAS E INDEXAÇÃO

images.jpg

A preocupação da indexação das revistas em bases de dados de grande impacto continua a ser uma realidade, apesar do enorme crescimento da publicação em repositórios institucionais em open acces.  A necessidade de mostrar publicações indexadas com maiores factores de impacto e em revistas que são promovidas por acção de marketing e figuram em packs de empresas fornecedoras de conteúdos científicos ainda pesa muito nas preocupações e práticas dos investigadores.  A cienciometria ainda está longe de encontrar uma boa  solução para a necessária publicação da produção científica e para o seu financiamento adequado.

Como podemos depreender do  texto de Rubén Urbizagástegui

“En el campo de la Bibliotecología y Ciencia de la Información Latinoamericana, se habla con abundancia de "revistas internacionales" y también de la "internalización de las revistas". Se habla de la necesidad de que esas revistas (académicas o científicas) sean indexadas por "bases de datos internacionales", aun cuando los países locales no tienen un control adecuado de sus revistas nacionales y menos poseen bases de datos bibliográficas nacionales, donde estas revistas académicas o científicas deberían ser prioritariamente indexadas. No invierten en bases de datos nacionales pero si exigen que sus investigadores publiquen en revistas que estén indexadas en bases de datos internacionales y mejor si estas son Web of Science o Scopus. Las autoridades culturales de los países latinoamericanos con certeza no saben ni cuantas revistas son publicadas en sus territorios nacionales. Traigo a colación esta afirmación porque me he dado el trabajo de leer con atención el libro "Revistas académicas colombianas: trayectorias y orígenes" de autoría de la Dra. Cristina Restrepo Arango. Este libro analiza las revistas editadas por universidades e instituciones académicas públicas o privadas en Colombia. Por ejemplo, de las 855 revistas identificadas, el Web of Science no indexa ninguna, solo su Emerging Sources Citation Index lista 220 revistas y Scopus solo indexa 83 revistas. Y Para que necesitamos que estas dos bases extranjeras indexen las revistas Latinoamericanas? No sería mejor construir bases de datos nacionales que indexen las revistas académicas locales?
Los que se interesen por estos asuntos pueden bajar el libro del siguiente sitio e incorporarlo a sus bibliotecas o colecciones personales:”

https://www.academia.edu/37200329/Revistas_acad%C3%A9micas_colombianas_trayectorias_y_or%C3%ADgenes 



Cordialmente

Rubén Urbizagástegui

publicado por antonio.regedor às 14:31
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Quinta-feira, 16 de Maio de 2019

...

udesc_biblioteca_central_foto_gustavo_cabral_vaz_a

Os temas  em estudo pelos  académicos e técnicos  de bibliotecas especializadas no Chile.

6° CONGRESO DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITARIAS Y ESPECIALIZADAS

12 y 13 de noviembre 2019, Santiago - Chile

 

bibliotecas.uchile.cl/congreso

 

·  Acceso a la información

·  Colecciones digitales

·  Repositorios académicos

·  Datos abiertos, metadatos y catalogación

·  Propiedad intelectual y derechos de autor

·  Evaluación y estándares de calidad

·  Bibliometría y métricas

·  Servicios de información

·  Publicación electrónica

·  Gestión de datos de investigación

·  Alfabetización informacional

·  Colecciones patrimoniales

·  Arquitectura de información

·  Tecnologías móviles

publicado por antonio.regedor às 11:16
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2019

Produção de electricidade e carbono zero

helicoidal.jpg

 

A procura de formas de produção de electricidade e a sua optimização vai continuar e vai generalizar-se. Os consumos de electricidade vão continuar a subir, e os processos e equipamentos terão tendência a ser mais pequenos, descentralizados e cada vez mais domésticos.

Estamos no fim de um modelo de sociedade iniciada com a revolução industrial alimentada a energia fóssil. Para trás ficou o consumo essencialmente de biomassa. A revolução industrial passou pelo carvão e petróleo, verificando a sua finitude. A procura de energias renováveis é o novo paradigma. E o futuro é de alguma forma voltar, agora com novas tecnologias e equipamentos, a produzir energia utilizando os rios e os mares, o vento e o sol.

E já todos se deram conta da mudança de paradigma. A energia elécrtica produzida em Portugal pelos grandes sistemas produtores, são já cerca de 70% de energias renováveis. E as fontes de energia são diversas. No caso da EDP, a empresa com maior mercado em Portugal,  das energias renováveis, a que tem maior significado, é a eólica com quase 47%.  A  hídrica já só é 13%. Há outras renovéveis com 6,3% e a cogeração renovável apenas 3,8%. Ainda se queima carvão na percentagem de 11,9%, a cogeração fóssil quase 8% e o gás natural com 5,8%. Infelizmente o nuclear ainda entra na conta com 2,5%. Mas a valorização energética de resíduos sólidos foi utilizada por esta empresa em 1,7% da sua produção.

O actual modelo ainda é o da produção centralizada, herdeira do monopólio da produção eléctrica, mas o caminho deverá ser cada vez mais a produção á escala da necessidade dos utilizadores.

Não haverá apenas grandes equipamentos produtores de electricidade, mas também já vemos, e veremos cada vez mais pequenas unidade de produção de electricidade.

A instalação desses equipamentos pode ser ou não um problema. Pode precisar de espaços e locais adequados. As coberturas dos edifícios são um dos espaços naturais. São já usados para painéis solares de aquecimento de água e fotovoltaico. Mas também o poderão ser para aerogeradores de dimensão doméstica. Já os há em telhados de hotéis. Como também já existem microgeradores instalados em parques. E não nos espantemos quando virmos pequenos aerogeradores helicoidais, muito parecidos com os extractores que nos são já muito familiares nos topos dos prédios.

O desejável será a diminuição dos equipamentos de produção eléctrica que se aproximem das necessidades dos consumidores. Que cada um possa aproximar a sua produção ao seu consumo e ao seu armazenamento. Do tipo de um gerador solar que durante a noite armazena no carro que se utilizará durante o dia e esse mesmo equipamento possa contribuir para a minimização dos consumos domésticos e industriais no pico de consumo que é durante o dia.

Actualmente, se houvesse produção doméstica a cerca de 30%, os grandes sistemas produtores, prescindiriam de consumo de combustiveis fósseis e nuclear, e geraraiam electricidade apenas com energias renováveis. Era a total descarbonização na produção de energia eléctrica.

Fonte dos dados: EDP

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:37
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Terça-feira, 14 de Maio de 2019

Fake news em Livro

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As Fake News estão na ordem do dia. Na verdade, não são novidade. Desde sempre foram usadas. Na construção do pensamento colectivo. Na construção de mitos. Na mobilização para causas irracionais, injustas, criminosas. No fabrico de heróis, santos e pecadores.  A própria história, a história dos vencedores pode resultar de fake news.

O mais perigoso é que, actualmente,  as fake news são um mundo paralelo à realidade.

Há um livro a ser preparado sobre Fake News.

O assunto já é uma preocupação, caso de estudo e objecto de publicação.

Um dado novo na nossa vida, e uma situação com que temos de aprender a viver.

 

Call for Chapters in:  Navigating Fake News, Alternative Facts, and Misinformation in a Post-Truth World.  Dalkir, K. and Katz, R. (Eds).

Proposal submission deadline:  June 4, 2019

 

Editors

Dr. Kimiz Dalkir, Director, Associate Professor

McGill University School of Information Studies

 

Rebecca Katz, PhD Candidate

McGill University School of Information Studies

 

Introduction

In a post-truth world, objective facts have less influence on opinions and decisions than emotions and personal beliefs. People deliberately select those facts and data that support their preferred conclusions and classify any information that contradicts their beliefs as “false news..”  This is not a recent problem but the Internet and social media allow information sharing at an incredible speed (practically real-time) and over a much greater geographic range (almost worldwide).  There is also increasingly a crowd-sourcing approach to gathering information.  PEW Research notes most people read news through their social networks rather than independent news reports[1]. This creates an overall false balance as people tend to seek out information that is compatible with their existing views and values.

 

How can information and knowledge management as well as policies and technologies help in a post-truth world?  Can newer technologies such as artificial intelligence improve the efficiency and effectiveness of fact checking (e.g. through a news filtering agents that identify false news much as we identify junk email)?.How can we better educate our students and train our professionals so that they have the full range of literacies or meta-literacy needed to navigate in a post-truth world?How can policies be implemented, both within organizations and within countries, tocombat misinformation and instead ensure validated content is created, shared, disseminated and preserved in order to better inform decision and policy-making?The proposed book will consist of a series of contributed chapters that will address the post-truth world in a comprehensive manner.  All chapters will be peer-reviewed.  Chapter may address the following topics:

 

Objectives of book

There is an interesting intersection of human (manual) methods to address post-truth (such as information literacy workshops and legal or policy changes to deter the spread of misinformation online) and a more automated, machine/AI-based approach (e.g. an algorithm that detects fake news dissemination patterns in social media).  This book will bring together the different disciplines and research approaches to provide a comprehensive and effective toolkit to deal with information and knowledge in the post-truth era.  The objective is to integrate approaches from the educational, policy and technology sectors because they must all work together to combat fake news.  The proposed book is expected to have a wide impact as it will resonate with a broad audience of educators, policymakers and technology developers.  There is potentially significant value in providing a blueprint to help users navigate in this convoluted world of increasingly complex and dubious content.  The only uncontested prediction is that the volume will only increase making its validation even more challenging.

 

Target audience

There are three main groups that would be interested in making use of this book:  educators, policymakers and technology developers.  Educators will be better equipped to teach the multiple and meta-literacies needed to deal with information and knowledge, both in formal curricula but also in workshops. Many universities as well as some companies now have a requirement that all employees successfully complete training on information literacy. Policymakers at the organizational and societal levels will need to better understand the risks posed by post-truth information and knowledge flows in order to implement policies and legislation that offer real consequences (e.g. Germany passed a law making it illegal to spread false information).  In addition, technology and software developers will have a deeper understanding of how and why people create and share fake news so they can develop algorithms capable of detecting and eventually preventing their dissemination.

 

Recommended topics

  • History – fake news is not new
  • Definitions – viral propagation, misinformation, pseudoscience, alternative facts
  • Typology of false information and knowledge
  • Propaganda
  • Hoaxes
  • Fraud
  • Urban myths
  • Satire
  • Biased algorithms
  • New information literacies for the post-truth world
  • How to detect false information (fake news, fake websites)
  • Meta-literacy, info and knowledge behavior e.g. info avoidance,
  • The role of emotion, personal beliefs
  • The role of time – speed of dissemination
  • The role of repetition
  • The role of information overload
  • The role of technology – scope of dissemination
  • The policy landscape needed for the post-truth world (legislation, organizational policies)
  • Tools and technologies to support digital citizens
  • AI-based tools
  • Mobile apps
  • Recommendations on literacy, policy and/or technology for better navigating in a post-truth world

 

Submission procedure

We would like to invite you to contribute a paper given your interest and expertise in this area.  Chapter proposals are due June 4, 2019. They should not exceed 1500 words.  Your proposal should outline the objectives of your chapter.Authors will be notified by June 25, 2019 about the status of their proposals and sent chapter guidelines. Full chapters are expected to be submitted by August 3, 2019,

Submitted manuscripts should not have been published previously, nor be under consideration for publication elsewhere.  All submitted chapters will be reviewed on a double-blind review basis. Contributors may also be requested to serve as reviewers for this project. all interested authors must consult the guidelines for manuscript submissions at http://www.igi-global.com/publish/contributor-resources/before-you-write/ prior to submission. There are no submission or acceptance fees for manuscripts submitted to this book publication. 

 

All proposals should be submitted through the eEditorialDiscovery®TMonline submission manager at:https://www.igi-global.com/publish/call-for-papers/call-details/3876

 

Publisher

This book is scheduled to be published by IGI Global (formerly Idea Group Inc.), publisher of the "Information Science Reference" (formerly Idea Group Reference), "Medical Information Science Reference," "Business Science Reference," and "Engineering Science Reference" imprints. For additional information regarding the publisher, please visit www.igi-global.com.

 

Important Dates

June 4, 2019:                     Proposal Submission Deadline

June 25, 2019:                   Notification of Acceptance

August 3, 2019:                Full Chapter Submission

October 1 2019:               Review Results Returned to Authors

October 29, 2019:            Revised chapter submission

September 29, 2019:     Final Acceptance Notification

November 12 2019:        Final Chapter Submission

2020:                                    Book publication

 

Contact Information:

 

Kimiz Dalkir

3661 Peel St., 110

Montreal, Quebec, Canada H3A 1X1

514-398-3368

Kimiz.Dalkir@mcgill.ca

 

 

[1]http://www.pewresearch.org/fact-tank/2017/10/04/key-trends-in-social-and-digital-news-media/

publicado por antonio.regedor às 15:04
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Quinta-feira, 2 de Maio de 2019

XIII Encontro de CTDI

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XIII Encontro de CTDI

Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação

14 de maio 2019

O XIII Encontro CTDI apresenta-se como um fórum de reflexão sobre a Transformação Digital, também conhecida com 4ª revolução industrial baseada na informação e no conhecimento a decorrer no dia 14 de Maio de 2019 no ISCAP.

Em breve, quase 50% dos consumidores serão nado-digitais e tal irá forçar a transformação digital nas organizações, criando novas oportunidades de mudança, inclusive nos padrões organizacionais, culturais e legais.

 

A transformação digital, enquanto efeito de um processo marcado pela influência das TIC na sociedade, irá influenciar alterações nos modelos de negócio e na forma como este se desenvolve, passando as TIC a ter um papel preponderante em qualquer organização.

É possível identificar cinco domínios onde ocorre a transformação digital e que se baseiam na transversalidade do uso das TIC:

  1. Clientes, que interagem de forma dinâmica com as organizações;
  2. Competição, que pressupõe uma diferenciação das organizações perante o consumidor/cliente final;
  3. Informação, que pela sua natureza essencial para o negócio, sendo estruturada, ou não, irá exigir uma gestão cada vez mais rigorosa;
  4. Inovação, prendendo-se com o desenvolvimento de novas ideias;
  5. Valor, que se torna volátil perante a exigência de mercado.

 

Os profissionais da informação têm pela frente desafios que se podem caracterizar pela transferência e partilha de conhecimento, pela sua salvaguarda, pela seleção e filtragem de informação, pela gestão de informação e recursos, pelo acesso através do uso de redes nacionais e internacionais e pela estruturação de um serviço de informação adequado à organização.

Será pois necessário que os profissionais da informação sejam elementos ativos na transformação digital das organizações.

 

publicado por antonio.regedor às 21:50
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Terça-feira, 23 de Abril de 2019

DIA MUNDIAL DO LIVRO

livro 001.JPG

 

Hoje é dia de dizer muitos lugares comuns sobre o livro e a leitura.

É comum dizer-se que se devia ler mais, e melhor. Que em Portugal se lê menos, muito menos, que nos países com sucesso científico, económico e social.

Mas não se pode querer hoje o que o país nunca teve, nem mudar de um dia para o outro.

No início do século XX o analfabetismo era generalizado. 78,6% da população era analfabeta.

Na República o ensino primário era de oito anos, mas apenas três eram obrigatórios.

Na ditadura o ensino primário foi reduziu inicialmente para 3 anos. Já só nos anos setenta a quarta classe passou a ser obrigatória.

Mesmo assim, o limite de idade para a escolaridade obrigatória era os 14 anos de idade, e o analfabetismo, e o abandono escolar era muitíssimo alto ainda no 25 de Abril de 1974.

Não admira que a primeira biblioteca pública, ou seja, de acesso ao público, embora de característica patrimonial e erudita, tenha sido aberta apenas em 1833.

Mais significativo é que em 1958, quando as carrinhas da Gulbenkian começam a levar livros à população, a televisão já há um ano lhes conquistava a atenção pela novidade. A televisão chegou primeiro a casa dos portugueses.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:39
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