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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Os Sistemas Bibliotecários no Contexto das Políticas Culturais

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Os Sistemas Bibliotecários no Contexto das Políticas Culturais

As bibliotecas têm-se afirmado nas vertentes educativa, instrutiva, cultural, erudita, popular ou, inclusivamente, ideológica, informativa, formativa, lúdica e patrimonial. Dependendo das épocas, do desenvolvimento sociocultural e técnico, a biblioteca tem tido todas essas dimensões e facetas. Por conseguinte, as bibliotecas não são, nem tão pouco podem ser pensadas como equipamentos isolados do contexto social e político. Elas correspondem a estádios de desenvolvimento civilizacional, tal como a sua longa história salienta. A origem, as tipologias, as características, as técnicas de tratamento, a custódia documental e o relacionamento com os públicos desenvolvem-se em movimentos consonantes e ajustam-se em conformidade com os modelos de desenvolvimento e práticas bibliotecárias adotadas.

Até meados do século XIX, a biblioteca limitava-se a servir os objetivos da entidade tutelar. Era um equipamento isolado cuja coleção se constituía segundo os gostos, interesses e propósitos dos seus possuidores. Assim foi nas bibliotecas reais, monásticas e episcopais, mas também nos casos de bibliotecas mais pequenas de burgueses, comerciantes ou intelectuais, e de eclesiásticos ou académicos. Em todos estes casos, em rigor, não se pode considerar existir uma política bibliotecária.

 

No entanto, numa perspetiva mais ampla, podemos admitir que ao longo da história se verifica a existência de sistemas de bibliotecas, ou seja, a existência de unidades independentes que visam objetivos inerentes a essa unidade. São exemplos desta evidência, a extensa rede de bibliotecas medievais que se relacionam entre si na cópia de textos e que, dessa forma, participam de um interesse mais geral inerente a cada uma em particular: o de recolha, preservação e cópia do conhecimento tido à época.

O mesmo se verifica com as bibliotecas das universidades medievais. Estas com uma estrutura mais complexa, já que integravam um elemento novo, o estacionário, facilitador e garante da cópia e de originais múltiplos. Estamos pois na presença de um incipiente sistema bibliotecário, se bem que não haja ainda uma política bibliotecária.

Na modernidade, os Estados ao reconhecerem a importância das bibliotecas nas suas políticas culturais e educativas, naturalmente que procuram legislar sobre elas, dando coerência à sua criação, funcionamento e objetivos. A ligação e orientação da diversidade de bibliotecas por princípios normativos leva-as a constituírem-se como sistemas.

publicado por antonio.regedor às 17:37
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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2016

XVIII Jornadas Bibliotecárias de Andaluzia.

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O Boletim  da Associação Andalusa de Bibliotecários , Ano 29 número 108 de Julho-Dezembro de 2014 publica as comunicações feitas nas XVIII Jornadas Bibliotecárias de Andaluzia.

Os assuntos e autores foram:

 

Marketing: no es cuestión de recursos, sino de estrategia. Nieves González Fernández-Villavicencio.

Las bibliotecas, plazas públicas abiertas y creadoras de nuevas comunidades. Juan Sánchez Sánchez - María Helena Rosales Varo.

Estadísticas de la Red de Bibliotecas Públicas de Andalucía: el SIE (Sistema de Información Estadística). Pastora Pérez Serradilla - Manuela Sánchez Macarro.

Gestión y difusión del patrimonio documental: experiencias innovadoras. Bárbara Muñoz de Solano y Palacios - Jesús Jiménez Pelayo.

Diagnóstico de las Bibliotecas Municipales de la Provincia de Granada. Ana Real Duro - Vanessa Espert Simó - Soledad Nuevo Ábalos - Marís del Carmen García Lara - Mónica García Martínez - Rocío Gómez Merino.

Innovar en gestión de información: plataformas tecnológicas para creación de contenidos compartidos. Ana Carrillo Pozas - Cesar Juanes Hernández - Verónica Juan Quilis..

Perspectivas y sostenibilidad en nuestra profesión: los futuros bibliotecarios. Manuel Jorge Bolaños Carmona - Virginia Ortiz-Repiso Jiménez.

Las bibliotecas, los bibliotecarios, nuevas competencias, nuevas habilidades. Carlos Magro Mazo - Julio Alonso Arévalo.

35 años del Sistema Bibliotecarios Andaluza: de dónde venimos y hacia dónde vamos. Mercedes de la Moneda Corrochano - Francisco Javier Álvarez García - Antonio Tomás Bustamante Rodríguez.

Os textos em PDF podem ser consultados em http://www.aab.es/publicaciones/bolet%C3%ADn-aab/bolet%C3%ADn-108/

publicado por antonio.regedor às 12:17
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

Espanha e Portugal: Afinidades e Divergências dos seus sistemas bibliotecários

É já npróxima sexta-feira, dia 26 de Novembro, pelas 17:30 horas , que o  Professor Doutor Manuel Salamanca López, da Universidad Complutense / Madrid, virá à  Universidade Fernando Pessoa  proferir uma conferência subordinada ao tema: España y Portugal: afinidades e divergencias de sus sistemas bibliotecarios.

publicado por antonio.regedor às 15:49
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