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Domingo, 10 de Abril de 2016

O impacto da produção científica e a sua medida

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O modelo instituído de medição do impacto da produção científica é o da quantificação e nomeadamente da contagem  de artigos e de citações. Por esse  processo é feito o seu financiamento. Assim se determina o factor h, relativo ao autor e o factor de impacto das revisatas científicas.

No entanto, há uma nova realidade comunicacional  que potencia a visibilidade dos artigos publicados e dos seus autores.

A facilidade e rapidez do envio dos textos. Os meios em que são colocados.  A sua disponibilização em open access. Já não são apenas as citações em outros artigos científicos que dão a imagem do impacto das publicações, mas são também as visualizações, os downloads, as menções e os comentários em  blogs e  as partilhas, os likes e tweets nas redes sociais.

Esta nova realidade que existe  para além das citações exige novas métricas e novas ferramentas de quantificação e demonstração.  E começam a aparecer. O “The PlumX Suite” é uma dessas novas ferramentas.

https://www.ebsco.com/news-center/press-releases/plumx-suite-now-available-from-plum-analytics

publicado por antonio.regedor às 17:05
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016

PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TRANSVERSALIDADE DOS ESTUDOS MÉTRICOS

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Para quem pensa que ciência da informação é só bibliotecas e arquivos, aqui está uma notícia de um dos ramos da ciência da informação. A cienciometria.

 

“Vai realizar-se en Salvador de Bahia (14-16 sep. 2016) o seminário:

 PRODUCIÓN CIENTÍFICA Y TRANSVERSALIDAD DE LOS ESTUDIOS MÉTRICOS. É uma organização da Universidad Federal de Bahia (UFBA) e do  Instituto de Investigaciones Avanzadas sobre Evolución de la Ciencia y la Universidad, da Universidad Carlos III de Madrid (UC3M) e da Universidad Autónoma de Madrid (UNAM)(ES).

 

O programa e as condições de participação estão em:

                     www.seminariometrias.ici.ufba.br

publicado por antonio.regedor às 14:40
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015

Universo editorial científico

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Universo editorial científico

 

O Universo editorail é cada vez mais aberto.  A Net como meio, o digital como formato, possibilitam e potenciam a difusão da informação com um mínimo de bareiras. 

Mas esta facilidade de acesso à informação produzida, e especialmente à iprodução  científica coloca, para bem e para o mal, a questão da mudança de paradigma do controlo autoral sobre o que se produz a uma escala muito superior à que se verificava na publicação física.

 O problema não é novo, mas ganha uma nova dimensão e visibilidade.  Na produção física o autor tinha controlo sobre determinada quantidade de exemplares produzidos, mas não sobre o número de leitores. Os direitos autorais limitavam-se aos exemplares produzidos e vendidos. Não aos lidos.  No plano digital, o controlo do lido é ainda menor,  e menor é também o controlo do reproduzido.  Começa a ser usual o autor não esperar receber pela publicação do seu trabalho científico. A que se reduz então o direito autoral?  Quem remunera o autor científico? Como se alterou a cedeia de publicação? E outras mais questões que se colocam. 

publicado por antonio.regedor às 10:19
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